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Câncer de próstata

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Apesar de o câncer de próstata ser bastante conhecido, ele ainda assusta a maioria dos homens. Muitos, por medo ou por desconhecimento, fogem dos consultórios médicos, adiando cuidados que podem significar prevenção, diagnóstico precoce e tratamento bem-sucedido. Saiba mais sobre esse tipo de câncer, seus fatores de risco, os primeiros sintomas e os tratamentos disponíveis.

O que é câncer de próstata?

A próstata é uma glândula do sistema reprodutor masculino. Localizada na frente do reto e abaixo da bexiga, tem a função de produzir um fluido que faz parte do sêmen, nutre e protege os espermatozoides. Nos homens mais jovens, a próstata tem aproximadamente o tamanho de uma noz, mas, com a idade, ela tende a ficar maior.

Como acontece em outros tipos de câncer, no de próstata, o número de células da região aumenta descontroladamente, causando a enfermidade. Geralmente, esse processo ocorre de modo lento e não dá sinais de que algo está errado. Entretanto, há casos nos quais ele é rápido, levando as células cancerígenas a se espalharem por outros órgãos, provocando metástases e dificultando o tratamento e a cura. Outro ponto de atenção: se a progressão do câncer de próstata costuma ser lenta, as chances de recidiva pós-tratamento são altas.

Por isso, a prevenção, o diagnóstico precoce e o monitoramento são tão fundamentais. As estatísticas provam porque é preciso levantar as bandeiras da campanha Novembro Azul, quando se dedica o mês para conscientizar a população masculina sobre a importância dos cuidados com a saúde. O câncer de próstata é o segundo tumor maligno mais comum entre os homens. Pesquisas do Instituto Nacional de Câncer (Inca) indicam que mais de 65 mil novos casos surgem por ano (estimativa para 2022) 1. No Brasil, a cada 38 minutos, um homem morre por causa do câncer de próstata 2.

Quais são os fatores de risco para o câncer de próstata?

Sobrepeso, obesidade, tabagismo e histórico de câncer na família são fatores que podem aumentar o risco de câncer de próstata. Entretanto, estudos indicam que a idade é uma das grandes vilãs: no Brasil, os homens mais velhos, com mais de 55 anos, têm sido os mais acometidos pelo câncer de próstata; no mundo, 75% dos diagnósticos ocorrem a partir dos 65 anos 3.

Quais são os sintomas do câncer de próstata?

Dificuldade para urinar, diminuição do jato de urina, presença de sangue na urina, demora para começar e terminar de urinar, incontinência urinária e necessidade de ir ao banheiro mais vezes do que o comum durante o dia e mais frequentemente à noite podem ser sintomas de câncer de próstata. Apesar de serem sinais que acendem um alerta vermelho para a enfermidade, nem sempre são certeiros. Eles também podem indicar outras doenças, como a prostatite (inflamação da glândula causada por bactérias) e a hiperplasia benigna da próstata. Por isso, o acompanhamento com o urologista é indispensável. Ele é o especialista responsável por fazer um diagnóstico preciso, considerando o histórico clínico do paciente e exames específicos.

Intra-hepático: comete os ductos biliares dentro do fígado e muitas vezes é classificado como um tipo de câncer de fígado;

Perihilar: ocorre nos ductos fora do fígado. O tipo mais recorrente é o tumor de Klatskin, que acomete a região onde os ductos direito e esquerdo se encontram, originando o ducto hepático comum.

Distal: acomete a porção do ducto biliar que fica mais próxima do intestino delgado e também é chamado de colangiocarcinoma extra-hepático.

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Tudo sobre Hiperplasia Prostática Benigna e tipos de Tratamentos

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Hiperplasia Prostática Benigna: Sintomas, Causas e Tratamentos

O QUE É, SINTOMAS, CAUSAS E TRATAMENTOS

A hiperplasia prostática benigna pode ser solucionada.

Um dos sinais mais comuns do envelhecimento em homens. Uma doença que tem muitas soluções e tratamentos e que não deve assustar.

Ouse dar um passo pela sua saúde e enfrente a hiperplasia prostática benigna.

O que é Hiperplasia Prostática Benigna?

A hiperplasia prostática benigna (HPB) é uma consequência natural do envelhecimento. A próstata dobra de tamanho durante a adolescência e continua a crescer ao longo da vida.

Com o tempo, uma próstata aumentada pode comprimir o pequeno tubo que leva a urina da bexiga ao pênis e restringir o fluxo de urina.

Uma próstata aumentada pode interferir nos processos urinários normais, como enchimento e esvaziamento. Se não for tratada, pode causar problemas na bexiga ou nos rins.

Embora as causas da HPB ainda não sejam claras, é uma doença muito comum, pois 90% dos homens entre 50 e 80 anos de idade possivelmente a sofrerão.

A HPB afeta 90% dos homens aos 85 anos de idade.

Idade, histórico familiar de problemas de próstata, obesidade e doenças crônicas, como diabetes e doenças cardíacas, podem aumentar o risco de aumento da próstata. Ignorar esses fatores e sintomas relacionados pode levar a complicações graves.

Como prevenir a Hiperplasia Prostática Benigna?

  • Dieta Rica Em Frutas E Verduras
  • Limitar a cafeína e o Álcool
  • Fazer exercícios regularmente
  • Fazer exercícios regularmente

Quais os sintomas da Hiperplasia Prostática Benigna?

