Incontinência Urinária Em Atletas; Especialista Explica

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Incontinência Urinária Em Atletas; Especialista Explica

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Mais de 10 milhões de brasileiros apresentam algum tipo de incontinência que pode interferir na vida de quem pratica esportes de impacto

A incontinência urinária atinge cerca de 5% da população brasileira (homens e mulheres) - segundo a Sociedade Brasileira de Urologia - e é conhecida mundialmente como “câncer social”, por causar, na maioria dos casos, constrangimento e isolamento, podendo levar à depressão. No Brasil, mais de 10 milhões de pessoas apresentam algum tipo de incontinência e muitos não procuram ajuda médica por achar que o problema é normal ou natural da idade ou por acreditar que não há tratamentos efetivos. 

De acordo com o urologista Gustavo Wanderley, especialista de Recife e membro titular da Sociedade Brasileira de Urologia, a incontinência urinária pode ser agravada pela prática de exercícios de alto impacto, por conta da pressão na bexiga devido ao grande esforço realizado inclusive durante seus treinamentos físicos. Além disso, o impacto causado pela incontinência nos atletas, ultrapassa o aspecto físico e interfere também no psicológico, por conta do constrangimento que um escape de urina possa causar durante as atividades, inclusive podendo interferir no rendimento e até mesmo no abandono das atividades.

Pensando em amenizar o desconforto de atletas - sejam eles profissionais ou não, o especialista traz algumas práticas que podem colaborar com a rotina: 

Mantenha os exames de rotina em dia

Por ser um tema que não fica muito em evidência, principalmente por conta do constrangimento, poucas pessoas costumam fazer os exames de rotina regularmente a partir do primeiro sintoma. Pensando nisso, é importante manter o check up sempre em dia, para monitorar desde o início qualquer problema no esfíncter e no assoalho pélvico. 

Incontinência não é comum em nenhuma idade 

A incontinência urinária não é uma consequência normal da idade, apesar do envelhecimento trazer alterações estruturais na bexiga e no trato urinário que podem favorecer o aparecimento da condição. O tipo mais comum é a Incontinência Urinária de Esforço (I.U.E.), caracterizada pela perda de urina ao rir, tossir ou em qualquer movimento ou esforço. A I.U.E. atinge exclusivamente mulheres e pode ocorrer por fraqueza do esfíncter e do assoalho pélvico, além de múltiplos partos ou queda do hormônio feminino após a menopausa. Já nos homens, as principais causas de perda urinária são a deficiência esfincteriana após a prostatectomia radical (perda de urina após cirurgia para tratamento do câncer de próstata) e a bexiga hiperativa (contrações involuntárias de forte intensidade da bexiga que levam a escapes de urina). 

Procure uma solução definitiva 

Engana-se quem acredita que a condição não tem cura. Nas mulheres, nos casos mais simples, é possível fazer fisioterapia para ativar a musculatura, entre outros tratamentos. Nos casos moderados a graves, há um procedimento cirúrgico para aplicação de slings, malhas que sustentam a uretra.  

Já para tratar a incontinência em homens, existem tratamentos eficazes que permitem a volta do funcionamento do esfíncter. “Nos pacientes mais complexos, como homens que perdem o funcionamento do esfíncter após a prostatectomia radical, é possível substituir o esfíncter com uma cirurgia, utilizando um esfíncter artificial, tecnologia disponível e acessível no Brasil”. Para casos mais leves, ainda existem os slings masculinos, que também trazem excelentes resultados a longo prazo, finaliza o especialista.

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Saiba mais sobre o Saber da Saúde

Saber da Saúde é uma iniciativa da Boston ScientificTM com o objetivo de disseminar conhecimento científico sobre saúde para o maior número de brasileiros possível.

A desinformação não pode ser um obstáculo para o acesso à saúde. Acreditamos que com informação confiável, pacientes e redes de apoio podem tomar decisões com mais agilidade, obtendo diagnósticos mais cedo e buscando tratamentos cada vez mais eficazes, oferecendo suporte mais adequado para as condições de cada paciente.

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Então, você está pronto para dar o próximo passo para tratar sua hiperplasia prostática benigna. Esse é o termo médico para HPB, ou próstata aumentada. Talvez seus medicamentos não estejam mais funcionando. Ou talvez seus sintomas o deixem acordado a noite toda indo ao banheiro. Pode ser hora de começar a olhar para suas opções!

Medicamentos para HBP podem não funcionar

Primeiro, você deve saber que a HBP é muito comum em homens. Na verdade, afeta metade de todos os homens aos 60 anos. E afeta até 90% dos homens com 85 anos1. Medicamentos para tratar a HBP podem não funcionar para muitos. Ou muitos homens não gostam dos efeitos colaterais.2 E alguns procedimentos tratam apenas os sintomas, não a HBP. Isso deixa muitos homens à procura de tratamentos alternativos para o aumento da próstata.

Terapia com Vapor de Água Rezūm Encolhe a Próstata

A Terapia de Vapor de Água Rezūm é um tratamento de HBP que pode ser feito no consultório do seu médico. Ele usa vapor de água, para encolher a próstata aumentada.3,4 Encolher a próstata pode aliviar seus sintomas. Mas quanto tempo dura?

Ensaio clínico analisou quanto tempo os resultados da Terapia Rezūm duram em pacientes com HBP até cinco anos. O ensaio mostrou que a Terapia Rezūm aliviou significativamente seus sintomas.5 Também mostrou que os resultados do tratamento da próstata aumentada duraram cinco anos para a maioria dos pacientes. Em terceiro lugar, o ensaio mostrou que a Terapia Rezūm melhorou sua qualidade de vida geral.

Após o procedimento Rezūm, alguns dos seguintes efeitos colaterais de curto prazo podem ocorrer: micção dolorosa, sangue na urina, sangue no sêmen, micção frequente, incapacidade de urinar ou esvaziar completamente a bexiga e necessidade de cateterismo de curto prazo. A maioria dos eventos normalmente se resolve dentro de uma a três semanas após o procedimento, mas há uma possibilidade de alguns desses efeitos continuarem por longos períodos.

