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Incontinência Urinária

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A incontinência urinária - perda involuntária de urina - é um problema comum e frequentemente embaraçoso. A intensidade varia de perder urina ocasionalmente ao tossir ou espirrar a ter uma vontade tão repentina e forte de urinar que você não consegue chegar ao banheiro a tempo.

O que é incontinência urinária?

Embora ocorra com mais frequência com o envelhecimento - 30% das idosas e 15% dos idosos apresentam a condição - esta não é uma consequência inevitável do avanço da idade. Se a incontinência urinária afetar suas atividades diárias, não hesite em consultar o seu médico. Para a maioria das pessoas, algumas mudanças simples no estilo de vida ou um tratamento médico podem aliviar o desconforto ou interromper o problema.

Quais são os tipos de incontinência urinária?

Muitas pessoas apresentam pequenas perdas ocasionais de urina. Outros podem ter escapes leves a moderados com mais frequência. Conheça agora os tipos de incontinência urinária:

  • Incontinência de esforço: A urina escapa quando você pressiona a bexiga ao tossir, espirrar, rir, fazer exercícios ou levantar algo pesado.
  • Incontinência de urgência: Você sente uma necessidade repentina e intensa de urinar, seguida por um escape involuntário de urina. É preciso urinar durante o período de sono ou ocorrem escapes noturnos.
  • Incontinência de transbordamento: Você tem gotejamento frequente ou constante de urina porque a bexiga não esvazia completamente.
  • Incontinência funcional: Uma deterioração física ou mental, como o Alzheimer impede que você chegue a tempo ao banheiro.

É comum ter dois ou mais tipos de incontinência urinária (incontinência mista). Se sentir algum destes sintomas, entre em contato com o seu médico assim que possível.

Quais são as causas da incontinência urinária?

A incontinência urinária não é uma doença, mas sim um sintoma. Ela pode ser causada por certos hábitos diários, doenças ainda não diagnosticadas ou problemas físicos. Uma avaliação completa por seu médico pode ajudar a determinar o que está causando o problema.

Certos alimentos, bebidas e medicamentos podem atuar como diuréticos (estimulam a bexiga e aumentam o volume da urina), como álcool, cafeína, refrigerantes e água mineral com gás, adoçantes artificiais, chocolate, pimentas, alimentos ricos em especiarias, açúcar ou ácido, especialmente frutas cítricas, medicamentos para pressão arterial e para o coração, sedativos e relaxantes musculares ou grandes doses de vitamina C.

A incontinência urinária também pode ser causada por uma condição temporária ou facilmente tratável:

  • Infecção urinária: As infecções podem irritar a bexiga, causar uma forte vontade de urinar e, às vezes, incontinência.
  • Prisão de ventre: O reto está localizado próximo à bexiga e compartilha muitos nervos. Fezes duras e compactas no reto fazem com que esses nervos se tornem excessivamente ativos, o que aumenta a frequência urinária.
  • Gravidez: conforme o feto cresce, o útero passa a pressionar a bexiga e a vontade de urinar se torna mais frequente, podendo haver escapes. A condição geralmente desaparece após o parto. Porém, em caso de cistocele, conhecida como bexiga caída, o médico pode receitar o hormônio estrogênio ou indicar um procedimento cirúrgico para a inserção de um anel flexível que apoia a bexiga. Os sintomas da bexiga caída incluem sensação de pressão na pélvis e na vagina, desconforto ao se esforçar e sensação de que a bexiga não foi totalmente esvaziada depois de urinar.

Por outro lado, mudanças fisiológicas podem requerer acompanhamento médico e tratamento mais detalhados. Por exemplo, devido à idade, a contração do músculo da bexiga se torna mais difícil e a capacidade de armazenar urina diminui.

Nos homens, a prevalência de incontinência varia de 3% a 11% no geral, e a incontinência de urgência representa entre 40% e 80% de todos os casos nos pacientes do sexo masculino. Este tipo de incontinência urinária geralmente ocorre por causa de um aumento da próstata, uma condição conhecida como hiperplasia prostática benigna.

O câncer de próstata também causa incontinência quando não tratado, por causa do aumento da glândula, e os pacientes em tratamento podem sofrer com esta condição como efeito colateral dos medicamentos.

Além disso, tumores em qualquer parte do trato urinário podem obstruir o fluxo normal de urina e levar à incontinência por transbordamento, bem como cálculos urinários (pedras na bexiga).

Problemas neurológicos como esclerose múltipla,Parkinson, acidentes vasculares cerebrais (AVC), tumores cerebrais ou lesões da medula podem interferir nos sinais nervosos envolvidos no controle da bexiga e causar incontinência urinária.

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Veja as respostas para perguntas frequentes sobre a vida com um implante peniano

O meu pênis terá uma aparência diferente para mim, ou outras pessoas vão notar um implante peniano?

Uma vez colocado, o seu implante será completamente indetectável. Ele fica totalmente escondido no corpo. Ninguém vai saber se você não contar — nem mesmo no vestiário.

O processo de ter uma ereção é doloroso?

Tanto o Implante Peniano Maleável quanto o Implante Peniano Ocultável podem simplesmente ser elevados manualmente para a relação sexual e abaixados manualmente quando não estiverem em uso. Este processo não deve ser doloroso. Para inflar um Implante você comprime a bomba no escroto, que então envia o fluido para os cilindros no pênis. Isto requer boa destreza manual, mas não deve ser doloroso. Se você sentir dor, entre em contato com o seu médico1

O que o(a) meu/minha parceiro(a) vai pensar?

Quando inflado, o implante deixa o pênis firme e rígido como uma ereção natural. A sua ereção vai durar o quanto você desejar. E você ainda vai compartilhar a mesma experiência íntima com o(a) seu/sua parceiro(a). Normalmente, a ejaculação e a sensação serão similares a como você as sentia antes do implante.2

Qual é o tempo de recuperação depois da cirurgia? E quando eu posso ter relações sexuais?

A maioria dos homens voltam para casa depois de um dia desde a cirurgia de implante peniano e voltam a todas as suas atividades normais em uma semana. Normalmente, você pode ter relações sexuais cerca de seis semanas depois da cirurgia.3

O meu implante peniano vai disparar alarmes de segurança de aeroporto?

Ter um implante peniano não deve afetar a sua capacidade de viajar e passar pela segurança de aeroportos. Uma vez que a maioria dos implantes penianos infláveis têm peças de metal mínimas, eles não devem disparar detectores de metal. Entretanto, alguns implantes penianos não infláveis podem conter mais metal. 

Você receberá um cartão de ID de paciente que identifica você como um paciente portador de dispositivo médico. Independentemente do tipo de implante que você possua, certifique-se de carregar o seu cartão de ID de paciente com você para facilitar sua passagem pela segurança de aeroportos.

Quando vou receber o meu Cartão de ID de paciente?

Você deve receber o seu cartão de ID de paciente de implante peniano no hospital onde receber o seu transplante. Este cartão que cabe em uma carteira ajuda a identificar você como um paciente com um dispositivo médico implantado, e você deve carregá-lo com você em todos os momentos.

Eu posso fazer exames de Ressonância Magnética (IRM) com um implante peniano?

Pessoas portadoras de um implante peniano podem fazer varreduras de IRM com segurança dentro de certos parâmetros. Informe ao seu médico ou técnico de IRM que você possui um implante peniano antes do procedimento.

