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Tromboembolismo

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Nem sempre é fácil reconhecer as características do tromboembolismo. Para ajudá-lo a reconhecer os sintomas e conviver melhor com essa condição clínica, reunimos aqui as principais perguntas e recomendações, para que você continue a ter uma vida saudável, mesmo quando ele aparece.

O que é tromboembolismo?

O tromboembolismo venoso (TEV) engloba duas doenças: a trombose venosa profunda (TVP) e a embolia pulmonar (EP). A trombose venosa profunda, também chamada de flebite ou tromboflebite profunda, é caracterizada pela presença de coágulos (trombos) no interior das veias, os vasos responsáveis por levar o sangue de volta ao coração. Ela ocorre frequentemente nos membros inferiores (90% dos casos) e costuma provocar inchaço, vermelhidão e dor.

A trombose venosa profunda pode ser bastante grave, já que os coágulos podem se romper e seus fragmentos migrarem até os pulmões, entupindo as artérias da região e causando a embolia.

Quais são os fatores de risco para tromboembolismo venoso?

Vale lembrar que a coagulação sanguínea é um mecanismo natural do nosso organismo. O processo de coagulação é o responsável, entre outras funções, por evitar hemorragias quando nos cortamos ou temos um ferimento que sangra, por exemplo. Entretanto, quando ocorre a formação de coágulos onde eles não são necessários, é preciso investigar por que que isso está ocorrendo e combatê-los.

No Brasil, cerca de 180 mil casos de trombose surgem por ano. Embora muitos desses diagnósticos não tenham explicação, são vários fatores de risco que podem levar ao tromboembolismo venoso. Segundo a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), eles variam da predisposição genética ao uso de anticoncepcionais, e englobam ainda reposição hormonal, tabagismo, obesidade, presença de varizes, insuficiência cardíaca, tumores malignos, infecções, idade superior a 40 anos, comprometimento da mobilidade, cirurgias longas e viagens que demoram mais de seis horas.

Quais são os sintomas e como é o diagnóstico do tromboembolismo?

O diagnóstico do tromboembolismo não é fácil, pois, dependendo do tamanho do coágulo e do local no qual está localizado, ele pode ser assintomático.

No caso da trombose venosa profunda, dor, inchaço, vermelhidão, formigamento e sensibilidade constantes em um dos nos membros inferiores são sinais de que a circulação sanguínea na região pode estar prejudicada. Quando isso acontece, é fundamental procurar um especialista para conferir se esses sintomas são provocados por coágulos existentes na região.

Para diagnosticar a TEV, os médicos, além de considerar o histórico de saúde do paciente e seus hábitos e estilo de vida, também avaliam o resultado de uma ultrassonografia com doppler colorida, um exame de imagem que permite avaliar como estão as estruturas das artérias e veias e o fluxo sanguíneo.

Já a dor torácica - que começa ou aumenta de intensidade repentinamente, a respiração e os batimentos cardíacos acelerados, a palidez e a falta de ar, além de tosse seca ou com sangue, dor aguda no peito e febre, podem ser indícios de embolia pulmonar. Quando esses sinais surgem, é necessário procurar assistência médica com urgência. O diagnóstico, além do relato do paciente e identificação de sintomas pelo médico, pode incluir a realização de exames de imagem, como a angiotomografia computadorizada e a arteriografia de artérias pulmonares. Se o especialista achar necessário, ainda pode indicar um ecocardiograma para avaliar se os trombos estão comprometendo o bom funcionamento do coração.

Confirmado o diagnóstico de embolia pulmonar, muitas vezes é necessária a administração de oxigênio e medicamentos de ação rápida, que evitam a formação de novos coágulos.

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Causada pelas varizes pélvicas, nem sempre a síndrome da congestão pélvica provoca sintomas e pode ser confundida com outras enfermidades, como endometriose, doença inflamatória intestinal, cistite crônica ou síndrome do cólon irritável. Conheça mais sobre as varizes pélvicas, quais são os fatores de risco, os sintomas e tratamentos recomendados.

Veja também: Dores nas pernas? Saiba quais são os 4 sinais de alerta para a trombose

O que são varizes pélvicas?

As varizes são velhas conhecidas dos membros inferiores. Assim como aparecem nas pernas e comprometem a circulação sanguínea, elas também podem surgir na região pélvica, acometendo os ovários e o útero (nas mulheres) e os testículos (nos homens, ganhando o nome de varicocele).

O congestionamento do fluxo do sangue na parte inferior do abdômen é o causador das varizes. As veias são flexíveis, têm paredes finas e, normalmente, a pressão dentro delas é baixa. Com essas características, elas podem ser comprimidas por outros órgãos ou estruturas próximas, o que provoca a obstrução da passagem do sangue, que fica represado e aumenta a pressão no interior da veia.

Quando isso acontece, as veias se dilatam, há uma insuficiência da drenagem do sangue na região, as varizes se formam e, muitas vezes, provocam dor e inflamação.

Quais são os fatores de risco para o surgimento das varizes pélvicas?