Sobre Ensaios Clínicos

Os ensaios clínicos são importantes na área da saúde. Eles nos ajudam a descobrir se as novas terapias são seguras e eficazes. Muitas vezes, um ensaio clínico nos ajuda a aprender se um novo tratamento é mais eficaz e/ou tem menos efeitos colaterais do que outro tratamento.6

A maioria dos médicos confia nos resultados dos ensaios clínicos e em artigos em periódicos revisados por pares para avaliar as opções de tratamento e garantir que eles mantenham os padrões de qualidade para seus pacientes.

Kevin McVary, MD, urologista e investigador principal do ensaio clínico Rezūm Therapy II

Testemunho de um urologista

Um urologista de renome mundial, Dr. Kevin McVary, é referencia em tratamentos de HBP e o principal investigador do ensaio clínico Rezūm. Ele usa a Terapia Rezūm em sua prática, e recentemente tratou um paciente que também era médico.

O médico tinha sintomas graves de HPB e estava buscando tratamento para o aumento da próstata. Os medicamentos não estavam funcionando para ele. “Ele realizou a Terapia Rezūm e voltou ao trabalho em seu movimentado consultório”. Ele estava cuidando de seus próprios pacientes no centro cirúrgico depois de um fim de semana”, disse McVary. “Ele também conseguiu parar de tomar todos os seus medicamentos para HBP. Este foi um bom resultado e mostrou a rápida recuperação encontrada com a Terapia Rezūm neste paciente.” *Os resultados individuais podem e variam.

Para Mais Informações

É importante notar que nem todos os pacientes são iguais. Os planos de tratamento devem ser discutidos com seu próprio médico. Para mais informações ou para descobrir se a Terapia Rezūm é ideal para você, use este guia de discussão guia de discussão em sua próxima consulta com seu médico ou encontre um médico perto de você.

1Harvard Health Publishing. O problema crescente de uma próstata aumentada. https://www.health.harvard.edu/mens-health/the-growing-problem-of-an-enlarged-prostate-gland

2 Dados arquivados com a Boston Scientific.

3 McVary KT, Rogers T, Roehrborn CG. Terapia térmica com vapor de água Rezūm para sintomas do trato urinário inferior associados à hiperplasia prostática benigna: resultados de 4 anos de estudo controlado randomizado. Urologia. 2019 abr.; 126:171-9.

4 McVary KT, Gange SN, Gittelman MC, et al. Ablação de energia convectiva de vapor de água da próstata minimamente invasiva: Um estudo multicêntrico, randomizado e controlado para o tratamento de sintomas do trato urinário inferior secundários à hiperplasia prostática benigna. J Urol. 2016 maio;195(5):1529-38.

5 McVary KT, Roehrborn C. Resultados de cinco anos do ensaio clínico prospectivo e randomizado de terapia térmica com vapor de água para tratamento de sintomas do trato urinário inferior devido à hiperplasia prostática benigna. Resumo de Quebra Tardia. J Urol. 2020 Abr;203(4):e1021.

6 Instituto Nacional de Envelhecimento; O que são Ensaios e Estudos Clínicos? https://www.nia.nih.gov/health/what-are-clinical-trials-and-studies.

Todos os tratamentos apresentam riscos inerentes e associados. O Sistema Rezūm oferece alívio de sintomas e obstruções, além de reduzir o tecido da próstata associado à HPB. É indicado para homens com 50 anos ou mais e com um volume da próstata entre 30 e 80 cm3. O Sistema Rezūm também é indicado para o tratamento da próstata com hiperplasia da zona central e/ou lobo médio. Os riscos potenciais incluem, sem limitação, micção dolorosa (disúria), sangue na urina (hematúria), sangue no sêmen (hematospermia), diminuição do volume ejaculatório, suspeita de infecção do trato urinário (ITU) e aumento da frequência, retenção ou urgência urinária. Antes de prosseguir com qualquer opção de tratamento, é importante conversar com seu médico sobre os benefícios e riscos.

CUIDADO: A lei restringe a venda destes dispositivos a ser realizada por um médico ou mediante a prescrição de um médico. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas no rótulo do produto fornecido com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos apresentados apenas com fins INFORMATIVOS e podem não estar aprovados ou à venda em determinados países. Este material não é destinado ao uso na França. Este material é apenas para fins informativos e não se destina a diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz qualquer representação sobre os benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda enfaticamente que consulte o seu médico em todos os assuntos relacionados com a sua saúde. Copyright © 2023 Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

Kevin McVary, MD, é um consultor da Boston Scientific e foi compensado por sua contribuição para este artigo. Todas as imagens são de propriedade da Boston Scientific. Todas as marcas registradas são de propriedade de seus respectivos proprietários. Rezum.com é um site patrocinado pela Boston Scientific.

UROPH-1759108-AA DEZ 2023

A Ciência do Vapor: Tratando a HPB de Forma Segura, Eficiente e Eficaz

Saúde Urológica

A Ciência do Vapor: Tratando a HPB de Forma Segura, Eficiente e Eficaz

Nem só de tremores se faz um diagnóstico preciso da doença. Outros sinais podem ser até mais importantes. Saiba identificá-los e converse com seu médico

Dr. Neal Shore realizou mais de 250 ensaios clínicos para condições e tratamentos urológicos. Ele atua como Diretor Nacional de Pesquisa em Urologia para Urologia do Século XXI, é membro do Comitê de Dados da Associação Urológica Americana, da Força-Tarefa SITC para Câncer de Próstata, do Bladder Cancer Advocacy Think Tank e faz parte dos conselhos editoriais de várias publicações de urologia. Ele é membro do Colégio Americano de Cirurgiões e é certificado pelo Conselho Americano de Urologia.