  • Levantar-se várias vezes para urinar durante a noite
  • Jato de urina fraco e interrompido
  • Dificuldade em iniciar ou parar de urinar
  • Necessidade repentina e urgente de urinar
  • Não ter certeza de que a bexiga está vazia
  • Gotejamento pós-micção
  • Dor ou ardência ao urinar
  • Incapacidade de ir ao banheiro quando sente necessidade.
  • Falta de controle da micção

Métodos de Diagnóstico

Estes são os métodos de diagnóstico pelo urologista:

  • Um gráfico de frequência e volume urinário: Isso fornecerá um registro de quanta água você bebe normalmente, quanta urina produz, com que frequência você esvazia a bexiga diariamente e se há vazamentos.
  • Exame de toque retal: O urologista insere um dedo no reto para ver se a próstata está aumentada.
  • Análise de urina: Testar uma amostra de urina pode ajudar a descartar infecções ou outras condições que podem causar sintomas similares.
  • Análise de sangue: Os resultados podem indicar problemas renais.
  • Exame de sangue para antígeno específico da próstata (PSA): O PSA é uma substância produzida pela próstata. Os níveis de PSA aumentam quando a próstata aumenta de tamanho. Entretanto, os níveis elevados de PSA também podem ser devido a intervenções recentes, infecção, cirurgia ou câncer de próstata.

A hiperplasia prostática benigna é o tumor benigno mais comum em homens.

Ela tem uma prevalência que varia entre 8% em homens de 40 anos, 50% em homens entre 51 e 60 anos, e 90% a partir dos 80 anos.

Tipos de tratamentos para Hiperplasia Prostática Benigna

Medicamentos

Os medicamentos são o tratamento mais comum para os sintomas leves a moderados de hiperplasia prostática. Algumas das opções são:

  • Bloqueadores alfa
  • Inibidores de 5-alfa redutase
  • Incisão transuretral da próstata
  • Terapia transuretral por micro-ondas
  • Ablação por agulha transuretral

Terapia a laser verde

Um laser de alta energia vaporiza o excesso de tecido protético. A terapia a laser geralmente alivia os sintomas imediatamente e tem menos risco de efeitos colaterais do que a cirurgia sem laser. A terapia a laser pode ser utilizada em homens que não sejam candidatos a outros procedimentos.

Veja também: Pacientes com HPB experimentam o melhor alívio de sintomas da categoria com a terapia rezūm, mostra o estudo mais recente

Ressecção transuretral

Consiste na extração de uma parte da glândula pelo canal uretral do pênis. É uma técnica cirúrgica conservadora e não obtém os mesmos resultados em longo prazo da prostatectomia radical.

Prostatectomia aberta ou assistida por robô

O cirurgião faz uma incisão na parte inferior do abdômen para alcançar a próstata e remover o tecido. A prostatectomia aberta geralmente é feita se você tiver uma próstata muito grande, lesões na bexiga ou outras complicações. A cirurgia geralmente requer uma curta internação no hospital e está associada a um maior risco de exigir uma transfusão de sangue.

Quer saber mais?

Para entender a extensão da situação, assista a gravação da LIVE: Próstata Aumentada e tire todas as suas dúvidas.

Quer entender os sintomas e causas da HPB? Navegue pelo nosso site e descubra como identificar os sinais e compreender melhor a hiperplasia prostática benigna. 

Saiba mais sobre o Saber da Saúde

O Saber da Saúde é uma iniciativa da Boston ScientificTM com o objetivo de disseminar conhecimento científico sobre saúde para o maior número de brasileiros possível.

A desinformação não pode ser um obstáculo para o acesso à saúde. Acreditamos que com informação confiável, pacientes e redes de apoio podem tomar decisões com mais agilidade, obtendo diagnósticos mais cedo e buscando tratamentos cada vez mais eficazes, oferecendo suporte mais adequado para as condições de cada paciente.

Confira os benefícios das cirurgias e tratamentos com foco na saúde masculina

Saúde Urológica

Conheça as cirurgias e tratamentos com foco na saúde

Tecnologia de ponta e próteses maleáveis podem ser utilizadas por todas as idades e têm cirurgia coberta por planos de saúde

 

Associadas muitas vezes ao lado estético, as cirurgias íntimas masculinas podem ter um grande impacto em problemas como disfunção erétil e incontinência urinária. Mesmo ainda sendo um tabu, estes problemas não podem ser deixados de lado, por afetarem a saúde e a autoestima dos homens.

Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), queixas relacionadas à ereção atingem 50% dos homens depois dos 40 anos (cerca de 16 milhões de brasileiros) e a incontinência urinária, 15% dos homens também acima de 40 anos.

Por conta desses problemas, os homens ficam impossibilitados de sustentar uma atividade sexual satisfatória, e podem ter escapes de urina durante a prática de esportes ou atividades corriqueiras. Dessa maneira, outras questões podem acometer estes pacientes, como falta de autoconfiança, ansiedade e depressão, que afetam não só sua qualidade de vida, mas também das pessoas com quem se relacionam.

“As cirurgias masculinas vão muito além da estética. Elas têm a intenção de fornecer maior conforto aos pacientes, bem como tratar a disfunção ou a incontinência, para que eles possam viver com mais tranquilidade e qualidade de vida”, aponta o Dr. Carlos Bautzer, urologista que atua no núcleo de Medicina Sexual do Hospital Sírio-Libanês e é médico-assistente da disciplina de Urologia da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC).

Tratamentos disponíveis

Medicamentos orais

A indicação medicamentosa utiliza inibidores da fosfodiesterase-5 que devem ser tomados antes da relação sexual e/ou diariamente, a depender da indicação médica. Porém, esses medicamentos são contraindicados para pacientes com problemas cardíacos e de pressão arterial, entre outras condições.