Estudos apontam que a genética favorece o surgimento das varizes pélvicas, mas a gestação é um dos principais fatores de risco. Isso porque, durante a gravidez, as veias locais são dilatadas para que o sangue irrigue todos os órgãos com facilidade.

Nesse período ainda, a maior produção hormonal e o aumento do útero também podem comprometer a boa circulação sanguínea nas veias. Por isso, as varizes pélvicas são mais comuns em mulheres com idade entre 20 e 45 anos que já tiveram duas ou mais gestações1.

Os homens também sofrem com a dilatação das veias pélvicas, que acomete 15% da população masculina2. Neles, a enfermidade é chamada de varicocele e pode ser uma das causas de infertilidade. A varicocele é originada por um “defeito” nas válvulas das veias espermáticas (ou mesmo pela ausência delas) que provoca o refluxo do sangue, o aumento dos vasos e o espessamento de suas paredes.

Quais são os sintomas das varizes pélvicas?

A dor crônica, que persiste há mais de seis meses, é um dos principais sinais de que a circulação do sangue na região pélvica pode estar comprometida. Mas esse desconforto piora no período menstrual, durante e após a relação sexual ou depois de permanecer muito tempo na mesma posição, como em pé ou sentada(o). Mais: dor na lombar e nas pernas, e sangramento e secreção vaginal inesperados são sintomas que pedem atenção.

Como é feito o diagnóstico?

Quando os especialistas suspeitam do diagnóstico de síndrome da congestão pélvica, consideram, além dos sintomas, o quadro clínico e o histórico da(o) paciente. Dor persistente, ovários sensíveis ao serem examinados e presença de inchaço abdominal e de varizes nas pernas podem ser indicativos de que há veias doentes na pelve.

Para confirmar o diagnóstico, são recomendados alguns exames:

  • Ultrassonografia transvaginal: para verificar se há varizes em torno dos ovários e do útero.

  • Ultrassom com doppler colorido:  as imagens revelam possíveis obstruções nas veias da região pélvica.

  • Angiotomografia e angiorressonância: confirmam a presença do congestionamento do fluxo sanguíneo no abdômen.

  • Ultrassonografia intravascular:  é considerado o exame padrão para se confirmar a presença e o grau de obstrução venosa. Por isso, é uma ferramenta importante para o diagnóstico e a escolha do melhor tratamento.

Quais são os tratamentos disponíveis?

Para definir o tratamento das varizes pélvicas, os especialistas consideram, principalmente, os sintomas e o comprometimento da circulação sanguínea na região abdominal.

O uso de medicamentos anti-inflamatórios e anticoagulantes é uma opção bastante comum para casos leves, entretanto, os tratamentos invasivos são indicados para os pacientes que não respondem bem à terapia medicamentosa, com dor contínua e qualidade de vida prejudicada.

Escleroterapia, embolização vascular e angioplastia são os recursos mais recomendados. Na escleroterapia, um líquido esclerosante é aplicado para bloquear o fluxo do sangue dentro das veias comprometidas. Com o mesmo objetivo, a embolização, além da solução esclerosante, utiliza molas a fim de interromper o refluxo e a hipertensão venosa. Já a angioplastia com implantação de stent é indicada para casos com obstrução grave, quando há necessidade de remoção das partes comprometidas e reconstrução das veias.

Quais são os cuidados necessários pós-tratamento?

Independentemente do tratamento realizado, o acompanhamento periódico com o médico especialista é fundamental. Nessas consultas, é possível avaliar se a dor persiste ou já não aparece mais, se é necessário ajustar a dose e a posologia de algum medicamento, usar meias de compressão ou até rever os hábitos, como evitar ficar muito tempo sentada(o) ou sem movimentar as pernas, dormir com as pernas levemente elevadas, praticar atividade física regularmente e não descuidar de uma dieta saudável.

Quer saber mais sobre varizes pélvicas? Clique aqui e confira tudo sobre essa condição clínica.

Recursos

Consulte nossas referências para saber mais sobre varizes pélvicas.

Boston Scientific
https://www.venouspelvicpain.com.au/about-venous-pelvic-pain.html
Manual MSD – Versão saúde para família 
https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/problemas-de-sa%C3%BAde-feminina/dist%C3%BArbios-menstruais-e-sangramento-vaginal-an%C3%B4malo/s%C3%ADndrome-de-congest%C3%A3o-p%C3%A9lvica
Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV/SP)
https://sbacvsp.com.br/sindromes-venosas-obstrutivas-abdominopelvicas/#:~:text=Varizes%20P%C3%A9lvicas%20e%20Varicocele&text=Seus%20sintomas%20mais%20frequentes%20s%C3%A3o,e%20aumento%20do%20fluxo%20menstrual
Endovascular – SP 
https://endovascularsp.com.br/varizes-pelvicas/

Congestão pélvicaPortal da Urologia
https://portaldaurologia.org.br/publico/doencas/varicocele-o-que-e-causas-e-tratamento/#:~:text=A%20varicocele%20%C3%A9%20a%20dilata%C3%A7%C3%A3o,dor%20e%20incha%C3%A7o%20nas%20pernas

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2024 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde.