Neste artigo, Dr. Shore compartilha seu conhecimento e experiência com a Terapia de Vapor de Água Rezūm™, a ciência por trás da terapia a vapor e como esse tratamento alivia os sintomas causados por um aumento da próstata ou hiperplasia prostática benigna (BPH).

Introdução

Um estudo clínico apoia que a Terapia Rezūm é um tratamento eficiente, seguro e que pode ser realizado em consultório para a HBP. 1 A Terapia Rezūm fornece uma distribuição uniforme de calor à próstata na forma de vapor de água que resulta em morte celular imediata, mas não carboniza o tecido, e as lesões ficam contidas na zona de tratamento alvo sem comprometer as estruturas ao redor.2,3

Com o tempo, a resposta de cicatrização natural do corpo remove o tecido tratado, resultando em uma diminuição no tamanho da próstata. Um ensaio clínico mostrou melhora significativa nos sintomas da HBP ao longo de cinco anos e apenas 4,4% dos pacientes tratados com a Terapia Rezūm no ensaio precisaram de um segundo tratamento cirúrgico para tratar seus sintomas de HBP.1 O mesmo estudo clínico também não mostrou novos casos relatados de disfunção erétil (DE) para pacientes que receberam a Terapia Rezūm.1

Como Funciona

O Sistema Rezūm fornece vapor ao tecido da próstata em durante 9 segundos. A transferência de energia é uniforme, o que aumenta a previsibilidade do procedimento. 2

No procedimento da Terapia Rezūm, quando o vapor entra em contato com o tecido da próstata, ele se condensa em água e libera a energia armazenada. Esta é uma maneira eficiente de transferir energia dentro do corpo pois o vapor se distribui no tecido da próstata em questão de segundos. 2

O vapor chega à próstata a uma temperatura de cerca de 103°C; ele não rompe o tecido. Em vez disso, o vapor viaja através dos espaços celulares até atingir um limite, como uma membrana. Ao chegar à membrana, o vapor se condensa dentro dos espaços celulares de volta à água, liberando a energia armazenada, elevando a temperatura do tecido para aproximadamente 70°C-80°C, o que leva à morte celular imediata.4,5

Após a morte celular, os processos naturais do corpo entram em jogo. A inflamação ocorre e o sistema inflamatório do corpo envia células que atuam como catalizadores para a área tratada da próstata.6 O corpo, com a ajuda das células catalizadoras, reabsorve o tecido morto ao longo do tempo e o volume da próstata é reduzido.7

O número de injeções de 9 segundos necessárias para concluir um procedimento Rezūm depende do tamanho e da anatomia da próstata.8 Portanto, o procedimento de Terapia Rezūm pode ser realizado especificamente para a necessidade anatômica de cada paciente. Em média, 4,5 injeções foram usadas para tratar homens no ensaio clínico da Terapia Rezūm, e o tempo médio do procedimento no ensaio foi inferior a 10 minutos. 1

Eficácia

Os dados de cinco anos do estudo clínico Rezūm mostraram a durabilidade da Terapia Rezūm. O retratamento cirúrgico foi baixo – apenas 4,4% dos pacientes precisaram de outro procedimento cirúrgico para a HBP, e 11,1% precisaram de medicamentos para o controle dos sintomas da HBP após o tratamento com a Terapia Rezūm, este são dados de 5 anos de acompanhamento. 1

Segurança

Os efeitos colaterais mais comuns que os pacientes experimentam com a Terapia Rezūm são leves a moderados, duram apenas um curto período e normalmente desaparecem dentro de algumas semanas*. Estes incluem micção dolorosa ou frequente, sangue na urina ou sêmen, diminuição do volume ejaculatório, infecção do trato urinário, incapacidade de urinar ou esvaziar completamente a bexiga e uma necessidade urgente de urinar*. No ensaio clínico da Terapia Rezūm não houve relatos de novos casos de disfunção erétil (DE) durante a duração do estudo (cinco anos).1

Conclusão

Estudos clínicos mostram que a Terapia Rezūm alivia os sintomas da HBP de forma segura e eficaz. O vapor é eficiente, precisando de apenas 9 segundos por injeção e resultando em morte celular imediata. Depois que o sistema imunológico limpa a área de células mortas, o volume da próstata encolhe.

A Terapia Rezūm demonstrou melhora significativa nos sintomas da HBP. Essas melhorias foram sustentadas através de um acompanhamento de cinco anos, com uma taxa de retratamento cirúrgico de apenas 4,4% para o retorno dos sintomas de HBP. 1

*As respostas dos pacientes podem e podem variar.

1 McVary KT, Gittelman MC, Goldberg KA, et al. Resultados finais de 5 anos do ensaio multicêntrico randomizado controlado por simulado da terapia térmica com vapor de água Rezūm para tratamento de sintomas moderados a graves do trato urinário inferior secundários à hiperplasia prostática benigna. J Urol. 2021 Set;206(3):715-24.

2 Dados arquivados na Boston Scientific. Michael Hoey, Vapor de água para ablação de tecidos, 7 de março de 2009

3 Mynderse LA, Hanson D, Robb RA, et al. Tratamento a vapor de água do Sistema Rezūm para sintomas do trato urinário inferior/hiperplasia prostática benigna: validação da transferência de energia térmica convectiva e caracterização com ressonância magnética e renderizações tridimensionais. Urologia. 2015 Jul;86(1):122-7.

4 Westwood J, Geraghty R, Jones P, et al. Rezūm: uma nova terapia de vapor de água transuretral para hiperplasia prostática benigna. Ther Adv Urol. 2018 Nov;10(11):327-33.

5 5. Woo HH, Gonzalez RR. Perspectiva sobre o Sistema Rezūm®: uma estratégia de tratamento minimamente invasiva para hiperplasia prostática benigna usando terapia térmica convectiva de vapor de água por radiofrequência. Dispositivos Médicos (Auckl). 2017; 10:71-80.