Quanto tempo um implante dura? Eu vou precisar trocar?

É impossível prever quanto tempo um implante irá funcionar em uma pessoa em particular. Assim como com qualquer dispositivo médico, os implantes penianos estão sujeitos a desgaste e falha mecânica com o passar do tempo. Um estudo recente com mais de 39.000 pacientes mostrou que a sobrevida mecânica de sete anos de um implante peniano é maior que 94,5%.4 Para prolongar a vida útil do seu implante, siga as indicações do seu urologista.

Quais são os riscos de ter um implante peniano?

Assim como com qualquer procedimento médico, podem ocorrer complicações. Você pode encontrar uma visão geral dos riscos de um implante peniano abaixo, mas certifique-se de falar com o seu médico sobre os riscos e benefícios associados a cada dispositivo.

Os efeitos colaterais incluem, entre outros:

Ereções naturais ou espontâneas, bem como outras opções de tratamento intervencionista, não serão mais possíveis

  • Infecção, caso no qual o implante pode precisar ser removido
  • Dor, que é normalmente associada ao processo de cicatrização
  • Falha mecânica do implante

Sobre a Disfunção Erétil

O que é disfunção erétil?

Disfunção erétil (DE) é definida como a incapacidade persistente de alcançar ou manter uma ereção peniana suficiente para um desempenho sexual satisfatório.5  A DE pode limitar a sua intimidade, afetar a sua autoestima e impactar os seus relacionamentos mais importantes. Além das manifestações físicas, a DE disfunção erétil causa danos emocionais e há uma relação forte entre DE e depressão6

Quão comum é a DE?

A disfunção erétil é uma condição surpreendentemente comum vivenciada por mais de 39 milhões de homens nos Estados Unidos.

Ainda tem dúvidas sobre implante peniano e tratamentos para disfunção erétil? Acesse Função Erétil, informe-se, encontre um especialista e redescubra sua vida sexual. 

 

 ATENÇÃO: A lei restringe a venda desses dispositivos apenas a médicos ou mediante prescrição médica. Indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na rotulagem do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e podem não estar aprovados ou à venda em certos países. Este material não é destinado ao uso na França.

Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

Copyright © 2025 Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. ENDO - UROPH-1759108-AA

 

Saúde masculina: cirurgias e tratamentos para disfunção erétil e incontinência urinária

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Saúde masculina: tratamentos e cirurgias para disfunção erétil e incontinência

Tecnologia de ponta e próteses maleáveis podem ser utilizadas por todas as idades e têm cirurgia coberta por planos de saúde

 

Associadas muitas vezes ao lado estético, as cirurgias íntimas masculinas podem ter um grande impacto em problemas como disfunção erétil e incontinência urinária. Mesmo ainda sendo um tabu, estes problemas não podem ser deixados de lado, por afetarem a saúde e a autoestima dos homens.

Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), queixas relacionadas à ereção atingem 50% dos homens depois dos 40 anos (cerca de 16 milhões de brasileiros) e a incontinência urinária, 15% dos homens também acima de 40 anos.

Por conta desses problemas, os homens ficam impossibilitados de sustentar uma atividade sexual satisfatória, e podem ter escapes de urina durante a prática de esportes ou atividades corriqueiras. Dessa maneira, outras questões podem acometer estes pacientes, como falta de autoconfiança, ansiedade e depressão, que afetam não só sua qualidade de vida, mas também das pessoas com quem se relacionam.

“As cirurgias masculinas vão muito além da estética. Elas têm a intenção de fornecer maior conforto aos pacientes, bem como tratar a disfunção ou a incontinência, para que eles possam viver com mais tranquilidade e qualidade de vida”, aponta o Dr. Carlos Bautzer, urologista que atua no núcleo de Medicina Sexual do Hospital Sírio-Libanês e é médico-assistente da disciplina de Urologia da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC).

Tratamentos disponíveis

Medicamentos orais

A indicação medicamentosa utiliza inibidores da fosfodiesterase-5 que devem ser tomados antes da relação sexual e/ou diariamente, a depender da indicação médica. Porém, esses medicamentos são contraindicados para pacientes com problemas cardíacos e de pressão arterial, entre outras condições.

“Quando o medicamento não funciona ou o paciente tem contraindicação, pode-se usar vasodilatadores injetados diretos no pênis”, explica o urologista. O principal risco do tratamento é usar uma dose grande que cause ereção prolongada demais – quando o pênis fica ereto por mais de quatro horas, situação chamada de priapismo, o sangue rico em oxigênio deixa de entrar e há formação de fibroses, o que, com o passar do tempo, pode agravar ainda mais a disfunção erétil.

Próteses penianas

Quando essas formas de terapia não obtêm resultado, os implantes penianos são considerados. Isso porque se trata de um método definitivo: as próteses podem ser substituídas, mas não removidas. As próteses penianas são estruturas implantadas para preencher os espaços que deveriam ser ocupados pelo sangue nos corpos cavernosos. Elas garantem a ereção e permitem que o usuário tenha relações sexuais sempre que desejar.

Prótese maleável

Composta por duas hastes de silicone que são inseridas nos corpos cavernosos do pênis. Desta forma, o pênis se mantém ereto. Esta prótese apresenta como diferencial a sensação tátil muito semelhante à de um pênis ereto, e garante mais conforto ao paciente, pois sugere maior naturalidade.

Além disso, a maleabilidade permite que o paciente dobre e guarde o pênis após a relação sexual, sem nenhum incômodo. Por ser mais simples, é mais fácil de ser inserida cirurgicamente, o que garante uma recuperação mais rápida, de acordo com o médico.

Outras vantagens são o preço (custa de R$7 mil a 10 mil); a cobertura por planos de saúde e SUS (Sistema Único de Saúde).

Prótese inflável

Composta por dois cilindros infláveis que simulam a função peniana a partir de um mecanismo chamado de “pump”, inserido na bolsa escrotal que deve ser acionado para inflar o pênis antes da relação sexual e desinflar, após seu uso.

Segundo o urologista, ela é a preferida dos homens por trazer maior descrição, porém, por ser mais complexa, ela custa quase o dobro do preço da prótese maleável, chegando a R$20 mil e não tem cobertura pelos planos de saúde e nem pelo SUS. Sua duração gira em torno de 10 a 15 anos.

Agora que você se informou sobre : Confira os benefícios das cirurgias e tratamentos com foco na saúde masculina, aproveite e acesse demais conteúdos sobre Saúde Sexual para ler: Perguntas Frequentes sobre Implante Peniano

E se quiser saber se disfunção erétil está afetando sua vida sexual, faça nosso quiz e entenda melhor sua saúde sexual.

 

ATENÇÃO: A lei restringe a venda desses dispositivos apenas a médicos ou mediante prescrição médica. Indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na rotulagem do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e podem não estar aprovados ou à venda em certos países. Este material não é destinado ao uso na França.

Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

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Aumento da próstata: 4 tratamentos minimamente invasivos eficazes

Saúde Urológica

Aumento da próstata: 4 tratamentos modernos e minimamente invasivos

Conheça as alternativas para a cirurgia aberta no tratamento da hiperplasia prostática benigna

 

Conhecida popularmente como “próstata aumentada”, a hiperplasia prostática benigna (HPB) é uma condição que pode causar desconforto e problemas como dificuldade para urinar, infecções e cálculos renais. Porém, isso não é motivo para pânico, já que há diversos tipos de tratamentos, incluindo os minimamente invasivos. 

