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Tromboembolismo

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Nem sempre é fácil reconhecer as características do tromboembolismo. Para ajudá-lo a reconhecer os sintomas e conviver melhor com essa condição clínica, reunimos aqui as principais perguntas e recomendações, para que você continue a ter uma vida saudável, mesmo quando ele aparece.

O que é tromboembolismo?

O tromboembolismo venoso (TEV) engloba duas doenças: a trombose venosa profunda (TVP) e a embolia pulmonar (EP). A trombose venosa profunda, também chamada de flebite ou tromboflebite profunda, é caracterizada pela presença de coágulos (trombos) no interior das veias, os vasos responsáveis por levar o sangue de volta ao coração. Ela ocorre frequentemente nos membros inferiores (90% dos casos) e costuma provocar inchaço, vermelhidão e dor.

A trombose venosa profunda pode ser bastante grave, já que os coágulos podem se romper e seus fragmentos migrarem até os pulmões, entupindo as artérias da região e causando a embolia.

Quais são os fatores de risco para tromboembolismo venoso?

Vale lembrar que a coagulação sanguínea é um mecanismo natural do nosso organismo. O processo de coagulação é o responsável, entre outras funções, por evitar hemorragias quando nos cortamos ou temos um ferimento que sangra, por exemplo. Entretanto, quando ocorre a formação de coágulos onde eles não são necessários, é preciso investigar por que que isso está ocorrendo e combatê-los.

No Brasil, cerca de 180 mil casos de trombose surgem por ano. Embora muitos desses diagnósticos não tenham explicação, são vários fatores de risco que podem levar ao tromboembolismo venoso. Segundo a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), eles variam da predisposição genética ao uso de anticoncepcionais, e englobam ainda reposição hormonal, tabagismo, obesidade, presença de varizes, insuficiência cardíaca, tumores malignos, infecções, idade superior a 40 anos, comprometimento da mobilidade, cirurgias longas e viagens que demoram mais de seis horas.

Quais são os sintomas e como é o diagnóstico do tromboembolismo?

O diagnóstico do tromboembolismo não é fácil, pois, dependendo do tamanho do coágulo e do local no qual está localizado, ele pode ser assintomático.

No caso da trombose venosa profunda, dor, inchaço, vermelhidão, formigamento e sensibilidade constantes em um dos nos membros inferiores são sinais de que a circulação sanguínea na região pode estar prejudicada. Quando isso acontece, é fundamental procurar um especialista para conferir se esses sintomas são provocados por coágulos existentes na região.

Para diagnosticar a TEV, os médicos, além de considerar o histórico de saúde do paciente e seus hábitos e estilo de vida, também avaliam o resultado de uma ultrassonografia com doppler colorida, um exame de imagem que permite avaliar como estão as estruturas das artérias e veias e o fluxo sanguíneo.

Já a dor torácica - que começa ou aumenta de intensidade repentinamente, a respiração e os batimentos cardíacos acelerados, a palidez e a falta de ar, além de tosse seca ou com sangue, dor aguda no peito e febre, podem ser indícios de embolia pulmonar. Quando esses sinais surgem, é necessário procurar assistência médica com urgência. O diagnóstico, além do relato do paciente e identificação de sintomas pelo médico, pode incluir a realização de exames de imagem, como a angiotomografia computadorizada e a arteriografia de artérias pulmonares. Se o especialista achar necessário, ainda pode indicar um ecocardiograma para avaliar se os trombos estão comprometendo o bom funcionamento do coração.

Confirmado o diagnóstico de embolia pulmonar, muitas vezes é necessária a administração de oxigênio e medicamentos de ação rápida, que evitam a formação de novos coágulos.

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Tromboembolismo: conheça 6 fatores de risco

Condição desencadeia a trombose venosa profunda que, se não for tratada a tempo, pode ter consequências sérias ao paciente

 

Talvez você esteja familiarizado com a consequência, mas não saiba o nome da causa. Porém o tromboembolismo venoso é a situação em que o sangue coagula no interior das principais veias do corpo, formando a chamada "trombose venosa", que ocorre principalmente nas veias profundas dos membros inferiores. No Brasil, são mais de 180 mil diagnósticos da doença por ano1.