6 Rock KL, Kono H. A resposta inflamatória à morte celular. Annu Rev Pathol. 2008; 3:99-126.

7 Das AK, Leong JY, Roehrborn CG. Terapias baseadas em consultório para hiperplasia prostática benigna:

8 Roehrborn CG, Gange SN, Gittelman MC, et al. Terapia térmica convectiva: Resultados duráveis de 2 anos de estudos cruzados randomizados, controlados e prospectivos para o tratamento de sintomas do trato urinário inferior devido à hiperplasia prostática benigna. J Urol. 2017 Jun;197(6):1507-16.

Todos os tratamentos apresentam riscos inerentes e associados. O Sistema Rezūm oferece alívio de sintomas e obstruções, além de reduzir o tecido da próstata associado à HPB. É indicado para homens com 50 anos ou mais e com um volume da próstata entre 30 e 80 cm3. O Sistema Rezūm também é indicado para o tratamento da próstata com hiperplasia da zona central e/ou lobo médio. Os riscos potenciais incluem, sem limitação, micção dolorosa (disúria), sangue na urina (hematúria), sangue no sêmen (hematospermia), diminuição do volume ejaculatório, suspeita de infecção do trato urinário (ITU) e aumento da frequência, retenção ou urgência urinária. Antes de prosseguir com qualquer opção de tratamento, é importante conversar com seu médico sobre os benefícios e riscos.

CUIDADO: A lei restringe a venda destes dispositivos a ser realizada por um médico ou mediante a prescrição de um médico. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas no rótulo do produto fornecido com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos apresentados apenas com fins INFORMATIVOS e podem não estar aprovados ou à venda em determinados países. Este material não é destinado ao uso na França. Este material é apenas para fins informativos e não se destina a diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz qualquer representação sobre os benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda enfaticamente que consulte o seu médico em todos os assuntos relacionados com a sua saúde. Copyright © 2023 Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

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4 maneiras para aliviar os efeitos colaterais da radioterapia em câncer de próstata

Saúde Urológica

4 maneiras para aliviar os efeitos colaterais da radioterapia em câncer de próstata

Diferentes técnicas podem ser usadas para que o tratamento traga menos desconfortos sem perder eficiência

O câncer de próstata é o segundo mais incidente no país, ficando atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. Para se ter uma ideia do que isso representa, estamos falando de mais de 47 mil óbitos em decorrência desse tipo de tumor entre 2019 e 2021, segundo dados informados pelo Ministério da Saúde1

Uma boa notícia, por assim dizer, é que os homens estão procurando realizar os exames de detecção precoce (dosagem de PSA e toque real) com maior frequência, deixando de lado tabus e preconceitos que envolveram a doença por anos. Considerando que as chances de cura desse tipo de tumor chegam a 90% quando tratado em estágio inicial, é uma mudança extremamente benéfica de conduta.

A próstata é um órgão que se localiza entre o reto e a bexiga, e o câncer na região pode ser tratado de muitas formas: radioterapia, hormonoterapia, uso de medicamentos e prostatectomia radical (remoção da próstata).  “Em geral, a radioterapia fica reservada para aqueles pacientes que não querem um tratamento invasivo, têm receio da incontinência urinária e/ou impotência”, explica o radio-oncologista Cassio Pellizzon, doutor em Oncologia e Head da Divisão de Radioterapia do A. C. Camargo Câncer Center. 

Segundo o especialista, o tratamento irradiante pode, pelas margens de segurança necessárias, envolver pequenas partes do reto e da bexiga, trazendo efeitos colaterais agudos e tardios, como ardência local e aumento da urgência urinária, além de maior frequência das evacuações e eventual retite (processo inflamatório do reto). Essa, por sua vez, pode levar desde a alterações do hábito intestinal até sangramentos de leve a moderados. 

Porém, algumas das técnicas disponíveis podem reduzir sensivelmente o risco dessas ocorrências. O especialista destaca quatro delas que são eficazes nesse propósito:

1) Radioterapia Guiada por Imagem (IGRT)

A próstata ou o tumor podem se movimentar em função de mudanças fisiológicas, e mesmo a posição do paciente pode variar a cada nova aplicação. A IGRT consegue localizar tanto o órgão quanto o tumor com grande precisão, assegurando que áreas vizinhas a eles não sejam atingidas pela radiação.

2) Braquiterapia

Nesse caso, a radiação não é ministrada por uma fonte externa, mas interna – na qual minúsculas cápsulas de titânio (material biocompatível) contendo iodo 125 são inseridas no tumor ou na região próxima a ele, de forma permanente. Como essa substância é absorvida de forma muito rápida, as chances de elas atingirem tecidos próximos, como os do reto ou da bexiga, são mínimas.

3) SpaceOAR

“É uma técnica recente, na qual um gel é aplicado de forma temporária entre o reto e a próstata, fazendo com que, durante o tratamento radioterapêutico, a dose na parede anterior do reto seja reduzida drasticamente, prevenindo o surgimento de eventuais complicações retais”, explica o doutor em radiologia pela Universidade de São Paulo. 

4) Radioterapia SART/SBRT

É um tratamento que pode ser administrado em 5 aplicações com duração de 20 a 40 minutos, reduzindo significativamente a exposição prolongada à irradiação. Bastante utilizada em casos de risco baixo ou intermediário.

  • ALERTA: A lei restringe a venda desses dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. Indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na rotulagem do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins de INFORMAÇÃO e podem não ser aprovados ou vendidos em determinados países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. 

  • Este material é apenas para fins informativos e não se destina a diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda enfaticamente que você consulte seu médico sobre todos os assuntos relacionados à sua saúde.

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A Oclusão do Apêndice Atrial Esquerdo ou Implante OAAE, o tratamento alternativo aos Anticoagulantes Orais

Coração

Conheça os tratamentos alternativos aos Anticoagulantes Orais

Você sabia que existe um tratamento alternativo aos Anticoagulantes Orais para tratar a Fibrilação Atrial não valvar? A Oclusão do Apêndice Atrial Esquerdo ou Implante OAAE é um deles. Descubra todos os seus benefícios neste blog.