“Quando o medicamento não funciona ou o paciente tem contraindicação, pode-se usar vasodilatadores injetados diretos no pênis”, explica o urologista. O principal risco do tratamento é usar uma dose grande que cause ereção prolongada demais – quando o pênis fica ereto por mais de quatro horas, situação chamada de priapismo, o sangue rico em oxigênio deixa de entrar e há formação de fibroses, o que, com o passar do tempo, pode agravar ainda mais a disfunção erétil.

Próteses penianas

Quando essas formas de terapia não obtêm resultado, os implantes penianos são considerados. Isso porque se trata de um método definitivo: as próteses podem ser substituídas, mas não removidas. As próteses penianas são estruturas implantadas para preencher os espaços que deveriam ser ocupados pelo sangue nos corpos cavernosos. Elas garantem a ereção e permitem que o usuário tenha relações sexuais sempre que desejar.

Prótese maleável

Composta por duas hastes de silicone que são inseridas nos corpos cavernosos do pênis. Desta forma, o pênis se mantém ereto. Esta prótese apresenta como diferencial a sensação tátil muito semelhante à de um pênis ereto, e garante mais conforto ao paciente, pois sugere maior naturalidade.

Além disso, a maleabilidade permite que o paciente dobre e guarde o pênis após a relação sexual, sem nenhum incômodo. Por ser mais simples, é mais fácil de ser inserida cirurgicamente, o que garante uma recuperação mais rápida, de acordo com o médico.

Outras vantagens são o preço (custa de R$7 mil a 10 mil); a cobertura por planos de saúde e SUS (Sistema Único de Saúde).

Prótese inflável

Composta por dois cilindros infláveis que simulam a função peniana a partir de um mecanismo chamado de “pump”, inserido na bolsa escrotal que deve ser acionado para inflar o pênis antes da relação sexual e desinflar, após seu uso.

Segundo o urologista, ela é a preferida dos homens por trazer maior descrição, porém, por ser mais complexa, ela custa quase o dobro do preço da prótese maleável, chegando a R$20 mil e não tem cobertura pelos planos de saúde e nem pelo SUS. Sua duração gira em torno de 10 a 15 anos.

Agora que você se informou sobre : Confira os benefícios das cirurgias e tratamentos com foco na saúde masculina, aproveite e acesse demais conteúdos sobre Saúde Sexual para ler: Perguntas Frequentes sobre Implante Peniano

E se quiser saber se disfunção erétil está afetando sua vida sexual, faça nosso quiz e entenda melhor sua saúde sexual.

 

ATENÇÃO: A lei restringe a venda desses dispositivos apenas a médicos ou mediante prescrição médica. Indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na rotulagem do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e podem não estar aprovados ou à venda em certos países. Este material não é destinado ao uso na França.

Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

Copyright © 2025 Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. ENDO - UROPH-1759108-AA

 

Covid-19 pode causar disfunção erétil?

Saúde Urológica

Covid-19 pode causar disfunção erétil?

Estudo da Universidade de Roma mostra correlação entre o problema em pacientes acometidos pelo coronavírus e especialista explica possível relação da Covid-19 com a disfunção erétil.
 

Em dezembro de 2020, a médica americana Dena Grayson, especialista em doenças infecciosas, alertou sobre os riscos de homens sofrerem com disfunção erétil (falta de habilidade masculina para obter ou manter ereção suficiente para o intercurso sexual) após se curarem da Covid-19, já que a doença pode causar problemas vasculares no paciente. Um estudo preliminar realizado em março pela Universidade de Roma aponta que a disfunção erétil pode ser, sim, uma das possíveis sequelas de curto a longo prazo da doença causada pelo coronavírus.  

Dos 100 homens analisados, 25 eram infectados com Covid-19, e a disfunção erétil esteve presente em 28% deles. Nos 75 que não foram infectados pelo SARS-CoV-2, o problema foi detectado em apenas 9,33% dos pesquisados. O estudo aponta que a disfunção endotelial (problemas na camada que reveste os vasos sanguíneos) pode ser um dos fatores que favorecem a forma grave da Covid-19, e também pode ser uma das razões para que comorbidades associadas à doença apareçam.

Além disso, a pesquisa também mostra que outros fatores podem auxiliar no comprometimento da disfunção erétil em pacientes com Covid-19, como a fibrose pulmonar, que resulta em uma hipóxia (falta de oxigênio) no leio vascular peniana, a até mesmo a perda de olfato e paladar, que trazem possíveis efeitos negativos sobre a saúde sexual.

O estudo mostra que “embora esses fatores possam ter uma influência menor quando considerados individualmente, a provável presença da maioria, senão de todos, ao mesmo tempo, pode facilmente permitir a progressão de uma forma subclínica para uma forma manifesta de disfunção erétil”.

De acordo com o Dr. Carlos Bautzer, urologista que atua no núcleo de Medicina Sexual do Hospital Sírio-Libanês e é médico-assistente da disciplina de Urologia da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), o comprometimento vascular pode ser uma das causas dessa sequela, já que a disfunção erétil também pode ocorrer por problemas ligados à circulação. “Então fumantes, hipertensos, diabéticos e homens com problemas de aterosclerose têm maiores chances de serem acometidos pelo problema”, aponta o especialista. 

O urologista alerta que esse é um estudo preliminar e que outros aspectos devem ser observados. “Ainda que o tratamento estatístico tenha considerado aspectos como idade e IMC (índice de massa corpórea), a correlação da Covid-19 e disfunção erétil vai além destes aspectos, ainda mais em um momento de pandemia que o paciente pode estar sob efeito de tratamentos que podem ocasionar, entre outras coisas, a disfunção erétil.”