Os exames de detecção precoce do câncer de próstata, como dosagem de PSA e toque retal, permitem identificar o surgimento da HPB, facilitando seu diagnóstico. O histórico familiar também deve ser levado em conta, bem como obesidade e condições crônicas, como diabetes e doenças cardíacas. 

A primeira abordagem de tratamento, e também a mais comum, é a medicamentosa. Envolve o uso de alfa-adrenérgicos, que relaxam músculos da próstata e da bexiga e melhoram o fluxo de urina. 

Porém, quando os medicamentos não provocam a resposta esperada ou causam efeitos adversos, pode ser o caso de uma cirurgia. “Próstata” e “cirurgia” são duas palavras que assombram o imaginário masculino quando aparecem na mesma frase, mas há técnicas minimamente invasivas que não apenas afastam consideravelmente os riscos de impotência sexual ou incontinência urinária, como também devolvem ao paciente sua qualidade de vida. 

Na verdade, essas técnicas podem até mesmo trazer benefícios à vida sexual, já que um estudo recente demonstrou que 86% dos homens que passam pelo procedimento relatam satisfação sexual igual ou melhorada após procedimentos do tipo.

Conheça agora as principais técnicas minimamente invasivas para tratamento da hiperplasia prostática benigna.

Terapia a laser

É uma das técnicas mais eficazes. “Ela pode ser aplicada em virtualmente todos os pacientes que têm indicação de tratamento cirúrgico da hiperplasia prostática, desde que tenham condições de saúde que permitam que sejam anestesiados”, explica o urologista Daniel de Morais Perpetuo, Chefe do Setor de Cirurgia Minimamente Invasiva do Hospital Federal dos Servidores do Estado – RJ.

O procedimento é relativamente simples:  o laser aquece e vaporiza rapidamente o tecido que bloqueia a próstata, restaurando o fluxo natural de urina sem efeitos adversos. O paciente geralmente volta para casa no mesmo dia em que o procedimento é realizado. Em poucos casos, é recomendada a internação por uma noite. “Como é uma cirurgia com controle muito eficaz do sangramento, pode inclusive ser feita em pacientes que usam anticoagulantes ou com distúrbios de coagulação”, afirma o urologista.

Enucleação prostática

Indicada quando o volume prostático do paciente é elevado. Em alguns casos, pode até mesmo substituir a indicação por uma cirurgia aberta, mas é realizada apenas em centros especializados.

A enucleação se vale de um aparelho de endoscopia que passa pela uretra e atinge a próstata e a bexiga, usando um laser pulsátil para cortar, vaporizar e coagular os tecidos durante a cirurgia. 

Cirurgia laparoscópica assistida por robótica

O cirurgião opera um robô que permite a visualização dos órgãos em 3D, dando a ele mais precisão e permitindo movimentos mais delicados. São feitos de 3 a 5 cortes de cerca de 0,5cm na região abdominal, por onde são inseridas uma câmera extremamente fina e delicadas pinças cirúrgicas.

As incisões, reconstruções e resseções são feitas pelo cirurgião, que comanda o robô em uma sala separada. É uma técnica com várias salvaguardas e mecanismos de proteção, inclusive contra eventual erro humano, e que oferece um tratamento bastante seguro da HPB.

Terapias ambulatoriais

“As chamadas terapias ambulatoriais têm esse nome por não demandarem  internação e, diferentemente da terapia a laser, não há retirada do tecido prostático”, explica o especialista. Essas terapias ainda estão sob avaliação de durabilidade e da necessidade de realizar um re-tratamento após alguns anos, mas já são oferecidas em alguns centros em caráter experimental.

Entre as terapias do tipo, Perpetuo destaca o Urolift (uma espécie de “grampeamento” da próstata, por meio de pequenos implantes que levantam e fixam a glândula longe da passagem da urina), o Rezum (que injeta vapor em distintos pontos da próstata para reduzir seu tamanho) e o iTind (que insere temporariamente um remodelador prostático no canal da uretra para abrir o canal da próstata).

Quer entender os sintomas e causas da HPB? Navegue pelo nosso site e descubra como identificar os sinais e compreender melhor a hiperplasia prostática benigna.

 

ALERTA: A lei restringe a venda desses dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. Indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na rotulagem do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins de INFORMAÇÃO e podem não ser aprovados ou vendidos em determinados países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. 

- ALERTA 2: Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos de resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

Este material é apenas para fins informativos e não se destina a diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda enfaticamente que você consulte seu médico sobre todos os assuntos relacionados à sua saúde.

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Incontinência urinária masculina: o que é, sintomas e tratamentos

Saúde Urológica

Incontinência urinária masculina: causas, sintomas e como tratar

Descubra o que é incontinência urinária, os sintomas, os fatores de risco e os tratamentos

A incontinência masculina pode ser solucionada.

Uma condição que limita a vida de quem a possui, ao não permitir que a levem com regularidade.

O que é Incontinência Urinária?

A incontinência urinária - perda involuntária de urina - é um problema comum e frequentemente embaraçoso. A intensidade varia de perder urina ocasionalmente ao tossir ou espirrar, a ter uma vontade tão repentina e forte de urinar que você não consegue chegar ao banheiro a tempo.

Embora ocorra com mais frequência com o envelhecimento, a incontinência urinária não é uma consequência inevitável do envelhecimento.

Se a incontinência urinária afetar suas atividades diárias, não hesite em consultar o seu médico. Para a maioria das pessoas, algumas mudanças simples no estilo de vida ou um tratamento médico podem aliviar o desconforto ou interromper a incontinência urinária.

Quais os sintomas da Incontinência Urinária?

Muitas pessoas apresentam pequenos escapes ocasionais de urina. Outros podem ter escapes leves a moderados com mais frequência.

Os tipos de incontinência urinária incluem:

  • Incontinência de esforço: A urina vaza quando você pressiona a bexiga ao tossir, espirrar, rir, fazer exercícios ou levantar algo pesado.
  • Incontinência de urgência: Você sente uma necessidade repentina e intensa de urinar, seguida por um escape involuntário de urina.
  • Incontinência de transbordamento: Você tem gotejamento frequente ou constante de urina porque a bexiga não esvazia completamente.
  • Incontinência funcional: Uma deterioração física ou mental impede que você chegue a tempo ao banheiro. Por exemplo, se você tem artrite severa, pode não conseguir desabotoar as calças com rapidez suficiente.
  • Incontinência mista: Você tem mais de um tipo de incontinência urinária.

Quais as causas da Incontinência Urinária?

A incontinência urinária não é uma doença, mas um sintoma. Ela pode ser causada por certos hábitos diários, doenças subjacentes ou problemas físicos. Uma avaliação completa por seu médico pode ajudar a determinar o que está causando sua incontinência.

Certos alimentos, bebidas e medicamentos podem atuar como diuréticos (estimulam a bexiga e aumentam o volume da urina). Alguns deles são:

  • Álcool
  • Cafeína
  • Refrigerantes e água mineral com gás
  • Adoçantes artificiais
  • Chocolate
  • Pimentas
  • Alimentos ricos em especiarias, açúcar ou ácido, especialmente frutas cítricas
  • Medicamentos para pressão arterial e para o coração, sedativos e relaxantes musculares
  • Grandes doses de vitamina C

A incontinência urinária também pode ser causada por uma condição facilmente tratável, por exemplo:

  • Infecção urinária: As infecções podem irritar a bexiga, causar uma forte vontade de urinar e, às vezes, incontinência.
  • Prisão de ventre: O reto está localizado próximo à bexiga e compartilha muitos nervos. Fezes duras e compactadas no reto fazem com que esses nervos se tornem excessivamente ativos e aumenta a frequência urinária.