Nessa condição clínica, o coágulo pode se desprender de seu local de origem, iniciar um deslocamento e seguir diretamente para os pulmões, ocasionando uma embolia pulmonar. Segundo o professor Dr. Valter Castelli Júnior, do departamento de Cirurgia do curso de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCVMSCSP), a embolia pulmonar pode acontecer em até 15% dos casos de trombose venosa profunda. No caso da embolia pulmonar, o coágulo bloqueia a passagem de sangue pela artéria do pulmão, colocando a vida do paciente em risco devido à dificuldade respiratória, que pode culminar em insuficiência respiratória aguda e levar à morte.

"É certo que não fomos postos neste mundo para sermos sedentários. O sentido do sangue nas coxas é ascendente, de baixo para cima. Somos bípedes e ficamos grande parte do tempo sentados ou em pé e, por ação da gravidade, isso dificulta o retorno do sangue venoso aos pulmões", explica.

Fatores de risco do tromboembolismo

Conheça alguns fatores de risco para incidência da trombose venosa profunda:

Situações em que é preciso passar muito tempo sentado, deitado ou em pé

Seja no ambiente de trabalho, quando muitas pessoas ficam sentadas por longos períodos na mesma posição, ou mesmo no caso de pacientes acamados, restritos em leitos ou cadeiras. Castelli Júnior também alerta para viagens e voos de longa duração.

Aumento da coagulação sanguínea

Como em casos de pós-operatório, principalmente em cirurgias ortopédicas, no abdômen ou neurológicas de grande porte.

Envelhecimento

"Quanto mais idoso o indivíduo, maior a incidência, embora também possa acontecer com adolescentes e adultos". Isso também porque pessoas idosas tendem a andar e se movimentar menos.

Uso de hormônios orais ou injetáveis por períodos prolongados

Mulheres adultas que fazem uso de anticoncepcionais estão mais sujeitas à ocorrência de trombose, já que hormônios como o estrógeno podem aumentar a coagulação do sangue. A mesma lógica vale para o uso de anabolizantes, que possuem hormônios semelhantes aos dos anticoncepcionais. "O fígado começa a trabalhar produzindo muita massa muscular, muitas proteínas e isso também age na coagulação do sangue".

Câncer

A segunda maior causa de mortes no mundo é, também, um fator de risco para a trombose venosa profunda, já que as células cancerígenas aumentam muito a coagulação sanguínea.

Veja mais sobre Cânceres e Tumores

Outros quadros clínicos

Além do câncer, outras condições podem aumentar consideravelmente os riscos de trombose, como doença renal crônica, hipertensão pulmonar, pacientes que tiveram AVC e distúrbios pulmonares, como enfisema, bronquite crônica, asma e doenças pulmonares obstrutivas crônicas.

Quadro clínico e tratamento

Os primeiros sintomas da trombose costumam estar associados a uma dor localizada na panturrilha, de baixa intensidade, mas que dificulta o caminhar e promove o inchaço da perna. No geral, somente um dos membros é afetado por esses sintomas.

"A maior parte dos pacientes só pensa em procurar o médico dias depois dos primeiros quadros de dor, ou depois que o inchaço aumentou. Dependendo do caso, o médico pode fazer o diagnóstico clinicamente e o tratamento medicamentoso é iniciado imediatamente".

No geral, o tratamento com remédios é iniciado no hospital e depois o paciente é liberado para casa, onde segue com o uso de medicamentos anticoagulantes por tempo variável e meias de compressão, que evitam o inchaço e melhoram o fluxo de sangue no sentido ascendente. "Os pacientes costumam retomar suas atividades habituais sem sequelas. No entanto, alguns podem evoluir com inchaço residual na perna se o tratamento não for bem conduzido".