ATENÇÃO III: Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

PI - 1818205 – AA – Saber da Saúde

Trombose na perna: sintomas, dor e sinais de alerta

Sistema Circulatório

Trombose na perna: 4 sinais de alerta e sintomas

Hábitos como o tabagismo e o uso de anticoncepcionais podem ser fatores de risco para a doença

É bem possível e até provável que você conheça o caso de alguém que teve trombose. Doença que ficou ainda mais conhecida devido às possíveis complicações da covid-19, a trombose atinge 180 mil pessoas no Brasil por ano de acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Vascular (SBACV). 

O distúrbio acomete o corpo humano por meio da formação de um ou mais coágulos que impedem o fluxo sanguíneo em veias e artérias (trombos), causando sintomas como dor, calor, vermelhidão e rigidez da musculatura na região afetada.

O cirurgião vascular Leonardo Lucas explica que existem diferentes tipos de trombose, de acordo com a área do corpo onde é localizada. A trombose venosa profunda é o tipo mais frequente, afetando uma ou mais veias profundas, principalmente em membros inferiores. "Quando o trombo se desloca do local onde se originou até o pulmão, ocorre o que chamamos de embolia pulmonar."

O tratamento médico é realizado com anticoagulantes, que evitam a formação e a progressão do trombo, impedindo a obstrução das veias e o agravamento da doença. A duração depende da gravidade da doença e da causa da trombose. "O diagnóstico precoce reduz as consequências da trombose venosa. Por isso, em qualquer sinal de trombose na perna, o paciente deve buscar a assistência médica." A cirurgia com técnica minimamente invasiva é indicada em casos específicos, como o da Síndrome de May-Thurner, em que a trombose venosa profunda ocorre por compressão da veia ilíaca esquerda pela artéria ilíaca direita, na região pélvica.

"Fazemos um acesso venoso ecoguiado, realizamos o implante de cateter e a infusão de agentes fibrinolíticos (medicamentos para tratar trombose) que dissolvem o trombo. Também podemos realizar a trombectomia por cateter, em que retiramos os trombos. Quando a causa da trombose é uma síndrome compressiva, o implante de stent se faz necessário", explica o cirurgião.

Fique atento aos sinais do seu corpo

Como a trombose pode ser uma doença silenciosa e assintomática, é preciso ter atenção aos pontos de alerta:

Maior incidência em mulheres

A condição acomete mais as mulheres, mas os homens também podem apresentá-la e precisam estar atentos aos sintomas.

Fatores de risco

Alguns fatores podem aumentar as probabilidades de trombose, como o histórico familiar, tabagismo, obesidade, uso de anticoncepcional, reposição hormonal, neoplasia (câncer), trombofilias (facilidade em formar coágulos no sangue), alterações hormonais causadas pela gestação e/ou parto, trauma, pós-operatórios, viagens prolongadas, idade (maiores de 60 anos) e varizes nos membros inferiores.

Sinais

A trombose pode surgir de forma assintomática. No entanto, nos pacientes sintomáticos, é comum sentir dor, edema, ardência, vermelhidão, cianose (coloração azul ou arroxeada) e endurecimento da perna. Em caso de embolia pulmonar, o paciente pode apresentar falta de ar, dor torácica e tosse com sangue, entre outros sintomas.

Dores nas pernas

Dores nas pernas persistentes podem ser um alerta vermelho para a trombose. Em caso de câimbras, dores que pioram ao contrair a musculatura, descoloração da pele ou coloração azulada ou esbranquiçada, procure ajuda médica.

Quer saber mais informações para sua saúde? Acesse a página de Trombose e tenha uma visão geral desta condição, incluindo diagnósticos e tratamentos disponíveis.

Como identificar e diagnosticar o Pé Diabético?

Sistema Circulatório

Como identificar e diagnosticar o Pé Diabético?

Cuidar dos pés é assunto sério para a pessoa com diabetes. Por isso, mesmo em caso de baixo risco para úlceras e feridas, é preciso reavaliar o membro a cada ano

 

As feridas e úlceras que aparecem no pé diabético tornam a identificação da doença facilitada, no entanto, quanto antes desses sintomas aparecerem o diagnóstico for feito, melhor será a qualidade de vida do paciente e a chance de evitar a amputação do membro. Por isso, sempre que uma pessoa com diabetes notar dormência, dor, cãibras ou formigamento contínuo nos pés, deve procurar por atendimento médico.

Segundo orientação do Ministério da Saúde para a Atenção Primária em Saúde, todos os indivíduos diabéticos devem receber avaliações dos pés, começando no diagnóstico do diabetes tipo 2 e cinco anos após o diagnóstico no diabetes tipo 11,2

“O profissional de Saúde, que pode ser até mesmo a enfermeira, vai fazer um diagnóstico clínico desta condição, com alguns testes dentro do consultório”, resume Roseanne Montargil Rocha, coordenadora do Departamento de Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). “ A primeira coisa que ele deve notar é uma deformidade, seja o dedo em garra, pé dobrado ou até mesmo a pele ressecada.”