Conheça mais causas da incontinência urinária

Quer saber mais sobre essa condição clínica? Acesse nossa página sobre incontinência urinária.

Fatores de risco

Os fatores que aumentam o risco de incontinência urinária incluem:

  • Sexo: As mulheres têm maior probabilidade de sofrer incontinência de esforço. Entretanto, os homens com problemas de próstata apresentam alto risco de incontinência de urgência e transbordamento.
  • Idade Conforme você envelhece, os músculos da bexiga e da uretra perdem força.
  • Estar acima do peso: O excesso de peso aumenta a pressão sobre a bexiga e os músculos ao redor, enfraquecendo-os e causando escape de urina ao tossir ou espirrar.
  • Fumar: O consumo de tabaco pode aumentar o risco de incontinência urinária.
  • Histórico familiar: Se um parente próximo tem incontinência urinária, especialmente incontinência de urgência, você corre um risco maior de contrair a doença.
  • Outras doenças: Doenças neurológicas ou diabetes podem aumentar o risco de incontinência.

Como prevenir a incontinência urinária?

A incontinência urinária nem sempre pode ser evitada. Entretanto, para diminuir o risco, pode ser útil:

  • Manter um peso saudável
  • Praticar exercícios para o assoalho pélvico
  • Evitar alimentos que irritam a bexiga, como cafeína, álcool e alimentos ácidos.
  • Comer mais fibras, o que pode prevenir a constipação, uma das causas da incontinência urinária.
  • Não fume ou procure ajuda para parar de fumar

Quais os tratamentos para Incontinência Urinária?

O tratamento da incontinência urinária depende do tipo, da gravidade e da causa subjacente. Provavelmente, será necessária uma combinação de tratamentos. Se a doença pré-existente estiver causando os sintomas, o médico tratará essa doença primeiro.

Seu médico provavelmente irá sugerir tratamentos menos invasivos no início e passar para outras opções apenas se essas técnicas falharem.

Exercícios para fortalecer os músculos do assoalho pélvico

Seu médico pode recomendar que você faça esses exercícios com frequência para fortalecer os músculos que ajudam a controlar a micção. Esses exercícios, também conhecidos como "exercícios de Kegel", são especialmente eficazes no tratamento da incontinência de esforço, mas também podem ser úteis no tratamento da incontinência.

Medicamentos

Os medicamentos comumente utilizados para tratar a incontinência são:

  • Anticolinérgicos.
  • Mirabegrona (Myrbetric)
  • Bloqueadores alfa

Cirurgia

Se outros tratamentos não funcionarem, existem vários procedimentos cirúrgicos que podem tratar os problemas causados pela incontinência urinária.

Esfíncter urinário artificial

Nos homens, um pequeno anel cheio de líquido é implantado ao redor do colo da bexiga para manter o esfíncter urinário fechado até que você esteja pronto para urinar. Para urinar, você pressiona uma válvula implantada sob a pele do escroto, o que faz com que o anel esvazie e permita que a urina flua para fora da bexiga.

Quer saber mais sobre incontinência urinária?

Para entender a extensão da situação, assista a essa websérie. Fernando tem 53 anos, é casado com a Tereza e tem dois filhos. Ele está lidando com a incontinência urinária após o câncer de próstata. Essa é a história de milhares de homens que convivem com a incontinência urinária todos os dias. E com o apoio da família e de uma boa orientação médica, Fernando vai conseguir superar o desafio.

Descubra a jornada do paciente em quatro episódios!

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Quer saber mais sobre essa condição clínica? Acesse nossa página sobre incontinência urinária.

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Quais são os fatores que aumentam o risco de incontinência urinária?

Conforme você envelhece, os músculos da bexiga e da uretra perdem força. Além disso, mulheres têm uma probabilidade maior de sofrer incontinência de esforço. Entretanto, os homens com problemas de próstata apresentam alto risco de incontinência de urgência e transbordamento.

Histórico familiar, especialmente de incontinência de urgência, e doenças neurológicas ou diabetes também aumentam seu risco.

Dois fatores que podem ser mudados e reduzir seu risco de desenvolver a condição são o controle do peso, já que o sobrepeso e a obesidade aumentam a pressão sobre a bexiga e enfraquecem os músculos ao redor, e parar de fumar, porque o tabaco tem componentes que irritam a bexiga.

Como diminuir o risco de incontinência urinária?

A incontinência urinária nem sempre pode ser prevenida, mas algumas mudanças de comportamento podem ajudar a reduzir seus riscos:

  • Mantenha um peso saudável
  • Pratique exercícios para o assoalho pélvico
  • Evite alimentos que irritam a bexiga, como cafeína, álcool e comidas e bebidas ácidas.
  • Coma mais fibras, o que pode prevenir a constipação, uma das causas da incontinência urinária.
  • Não fume ou procure ajuda para parar de fumar.

Quais são os tratamentos para incontinência urinária?

O tratamento da incontinência urinária depende do tipo, da gravidade e de uma causa geralmente pré-existente, ainda que não diagnosticada. Pode ser necessário fazer uma combinação de tratamentos, partindo dos menos invasivos aos mais complexos, caso os primeiros não apresentem os resultados esperados. Se uma doença pré-existente estiver causando os sintomas, o médico tratará essa doença primeiro.

Muitas pessoas apresentam pequenas perdas ocasionais de urina. Outros podem ter escapes leves a moderados com mais frequência. Conheça agora os tipos de incontinência urinária:

  • Incontinência de esforço: A urina escapa quando você pressiona a bexiga ao tossir, espirrar, rir, fazer exercícios ou levantar algo pesado.
  • Incontinência de urgência: Você sente uma necessidade repentina e intensa de urinar, seguida por um escape involuntário de urina. É preciso urinar durante o período de sono ou ocorrem escapes noturnos.
  • Incontinência de transbordamento: Você tem gotejamento frequente ou constante de urina porque a bexiga não esvazia completamente.
  • Incontinência funcional: Uma deterioração física ou mental, como o Alzheimer impede que você chegue a tempo ao banheiro.

É comum ter dois ou mais tipos de incontinência urinária (incontinência mista). Se sentir algum destes sintomas, entre em contato com o seu médico assim que possível.

A incontinência urinária não é uma doença, mas sim um sintoma. Ela pode ser causada por certos hábitos diários, doenças ainda não diagnosticadas ou problemas físicos. Uma avaliação completa por seu médico pode ajudar a determinar o que está causando o problema.

Certos alimentos, bebidas e medicamentos podem atuar como diuréticos (estimulam a bexiga e aumentam o volume da urina), como álcool, cafeína, refrigerantes e água mineral com gás, adoçantes artificiais, chocolate, pimentas, alimentos ricos em especiarias, açúcar ou ácido, especialmente frutas cítricas, medicamentos para pressão arterial e para o coração, sedativos e relaxantes musculares ou grandes doses de vitamina C.