Prevenção ainda é o melhor remédio

A melhor forma de prevenir a ocorrência da trombose venosa profunda é evitar seus fatores de risco. Por isso, é recomendado realizar atividades físicas com frequência, se movimentar sempre que possível para evitar longos períodos na mesma posição, ter cuidado com o uso de anticoncepcionais e, também, parar de fumar, já que o tabagismo pode intensificar outros quadros de predisposição da doença.

"A atividade física aeróbica é fundamental para a nossa saúde. Ela propicia uma boa amplitude respiratória, aspirando sangue das pernas e promovendo a contração muscular, que é responsável por massagear o sangue do sistema venoso, imprimindo maior velocidade de retorno", destaca o especialista.

Agora que você se informou sobre tromboembolismo, aproveite e acesse demais conteúdos sobre Sistema Circulatório.

 

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde

PI – 1509604 – AA – Saber da Saúde

Por que o pé diabético não cicatriza?

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Por que o pé diabético não cicatriza?

A conta é simples: uma úlcera ou infecção ativa somada à glicemia elevada é igual à dificuldade de cicatrização. Por isso, o controle da doença é fundamental

 

O processo de cicatrização requer um bom controle metabólico. É justamente por isso que, dentre as patologias que mais interferem na recuperação de feridas, apareça o diabetes1.

“Quando o diabetes está descompensado e a glicemia, elevada no sangue, as células de defesa chamadas macrófagos diminuem de circulação. Dessa forma, o organismo perde a capacidade de eliminar células ou agentes invasores estranhos. É por isso que as úlceras nos pés desse paciente estão sempre infectadas”, explica Roseanne Montargil Rocha, coordenadora do Departamento de Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

Outro ponto é que o diabetes descompensado pode estreitar os vasos sanguíneos, diminuindo a circulação sanguínea nos pés e, também, prejudicando o processo de cicatrização, lembra Roseanne. “Isso não significa que pacientes com diabetes não controlado não cicatrizem suas feridas. Mas que esse processo será muito mais lento do que em pessoas com a doença controlada.”

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Pé diabético dá para prevenir
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Balão farmacológico: o dispositivo que viabiliza a circulação sanguínea em pacientes com pé diabético

Fique atento aos sintomas de pé diabético

Por isso, é importantíssimo estar atento a alguns sinais que podem indicar uma demora na cicatrização e sempre pedir para que o médico examine seus pés durante a consulta:

  • Avalie se os pés estão com um cheiro ruim forte
  • Note também a existência, ou não, de secreções amarelas ou verdes
  • Veja se ao redor da ferida no pé há uma área avermelhada
  • Verifique se está com febre acima dos 37,5 ºC

Em qualquer um desses casos, o melhor a fazer é buscar ajuda médica o quanto antes. “O paciente com pé diabético que notar uma infecção deve ir imediatamente ao pronto-socorro para ser avaliado e, em muitos casos, tomar antibióticos. Aqueles que optam por aguardar, podem ter que enfrentar uma amputação no futuro”, resume Roseanne.

Quer saber mais sobre pé diabético? Clique aqui e confira tudo sobre essa condição clínica.

 

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2024 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde.

ATENÇÃO III: Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

PI - 1817003 – AA – Saber da Saúde

Por que o pé diabético fica dormente?

Sistema Circulatório

Neuropatia Periférica no Pé Diabético: Sintomas, Riscos e Prevenção

 Altas taxas de glicose no sangue podem atingir os nervos dos membros inferiores, causando uma série de desconfortos. Saiba mais

Entre as causas que levam ao desenvolvimento do pé diabético, a chamada neuropatia periférica é uma das mais prevalentes - chega a atingir 49% dos pacientes1. E, embora apareça de forma precoce, cerca de metade das pessoas permanece assintomática por anos, enquanto a outra parte dos diabéticos já começa a manifestar dor reumática aguda ou crônica2.