Quer saber mais sobre disfunção erétil, suas causas e tratamentos? Acesse aqui e faça um quiz para entender melhor sua condição e descobrir se está mesmo tendo dificuldade de obter ou manter ereção suficiente para o intercurso sexual.

 

ATENÇÃO: A lei restringe a venda desses dispositivos apenas a médicos ou mediante prescrição médica. Indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na rotulagem do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e podem não estar aprovados ou à venda em certos países. Este material não é destinado ao uso na França.

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Procedimento e recuperação de implante peniano

Saúde Urológica

Procedimento e recuperação de implante peniano

Saiba mais sobre a disfunção erétil, como funciona o procedimento de implante peniano, o que está envolvido no processo de recuperação e os potenciais riscos envolvidos em ter um implante.

O que é Disfunção Erétil?

A disfunção erétil, ou DE, é uma condição comum que afeta mais da metade dos homens com mais de 40 anos de idade em algum grau.1 A DE ocorre quando o fluxo sanguíneo para o pênis é limitado ou nervos são danificados, o que resulta na incapacidade de alcançar ou manter uma ereção que seja firme o suficiente para ter relações sexuais

Sobre o procedimento de implante peniano

O procedimento de implante peniano é geralmente realizado em uma base ambulatorial com anestesia. O seu cirurgião fará uma pequena incisão no escroto acima do osso púbico e vai inserir todos os componentes através desta abertura.

Recuperação do procedimento

Os pacientes podem sentir dor e dor muscular no local cirúrgico durante o processo de cicatrização. Geralmente leva alguns dias para voltar à rotina regular de atividade leve. Os médicos podem recomendar que os pacientes aguardem de quatro a seis semanas após o procedimento antes de ter relações sexuais.

Riscos do implante peniano

Assim como com qualquer procedimento médico, podem ocorrer complicações. Você pode encontrar uma visão geral dos riscos de um implante peniano da Boston Scientific abaixo, mas recomenda-se que os indivíduos falem com seus médicos sobre os riscos e benefícios associados a cada dispositivo.

Os efeitos colaterais incluem, entre outros: 

  • Ereções naturais ou espontâneas, bem como outras opções de tratamento intervencionista, não serão mais possíveis
  • Infecção, caso no qual o implante pode precisar ser removido
  • Dor, que é normalmente associada ao processo de cicatrização
  • Falha mecânica do implante

Converse com seu médico

A situação de cada paciente é única. Então é importante que os homens falem com seus médicos sobre os riscos envolvidos e formas de retomar as atividades normais de forma segura após um procedimento de implante peniano.

Agora que você se informou sobre o Procedimento e Recuperação de Implante Peniano, aproveite para tirar mais dúvidas sobre o tratamento em: Perguntas Frequentes sobre Implante Peniano

E se quiser saber se disfunção erétil está afetando sua vida sexual, faça nosso quiz e entenda melhor sua saúde sexual. 

ATENÇÃO: A lei restringe a venda desses dispositivos apenas a médicos ou mediante prescrição médica. Indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na rotulagem do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e podem não estar aprovados ou à venda em certos países. Este material não é destinado ao uso na França.

Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

Copyright © 2025 Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. ENDO - UROPH-1759108-AA

 

Como é feito o diagnóstico do câncer de próstata?

O exame de toque retal e o PSA são os primeiros exames realizados para identificar alguma alteração na próstata. No de toque, feito no consultório, o médico introduz o dedo (com uma luva específica para isso) no reto do paciente a fim de alcançar a glândula e palpar suas regiões posterior e lateral. O objetivo é avaliar o tamanho, a textura e a forma da próstata.

Já o PSA é um exame laboratorial indicado para medir o antígeno prostático específico (PSA, na sigla em inglês). Quando os resultados dessas avaliações (ou mesmo de apenas uma delas) estão alterados, é recomendado fazer uma biópsia. Apenas com a análise das células retiradas da próstata se terá certeza de que há ou não um câncer instalado ali.

Dependendo do resultado da biópsia, alguns especialistas ainda recomendam uma investigação mais abrangente para conferir se há células cancerígenas em outros órgãos: com a tomografia computadorizada é possível checar se linfonodos ou tecidos próximos da próstata estão contaminados; a ressonância magnética permite investigar se há nódulos suspeitos; e a cintilografia óssea verifica a presença de metástase óssea, já que a doença costuma se espalhar primeiro para os ossos.

Adotar uma abordagem individualizada é fundamental para tratar o câncer de próstata. Com base nos dados dos exames, o médico define os próximos passos, considerando o estágio da doença e fatores como a presença de tumores de baixo risco ou mais agressivos, se o paciente tem expectativa de vida maior do que 10 anos e se ele é negro – sim, o câncer de próstata tem uma incidência duas a três vezes maior nessa parcela da população masculina 4 . Acredita-se que isso ocorre por causa de fatores genéticos e os casos costumam ser mais graves.

Estudos recentes indicam que homens com tumores de baixo risco podem dispensar tratamentos mais robustos. Avaliações periódicas, com exame de toque retal, dosagem de PSA e ressonância magnética da região da pelve ou biópsia prostática em intervalos variados (determinados pelo urologista), podem ser suficientes para o cuidado da doença.

Sobrepeso, obesidade, tabagismo e histórico de câncer na família são fatores que podem aumentar o risco de câncer de próstata. Entretanto, estudos indicam que a idade é uma das grandes vilãs: no Brasil, os homens mais velhos, com mais de 55 anos, têm sido os mais acometidos pelo câncer de próstata; no mundo, 75% dos diagnósticos ocorrem a partir dos 65 anos3.