A incontinência urinária também pode ser causada por uma condição temporária ou facilmente tratável:

  • Infecção urinária: As infecções podem irritar a bexiga, causar uma forte vontade de urinar e, às vezes, incontinência.
  • Prisão de ventre: O reto está localizado próximo à bexiga e compartilha muitos nervos. Fezes duras e compactas no reto fazem com que esses nervos se tornem excessivamente ativos, o que aumenta a frequência urinária.
  • Gravidez: conforme o feto cresce, o útero passa a pressionar a bexiga e a vontade de urinar se torna mais frequente, podendo haver escapes. A condição geralmente desaparece após o parto. Porém, em caso de cistocele, conhecida como bexiga caída, o médico pode receitar o hormônio estrogênio ou indicar um procedimento cirúrgico para a inserção de um anel flexível que apoia a bexiga. Os sintomas da bexiga caída incluem sensação de pressão na pélvis e na vagina, desconforto ao se esforçar e sensação de que a bexiga não foi totalmente esvaziada depois de urinar.

Por outro lado, mudanças fisiológicas podem requerer acompanhamento médico e tratamento mais detalhados. Por exemplo, devido à idade, a contração do músculo da bexiga se torna mais difícil e a capacidade de armazenar urina diminui.

Nos homens, a prevalência de incontinência varia de 3% a 11% no geral, e a incontinência de urgência representa entre 40% e 80% de todos os casos nos pacientes do sexo masculino. Este tipo de incontinência urinária geralmente ocorre por causa de um aumento da próstata, uma condição conhecida como hiperplasia prostática benigna.

O câncer de próstata também causa incontinência quando não tratado, por causa do aumento da glândula, e os pacientes em tratamento podem sofrer com esta condição como efeito colateral dos medicamentos.

Além disso, tumores em qualquer parte do trato urinário podem obstruir o fluxo normal de urina e levar à incontinência por transbordamento, bem como cálculos urinários (pedras na bexiga).

Problemas neurológicos como esclerose múltipla,Parkinson, acidentes vasculares cerebrais (AVC), tumores cerebrais ou lesões da medula podem interferir nos sinais nervosos envolvidos no controle da bexiga e causar incontinência urinária.

Conforme você envelhece, os músculos da bexiga e da uretra perdem força. Além disso, mulheres têm uma probabilidade maior de sofrer incontinência de esforço. Entretanto, os homens com problemas de próstata apresentam alto risco de incontinência de urgência e transbordamento.

Histórico familiar, especialmente de incontinência de urgência, e doenças neurológicas ou diabetes também aumentam seu risco.

Dois fatores que podem ser mudados e reduzir seu risco de desenvolver a condição são o controle do peso, já que o sobrepeso e a obesidade aumentam a pressão sobre a bexiga e enfraquecem os músculos ao redor, e parar de fumar, porque o tabaco tem componentes que irritam a bexiga.

A incontinência urinária nem sempre pode ser prevenida, mas algumas mudanças de comportamento podem ajudar a reduzir seus riscos:

  • Mantenha um peso saudável
  • Pratique exercícios para o assoalho pélvico
  • Evite alimentos que irritam a bexiga, como cafeína, álcool e comidas e bebidas ácidas.
  • Coma mais fibras, o que pode prevenir a constipação, uma das causas da incontinência urinária.
  • Não fume ou procure ajuda para parar de fumar.

O tratamento da incontinência urinária depende do tipo, da gravidade e de uma causa geralmente pré-existente, ainda que não diagnosticada. Pode ser necessário fazer uma combinação de tratamentos, partindo dos menos invasivos aos mais complexos, caso os primeiros não apresentem os resultados esperados. Se uma doença pré-existente estiver causando os sintomas, o médico tratará essa doença primeiro.

Exercícios para fortalecer os músculos do assoalho pélvico: Conhecidos como exercícios de Kegel, os movimentos que fortalecem o assoalho pélvico podem aumentar seu controle sobre a micção. Eles são especialmente eficazes no tratamento da incontinência de esforço. Para as mulheres, o uso de pessários, dispositivos de silicone colocados na vagina, podem ajudar a elevar a bexiga e evitar os escapes de urina.

Medicamentos: Seu médico pode receitar medicamentos anticolinérgicos, para tratar a bexiga hiperativa, já que relaxa o músculo detrusor, responsável pela expulsão da urina do órgão, ou bloqueadores alfa, que ajudam a aumentar o fluxo urinário e reduzir o volume residual após urinar.

Cirurgia: Se outros tratamentos não funcionarem, existem vários procedimentos cirúrgicos que podem tratar os problemas causados pela incontinência urinária.

Nos homens, duas opções cirúrgicas ajudam a controlar a incontinência.

Esfíncter urinário artificial: Um dispositivo composto de um pequeno anel cheio de líquido é implantado ao redor do colo da bexiga e uma válvula é implantada sob a pele do escroto. Ao ser pressionada, faz com que o anel esvazie e permita que a urina flua para fora da bexiga. As mulheres contam com diversas alternativas cirúrgicas, como: Sling feminino - Por via vaginal, uma fita de polipropileno é inserida abaixo da uretra, se integra aos tecidos do corpo e aumenta a resistência do órgão, de maneira a evitar os escapes.

Suspensões do colo vesical: cirurgia que ajuda a colocar uma bexiga flácida de volta à sua posição normal

Procedimento de Marshall Marchetti Krantz (MMK): cirurgia em que o tecido ao redor da uretra é levantado e costurado no osso na parte frontal da pelve e no tecido atrás da parede abdominal.

Cirurgia de Burch: cirurgia que eleva o colo da bexiga aos ligamentos fortes nos ossos pélvicos usando suturas.

Estimulação do nervo sacral: dispositivo semelhante ao marca-passo, em que um eletrodo de longa permanência é inserido por um pequeno corte na parte inferior das costas e um neuroestimulador é inserido sob a pele da nádega superior.

Diversas organizações podem ajudar você e seus familiares a entender e tratar a incontinência urinária. Além disso, preparamos uma série especial, no YouTube, para abordar essa condição. Assista e leia mais sobre isso.

Exercícios para fortalecer os músculos do assoalho pélvico: Conhecidos como exercícios de Kegel, os movimentos que fortalecem o assoalho pélvico podem aumentar seu controle sobre a micção. Eles são especialmente eficazes no tratamento da incontinência de esforço. Para as mulheres, o uso de pessários, dispositivos de silicone colocados na vagina, podem ajudar a elevar a bexiga e evitar os escapes de urina.

Medicamentos: Seu médico pode receitar medicamentos anticolinérgicos, para tratar a bexiga hiperativa, já que relaxa o músculo detrusor, responsável pela expulsão da urina do órgão, ou bloqueadores alfa, que ajudam a aumentar o fluxo urinário e reduzir o volume residual após urinar.

Cirurgia: Se outros tratamentos não funcionarem, existem vários procedimentos cirúrgicos que podem tratar os problemas causados pela incontinência urinária.

Nos homens, duas opções cirúrgicas ajudam a controlar a incontinência.

Esfíncter urinário artificial: Um dispositivo composto de um pequeno anel cheio de líquido é implantado ao redor do colo da bexiga e uma válvula é implantada sob a pele do escroto. Ao ser pressionada, faz com que o anel esvazie e permita que a urina flua para fora da bexiga. As mulheres contam com diversas alternativas cirúrgicas, como: Sling feminino - Por via vaginal, uma fita de polipropileno é inserida abaixo da uretra, se integra aos tecidos do corpo e aumenta a resistência do órgão, de maneira a evitar os escapes.