“A neuropatia periférica diabética acontece devido às taxas de glicose elevadas no sangue, acima de 140 mg/dl : quanto maior o tempo em que essa situação acontece, maior a chance de ocorrer uma alteração nos nervos dos pés”, explica Roseanne Montargil Rocha, coordenadora do Departamento de Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

Com os nervos dos membros inferiores atingidos, o resultado é a sensação de pés dormentes, quase sempre acompanhada por formigamento e cãibras. A neuropatia também provoca uma alteração na sensibilidade dos pés e - é importante destacar isso - a pessoa para de sentir dor ou qualquer desconforto na região.

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Só que isso não é bom, como deixa claro Roseanne. “Imagine você ter uma pedra no sapato durante o dia inteiro e não ser capaz de senti-la. Com o paciente com diabetes isso pode acontecer e, ao não retirar a pedra, ele chega ao fim do dia com o pé cheio de feridas significativas.”

Os nervos prejudicados pela neuropatia periférica não são capazes de se regenerar novamente. Daí a importância de manter o controle metabólico da glicose e pedir para que o médico examine seus pés periodicamente, em todas as consultas. Essas medidas ajudam a impedir que a neuropatia progrida para novos nervos e comece a deformar os pés ou provocar úlceras, que podem ser infectadas por bactérias, em um quadro que pode resultar até mesmo na amputação do membro.

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Pé diabético: cuidados diários para prevenir feridas e complicações

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Pé diabético: como prevenir feridas e evitar complicações

A amputação é o pior desfecho desse quadro e, para evitá-la, é preciso adotar uma rotina diária de cuidados com os pés

 

Se as altas taxas de glicose são a principal causa do desenvolvimento de um quadro de pé diabético, não há jeito melhor para evitar que isso aconteça: é preciso manter o controle metabólico da doença em dia. Mas, além disso, existe uma série de outras ações que a pessoa com diabetes deve fazer para prevenir úlceras e feridas que podem resultar em amputações.

O que fazer para afastar o risco de desenvolver pé diabético

Acompanhe agora as principais formas de as pessoas com diabetes afastarem o risco de desenvolver pé diabético. As dicas são da Roseanne Montargil Rocha, coordenadora do Departamento de Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD):

  • Autoexame nos pés: Comece olhando todos os lados dos dois pés no espelho - não se esqueça da sola do pé - e fique atento ao notar qualquer calo, rachadura, ressecamento ou bolha. Depois, abra os dedos um a um para ver se há alguma micose ou lesão presente. Sempre que notar algo diferente, busque atendimento médico.
  • Higienização correta: Lavar os pés todos os dias é uma das medidas preventivas mais eficientes. Nessa hora, lembre-se de abrir bem os dedos e lavar com água e sabão. Depois, na hora de secar, use uma toalha macia ou até uma fralda de pano, para não machucar. Os pés da pessoa com diabetes devem estar muito bem secos, mas não é recomendado usar secador de cabelos para isso.
  • Faça uma boa hidratação: Pés ressecados são mais propensos a rachaduras e calos, por isso, depois de lavar e secar, use um hidratante em cima dos pés, na sola e no calcanhar. Só não pode passar entre os dedos, pois essa é uma região abafada que pode ficar úmida com o produto e facilitar a formação de micoses.
  • Escolha bem o calçado: Pessoas que já têm uma deformidade nos pés, como unha em garra ou em martelo, por exemplo, precisam escolher um sapato que se ajuste bem ao pé. A parte de cima do calçado precisa ser mais alta e a frente, mais larga para acomodar bem todos os dedos, sem apertar. A sola também não pode dobrar e é preferível usar sapatos fechados e mais rígidos no calcanhar, para uma boa sustentação e menor pressão nos pés. Em dias quentes, opte por modelos papete com fechamento em feltro e nunca chinelos que passam entre os dedos. Lembre-se: o sapato correto deve ser usado mesmo dentro de casa. Evite ficar descalço.
  • Na hora de comprar o sapato: Duas dicas são importantes. A primeira delas é ir à loja no fim de tarde, quando o pé já está mais inchado, para que o calçado não aperte depois. A outra é, ainda em casa, pisar em uma folha sulfite branca e desenhar o contorno do pé. Recorte esse molde e leve-o até a loja. Agora, sempre que gostar de um sapato, coloque o molde dentro dele. Se a folha sair amassada, saberá que o mesmo pode acontecer com o seu pé. Outra medida importante é testar um calçado novo em casa, antes de sair com ele, para evitar calos e bolhas.
  • Corte das unhas: Mantenha as unhas dos pés sempre curtas e em linha reta. As unhas arredondadas nas pontas podem crescer para dentro, levando à infecção1.