Dificuldade para urinar, diminuição do jato de urina, presença de sangue na urina, demora para começar e terminar de urinar, incontinência urinária e necessidade de ir ao banheiro mais vezes do que o comum durante o dia e mais frequentemente à noite podem ser sintomas de câncer de próstata. Apesar de serem sinais que acendem um alerta vermelho para a enfermidade, nem sempre são certeiros. Eles também podem indicar outras doenças, como a prostatite (inflamação da glândula causada por bactérias) e a hiperplasia benigna da próstata. Por isso, o acompanhamento com o urologista é indispensável. Ele é o especialista responsável por fazer um diagnóstico preciso, considerando o histórico clínico do paciente e exames específicos.

O exame de toque retal e o PSA são os primeiros exames realizados para identificar alguma alteração na próstata. No de toque, feito no consultório, o médico introduz o dedo (com uma luva específica para isso) no reto do paciente a fim de alcançar a glândula e palpar suas regiões posterior e lateral. O objetivo é avaliar o tamanho, a textura e a forma da próstata.

Já o PSA é um exame laboratorial indicado para medir o antígeno prostático específico (PSA, na sigla em inglês). Quando os resultados dessas avaliações (ou mesmo de apenas uma delas) estão alterados, é recomendado fazer uma biópsia. Apenas com a análise das células retiradas da próstata se terá certeza de que há ou não um câncer instalado ali.

Dependendo do resultado da biópsia, alguns especialistas ainda recomendam uma investigação mais abrangente para conferir se há células cancerígenas em outros órgãos: com a tomografia computadorizada é possível checar se linfonodos ou tecidos próximos da próstata estão contaminados; a ressonância magnética permite investigar se há nódulos suspeitos; e a cintilografia óssea verifica a presença de metástase óssea, já que a doença costuma se espalhar primeiro para os ossos.

Adotar uma abordagem individualizada é fundamental para tratar o câncer de próstata. Com base nos dados dos exames, o médico define os próximos passos, considerando o estágio da doença e fatores como a presença de tumores de baixo risco ou mais agressivos, se o paciente tem expectativa de vida maior do que 10 anos e se ele é negro – sim, o câncer de próstata tem uma incidência duas a três vezes maior nessa parcela da população masculina 4 . Acredita-se que isso ocorre por causa de fatores genéticos e os casos costumam ser mais graves.

Estudos recentes indicam que homens com tumores de baixo risco podem dispensar tratamentos mais robustos. Avaliações periódicas, com exame de toque retal, dosagem de PSA e ressonância magnética da região da pelve ou biópsia prostática em intervalos variados (determinados pelo urologista), podem ser suficientes para o cuidado da doença.

Já os homens diagnosticados com tumores que podem progredir, classificados como moderados ou de alto risco, devem receber tratamento mais incisivo. É recomendada a prostatectomia radical, ou seja, a retirada da próstata e das vesículas seminais. Dependendo do caso, ainda podem ser necessárias sessões de radioterapia.

Ainda há a opção da hormonioterapia. O objetivo desse tratamento é reduzir o nível dos hormônios masculinos no corpo, já que eles estimulam o crescimento das células cancerígenas da próstata. Entretanto, a indicação desse tratamento é para situações específicas:

antes das sessões de radioterapia, para tentar reduzir o tamanho do tumor e tornar o tratamento mais eficiente. no tratamento inicial, combinado com a radioterapia, em pacientes com alto risco de recidiva após o tratamento.

quando o paciente não pode se submeter à cirurgia ou à radioterapia. quando há metástase e sabe-se que a cirurgia e a radioterapia não serão eficazes. quando o câncer não foi totalmente retirado ou reincidiu depois da operação ou da radioterapia.

O câncer de próstata é uma doença cercada de tabus, desde o momento do exame do toque retal até o pós-operatório. Vale lembrar que o exame é rápido, indolor e necessário. Já o pós-operatório pode ser mesmo desconfortável: incontinência urinária e disfunção erétil são comuns nessa fase, mas temporárias.

E dobrar a atenção com o tratamento é obrigatório: o câncer, não importa a região em que esteja localizado, é uma doença séria. Por isso, exige um acompanhamento especializado e tratamentos alternativos com chás, óleos e pílulas não são indicados para esse tipo de enfermidade. Siga estritamente as recomendações médicas.

Segundo as recomendações da Sociedade Brasileira de Urologia e a de Oncologia, nos dois primeiros anos após o tratamento (radioterapia ou cirurgia), o ideal é realizar o exame de PSA a cada três a quatro meses; a cada seis meses no terceiro ano; e uma vez por ano depois desse período. E a regra de ouro para a manutenção da saúde vale aqui também: praticar exercícios físicos regularmente, optar por uma alimentação saudável, controlar o estresse, evitar álcool em excesso e cuidar do bem-estar emocional são atitudes que contam pontos positivos em qualquer tratamento.

Já os homens diagnosticados com tumores que podem progredir, classificados como moderados ou de alto risco, devem receber tratamento mais incisivo. É recomendada a prostatectomia radical, ou seja, a retirada da próstata e das vesículas seminais. Dependendo do caso, ainda podem ser necessárias sessões de radioterapia.