Depois, o teste de temperatura - tanto quente como fria - é importante para a avaliação da sensibilidade do membro. “Além dele, o teste de monofilamento ajuda o profissional de Saúde a avaliar o estímulo nos pés e até testar a dor”, explica a médica. Há ainda outros testes possíveis, como o de diapasão 128 Hz (sensibilidade vibratória), pino ou palito (sensibilidade dolorosa), martelo (reflexo aquileu) ou bioestesiômetro (limiar de sensibilidade vibratória)3 , mas que nem sempre estão disponíveis nos centros de saúde.

Por isso, um teste fácil, acessível e eficiente é o de palpação. “Nele, o profissional precisa palpar o pulso em cima e nas laterais do pé para verificar a circulação sanguínea. Se ela estiver ausente, exames de imagem são solicitados”, diz Roseanne. Com todas essas informações, o profissional pode fazer uma classificação de risco de lesão do pé diabético, que vai de baixo a alto.

Saiba mais:

Pé diabético dá para prevenir
Pé diabético você sabe o que é isso
Por que o pé diabético fica dormente
Por que o pé diabético não cicatriza

Como diagnosticar o Pé Diabético?

Confira agora o que é preciso para realizar uma boa avaliação dos pés dos pacientes com diabetes4:

  • Histórico: Perguntar se há história de amputação ou de ulceração prévia nos pés;
  • Neuropatia periférica: pesquisar sintomas neuropáticos positivos (por exemplo, sensações de ardor, pontadas, choques ou agulhadas) ou negativos (como dormência ou sensação de pés anestesiados); avaliar sensibilidade nos pés;
  • Deformidades nos pés: pesquisar se a pessoa tem articulação de Charcot [uma deformidade óssea característica], dedos em garra ou em martelo, proeminências de metatarsos [os ossos que ficam próximos do peito do pé] e acentuação do arco, resultando em maior pressão na planta do pé.
  • Doença vascular periférica: pesquisar comprometimento da capacidade de andar [claudicação], dor em repouso, pulsos diminuídos ou ausentes.
  • Outros sintomas: avaliar se o paciente tem acuidade visual reduzida; descontrole glicêmico; nefropatia diabética (especialmente indivíduos em diálise) e se é fumante.

Quer saber mais sobre pé diabético? Clique aqui e confira tudo sobre essa condição clínica.

 

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2024 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

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ATENÇÃO III: Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

PI - 1817003 – AA – Saber da Saúde

Pé diabético dormente: causas, sintomas e cuidados

Sistema Circulatório

Pé diabético dormente: relação com neuropatia diabética

 Altas taxas de glicose no sangue podem atingir os nervos dos membros inferiores, causando uma série de desconfortos. Saiba mais

Entre as causas que levam ao desenvolvimento do pé diabético, a chamada neuropatia periférica é uma das mais prevalentes - chega a atingir 49% dos pacientes1. E, embora apareça de forma precoce, cerca de metade das pessoas permanece assintomática por anos, enquanto a outra parte dos diabéticos já começa a manifestar dor reumática aguda ou crônica2.

“A neuropatia periférica diabética acontece devido às taxas de glicose elevadas no sangue, acima de 140 mg/dl : quanto maior o tempo em que essa situação acontece, maior a chance de ocorrer uma alteração nos nervos dos pés”, explica Roseanne Montargil Rocha, coordenadora do Departamento de Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

Com os nervos dos membros inferiores atingidos, o resultado é a sensação de pés dormentes, quase sempre acompanhada por formigamento e cãibras. A neuropatia também provoca uma alteração na sensibilidade dos pés e - é importante destacar isso - a pessoa para de sentir dor ou qualquer desconforto na região.

Veja também:

Angioplastia com balão ajuda na cicatrização do pé diabético
Balão farmacológico: o dispositivo que viabiliza a circulação sanguínea em pacientes com pé diabético

Só que isso não é bom, como deixa claro Roseanne. “Imagine você ter uma pedra no sapato durante o dia inteiro e não ser capaz de senti-la. Com o paciente com diabetes isso pode acontecer e, ao não retirar a pedra, ele chega ao fim do dia com o pé cheio de feridas significativas.”

Os nervos prejudicados pela neuropatia periférica não são capazes de se regenerar novamente. Daí a importância de manter o controle metabólico da glicose e pedir para que o médico examine seus pés periodicamente, em todas as consultas. Essas medidas ajudam a impedir que a neuropatia progrida para novos nervos e comece a deformar os pés ou provocar úlceras, que podem ser infectadas por bactérias, em um quadro que pode resultar até mesmo na amputação do membro.

Veja também:

Pé diabético dá para prevenir
Por que o pé diabético não cicatriza
Como identificar e diagnosticar o Pé Diabético

Quer saber mais sobre pé diabético? Clique aqui e confira tudo sobre essa condição clínica.

 

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2024 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde.

ATENÇÃO III: Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

PI - 1817003 – AA – Saber da Saúde

Como é o tratamento do tromboembolismo?

O tratamento do tromboembolismo é medicamentoso: os especialistas indicam o uso de remédios anticoagulantes que inibem a formação de novos coágulos. Em alguns casos, os portadores de trombose venosa profunda ainda precisam de fibrinolíticos, medicamentos que dissolvem os coágulos. Entretanto, a administração dessas substâncias deve ser monitorada de perto pelo médico já que aumentam o risco de hemorragias e podem provocar efeitos colaterais.