Suspensões do colo vesical: cirurgia que ajuda a colocar uma bexiga flácida de volta à sua posição normal

Procedimento de Marshall Marchetti Krantz (MMK): cirurgia em que o tecido ao redor da uretra é levantado e costurado no osso na parte frontal da pelve e no tecido atrás da parede abdominal.

Cirurgia de Burch: cirurgia que eleva o colo da bexiga aos ligamentos fortes nos ossos pélvicos usando suturas.

Estimulação do nervo sacral: dispositivo semelhante ao marca-passo, em que um eletrodo de longa permanência é inserido por um pequeno corte na parte inferior das costas e um neuroestimulador é inserido sob a pele da nádega superior.

Onde posso saber mais sobre incontinência urinária?

Diversas organizações podem ajudar você e seus familiares a entender e tratar a incontinência urinária. Além disso, preparamos uma série especial, no YouTube, para abordar essa condição. Assista e leia mais sobre isso.

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O meu pênis terá uma aparência diferente para mim, ou outras pessoas vão notar um implante peniano?

Uma vez colocado, o seu implante será completamente indetectável. Ele fica totalmente escondido no corpo. Ninguém vai saber se você não contar — nem mesmo no vestiário.

O processo de ter uma ereção é doloroso?

Tanto o Implante Peniano Maleável quanto o Implante Peniano Ocultável podem simplesmente ser elevados manualmente para a relação sexual e abaixados manualmente quando não estiverem em uso. Este processo não deve ser doloroso. Para inflar um Implante você comprime a bomba no escroto, que então envia o fluido para os cilindros no pênis. Isto requer boa destreza manual, mas não deve ser doloroso. Se você sentir dor, entre em contato com o seu médico1

O que o(a) meu/minha parceiro(a) vai pensar?

Quando inflado, o implante deixa o pênis firme e rígido como uma ereção natural. A sua ereção vai durar o quanto você desejar. E você ainda vai compartilhar a mesma experiência íntima com o(a) seu/sua parceiro(a). Normalmente, a ejaculação e a sensação serão similares a como você as sentia antes do implante.2

Qual é o tempo de recuperação depois da cirurgia? E quando eu posso ter relações sexuais?

A maioria dos homens voltam para casa depois de um dia desde a cirurgia de implante peniano e voltam a todas as suas atividades normais em uma semana. Normalmente, você pode ter relações sexuais cerca de seis semanas depois da cirurgia.3

O meu implante peniano vai disparar alarmes de segurança de aeroporto?

Ter um implante peniano não deve afetar a sua capacidade de viajar e passar pela segurança de aeroportos. Uma vez que a maioria dos implantes penianos infláveis têm peças de metal mínimas, eles não devem disparar detectores de metal. Entretanto, alguns implantes penianos não infláveis podem conter mais metal. 

Você receberá um cartão de ID de paciente que identifica você como um paciente portador de dispositivo médico. Independentemente do tipo de implante que você possua, certifique-se de carregar o seu cartão de ID de paciente com você para facilitar sua passagem pela segurança de aeroportos.

Quando vou receber o meu Cartão de ID de paciente?

Você deve receber o seu cartão de ID de paciente de implante peniano no hospital onde receber o seu transplante. Este cartão que cabe em uma carteira ajuda a identificar você como um paciente com um dispositivo médico implantado, e você deve carregá-lo com você em todos os momentos.

Eu posso fazer exames de Ressonância Magnética (IRM) com um implante peniano?

Pessoas portadoras de um implante peniano podem fazer varreduras de IRM com segurança dentro de certos parâmetros. Informe ao seu médico ou técnico de IRM que você possui um implante peniano antes do procedimento.

Quanto tempo um implante dura? Eu vou precisar trocar?

É impossível prever quanto tempo um implante irá funcionar em uma pessoa em particular. Assim como com qualquer dispositivo médico, os implantes penianos estão sujeitos a desgaste e falha mecânica com o passar do tempo. Um estudo recente com mais de 39.000 pacientes mostrou que a sobrevida mecânica de sete anos de um implante peniano é maior que 94,5%.4 Para prolongar a vida útil do seu implante, siga as indicações do seu urologista.

Quais são os riscos de ter um implante peniano?

Assim como com qualquer procedimento médico, podem ocorrer complicações. Você pode encontrar uma visão geral dos riscos de um implante peniano abaixo, mas certifique-se de falar com o seu médico sobre os riscos e benefícios associados a cada dispositivo.

Os efeitos colaterais incluem, entre outros:

Ereções naturais ou espontâneas, bem como outras opções de tratamento intervencionista, não serão mais possíveis

  • Infecção, caso no qual o implante pode precisar ser removido
  • Dor, que é normalmente associada ao processo de cicatrização
  • Falha mecânica do implante

Sobre a Disfunção Erétil

O que é disfunção erétil?

Disfunção erétil (DE) é definida como a incapacidade persistente de alcançar ou manter uma ereção peniana suficiente para um desempenho sexual satisfatório.5  A DE pode limitar a sua intimidade, afetar a sua autoestima e impactar os seus relacionamentos mais importantes. Além das manifestações físicas, a DE disfunção erétil causa danos emocionais e há uma relação forte entre DE e depressão6

Quão comum é a DE?

A disfunção erétil é uma condição surpreendentemente comum vivenciada por mais de 39 milhões de homens nos Estados Unidos.

Ainda tem dúvidas sobre implante peniano e tratamentos para disfunção erétil? Acesse Função Erétil, informe-se, encontre um especialista e redescubra sua vida sexual. 

 

 ATENÇÃO: A lei restringe a venda desses dispositivos apenas a médicos ou mediante prescrição médica. Indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na rotulagem do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e podem não estar aprovados ou à venda em certos países. Este material não é destinado ao uso na França.

Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

Copyright © 2025 Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. ENDO - UROPH-1759108-AA

 

Saúde masculina: cirurgias e tratamentos para disfunção erétil e incontinência urinária

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Saúde masculina: tratamentos e cirurgias para disfunção erétil e incontinência

Tecnologia de ponta e próteses maleáveis podem ser utilizadas por todas as idades e têm cirurgia coberta por planos de saúde

 

Associadas muitas vezes ao lado estético, as cirurgias íntimas masculinas podem ter um grande impacto em problemas como disfunção erétil e incontinência urinária. Mesmo ainda sendo um tabu, estes problemas não podem ser deixados de lado, por afetarem a saúde e a autoestima dos homens.

Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), queixas relacionadas à ereção atingem 50% dos homens depois dos 40 anos (cerca de 16 milhões de brasileiros) e a incontinência urinária, 15% dos homens também acima de 40 anos.

Por conta desses problemas, os homens ficam impossibilitados de sustentar uma atividade sexual satisfatória, e podem ter escapes de urina durante a prática de esportes ou atividades corriqueiras. Dessa maneira, outras questões podem acometer estes pacientes, como falta de autoconfiança, ansiedade e depressão, que afetam não só sua qualidade de vida, mas também das pessoas com quem se relacionam.

“As cirurgias masculinas vão muito além da estética. Elas têm a intenção de fornecer maior conforto aos pacientes, bem como tratar a disfunção ou a incontinência, para que eles possam viver com mais tranquilidade e qualidade de vida”, aponta o Dr. Carlos Bautzer, urologista que atua no núcleo de Medicina Sexual do Hospital Sírio-Libanês e é médico-assistente da disciplina de Urologia da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC).