Vamos começar pelo básico...

O que é a Oclusão do Apêndice Atrial Esquerdo?

A OAAE é um procedimento que fecha uma pequena parte do coração chamada Apêndice Atrial Esquerdo (AAE). O AAE é uma bolsa que fica na câmara superior esquerda do coração. Neste procedimento um especialista coloca um pequeno dispositivo no paciente que fecha a abertura do AAE.1

Como funciona o Implante OAAE?

O Implante OAAE se adapta perfeitamente ao seu AAE e está desenhado para fecha-lo permanentemente. Evitar que os coágulos de sangue escapem e possam cortar o fluxo de sangue para o cérebro provocando, assim, um derrame cerebral ou AVC. O Implante OAAE tem aproximadamente o tamanho de uma moeda e está feito de materiais muito leves e compactos que são usados comumente em outros implantes médicos.2
O OAAE é um procedimento feito uma única vez e reduz o risco de sofrer um AVC em 84% em pessoas diagnosticadas com Fibrilação Atrial não Valvar.3 Assista este vídeo e saiba como funciona o Implante OAAE 

Como o Implante OAAE previne um AVC?

Durante a Oclusão do AAE, o especialista coloca um pequeno dispositivo no coração do paciente com um cateter. O dispositivo bloqueia a entrada da bolsa do AAE e evita que o sangue se acumule dentro. Quando o AAE está fechado, existe uma menor possibilidade de que um coagulo entre na corrente sanguínea, vá até o cérebro e provoque um AVC.4
Este procedimento é recomendado para os pacientes diagnosticados com Fibrilação Atrial e que estão em risco de sofrer um AVC, mas não podem tomar diluidores de sangue a longo prazo, pois 9 de cada 10 AVC são causados por coágulos de sangue formados no AAE e para cada 4 pacientes que tem um AVC nos Estados Unidos, pelo menos 1 é causado pela Fibrilação Atrial. Além disso, em cada 100 pacientes com Fibrilação Atrial e sem tratamento com a oclusão do AAE ou com medicamentos anticoagulantes, 5 são propensos a sofrer um AVC.5

Para quem é o Implante OAAE?

O Implante OAAE pode ser adequado para pessoas que cumprem com os seguintes critérios:
• Tem Fibrilação Atrial não Valvar
• O médico recomendou anticoagulantes
• O paciente pode tomar Varfarina, mas precisa de uma alternativa

As pessoas que podem precisar de uma alternativa a Varfarina por qualquer destes motivos:

• Têm antecedentes de hemorragias graves enquanto tomam Anticoagulantes Orais
• Tem um estilo de vida, ocupação ou condição que os coloca em risco de um sangramento maior
• Tomam Varfarina e têm problemas para ficar dentro dos limites de coagulação sanguínea recomendados ou para fazer as análises de sangue periódicas para confirmar seu INR e não podem tomar um tipo diferente de anticoagulante

Como é a preparação para o procedimento da OAAE?

O mais importante é informar ao médico sobre qualquer alergia e sobre os medicamentos que o paciente anticoagulado está tomando. Faça uma lista de todos os medicamentos, inclusive receitas, medicamentos de venda livre, ervas medicinais ou suplementos vitamínicos. O médico pode suspender ou mudar alguns deles antes do procedimento. O paciente não deve comer nem beber nada depois da meia noite, da noite anterior ao procedimento.6
A maioria dos pacientes permanecem no hospital na noite seguinte ao procedimento e logo depois podem ir para casa com certos cuidados especiais.7

O que acontece depois do procedimento?

Ao finalizar o procedimento, o paciente é enviado a uma unidade de recuperação ou um quarto no hospital. O especialista pode continuar fazendo pressão na incisão para evitar sangramento. Os enfermeiros continuarão vigiando o paciente durante a noite. Seu familiar pode apresentar uma certa dormência ou fraqueza temporária nas pernas.8

Por que escolher o Implante OAAE?

1. É um tratamento alternativo que substitui os Anticoagulantes Orais, assim que você não terá mais os efeitos colaterais, nem o risco de sangramento associado com o uso da Varfarina a longo prazo.9
2. É um procedimento que é feito uma única vez.
3. Reduz efetivamente o risco de um AVC em pessoas com Fibrilação Atrial não Valvar

Solicite uma assessoria com um dos nossos especialistas e saiba mais sobre essa alternativa. Clique aqui http://bit.ly/2Rj6Gds

Lista de mercado para pacientes medicados com anticoagulantes orais.

Coração

Lista de mercado para pacientes medicados com anticoagulantes orais

Muitos pacientes com Fibrilação Atrial e medicados com anticoagulantes orais, especialmente como a Varfarina ou o Acenocumarol, se perguntam o que podem comer e o que não devem comer!

A verdade é que você só precisa prestar mais atenção à sua dieta e aprender a cuidar de si mesmo, a ter um coração mais saudável e um estilo de vida ideal.

Aqui neste texto, compartilhamos uma lista de alimentos para você levar uma vida mais saudável e conseguir evitar um AVC ou qualquer problema de coagulação.

Ovos e lacticínios

O conteúdo de vitamina K no leite é baixo, portanto, o tipo de leite pode ser escolhido sem modificar o conteúdo de vitamina K da dieta.

Conteúdo baixo (<5 mcg/100 g)

  • Iogurte
  • Queijo
  • Leite
  • Ovo

Conteúdo médio (5-40 mcg/100 g)

  • Manteiga

Verduras e legumes

Os vegetais verde-escuros (principalmente as folhas) são as fontes mais ricas de vitamina K.