Porém, os especialistas alertam: manter um estilo de vida saudável é fundamental para combater as doenças vasculares, mesmo para quem já tem esse diagnóstico. Praticar exercícios com regularidade, manter uma dieta equilibrada (mais frutas e legumes, menos alimentos ultraprocessados), não fumar e moderar o consumo de bebidas alcoólicas são atitudes importantes para cuidar da boa circulação do sangue.

Como é o tratamento cirúrgico do tromboembolismo?

Em casos específicos, seu médico pode recomendar um procedimento cirúrgico para tratar o tromboembolismo. Quando a trombose venosa é recorrente e o embolismo pulmonar é difícil de detectar, a recomendação é colocar um filtro na veia cava inferior, reduzindo as chances de que o coágulo viaje para os pulmões. O filtro é inserido pela veia do fêmur ou da jugular, com anestesia local. Outro procedimento é a trombectomia, em que o cateter é guiado por meio de um pequeno corte na pele até o local do trombo (coágulo) para que esse bloqueio seja removido e o sangue volte a fluir normalmente. Converse com o seu médico sobre as melhores opções terapêuticas.

Vale lembrar que a coagulação sanguínea é um mecanismo natural do nosso organismo. O processo de coagulação é o responsável, entre outras funções, por evitar hemorragias quando nos cortamos ou temos um ferimento que sangra, por exemplo. Entretanto, quando ocorre a formação de coágulos onde eles não são necessários, é preciso investigar por que que isso está ocorrendo e combatê-los.

No Brasil, cerca de 180 mil casos de trombose surgem por ano. Embora muitos desses diagnósticos não tenham explicação, são vários fatores de risco que podem levar ao tromboembolismo venoso. Segundo a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), eles variam da predisposição genética ao uso de anticoncepcionais, e englobam ainda reposição hormonal, tabagismo, obesidade, presença de varizes, insuficiência cardíaca, tumores malignos, infecções, idade superior a 40 anos, comprometimento da mobilidade, cirurgias longas e viagens que demoram mais de seis horas.

O diagnóstico do tromboembolismo não é fácil, pois, dependendo do tamanho do coágulo e do local no qual está localizado, ele pode ser assintomático.

No caso da trombose venosa profunda, dor, inchaço, vermelhidão, formigamento e sensibilidade constantes em um dos nos membros inferiores são sinais de que a circulação sanguínea na região pode estar prejudicada. Quando isso acontece, é fundamental procurar um especialista para conferir se esses sintomas são provocados por coágulos existentes na região.

Para diagnosticar a TEV, os médicos, além de considerar o histórico de saúde do paciente e seus hábitos e estilo de vida, também avaliam o resultado de uma ultrassonografia com doppler colorida, um exame de imagem que permite avaliar como estão as estruturas das artérias e veias e o fluxo sanguíneo.

Já a dor torácica - que começa ou aumenta de intensidade repentinamente, a respiração e os batimentos cardíacos acelerados, a palidez e a falta de ar, além de tosse seca ou com sangue, dor aguda no peito e febre, podem ser indícios de embolia pulmonar. Quando esses sinais surgem, é necessário procurar assistência médica com urgência. O diagnóstico, além do relato do paciente e identificação de sintomas pelo médico, pode incluir a realização de exames de imagem, como a angiotomografia computadorizada e a arteriografia de artérias pulmonares. Se o especialista achar necessário, ainda pode indicar um ecocardiograma para avaliar se os trombos estão comprometendo o bom funcionamento do coração.

Confirmado o diagnóstico de embolia pulmonar, muitas vezes é necessária a administração de oxigênio e medicamentos de ação rápida, que evitam a formação de novos coágulos.

O tratamento do tromboembolismo é medicamentoso: os especialistas indicam o uso de remédios anticoagulantes que inibem a formação de novos coágulos. Em alguns casos, os portadores de trombose venosa profunda ainda precisam de fibrinolíticos, medicamentos que dissolvem os coágulos. Entretanto, a administração dessas substâncias deve ser monitorada de perto pelo médico já que aumentam o risco de hemorragias e podem provocar efeitos colaterais.

Porém, os especialistas alertam: manter um estilo de vida saudável é fundamental para combater as doenças vasculares, mesmo para quem já tem esse diagnóstico. Praticar exercícios com regularidade, manter uma dieta equilibrada (mais frutas e legumes, menos alimentos ultraprocessados), não fumar e moderar o consumo de bebidas alcoólicas são atitudes importantes para cuidar da boa circulação do sangue.

Em casos específicos, seu médico pode recomendar um procedimento cirúrgico para tratar o tromboembolismo. Quando a trombose venosa é recorrente e o embolismo pulmonar é difícil de detectar, a recomendação é colocar um filtro na veia cava inferior, reduzindo as chances de que o coágulo viaje para os pulmões. O filtro é inserido pela veia do fêmur ou da jugular, com anestesia local. Outro procedimento é a trombectomia, em que o cateter é guiado por meio de um pequeno corte na pele até o local do trombo (coágulo) para que esse bloqueio seja removido e o sangue volte a fluir normalmente. Converse com o seu médico sobre as melhores opções terapêuticas.