E lembre-se sempre da tríade para manter a boa saúde: acompanhamento periódico, prevenção e diagnóstico precoce. Peça para que o médico examine seus pés em todas as consultas.

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ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde.

ATENÇÃO III: Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

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Como é o tratamento do tromboembolismo?

O tratamento do tromboembolismo é medicamentoso: os especialistas indicam o uso de remédios anticoagulantes que inibem a formação de novos coágulos. Em alguns casos, os portadores de trombose venosa profunda ainda precisam de fibrinolíticos, medicamentos que dissolvem os coágulos. Entretanto, a administração dessas substâncias deve ser monitorada de perto pelo médico já que aumentam o risco de hemorragias e podem provocar efeitos colaterais.

Porém, os especialistas alertam: manter um estilo de vida saudável é fundamental para combater as doenças vasculares, mesmo para quem já tem esse diagnóstico. Praticar exercícios com regularidade, manter uma dieta equilibrada (mais frutas e legumes, menos alimentos ultraprocessados), não fumar e moderar o consumo de bebidas alcoólicas são atitudes importantes para cuidar da boa circulação do sangue.

Como é o tratamento cirúrgico do tromboembolismo?

Em casos específicos, seu médico pode recomendar um procedimento cirúrgico para tratar o tromboembolismo. Quando a trombose venosa é recorrente e o embolismo pulmonar é difícil de detectar, a recomendação é colocar um filtro na veia cava inferior, reduzindo as chances de que o coágulo viaje para os pulmões. O filtro é inserido pela veia do fêmur ou da jugular, com anestesia local. Outro procedimento é a trombectomia, em que o cateter é guiado por meio de um pequeno corte na pele até o local do trombo (coágulo) para que esse bloqueio seja removido e o sangue volte a fluir normalmente. Converse com o seu médico sobre as melhores opções terapêuticas.

Vale lembrar que a coagulação sanguínea é um mecanismo natural do nosso organismo. O processo de coagulação é o responsável, entre outras funções, por evitar hemorragias quando nos cortamos ou temos um ferimento que sangra, por exemplo. Entretanto, quando ocorre a formação de coágulos onde eles não são necessários, é preciso investigar por que que isso está ocorrendo e combatê-los.

No Brasil, cerca de 180 mil casos de trombose surgem por ano. Embora muitos desses diagnósticos não tenham explicação, são vários fatores de risco que podem levar ao tromboembolismo venoso. Segundo a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), eles variam da predisposição genética ao uso de anticoncepcionais, e englobam ainda reposição hormonal, tabagismo, obesidade, presença de varizes, insuficiência cardíaca, tumores malignos, infecções, idade superior a 40 anos, comprometimento da mobilidade, cirurgias longas e viagens que demoram mais de seis horas.

O diagnóstico do tromboembolismo não é fácil, pois, dependendo do tamanho do coágulo e do local no qual está localizado, ele pode ser assintomático.

No caso da trombose venosa profunda, dor, inchaço, vermelhidão, formigamento e sensibilidade constantes em um dos nos membros inferiores são sinais de que a circulação sanguínea na região pode estar prejudicada. Quando isso acontece, é fundamental procurar um especialista para conferir se esses sintomas são provocados por coágulos existentes na região.

Para diagnosticar a TEV, os médicos, além de considerar o histórico de saúde do paciente e seus hábitos e estilo de vida, também avaliam o resultado de uma ultrassonografia com doppler colorida, um exame de imagem que permite avaliar como estão as estruturas das artérias e veias e o fluxo sanguíneo.