Conteúdo baixo (<5 mcg/100 g)

  • Cogumelos
  • Rabanetes
  • Cebola
  • Milho
  • Lentilhas
  • Batatas
  • Abóbora
  • Grão-de-bico
  • Berinjela
  • Abobrinha
  • Feijão branco
  • Pimentão vermelho

Conteúdo médio (5-40 mcg/100 g)

  • Pimentão verde
  • Tomate maduro
  • Alface iceberg
  • Cenoura
  • Couve-flor
  • Feijão verde
  • Alcachofras
  • Alho-poró
  • Aipo
  • Ervilha
  • Pepino

Conteúdo alto (>40 mcg/100 g)

  • Beterraba
  • Repolho
  • Aspargo
  • Alface Americana
  • Brócolis
  • Endívia
  • Cebolinha
  • Salsa
  • Nabo
  • Espinafre
  • Couve kale
  • Couve-lombarda
  • Couve-de-bruxelas

Bebidas

Todas fornecem pouca vitamina K.

Conteúdo baixo (<5 mcg/100 g)

  • Água mineral
  • Sucos de frutas
  • Café
  • Bebidas carbonatadas
  • Bebidas alcoólicas
  • Infusões

Cereais e massas

A padaria industrial contém vitamina K do óleo com o qual é feita.

Conteúdo baixo (<5 mcg/100 g)

  • Arroz
  • Espaguete
  • Macarrão
  • Pão

Conteúdo médio (5-40 mcg/100 g)

  • Padaria industrial
  • Biscoitos
  • Bolos

Condimentos

São fontes ricas de vitamina K, mas não contribuem para a ingestão diária total porque são consumidas em pequenas quantidades.

Conteúdo baixo (<5 mcg/100 g)

  • Alhos
  • Sal
  • Vinagre
  • Mostarda
  • Especiarias: pimenta, pimentão
  • Açúcar
  • Mel

Conteúdo médio (5-40 mcg/100 g)

  • Orégano

Óleos

*Embora o azeite de oliva contenha vitamina K, é o mais recomendado para sua saúde. Nas doses usuais, contribui apenas moderadamente para o conteúdo total de vitamina K da dieta.

Conteúdo baixo (<5 mcg/100 g)

Óleo de milho

Conteúdo médio (5-40 mcg/100 g)

  • Óleo de soja

Conteúdo alto (>40 mcg/100 g)

  • Óleo de canola

Frutos secos

Las nozes não são fontes importantes de vitamina K, exceto para algumas frutas secas, os pinhões, pistaches e castanhas de cajú.

Conteúdo baixo (<5 mcg/100 g)

  • Passa
  • Damascos secos
  • Castanhas
  • Amendoim
  • Amêndoas
  • Nozes

Conteúdo médio (5-40 mcg/100 g)

  • Castanha de cajú
  • Figos
  • Avelãs
  • Pistaches

Conteúdo alto (>40 mcg/100 g)

  • Ameixas secas
  • Pinhões

Frutas

A maioria das frutas não é uma fonte importante de vitamina K (elas contribuem com <5 mcg/100 gramas), exceto as frutas secas e os kiwis que contém alto conteúdo.

Conteúdo baixo (<5 mcg/100 g)

  • Pêra
  • Melão
  • Manga
  • Morangos
  • Mamão
  • Melancia
  • Pêssego
  • Toranja
  • Maçã crua (com casca)
  • Nectarina
  • Cerejas
  • Abacaxi cru
  • Damasco
  • Banana
  • Laranja

Conteúdo médio (5-40 mcg/100 g)

  • Uva
  • Ameixa

Conteúdo alto (>40 mcg/100 g)

  • Kiwi
  • Passas
  • Figos
  • Ameixas secas

Carnes e peixes

A elaboração culinária com óleos aumenta o conteúdo total da dieta. Alguns alimentos de carne muito gordurosa, provenientes de animais alimentados intensivamente, podem conter formas de vitamina K que podem impedir a ação de anticoagulantes.

Conteúdo baixo (<5 mcg/100 g)

  • Presunto
  • Carne de vitela
  • Carne de frango
  • Carne de porco
  • Moluscos
  • Peixe
  • Carnes magras

Conteúdo médio (5-40 mcg/100 g)

  • Atum em óleo

Agora que você sabe como comer corretamente, aprenda mais sobre os efeitos colaterais dos anticoagulantes orais baixando este guia.

Saiba mais sobre a saúde do seu coração. Acesse nossa página Viver Sem Anticoagulantes.

Como pacientes com doenças cardíacas podem ter uma melhor qualidade de vida

Coração

Como pacientes com doenças cardíacas podem ter uma melhor qualidade de vida

Viver com uma condição cardíaca é mais do que só ter um marcapasso e possivelmente tomar medicação. Se você tem uma doença cardíaca, fazer algumas mudanças simples no estilo de vida pode ajudá-lo a assumir a responsabilidade pela saúde do seu coração e viver uma vida mais ativa. 

Mantenha um Peso Saudável

Uma maneira de ajudar a reduzir seu risco de doença cardíaca é manter um peso saudável. Você pode calcular seu índice de massa corporal (IMC) para descobrir se está em um peso saudável.

Você também pode medir a sua cintura para ajudar a ver se você está em um peso saudável. Você pode estar acima do peso se for uma mulher cuja cintura tenha mais de 35 polegadas ou um homem cuja cintura tenha mais de 40 polegadas.

Como Medir sua Cintura

  • Fique de pé e enrole uma fita métrica em volta do estômago, entre os ossos do quadril e a parte inferior das costelas.
  • Mantenha a fita bem ajustada à cintura, sem comprimir a pele.
  • Faça a medição após expirar.

O seu IMC e a circunferência da cintura possam ser úteis para determinar onde você está, mas somente um profissional de saúde treinado pode avaliar seu estado de saúde e riscos individuais. Portanto, pergunte ao seu médico o que é um peso saudável para você.