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O congestionamento do fluxo do sangue na parte inferior do abdômen é o causador das varizes. As veias são flexíveis, têm paredes finas e, normalmente, a pressão dentro delas é baixa. Com essas características, elas podem ser comprimidas por outros órgãos ou estruturas próximas, o que provoca a obstrução da passagem do sangue, que fica represado e aumenta a pressão no interior da veia.

Quando isso acontece, as veias se dilatam, há uma insuficiência da drenagem do sangue na região, as varizes se formam e, muitas vezes, provocam dor e inflamação.

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Estudos apontam que a genética favorece o surgimento das varizes pélvicas, mas a gestação é um dos principais fatores de risco. Isso porque, durante a gravidez, as veias locais são dilatadas para que o sangue irrigue todos os órgãos com facilidade.

Nesse período ainda, a maior produção hormonal e o aumento do útero também podem comprometer a boa circulação sanguínea nas veias. Por isso, as varizes pélvicas são mais comuns em mulheres com idade entre 20 e 45 anos que já tiveram duas ou mais gestações1.

Os homens também sofrem com a dilatação das veias pélvicas, que acomete 15% da população masculina2. Neles, a enfermidade é chamada de varicocele e pode ser uma das causas de infertilidade. A varicocele é originada por um “defeito” nas válvulas das veias espermáticas (ou mesmo pela ausência delas) que provoca o refluxo do sangue, o aumento dos vasos e o espessamento de suas paredes.

Quais são os sintomas das varizes pélvicas?

A dor crônica, que persiste há mais de seis meses, é um dos principais sinais de que a circulação do sangue na região pélvica pode estar comprometida. Mas esse desconforto piora no período menstrual, durante e após a relação sexual ou depois de permanecer muito tempo na mesma posição, como em pé ou sentada(o). Mais: dor na lombar e nas pernas, e sangramento e secreção vaginal inesperados são sintomas que pedem atenção.

Como é feito o diagnóstico?

Quando os especialistas suspeitam do diagnóstico de síndrome da congestão pélvica, consideram, além dos sintomas, o quadro clínico e o histórico da(o) paciente. Dor persistente, ovários sensíveis ao serem examinados e presença de inchaço abdominal e de varizes nas pernas podem ser indicativos de que há veias doentes na pelve.

Para confirmar o diagnóstico, são recomendados alguns exames:

  • Ultrassonografia transvaginal: para verificar se há varizes em torno dos ovários e do útero.

  • Ultrassom com doppler colorido:  as imagens revelam possíveis obstruções nas veias da região pélvica.

  • Angiotomografia e angiorressonância: confirmam a presença do congestionamento do fluxo sanguíneo no abdômen.

  • Ultrassonografia intravascular:  é considerado o exame padrão para se confirmar a presença e o grau de obstrução venosa. Por isso, é uma ferramenta importante para o diagnóstico e a escolha do melhor tratamento.

Quais são os tratamentos disponíveis?

Para definir o tratamento das varizes pélvicas, os especialistas consideram, principalmente, os sintomas e o comprometimento da circulação sanguínea na região abdominal.

O uso de medicamentos anti-inflamatórios e anticoagulantes é uma opção bastante comum para casos leves, entretanto, os tratamentos invasivos são indicados para os pacientes que não respondem bem à terapia medicamentosa, com dor contínua e qualidade de vida prejudicada.

Escleroterapia, embolização vascular e angioplastia são os recursos mais recomendados. Na escleroterapia, um líquido esclerosante é aplicado para bloquear o fluxo do sangue dentro das veias comprometidas. Com o mesmo objetivo, a embolização, além da solução esclerosante, utiliza molas a fim de interromper o refluxo e a hipertensão venosa. Já a angioplastia com implantação de stent é indicada para casos com obstrução grave, quando há necessidade de remoção das partes comprometidas e reconstrução das veias.

Quais são os cuidados necessários pós-tratamento?

Independentemente do tratamento realizado, o acompanhamento periódico com o médico especialista é fundamental. Nessas consultas, é possível avaliar se a dor persiste ou já não aparece mais, se é necessário ajustar a dose e a posologia de algum medicamento, usar meias de compressão ou até rever os hábitos, como evitar ficar muito tempo sentada(o) ou sem movimentar as pernas, dormir com as pernas levemente elevadas, praticar atividade física regularmente e não descuidar de uma dieta saudável.

Quer saber mais sobre varizes pélvicas? Clique aqui e confira tudo sobre essa condição clínica.

Recursos

Consulte nossas referências para saber mais sobre varizes pélvicas.