Ainda há a opção da hormonioterapia. O objetivo desse tratamento é reduzir o nível dos hormônios masculinos no corpo, já que eles estimulam o crescimento das células cancerígenas da próstata. Entretanto, a indicação desse tratamento é para situações específicas:

antes das sessões de radioterapia, para tentar reduzir o tamanho do tumor e tornar o tratamento mais eficiente. no tratamento inicial, combinado com a radioterapia, em pacientes com alto risco de recidiva após o tratamento.

quando o paciente não pode se submeter à cirurgia ou à radioterapia. quando há metástase e sabe-se que a cirurgia e a radioterapia não serão eficazes. quando o câncer não foi totalmente retirado ou reincidiu depois da operação ou da radioterapia.

Quais são os principais tabus e mitos sobre o câncer de próstata?

O câncer de próstata é uma doença cercada de tabus, desde o momento do exame do toque retal até o pós-operatório. Vale lembrar que o exame é rápido, indolor e necessário. Já o pós-operatório pode ser mesmo desconfortável: incontinência urinária e disfunção erétil são comuns nessa fase, mas temporárias.

E dobrar a atenção com o tratamento é obrigatório: o câncer, não importa a região em que esteja localizado, é uma doença séria. Por isso, exige um acompanhamento especializado e tratamentos alternativos com chás, óleos e pílulas não são indicados para esse tipo de enfermidade. Siga estritamente as recomendações médicas.

Segundo as recomendações da Sociedade Brasileira de Urologia e a de Oncologia, nos dois primeiros anos após o tratamento (radioterapia ou cirurgia), o ideal é realizar o exame de PSA a cada três a quatro meses; a cada seis meses no terceiro ano; e uma vez por ano depois desse período. E a regra de ouro para a manutenção da saúde vale aqui também: praticar exercícios físicos regularmente, optar por uma alimentação saudável, controlar o estresse, evitar álcool em excesso e cuidar do bem-estar emocional são atitudes que contam pontos positivos em qualquer tratamento.

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Com o tempo, uma próstata aumentada pode comprimir o pequeno tubo que leva a urina da bexiga ao pênis e restringir o fluxo de urina.

Uma próstata aumentada pode interferir nos processos urinários normais, como enchimento e esvaziamento. Se não for tratada, pode causar problemas na bexiga ou nos rins.

Embora as causas da HPB ainda não sejam claras, é uma doença muito comum, pois 90% dos homens entre 50 e 80 anos de idade possivelmente a sofrerão.

A HPB afeta 90% dos homens aos 85 anos de idade.

Idade, histórico familiar de problemas de próstata, obesidade e doenças crônicas, como diabetes e doenças cardíacas, podem aumentar o risco de aumento da próstata. Ignorar esses fatores e sintomas relacionados pode levar a complicações graves.

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  • Jato de urina fraco e interrompido
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  • Dor ou ardência ao urinar
  • Incapacidade de ir ao banheiro quando sente necessidade.
  • Falta de controle da micção

Métodos de Diagnóstico

Estes são os métodos de diagnóstico pelo urologista:

  • Um gráfico de frequência e volume urinário: Isso fornecerá um registro de quanta água você bebe normalmente, quanta urina produz, com que frequência você esvazia a bexiga diariamente e se há vazamentos.
  • Exame de toque retal: O urologista insere um dedo no reto para ver se a próstata está aumentada.
  • Análise de urina: Testar uma amostra de urina pode ajudar a descartar infecções ou outras condições que podem causar sintomas similares.
  • Análise de sangue: Os resultados podem indicar problemas renais.
  • Exame de sangue para antígeno específico da próstata (PSA): O PSA é uma substância produzida pela próstata. Os níveis de PSA aumentam quando a próstata aumenta de tamanho. Entretanto, os níveis elevados de PSA também podem ser devido a intervenções recentes, infecção, cirurgia ou câncer de próstata.

A hiperplasia prostática benigna é o tumor benigno mais comum em homens.

Ela tem uma prevalência que varia entre 8% em homens de 40 anos, 50% em homens entre 51 e 60 anos, e 90% a partir dos 80 anos.

Tipos de tratamentos para Hiperplasia Prostática Benigna

Medicamentos

Os medicamentos são o tratamento mais comum para os sintomas leves a moderados de hiperplasia prostática. Algumas das opções são:

  • Bloqueadores alfa
  • Inibidores de 5-alfa redutase
  • Incisão transuretral da próstata
  • Terapia transuretral por micro-ondas
  • Ablação por agulha transuretral

Terapia a laser verde

Um laser de alta energia vaporiza o excesso de tecido protético. A terapia a laser geralmente alivia os sintomas imediatamente e tem menos risco de efeitos colaterais do que a cirurgia sem laser. A terapia a laser pode ser utilizada em homens que não sejam candidatos a outros procedimentos.

Veja também: Pacientes com HPB experimentam o melhor alívio de sintomas da categoria com a terapia rezūm, mostra o estudo mais recente

Ressecção transuretral

Consiste na extração de uma parte da glândula pelo canal uretral do pênis. É uma técnica cirúrgica conservadora e não obtém os mesmos resultados em longo prazo da prostatectomia radical.

Prostatectomia aberta ou assistida por robô

O cirurgião faz uma incisão na parte inferior do abdômen para alcançar a próstata e remover o tecido. A prostatectomia aberta geralmente é feita se você tiver uma próstata muito grande, lesões na bexiga ou outras complicações. A cirurgia geralmente requer uma curta internação no hospital e está associada a um maior risco de exigir uma transfusão de sangue.

Quer saber mais?

Para entender a extensão da situação, assista a gravação da LIVE: Próstata Aumentada e tire todas as suas dúvidas.

Quer entender os sintomas e causas da HPB? Navegue pelo nosso site e descubra como identificar os sinais e compreender melhor a hiperplasia prostática benigna. 