Faça uma Dieta Saudável para o Coração

Mesmo pequenas mudanças em sua dieta podem fazer uma grande diferença na saúde do seu coração. Você pode começar com essas etapas simples, mas certifique-se de falar com seu médico antes de fazer qualquer alteração para que possa desenvolver um plano que seja melhor para você.

  • Coma mais alimentos que contenham grãos integrais.
  • Adicione uma variedade de frutas e vegetais.
  • Reduza o açúcar e o sal (sódio).
  • Limite alimentos com alto teor de gordura, como carne vermelha, queijos e assados.
  • Reduza a quantidade de gorduras ruins na sua dieta, como gorduras saturadas e trans. Elas têm mais probabilidade de serem sólidas em temperatura ambiente, como manteiga ou margarina.
  • Substitua gorduras ruins por gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas. Essas têm mais probabilidade de serem líquidas em temperatura ambiente.

Seja Mais Ativo

Mesmo que você não consiga fazer exercícios regulares, tente fazer da atividade uma parte de sua vida diária. Começando aos poucos, você aumentará lentamente o seu nível de atividade, o que pode ajudar a afinar sua cintura e melhorar a saúde do coração.

Dicas para Adicionar mais Atividades ao seu Dia

  • Faça várias pausas ao longo do dia para alongar-se e caminhar.
  • Faça suas tarefas domésticas regulares em um ritmo mais rápido.
  • Estacione mais longe da porta ao fazer tarefas ou desça do ônibus um ponto antes para andar mais.
  • Utilize as escadas em vez da escada rolante ou elevador.
  • Planeje um entretenimento mais ativo. Por exemplo, vá jogar boliche ou andar de bicicleta em vez de ver um filme.
  • Utilize as escadas.
  • Planeje um entretenimento mais ativo. Por exemplo, vá jogar boliche ou andar de bicicleta em vez de ver um filme.
  • Faça uma caminhada com amigos ou família após o jantar.

Certifique-se de falar com seu médico antes de iniciar ou retomar qualquer tipo de exercício.

Abandone seu Hábito de Fumar

O tabagismo danifica o coração e os vasos sanguíneos. Fumar aumenta o risco de doença cardíaca e de acidente vascular cerebral.1 Também diminui o colesterol HDL (bom), aumenta a tendência de coagulação do sangue e reduz a sua capacidade de praticar exercícios. A boa notícia é que os danos são reparados rapidamente para a maioria dos fumantes que param de fumar, mesmo se você fumou por um longo tempo. 

Reduza o Estresse

Sentir o estresse de vez em quando é uma parte normal da vida. No entanto, o estresse não tratado pode afetar sua saúde geral e ter um impacto negativo em seu coração ao:2

  • Aumentar sua frequência cardíaca
  • Elevar sua pressão arterial
  • Causar ritmos cardíacos irregulares
  • Elevar seus níveis de colesterol
  • Danificar suas artérias
  • Causar doença de artéria coronária (aterosclerose)
  • Enfraquecer seu sistema imunológico

Além disso, muitas pessoas adotam hábitos prejudiciais à saúde para lidar com o estresse, como fumar, beber muito álcool e comer demais. Tudo isso pode colocá-lo em maior risco de acidente vascular cerebral e doença cardíaca.

Maneiras Simples de Reduzir o Estresse

  • Ria um Pouco: Pesquisas mostram que rir pode ajudar a reduzir o estresse, diminuir a pressão arterial, aumentar o relaxamento muscular e estimular o seu sistema imunológico.3 Portanto, faça questão de adicionar risadas ao seu dia — seja ao reunir-se com seu amigo engraçado para almoçar, assistir a vídeos bobos de animais ou fazer qualquer outra coisa que agrade a você.
  • Reserve um Tempo para Relaxar: Desde meditação até exercícios de respiração profunda, há uma série de técnicas para ajudar a relaxar a mente. Encontre o que funciona melhor para você e persista nela.
  • Mantenha um Diário do Estresse: Anote as coisas que lhe causam estresse pode ajudá-lo a identificar os fatores de estresse - e encontrar maneiras de evitá-los no futuro.
Tudo sobre o AVC (Acidente Vascular Cerebral)

Sistema Nervoso

Tudo sobre o AVC (Acidente Vascular Cerebral) e tipos de Tratamentos

Um avc acontece quando o fluxo sanguíneo em uma parte do cérebro para e existem dois tipos:

  • AVC Isquêmico:

Ocorre quando o fluxo sanguíneo para o cérebro é reduzido devido a um coágulo que migra até ele, o que faz com que as células comecem a morrer, causando danos cerebrais devido à falta de sangue rico em oxigênio e nutrientes. Um AVC isquêmico é mais associado com batimentos cardíacos irregulares devido à Fibrilação Atrial.

  • AVC Hemorrágico:

Um acidente vascular cerebral hemorrágico ocorre quando um vaso sanguíneo no seu cérebro se rompe, causando inchaço, pressão e danos às células cerebrais devido ao derramamento de sangue sobre elas. Um AVC hemorrágico está principalmente associado ao uso de anticoagulantes orais.

Sintomas do AVC

  • Confusão;
  • Problema falando ou entendendo a fala;
  • Problema de visão em um ou ambos olhos;
  • Dor de cabeça severa sem causa conhecida;
  • Dormência, fraqueza ou paralisia do rosto, braço ou perna;
  • Dificuldade em andar, tontura, perda de equilíbrio ou falta de coordenação.

Lembre-se de consultar o seu profissional de saúde se tiver algum dos sintomas acima.

Como prevenir um AVC?

Um acidente vascular cerebral (AVC) ocorre quando uma parte do cérebro é danificada devido a um bloqueio de um vaso sanguíneo ou à ruptura de um vaso sanguíneo no cérebro. 

Os pacientes com Fibrilação Atrial (F.A.) têm 5 vezes mais risco de sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) do que uma pessoa que não sofre desta doença. Se você é um paciente recém-diagnosticado ou está sob essa condição há algum tempo, essas informações são para você.