Já a dor torácica - que começa ou aumenta de intensidade repentinamente, a respiração e os batimentos cardíacos acelerados, a palidez e a falta de ar, além de tosse seca ou com sangue, dor aguda no peito e febre, podem ser indícios de embolia pulmonar. Quando esses sinais surgem, é necessário procurar assistência médica com urgência. O diagnóstico, além do relato do paciente e identificação de sintomas pelo médico, pode incluir a realização de exames de imagem, como a angiotomografia computadorizada e a arteriografia de artérias pulmonares. Se o especialista achar necessário, ainda pode indicar um ecocardiograma para avaliar se os trombos estão comprometendo o bom funcionamento do coração.

Confirmado o diagnóstico de embolia pulmonar, muitas vezes é necessária a administração de oxigênio e medicamentos de ação rápida, que evitam a formação de novos coágulos.

O tratamento do tromboembolismo é medicamentoso: os especialistas indicam o uso de remédios anticoagulantes que inibem a formação de novos coágulos. Em alguns casos, os portadores de trombose venosa profunda ainda precisam de fibrinolíticos, medicamentos que dissolvem os coágulos. Entretanto, a administração dessas substâncias deve ser monitorada de perto pelo médico já que aumentam o risco de hemorragias e podem provocar efeitos colaterais.

Porém, os especialistas alertam: manter um estilo de vida saudável é fundamental para combater as doenças vasculares, mesmo para quem já tem esse diagnóstico. Praticar exercícios com regularidade, manter uma dieta equilibrada (mais frutas e legumes, menos alimentos ultraprocessados), não fumar e moderar o consumo de bebidas alcoólicas são atitudes importantes para cuidar da boa circulação do sangue.

Em casos específicos, seu médico pode recomendar um procedimento cirúrgico para tratar o tromboembolismo. Quando a trombose venosa é recorrente e o embolismo pulmonar é difícil de detectar, a recomendação é colocar um filtro na veia cava inferior, reduzindo as chances de que o coágulo viaje para os pulmões. O filtro é inserido pela veia do fêmur ou da jugular, com anestesia local. Outro procedimento é a trombectomia, em que o cateter é guiado por meio de um pequeno corte na pele até o local do trombo (coágulo) para que esse bloqueio seja removido e o sangue volte a fluir normalmente. Converse com o seu médico sobre as melhores opções terapêuticas.

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Nessa condição clínica, o coágulo pode se desprender de seu local de origem, iniciar um deslocamento e seguir diretamente para os pulmões, ocasionando uma embolia pulmonar. Segundo o professor Dr. Valter Castelli Júnior, do departamento de Cirurgia do curso de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCVMSCSP), a embolia pulmonar pode acontecer em até 15% dos casos de trombose venosa profunda. No caso da embolia pulmonar, o coágulo bloqueia a passagem de sangue pela artéria do pulmão, colocando a vida do paciente em risco devido à dificuldade respiratória, que pode culminar em insuficiência respiratória aguda e levar à morte.

"É certo que não fomos postos neste mundo para sermos sedentários. O sentido do sangue nas coxas é ascendente, de baixo para cima. Somos bípedes e ficamos grande parte do tempo sentados ou em pé e, por ação da gravidade, isso dificulta o retorno do sangue venoso aos pulmões", explica.

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Câncer

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"A maior parte dos pacientes só pensa em procurar o médico dias depois dos primeiros quadros de dor, ou depois que o inchaço aumentou. Dependendo do caso, o médico pode fazer o diagnóstico clinicamente e o tratamento medicamentoso é iniciado imediatamente".

No geral, o tratamento com remédios é iniciado no hospital e depois o paciente é liberado para casa, onde segue com o uso de medicamentos anticoagulantes por tempo variável e meias de compressão, que evitam o inchaço e melhoram o fluxo de sangue no sentido ascendente. "Os pacientes costumam retomar suas atividades habituais sem sequelas. No entanto, alguns podem evoluir com inchaço residual na perna se o tratamento não for bem conduzido".