Saiba mais sobre o Saber da Saúde

O Saber da Saúde é uma iniciativa da Boston ScientificTM com o objetivo de disseminar conhecimento científico sobre saúde para o maior número de brasileiros possível.

A desinformação não pode ser um obstáculo para o acesso à saúde. Acreditamos que com informação confiável, pacientes e redes de apoio podem tomar decisões com mais agilidade, obtendo diagnósticos mais cedo e buscando tratamentos cada vez mais eficazes, oferecendo suporte mais adequado para as condições de cada paciente.

Confira os benefícios das cirurgias e tratamentos com foco na saúde masculina

Saúde Urológica

Conheça as cirurgias e tratamentos com foco na saúde

Tecnologia de ponta e próteses maleáveis podem ser utilizadas por todas as idades e têm cirurgia coberta por planos de saúde

 

Associadas muitas vezes ao lado estético, as cirurgias íntimas masculinas podem ter um grande impacto em problemas como disfunção erétil e incontinência urinária. Mesmo ainda sendo um tabu, estes problemas não podem ser deixados de lado, por afetarem a saúde e a autoestima dos homens.

Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), queixas relacionadas à ereção atingem 50% dos homens depois dos 40 anos (cerca de 16 milhões de brasileiros) e a incontinência urinária, 15% dos homens também acima de 40 anos.

Por conta desses problemas, os homens ficam impossibilitados de sustentar uma atividade sexual satisfatória, e podem ter escapes de urina durante a prática de esportes ou atividades corriqueiras. Dessa maneira, outras questões podem acometer estes pacientes, como falta de autoconfiança, ansiedade e depressão, que afetam não só sua qualidade de vida, mas também das pessoas com quem se relacionam.

“As cirurgias masculinas vão muito além da estética. Elas têm a intenção de fornecer maior conforto aos pacientes, bem como tratar a disfunção ou a incontinência, para que eles possam viver com mais tranquilidade e qualidade de vida”, aponta o Dr. Carlos Bautzer, urologista que atua no núcleo de Medicina Sexual do Hospital Sírio-Libanês e é médico-assistente da disciplina de Urologia da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC).

Tratamentos disponíveis

Medicamentos orais

A indicação medicamentosa utiliza inibidores da fosfodiesterase-5 que devem ser tomados antes da relação sexual e/ou diariamente, a depender da indicação médica. Porém, esses medicamentos são contraindicados para pacientes com problemas cardíacos e de pressão arterial, entre outras condições.

“Quando o medicamento não funciona ou o paciente tem contraindicação, pode-se usar vasodilatadores injetados diretos no pênis”, explica o urologista. O principal risco do tratamento é usar uma dose grande que cause ereção prolongada demais – quando o pênis fica ereto por mais de quatro horas, situação chamada de priapismo, o sangue rico em oxigênio deixa de entrar e há formação de fibroses, o que, com o passar do tempo, pode agravar ainda mais a disfunção erétil.

Próteses penianas

Quando essas formas de terapia não obtêm resultado, os implantes penianos são considerados. Isso porque se trata de um método definitivo: as próteses podem ser substituídas, mas não removidas. As próteses penianas são estruturas implantadas para preencher os espaços que deveriam ser ocupados pelo sangue nos corpos cavernosos. Elas garantem a ereção e permitem que o usuário tenha relações sexuais sempre que desejar.

Prótese maleável

Composta por duas hastes de silicone que são inseridas nos corpos cavernosos do pênis. Desta forma, o pênis se mantém ereto. Esta prótese apresenta como diferencial a sensação tátil muito semelhante à de um pênis ereto, e garante mais conforto ao paciente, pois sugere maior naturalidade.

Além disso, a maleabilidade permite que o paciente dobre e guarde o pênis após a relação sexual, sem nenhum incômodo. Por ser mais simples, é mais fácil de ser inserida cirurgicamente, o que garante uma recuperação mais rápida, de acordo com o médico.

Outras vantagens são o preço (custa de R$7 mil a 10 mil); a cobertura por planos de saúde e SUS (Sistema Único de Saúde).

Prótese inflável

Composta por dois cilindros infláveis que simulam a função peniana a partir de um mecanismo chamado de “pump”, inserido na bolsa escrotal que deve ser acionado para inflar o pênis antes da relação sexual e desinflar, após seu uso.

Segundo o urologista, ela é a preferida dos homens por trazer maior descrição, porém, por ser mais complexa, ela custa quase o dobro do preço da prótese maleável, chegando a R$20 mil e não tem cobertura pelos planos de saúde e nem pelo SUS. Sua duração gira em torno de 10 a 15 anos.

Agora que você se informou sobre : Confira os benefícios das cirurgias e tratamentos com foco na saúde masculina, aproveite e acesse demais conteúdos sobre Saúde Sexual para ler: Perguntas Frequentes sobre Implante Peniano

E se quiser saber se disfunção erétil está afetando sua vida sexual, faça nosso quiz e entenda melhor sua saúde sexual.

 

ATENÇÃO: A lei restringe a venda desses dispositivos apenas a médicos ou mediante prescrição médica. Indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na rotulagem do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e podem não estar aprovados ou à venda em certos países. Este material não é destinado ao uso na França.

Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

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Covid-19 pode causar disfunção erétil?

Saúde Urológica

Covid-19 pode causar disfunção erétil?

Estudo da Universidade de Roma mostra correlação entre o problema em pacientes acometidos pelo coronavírus e especialista explica possível relação da Covid-19 com a disfunção erétil.
 