Tratamentos disponíveis

Medicamentos orais

A indicação medicamentosa utiliza inibidores da fosfodiesterase-5 que devem ser tomados antes da relação sexual e/ou diariamente, a depender da indicação médica. Porém, esses medicamentos são contraindicados para pacientes com problemas cardíacos e de pressão arterial, entre outras condições.

“Quando o medicamento não funciona ou o paciente tem contraindicação, pode-se usar vasodilatadores injetados diretos no pênis”, explica o urologista. O principal risco do tratamento é usar uma dose grande que cause ereção prolongada demais – quando o pênis fica ereto por mais de quatro horas, situação chamada de priapismo, o sangue rico em oxigênio deixa de entrar e há formação de fibroses, o que, com o passar do tempo, pode agravar ainda mais a disfunção erétil.

Próteses penianas

Quando essas formas de terapia não obtêm resultado, os implantes penianos são considerados. Isso porque se trata de um método definitivo: as próteses podem ser substituídas, mas não removidas. As próteses penianas são estruturas implantadas para preencher os espaços que deveriam ser ocupados pelo sangue nos corpos cavernosos. Elas garantem a ereção e permitem que o usuário tenha relações sexuais sempre que desejar.

Prótese maleável

Composta por duas hastes de silicone que são inseridas nos corpos cavernosos do pênis. Desta forma, o pênis se mantém ereto. Esta prótese apresenta como diferencial a sensação tátil muito semelhante à de um pênis ereto, e garante mais conforto ao paciente, pois sugere maior naturalidade.

Além disso, a maleabilidade permite que o paciente dobre e guarde o pênis após a relação sexual, sem nenhum incômodo. Por ser mais simples, é mais fácil de ser inserida cirurgicamente, o que garante uma recuperação mais rápida, de acordo com o médico.

Outras vantagens são o preço (custa de R$7 mil a 10 mil); a cobertura por planos de saúde e SUS (Sistema Único de Saúde).

Prótese inflável

Composta por dois cilindros infláveis que simulam a função peniana a partir de um mecanismo chamado de “pump”, inserido na bolsa escrotal que deve ser acionado para inflar o pênis antes da relação sexual e desinflar, após seu uso.

Segundo o urologista, ela é a preferida dos homens por trazer maior descrição, porém, por ser mais complexa, ela custa quase o dobro do preço da prótese maleável, chegando a R$20 mil e não tem cobertura pelos planos de saúde e nem pelo SUS. Sua duração gira em torno de 10 a 15 anos.

Agora que você se informou sobre : Confira os benefícios das cirurgias e tratamentos com foco na saúde masculina, aproveite e acesse demais conteúdos sobre Saúde Sexual para ler: Perguntas Frequentes sobre Implante Peniano

E se quiser saber se disfunção erétil está afetando sua vida sexual, faça nosso quiz e entenda melhor sua saúde sexual.

 

ATENÇÃO: A lei restringe a venda desses dispositivos apenas a médicos ou mediante prescrição médica. Indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na rotulagem do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e podem não estar aprovados ou à venda em certos países. Este material não é destinado ao uso na França.

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Aumento da próstata: 4 tratamentos minimamente invasivos eficazes

Saúde Urológica

Aumento da próstata: 4 tratamentos modernos e minimamente invasivos

Conheça as alternativas para a cirurgia aberta no tratamento da hiperplasia prostática benigna

 

Conhecida popularmente como “próstata aumentada”, a hiperplasia prostática benigna (HPB) é uma condição que pode causar desconforto e problemas como dificuldade para urinar, infecções e cálculos renais. Porém, isso não é motivo para pânico, já que há diversos tipos de tratamentos, incluindo os minimamente invasivos. 

Os exames de detecção precoce do câncer de próstata, como dosagem de PSA e toque retal, permitem identificar o surgimento da HPB, facilitando seu diagnóstico. O histórico familiar também deve ser levado em conta, bem como obesidade e condições crônicas, como diabetes e doenças cardíacas. 

A primeira abordagem de tratamento, e também a mais comum, é a medicamentosa. Envolve o uso de alfa-adrenérgicos, que relaxam músculos da próstata e da bexiga e melhoram o fluxo de urina. 

Porém, quando os medicamentos não provocam a resposta esperada ou causam efeitos adversos, pode ser o caso de uma cirurgia. “Próstata” e “cirurgia” são duas palavras que assombram o imaginário masculino quando aparecem na mesma frase, mas há técnicas minimamente invasivas que não apenas afastam consideravelmente os riscos de impotência sexual ou incontinência urinária, como também devolvem ao paciente sua qualidade de vida. 

Na verdade, essas técnicas podem até mesmo trazer benefícios à vida sexual, já que um estudo recente demonstrou que 86% dos homens que passam pelo procedimento relatam satisfação sexual igual ou melhorada após procedimentos do tipo.

Conheça agora as principais técnicas minimamente invasivas para tratamento da hiperplasia prostática benigna.

Terapia a laser

É uma das técnicas mais eficazes. “Ela pode ser aplicada em virtualmente todos os pacientes que têm indicação de tratamento cirúrgico da hiperplasia prostática, desde que tenham condições de saúde que permitam que sejam anestesiados”, explica o urologista Daniel de Morais Perpetuo, Chefe do Setor de Cirurgia Minimamente Invasiva do Hospital Federal dos Servidores do Estado – RJ.

O procedimento é relativamente simples:  o laser aquece e vaporiza rapidamente o tecido que bloqueia a próstata, restaurando o fluxo natural de urina sem efeitos adversos. O paciente geralmente volta para casa no mesmo dia em que o procedimento é realizado. Em poucos casos, é recomendada a internação por uma noite. “Como é uma cirurgia com controle muito eficaz do sangramento, pode inclusive ser feita em pacientes que usam anticoagulantes ou com distúrbios de coagulação”, afirma o urologista.

Enucleação prostática

Indicada quando o volume prostático do paciente é elevado. Em alguns casos, pode até mesmo substituir a indicação por uma cirurgia aberta, mas é realizada apenas em centros especializados.

A enucleação se vale de um aparelho de endoscopia que passa pela uretra e atinge a próstata e a bexiga, usando um laser pulsátil para cortar, vaporizar e coagular os tecidos durante a cirurgia. 

Cirurgia laparoscópica assistida por robótica

O cirurgião opera um robô que permite a visualização dos órgãos em 3D, dando a ele mais precisão e permitindo movimentos mais delicados. São feitos de 3 a 5 cortes de cerca de 0,5cm na região abdominal, por onde são inseridas uma câmera extremamente fina e delicadas pinças cirúrgicas.

As incisões, reconstruções e resseções são feitas pelo cirurgião, que comanda o robô em uma sala separada. É uma técnica com várias salvaguardas e mecanismos de proteção, inclusive contra eventual erro humano, e que oferece um tratamento bastante seguro da HPB.

Terapias ambulatoriais

“As chamadas terapias ambulatoriais têm esse nome por não demandarem  internação e, diferentemente da terapia a laser, não há retirada do tecido prostático”, explica o especialista. Essas terapias ainda estão sob avaliação de durabilidade e da necessidade de realizar um re-tratamento após alguns anos, mas já são oferecidas em alguns centros em caráter experimental.

Entre as terapias do tipo, Perpetuo destaca o Urolift (uma espécie de “grampeamento” da próstata, por meio de pequenos implantes que levantam e fixam a glândula longe da passagem da urina), o Rezum (que injeta vapor em distintos pontos da próstata para reduzir seu tamanho) e o iTind (que insere temporariamente um remodelador prostático no canal da uretra para abrir o canal da próstata).