Prevenção ainda é o melhor remédio

A melhor forma de prevenir a ocorrência da trombose venosa profunda é evitar seus fatores de risco. Por isso, é recomendado realizar atividades físicas com frequência, se movimentar sempre que possível para evitar longos períodos na mesma posição, ter cuidado com o uso de anticoncepcionais e, também, parar de fumar, já que o tabagismo pode intensificar outros quadros de predisposição da doença.

"A atividade física aeróbica é fundamental para a nossa saúde. Ela propicia uma boa amplitude respiratória, aspirando sangue das pernas e promovendo a contração muscular, que é responsável por massagear o sangue do sistema venoso, imprimindo maior velocidade de retorno", destaca o especialista.

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O processo de cicatrização requer um bom controle metabólico. É justamente por isso que, dentre as patologias que mais interferem na recuperação de feridas, apareça o diabetes1.

“Quando o diabetes está descompensado e a glicemia, elevada no sangue, as células de defesa chamadas macrófagos diminuem de circulação. Dessa forma, o organismo perde a capacidade de eliminar células ou agentes invasores estranhos. É por isso que as úlceras nos pés desse paciente estão sempre infectadas”, explica Roseanne Montargil Rocha, coordenadora do Departamento de Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

Outro ponto é que o diabetes descompensado pode estreitar os vasos sanguíneos, diminuindo a circulação sanguínea nos pés e, também, prejudicando o processo de cicatrização, lembra Roseanne. “Isso não significa que pacientes com diabetes não controlado não cicatrizem suas feridas. Mas que esse processo será muito mais lento do que em pessoas com a doença controlada.”

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Fique atento aos sintomas de pé diabético

Por isso, é importantíssimo estar atento a alguns sinais que podem indicar uma demora na cicatrização e sempre pedir para que o médico examine seus pés durante a consulta:

  • Avalie se os pés estão com um cheiro ruim forte
  • Note também a existência, ou não, de secreções amarelas ou verdes
  • Veja se ao redor da ferida no pé há uma área avermelhada
  • Verifique se está com febre acima dos 37,5 ºC

Em qualquer um desses casos, o melhor a fazer é buscar ajuda médica o quanto antes. “O paciente com pé diabético que notar uma infecção deve ir imediatamente ao pronto-socorro para ser avaliado e, em muitos casos, tomar antibióticos. Aqueles que optam por aguardar, podem ter que enfrentar uma amputação no futuro”, resume Roseanne.

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ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2024 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde.

ATENÇÃO III: Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

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Por que o pé diabético fica dormente?

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Neuropatia Periférica no Pé Diabético: Sintomas, Riscos e Prevenção

 Altas taxas de glicose no sangue podem atingir os nervos dos membros inferiores, causando uma série de desconfortos. Saiba mais

Entre as causas que levam ao desenvolvimento do pé diabético, a chamada neuropatia periférica é uma das mais prevalentes - chega a atingir 49% dos pacientes1. E, embora apareça de forma precoce, cerca de metade das pessoas permanece assintomática por anos, enquanto a outra parte dos diabéticos já começa a manifestar dor reumática aguda ou crônica2.

“A neuropatia periférica diabética acontece devido às taxas de glicose elevadas no sangue, acima de 140 mg/dl : quanto maior o tempo em que essa situação acontece, maior a chance de ocorrer uma alteração nos nervos dos pés”, explica Roseanne Montargil Rocha, coordenadora do Departamento de Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

Com os nervos dos membros inferiores atingidos, o resultado é a sensação de pés dormentes, quase sempre acompanhada por formigamento e cãibras. A neuropatia também provoca uma alteração na sensibilidade dos pés e - é importante destacar isso - a pessoa para de sentir dor ou qualquer desconforto na região.

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Só que isso não é bom, como deixa claro Roseanne. “Imagine você ter uma pedra no sapato durante o dia inteiro e não ser capaz de senti-la. Com o paciente com diabetes isso pode acontecer e, ao não retirar a pedra, ele chega ao fim do dia com o pé cheio de feridas significativas.”