Boston Scientific
https://www.venouspelvicpain.com.au/about-venous-pelvic-pain.html
Manual MSD – Versão saúde para família 
https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/problemas-de-sa%C3%BAde-feminina/dist%C3%BArbios-menstruais-e-sangramento-vaginal-an%C3%B4malo/s%C3%ADndrome-de-congest%C3%A3o-p%C3%A9lvica
Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV/SP)
https://sbacvsp.com.br/sindromes-venosas-obstrutivas-abdominopelvicas/#:~:text=Varizes%20P%C3%A9lvicas%20e%20Varicocele&text=Seus%20sintomas%20mais%20frequentes%20s%C3%A3o,e%20aumento%20do%20fluxo%20menstrual
Endovascular – SP 
https://endovascularsp.com.br/varizes-pelvicas/

Congestão pélvicaPortal da Urologia
https://portaldaurologia.org.br/publico/doencas/varicocele-o-que-e-causas-e-tratamento/#:~:text=A%20varicocele%20%C3%A9%20a%20dilata%C3%A7%C3%A3o,dor%20e%20incha%C3%A7o%20nas%20pernas

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2024 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde.

ATENÇÃO III: Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

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Trombose na perna: sintomas, dor e sinais de alerta

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Trombose na perna: 4 sinais de alerta e sintomas

Hábitos como o tabagismo e o uso de anticoncepcionais podem ser fatores de risco para a doença

É bem possível e até provável que você conheça o caso de alguém que teve trombose. Doença que ficou ainda mais conhecida devido às possíveis complicações da covid-19, a trombose atinge 180 mil pessoas no Brasil por ano de acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Vascular (SBACV). 

O distúrbio acomete o corpo humano por meio da formação de um ou mais coágulos que impedem o fluxo sanguíneo em veias e artérias (trombos), causando sintomas como dor, calor, vermelhidão e rigidez da musculatura na região afetada.

O cirurgião vascular Leonardo Lucas explica que existem diferentes tipos de trombose, de acordo com a área do corpo onde é localizada. A trombose venosa profunda é o tipo mais frequente, afetando uma ou mais veias profundas, principalmente em membros inferiores. "Quando o trombo se desloca do local onde se originou até o pulmão, ocorre o que chamamos de embolia pulmonar."

O tratamento médico é realizado com anticoagulantes, que evitam a formação e a progressão do trombo, impedindo a obstrução das veias e o agravamento da doença. A duração depende da gravidade da doença e da causa da trombose. "O diagnóstico precoce reduz as consequências da trombose venosa. Por isso, em qualquer sinal de trombose na perna, o paciente deve buscar a assistência médica." A cirurgia com técnica minimamente invasiva é indicada em casos específicos, como o da Síndrome de May-Thurner, em que a trombose venosa profunda ocorre por compressão da veia ilíaca esquerda pela artéria ilíaca direita, na região pélvica.

"Fazemos um acesso venoso ecoguiado, realizamos o implante de cateter e a infusão de agentes fibrinolíticos (medicamentos para tratar trombose) que dissolvem o trombo. Também podemos realizar a trombectomia por cateter, em que retiramos os trombos. Quando a causa da trombose é uma síndrome compressiva, o implante de stent se faz necessário", explica o cirurgião.

Fique atento aos sinais do seu corpo

Como a trombose pode ser uma doença silenciosa e assintomática, é preciso ter atenção aos pontos de alerta:

Maior incidência em mulheres

A condição acomete mais as mulheres, mas os homens também podem apresentá-la e precisam estar atentos aos sintomas.

Fatores de risco

Alguns fatores podem aumentar as probabilidades de trombose, como o histórico familiar, tabagismo, obesidade, uso de anticoncepcional, reposição hormonal, neoplasia (câncer), trombofilias (facilidade em formar coágulos no sangue), alterações hormonais causadas pela gestação e/ou parto, trauma, pós-operatórios, viagens prolongadas, idade (maiores de 60 anos) e varizes nos membros inferiores.

Sinais

A trombose pode surgir de forma assintomática. No entanto, nos pacientes sintomáticos, é comum sentir dor, edema, ardência, vermelhidão, cianose (coloração azul ou arroxeada) e endurecimento da perna. Em caso de embolia pulmonar, o paciente pode apresentar falta de ar, dor torácica e tosse com sangue, entre outros sintomas.

Dores nas pernas

Dores nas pernas persistentes podem ser um alerta vermelho para a trombose. Em caso de câimbras, dores que pioram ao contrair a musculatura, descoloração da pele ou coloração azulada ou esbranquiçada, procure ajuda médica.

Quer saber mais informações para sua saúde? Acesse a página de Trombose e tenha uma visão geral desta condição, incluindo diagnósticos e tratamentos disponíveis.

Como identificar e diagnosticar o Pé Diabético?

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Como identificar e diagnosticar o Pé Diabético?

Cuidar dos pés é assunto sério para a pessoa com diabetes. Por isso, mesmo em caso de baixo risco para úlceras e feridas, é preciso reavaliar o membro a cada ano

 

As feridas e úlceras que aparecem no pé diabético tornam a identificação da doença facilitada, no entanto, quanto antes desses sintomas aparecerem o diagnóstico for feito, melhor será a qualidade de vida do paciente e a chance de evitar a amputação do membro. Por isso, sempre que uma pessoa com diabetes notar dormência, dor, cãibras ou formigamento contínuo nos pés, deve procurar por atendimento médico.