Quer entender os sintomas e causas da HPB? Navegue pelo nosso site e descubra como identificar os sinais e compreender melhor a hiperplasia prostática benigna.

 

ALERTA: A lei restringe a venda desses dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. Indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na rotulagem do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins de INFORMAÇÃO e podem não ser aprovados ou vendidos em determinados países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. 

- ALERTA 2: Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos de resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

Este material é apenas para fins informativos e não se destina a diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda enfaticamente que você consulte seu médico sobre todos os assuntos relacionados à sua saúde.

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Incontinência urinária masculina: o que é, sintomas e tratamentos

Saúde Urológica

Incontinência urinária masculina: causas, sintomas e como tratar

Descubra o que é incontinência urinária, os sintomas, os fatores de risco e os tratamentos

A incontinência masculina pode ser solucionada.

Uma condição que limita a vida de quem a possui, ao não permitir que a levem com regularidade.

O que é Incontinência Urinária?

A incontinência urinária - perda involuntária de urina - é um problema comum e frequentemente embaraçoso. A intensidade varia de perder urina ocasionalmente ao tossir ou espirrar, a ter uma vontade tão repentina e forte de urinar que você não consegue chegar ao banheiro a tempo.

Embora ocorra com mais frequência com o envelhecimento, a incontinência urinária não é uma consequência inevitável do envelhecimento.

Se a incontinência urinária afetar suas atividades diárias, não hesite em consultar o seu médico. Para a maioria das pessoas, algumas mudanças simples no estilo de vida ou um tratamento médico podem aliviar o desconforto ou interromper a incontinência urinária.

Quais os sintomas da Incontinência Urinária?

Muitas pessoas apresentam pequenos escapes ocasionais de urina. Outros podem ter escapes leves a moderados com mais frequência.

Os tipos de incontinência urinária incluem:

  • Incontinência de esforço: A urina vaza quando você pressiona a bexiga ao tossir, espirrar, rir, fazer exercícios ou levantar algo pesado.
  • Incontinência de urgência: Você sente uma necessidade repentina e intensa de urinar, seguida por um escape involuntário de urina.
  • Incontinência de transbordamento: Você tem gotejamento frequente ou constante de urina porque a bexiga não esvazia completamente.
  • Incontinência funcional: Uma deterioração física ou mental impede que você chegue a tempo ao banheiro. Por exemplo, se você tem artrite severa, pode não conseguir desabotoar as calças com rapidez suficiente.
  • Incontinência mista: Você tem mais de um tipo de incontinência urinária.

Quais as causas da Incontinência Urinária?

A incontinência urinária não é uma doença, mas um sintoma. Ela pode ser causada por certos hábitos diários, doenças subjacentes ou problemas físicos. Uma avaliação completa por seu médico pode ajudar a determinar o que está causando sua incontinência.

Certos alimentos, bebidas e medicamentos podem atuar como diuréticos (estimulam a bexiga e aumentam o volume da urina). Alguns deles são:

  • Álcool
  • Cafeína
  • Refrigerantes e água mineral com gás
  • Adoçantes artificiais
  • Chocolate
  • Pimentas
  • Alimentos ricos em especiarias, açúcar ou ácido, especialmente frutas cítricas
  • Medicamentos para pressão arterial e para o coração, sedativos e relaxantes musculares
  • Grandes doses de vitamina C

A incontinência urinária também pode ser causada por uma condição facilmente tratável, por exemplo:

  • Infecção urinária: As infecções podem irritar a bexiga, causar uma forte vontade de urinar e, às vezes, incontinência.
  • Prisão de ventre: O reto está localizado próximo à bexiga e compartilha muitos nervos. Fezes duras e compactadas no reto fazem com que esses nervos se tornem excessivamente ativos e aumenta a frequência urinária.

Conheça mais causas da incontinência urinária

Quer saber mais sobre essa condição clínica? Acesse nossa página sobre incontinência urinária.

Fatores de risco

Os fatores que aumentam o risco de incontinência urinária incluem:

  • Sexo: As mulheres têm maior probabilidade de sofrer incontinência de esforço. Entretanto, os homens com problemas de próstata apresentam alto risco de incontinência de urgência e transbordamento.
  • Idade Conforme você envelhece, os músculos da bexiga e da uretra perdem força.
  • Estar acima do peso: O excesso de peso aumenta a pressão sobre a bexiga e os músculos ao redor, enfraquecendo-os e causando escape de urina ao tossir ou espirrar.
  • Fumar: O consumo de tabaco pode aumentar o risco de incontinência urinária.
  • Histórico familiar: Se um parente próximo tem incontinência urinária, especialmente incontinência de urgência, você corre um risco maior de contrair a doença.
  • Outras doenças: Doenças neurológicas ou diabetes podem aumentar o risco de incontinência.

Como prevenir a incontinência urinária?

A incontinência urinária nem sempre pode ser evitada. Entretanto, para diminuir o risco, pode ser útil:

  • Manter um peso saudável
  • Praticar exercícios para o assoalho pélvico
  • Evitar alimentos que irritam a bexiga, como cafeína, álcool e alimentos ácidos.
  • Comer mais fibras, o que pode prevenir a constipação, uma das causas da incontinência urinária.
  • Não fume ou procure ajuda para parar de fumar

Quais os tratamentos para Incontinência Urinária?

O tratamento da incontinência urinária depende do tipo, da gravidade e da causa subjacente. Provavelmente, será necessária uma combinação de tratamentos. Se a doença pré-existente estiver causando os sintomas, o médico tratará essa doença primeiro.

Seu médico provavelmente irá sugerir tratamentos menos invasivos no início e passar para outras opções apenas se essas técnicas falharem.

Exercícios para fortalecer os músculos do assoalho pélvico

Seu médico pode recomendar que você faça esses exercícios com frequência para fortalecer os músculos que ajudam a controlar a micção. Esses exercícios, também conhecidos como "exercícios de Kegel", são especialmente eficazes no tratamento da incontinência de esforço, mas também podem ser úteis no tratamento da incontinência.

Medicamentos

Os medicamentos comumente utilizados para tratar a incontinência são:

  • Anticolinérgicos.
  • Mirabegrona (Myrbetric)
  • Bloqueadores alfa

Cirurgia

Se outros tratamentos não funcionarem, existem vários procedimentos cirúrgicos que podem tratar os problemas causados pela incontinência urinária.

Esfíncter urinário artificial

Nos homens, um pequeno anel cheio de líquido é implantado ao redor do colo da bexiga para manter o esfíncter urinário fechado até que você esteja pronto para urinar. Para urinar, você pressiona uma válvula implantada sob a pele do escroto, o que faz com que o anel esvazie e permita que a urina flua para fora da bexiga.

Quer saber mais sobre incontinência urinária?

Para entender a extensão da situação, assista a essa websérie. Fernando tem 53 anos, é casado com a Tereza e tem dois filhos. Ele está lidando com a incontinência urinária após o câncer de próstata. Essa é a história de milhares de homens que convivem com a incontinência urinária todos os dias. E com o apoio da família e de uma boa orientação médica, Fernando vai conseguir superar o desafio.

Descubra a jornada do paciente em quatro episódios!

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Quer saber mais sobre essa condição clínica? Acesse nossa página sobre incontinência urinária.

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