Em dezembro de 2020, a médica americana Dena Grayson, especialista em doenças infecciosas, alertou sobre os riscos de homens sofrerem com disfunção erétil (falta de habilidade masculina para obter ou manter ereção suficiente para o intercurso sexual) após se curarem da Covid-19, já que a doença pode causar problemas vasculares no paciente. Um estudo preliminar realizado em março pela Universidade de Roma aponta que a disfunção erétil pode ser, sim, uma das possíveis sequelas de curto a longo prazo da doença causada pelo coronavírus.  

Dos 100 homens analisados, 25 eram infectados com Covid-19, e a disfunção erétil esteve presente em 28% deles. Nos 75 que não foram infectados pelo SARS-CoV-2, o problema foi detectado em apenas 9,33% dos pesquisados. O estudo aponta que a disfunção endotelial (problemas na camada que reveste os vasos sanguíneos) pode ser um dos fatores que favorecem a forma grave da Covid-19, e também pode ser uma das razões para que comorbidades associadas à doença apareçam.

Além disso, a pesquisa também mostra que outros fatores podem auxiliar no comprometimento da disfunção erétil em pacientes com Covid-19, como a fibrose pulmonar, que resulta em uma hipóxia (falta de oxigênio) no leio vascular peniana, a até mesmo a perda de olfato e paladar, que trazem possíveis efeitos negativos sobre a saúde sexual.

O estudo mostra que “embora esses fatores possam ter uma influência menor quando considerados individualmente, a provável presença da maioria, senão de todos, ao mesmo tempo, pode facilmente permitir a progressão de uma forma subclínica para uma forma manifesta de disfunção erétil”.

De acordo com o Dr. Carlos Bautzer, urologista que atua no núcleo de Medicina Sexual do Hospital Sírio-Libanês e é médico-assistente da disciplina de Urologia da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), o comprometimento vascular pode ser uma das causas dessa sequela, já que a disfunção erétil também pode ocorrer por problemas ligados à circulação. “Então fumantes, hipertensos, diabéticos e homens com problemas de aterosclerose têm maiores chances de serem acometidos pelo problema”, aponta o especialista. 

O urologista alerta que esse é um estudo preliminar e que outros aspectos devem ser observados. “Ainda que o tratamento estatístico tenha considerado aspectos como idade e IMC (índice de massa corpórea), a correlação da Covid-19 e disfunção erétil vai além destes aspectos, ainda mais em um momento de pandemia que o paciente pode estar sob efeito de tratamentos que podem ocasionar, entre outras coisas, a disfunção erétil.”

Quer saber mais sobre disfunção erétil, suas causas e tratamentos? Acesse aqui e faça um quiz para entender melhor sua condição e descobrir se está mesmo tendo dificuldade de obter ou manter ereção suficiente para o intercurso sexual.

 

ATENÇÃO: A lei restringe a venda desses dispositivos apenas a médicos ou mediante prescrição médica. Indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na rotulagem do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e podem não estar aprovados ou à venda em certos países. Este material não é destinado ao uso na França.

Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

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Procedimento e recuperação de implante peniano

Saúde Urológica

Procedimento e recuperação de implante peniano

Saiba mais sobre a disfunção erétil, como funciona o procedimento de implante peniano, o que está envolvido no processo de recuperação e os potenciais riscos envolvidos em ter um implante.

O que é Disfunção Erétil?

A disfunção erétil, ou DE, é uma condição comum que afeta mais da metade dos homens com mais de 40 anos de idade em algum grau.1 A DE ocorre quando o fluxo sanguíneo para o pênis é limitado ou nervos são danificados, o que resulta na incapacidade de alcançar ou manter uma ereção que seja firme o suficiente para ter relações sexuais

Sobre o procedimento de implante peniano

O procedimento de implante peniano é geralmente realizado em uma base ambulatorial com anestesia. O seu cirurgião fará uma pequena incisão no escroto acima do osso púbico e vai inserir todos os componentes através desta abertura.

Recuperação do procedimento

Os pacientes podem sentir dor e dor muscular no local cirúrgico durante o processo de cicatrização. Geralmente leva alguns dias para voltar à rotina regular de atividade leve. Os médicos podem recomendar que os pacientes aguardem de quatro a seis semanas após o procedimento antes de ter relações sexuais.

Riscos do implante peniano

Assim como com qualquer procedimento médico, podem ocorrer complicações. Você pode encontrar uma visão geral dos riscos de um implante peniano da Boston Scientific abaixo, mas recomenda-se que os indivíduos falem com seus médicos sobre os riscos e benefícios associados a cada dispositivo.

Os efeitos colaterais incluem, entre outros: 

  • Ereções naturais ou espontâneas, bem como outras opções de tratamento intervencionista, não serão mais possíveis
  • Infecção, caso no qual o implante pode precisar ser removido
  • Dor, que é normalmente associada ao processo de cicatrização
  • Falha mecânica do implante

Converse com seu médico

A situação de cada paciente é única. Então é importante que os homens falem com seus médicos sobre os riscos envolvidos e formas de retomar as atividades normais de forma segura após um procedimento de implante peniano.

Agora que você se informou sobre o Procedimento e Recuperação de Implante Peniano, aproveite para tirar mais dúvidas sobre o tratamento em: Perguntas Frequentes sobre Implante Peniano

E se quiser saber se disfunção erétil está afetando sua vida sexual, faça nosso quiz e entenda melhor sua saúde sexual. 

ATENÇÃO: A lei restringe a venda desses dispositivos apenas a médicos ou mediante prescrição médica. Indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na rotulagem do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e podem não estar aprovados ou à venda em certos países. Este material não é destinado ao uso na França.

Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

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