Os nervos prejudicados pela neuropatia periférica não são capazes de se regenerar novamente. Daí a importância de manter o controle metabólico da glicose e pedir para que o médico examine seus pés periodicamente, em todas as consultas. Essas medidas ajudam a impedir que a neuropatia progrida para novos nervos e comece a deformar os pés ou provocar úlceras, que podem ser infectadas por bactérias, em um quadro que pode resultar até mesmo na amputação do membro.

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Pé diabético: cuidados diários para prevenir feridas e complicações

Sistema Circulatório

Pé diabético: como prevenir feridas e evitar complicações

A amputação é o pior desfecho desse quadro e, para evitá-la, é preciso adotar uma rotina diária de cuidados com os pés

 

Se as altas taxas de glicose são a principal causa do desenvolvimento de um quadro de pé diabético, não há jeito melhor para evitar que isso aconteça: é preciso manter o controle metabólico da doença em dia. Mas, além disso, existe uma série de outras ações que a pessoa com diabetes deve fazer para prevenir úlceras e feridas que podem resultar em amputações.

O que fazer para afastar o risco de desenvolver pé diabético

Acompanhe agora as principais formas de as pessoas com diabetes afastarem o risco de desenvolver pé diabético. As dicas são da Roseanne Montargil Rocha, coordenadora do Departamento de Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD):

  • Autoexame nos pés: Comece olhando todos os lados dos dois pés no espelho - não se esqueça da sola do pé - e fique atento ao notar qualquer calo, rachadura, ressecamento ou bolha. Depois, abra os dedos um a um para ver se há alguma micose ou lesão presente. Sempre que notar algo diferente, busque atendimento médico.
  • Higienização correta: Lavar os pés todos os dias é uma das medidas preventivas mais eficientes. Nessa hora, lembre-se de abrir bem os dedos e lavar com água e sabão. Depois, na hora de secar, use uma toalha macia ou até uma fralda de pano, para não machucar. Os pés da pessoa com diabetes devem estar muito bem secos, mas não é recomendado usar secador de cabelos para isso.
  • Faça uma boa hidratação: Pés ressecados são mais propensos a rachaduras e calos, por isso, depois de lavar e secar, use um hidratante em cima dos pés, na sola e no calcanhar. Só não pode passar entre os dedos, pois essa é uma região abafada que pode ficar úmida com o produto e facilitar a formação de micoses.
  • Escolha bem o calçado: Pessoas que já têm uma deformidade nos pés, como unha em garra ou em martelo, por exemplo, precisam escolher um sapato que se ajuste bem ao pé. A parte de cima do calçado precisa ser mais alta e a frente, mais larga para acomodar bem todos os dedos, sem apertar. A sola também não pode dobrar e é preferível usar sapatos fechados e mais rígidos no calcanhar, para uma boa sustentação e menor pressão nos pés. Em dias quentes, opte por modelos papete com fechamento em feltro e nunca chinelos que passam entre os dedos. Lembre-se: o sapato correto deve ser usado mesmo dentro de casa. Evite ficar descalço.
  • Na hora de comprar o sapato: Duas dicas são importantes. A primeira delas é ir à loja no fim de tarde, quando o pé já está mais inchado, para que o calçado não aperte depois. A outra é, ainda em casa, pisar em uma folha sulfite branca e desenhar o contorno do pé. Recorte esse molde e leve-o até a loja. Agora, sempre que gostar de um sapato, coloque o molde dentro dele. Se a folha sair amassada, saberá que o mesmo pode acontecer com o seu pé. Outra medida importante é testar um calçado novo em casa, antes de sair com ele, para evitar calos e bolhas.
  • Corte das unhas: Mantenha as unhas dos pés sempre curtas e em linha reta. As unhas arredondadas nas pontas podem crescer para dentro, levando à infecção1.

E lembre-se sempre da tríade para manter a boa saúde: acompanhamento periódico, prevenção e diagnóstico precoce. Peça para que o médico examine seus pés em todas as consultas.

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