Segundo orientação do Ministério da Saúde para a Atenção Primária em Saúde, todos os indivíduos diabéticos devem receber avaliações dos pés, começando no diagnóstico do diabetes tipo 2 e cinco anos após o diagnóstico no diabetes tipo 11,2

“O profissional de Saúde, que pode ser até mesmo a enfermeira, vai fazer um diagnóstico clínico desta condição, com alguns testes dentro do consultório”, resume Roseanne Montargil Rocha, coordenadora do Departamento de Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). “ A primeira coisa que ele deve notar é uma deformidade, seja o dedo em garra, pé dobrado ou até mesmo a pele ressecada.”

Depois, o teste de temperatura - tanto quente como fria - é importante para a avaliação da sensibilidade do membro. “Além dele, o teste de monofilamento ajuda o profissional de Saúde a avaliar o estímulo nos pés e até testar a dor”, explica a médica. Há ainda outros testes possíveis, como o de diapasão 128 Hz (sensibilidade vibratória), pino ou palito (sensibilidade dolorosa), martelo (reflexo aquileu) ou bioestesiômetro (limiar de sensibilidade vibratória)3 , mas que nem sempre estão disponíveis nos centros de saúde.

Por isso, um teste fácil, acessível e eficiente é o de palpação. “Nele, o profissional precisa palpar o pulso em cima e nas laterais do pé para verificar a circulação sanguínea. Se ela estiver ausente, exames de imagem são solicitados”, diz Roseanne. Com todas essas informações, o profissional pode fazer uma classificação de risco de lesão do pé diabético, que vai de baixo a alto.

Saiba mais:

Pé diabético dá para prevenir
Pé diabético você sabe o que é isso
Por que o pé diabético fica dormente
Por que o pé diabético não cicatriza

Como diagnosticar o Pé Diabético?

Confira agora o que é preciso para realizar uma boa avaliação dos pés dos pacientes com diabetes4:

  • Histórico: Perguntar se há história de amputação ou de ulceração prévia nos pés;
  • Neuropatia periférica: pesquisar sintomas neuropáticos positivos (por exemplo, sensações de ardor, pontadas, choques ou agulhadas) ou negativos (como dormência ou sensação de pés anestesiados); avaliar sensibilidade nos pés;
  • Deformidades nos pés: pesquisar se a pessoa tem articulação de Charcot [uma deformidade óssea característica], dedos em garra ou em martelo, proeminências de metatarsos [os ossos que ficam próximos do peito do pé] e acentuação do arco, resultando em maior pressão na planta do pé.
  • Doença vascular periférica: pesquisar comprometimento da capacidade de andar [claudicação], dor em repouso, pulsos diminuídos ou ausentes.
  • Outros sintomas: avaliar se o paciente tem acuidade visual reduzida; descontrole glicêmico; nefropatia diabética (especialmente indivíduos em diálise) e se é fumante.

Quer saber mais sobre pé diabético? Clique aqui e confira tudo sobre essa condição clínica.

 

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2024 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde.

ATENÇÃO III: Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

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Pé diabético dormente: causas, sintomas e cuidados

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Pé diabético dormente: relação com neuropatia diabética

 Altas taxas de glicose no sangue podem atingir os nervos dos membros inferiores, causando uma série de desconfortos. Saiba mais

Entre as causas que levam ao desenvolvimento do pé diabético, a chamada neuropatia periférica é uma das mais prevalentes - chega a atingir 49% dos pacientes1. E, embora apareça de forma precoce, cerca de metade das pessoas permanece assintomática por anos, enquanto a outra parte dos diabéticos já começa a manifestar dor reumática aguda ou crônica2.

“A neuropatia periférica diabética acontece devido às taxas de glicose elevadas no sangue, acima de 140 mg/dl : quanto maior o tempo em que essa situação acontece, maior a chance de ocorrer uma alteração nos nervos dos pés”, explica Roseanne Montargil Rocha, coordenadora do Departamento de Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

Com os nervos dos membros inferiores atingidos, o resultado é a sensação de pés dormentes, quase sempre acompanhada por formigamento e cãibras. A neuropatia também provoca uma alteração na sensibilidade dos pés e - é importante destacar isso - a pessoa para de sentir dor ou qualquer desconforto na região.

Veja também:

Angioplastia com balão ajuda na cicatrização do pé diabético
Balão farmacológico: o dispositivo que viabiliza a circulação sanguínea em pacientes com pé diabético

Só que isso não é bom, como deixa claro Roseanne. “Imagine você ter uma pedra no sapato durante o dia inteiro e não ser capaz de senti-la. Com o paciente com diabetes isso pode acontecer e, ao não retirar a pedra, ele chega ao fim do dia com o pé cheio de feridas significativas.”

Os nervos prejudicados pela neuropatia periférica não são capazes de se regenerar novamente. Daí a importância de manter o controle metabólico da glicose e pedir para que o médico examine seus pés periodicamente, em todas as consultas. Essas medidas ajudam a impedir que a neuropatia progrida para novos nervos e comece a deformar os pés ou provocar úlceras, que podem ser infectadas por bactérias, em um quadro que pode resultar até mesmo na amputação do membro.

Veja também:

Pé diabético dá para prevenir
Por que o pé diabético não cicatriza
Como identificar e diagnosticar o Pé Diabético

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ATENÇÃO III: Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

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