Quais são os sinais de alerta de um AVC?

Existem sinais de alerta de um possível AVC nas quais você deve prestar atenção para cuidar da sua saúde. Algumas delas são:

  • Dormência ou fraqueza repentina no rosto, braço ou perna; 
  • Confusão súbita, dificuldade em falar ou entender quando falam com você;
  • Dificuldade súbita de ver com um ou ambos os olhos;
  • Súbita dificuldade para caminhar;
  • Tontura, perda de equilíbrio ou falta de coordenação;
  • Dor de cabeça intensa e repentina sem causa conhecida. 

O AVC é a segunda causa de morte no mundo, por isso é muito importante estar alerta para qualquer anomalia ou sintoma presente no seu corpo. Se tiver um ou mais dos sinais acima, não espere e vá ao hospital imediatamente.

Quais são os fatores de risco de um AVC? 

Os fatores de risco são situações que aumentam a probabilidade de sofrer uma doença ou afecção, neste caso a de sofrer um AVC. Alguns fatores para ter um AVC não podem ser modificados com tratamento médico ou mudanças no estilo de vida, esses fatores são: 

  • Idade: O risco de um acidente vascular cerebral (AVC) aumenta com a idade;
  • Sexo: Os homens correm maior risco de sofrer um derrame cerebral;
  • Antecedentes familiares: O AVC parece ocorrer em algumas famílias de forma congênita.

Alguns dos fatores de risco mais importantes para o AVC que podem ser tratados são:

  • A hipertensão é o fator de risco mais poderoso para um AVC. O controle da pressão arterial ajudará a prevenir doenças cardíacas, diabetes ou insuficiência renal.
  • Fumar cigarros: Fumar cigarros causa o dobro do aumento do risco de AVC isquêmico e até 4 vezes o aumento do risco de AVC hemorrágico. 12
  • Doença cardíaca: Os problemas cardíacos como a doença coronariana, defeitos valvulares, fibrilação atrial, entre outros, podem gerar um AVC. Um médico pode avaliar fatores de risco e ajudar a decidir o melhor tratamento. 13

Consequências de um AVC

Um ACV pode causar incapacidades temporárias ou permanentes , dependendo da quantidade de tempo que o cérebro não recebeu fluxo sanguíneo e de que parte foi afetada. As  complicações podem ser as seguintes: 

  • Paralisia ou perda de movimento muscular: Pode ocorrer paralisia de um lado do corpo ou que se perca o controle de certos músculos, como os de um lado do rosto ou de um braço; 
  • Dificuldade em falar ou comer: Um AVC pode afetar o controle dos músculos da boca e da garganta, o que pode dificultar a pessoa comer ou falar claramente;
  • Perda de memória ou dificuldades de raciocínio: A pessoa pode ter perda de memória ou dificuldade de pensar, raciocinar e entender;
  • Problemas emocionais: Pode ter alguma dificuldade em controlar suas emoções, ou manifestar depressão. 

Atualmente, o tratamento mais utilizado para a prevenção de um AVC é com anticoagulantes orais, apesar dos efeitos colaterais que esses medicamentos produzem no seu corpo. Conheça um tratamento alternativo a esses medicamentos e livre de seus efeitos colaterais e tome as melhores decisões para sua saúde.

Quais os tipos de tratamentos para AVC?

A anticoagulação oral ajuda a prevenir acidentes vasculares cerebrais (AVC) em pacientes com Fibrilação Atrial (F.A.), mas para alguns pacientes o risco de tomá-la é maior do que o benefício destes medicamentos. 

Existem alternativas que podem ajudar a melhorar sua qualidade de vida, uma delas é a oclusão do apêndice atrial esquerdo. 

Qual é a parte do seu corpo chamada apêndice atrial esquerdo?

É uma estrutura cardíaca que se forma no feto e inicialmente funciona como a aurícula esquerda dos pacientes. Em adultos com Fibrilação Atrial (F.A.) não associada a problemas com válvulas cardíacas, 90% dos trombos que se formam no coração são formados no apêndice atrial esquerdo.

Riscos dos anticoagulantes orais

A anticoagulação oral é arriscada se ocorrerem pelo menos duas destas condições: Nesse grupo de pacientes, a oclusão da principal fonte de coágulos cardíacos (o apêndice atrial esquerdo) pode ser uma alternativa.

Como funciona o implante OAAE?

O implante OAAE impede que as células sanguíneas se juntem e formem coágulos na área do coração chamada apêndice atrial esquerdo (AAE), reduzindo o risco de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) e liberando você dos efeitos colaterais dos anticoagulantes orais.

O que acontece depois do procedimento do implante OAAE?

Os pacientes devem tomar, segundo recomendação médica, um medicamento anticoagulante por pelo menos 3 meses. 

  • Depois disso, deverá seguir com aspirina por pelo menos 12 meses; 
  • Finalmente, o paciente não deve tomar medicamento nenhum.

O procedimento do implante OAAE é seguro?

O primeiro procedimento deste tipo foi realizado no ano 2001 e até hoje mais de 150.000 procedimentos foram realizados em todo o mundo. 10 Estudos clínicos publicados pela Scientific Electronic Library demonstraram que em 98% dos casos o procedimento é bem-sucedido.

Agora que você se informou sobre tudo o que você precisa saber sobre a estimulação cerebral profunda, aproveite e acesse demais conteúdos sobre Sistema Nervoso

Saiba mais sobre o Saber da Saúde

Saber da Saúde é uma iniciativa da Boston ScientificTM com o objetivo de disseminar conhecimento científico sobre saúde para o maior número de brasileiros possível.

A desinformação não pode ser um obstáculo para o acesso à saúde. Acreditamos que com informação confiável, pacientes e redes de apoio podem tomar decisões com mais agilidade, obtendo diagnósticos mais cedo e buscando tratamentos cada vez mais eficazes, oferecendo suporte mais adequado para as condições de cada paciente.

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