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Insuficiência cardíaca

Ouvir texto - 9:00

A insuficiência cardíaca é uma síndrome complexa, mais comum na população idosa, e exige um diagnóstico atencioso. Por isso, muitas vezes é negligenciada ou confundida com outros males. Conheça mais sobre essa condição clínica, como ela é definida, por que ocorre e os tratamentos disponíveis.

O que é insuficiência cardíaca (IC)?

A insuficiência cardíaca é a incapacidade de o coração bombear o sangue de forma adequada, não atendendo as necessidades do organismo. Popularmente, é conhecida como doença do coração fraco.

O Dia Nacional de Alerta contra a Insuficiência Cardíaca é celebrado em 9 de julho. A cada ano, a data ganha importância porque a síndrome acomete cada vez mais a população: são cerca de 3 milhões de brasileiros diagnosticados com IC. A condição atinge 10% dos idosos com mais de 65 anos e é a terceira causa de internação de pacientes com mais de 60 anos.

Alterações funcionais ou estruturais podem estar por trás da IC. Ela ocorre porque o coração, por alguma razão, se dilata e fica com as paredes finas e esticadas, o que provoca a perda da sua capacidade de se contrair e expulsar adequadamente o sangue do seu interior. Em outros casos, o órgão apresenta as cavidades rígidas e espessas, e por isso não consegue se encher adequadamente.

Segundo Daniella da Motta Costa Dan, cardiologista e presidente do Departamento de Insuficiência Cardíaca Jovem (DEIC Jovem), da Sociedade Brasileira de Cardiologia, o cenário da doença no Brasil é bastante árduo. A insuficiência cardíaca está relacionada a comorbidades descontroladas, leva a hospitalizações frequentes, tem alta taxa de mortalidade e ainda pode estar associada a doenças pouco cuidadas, como a de Chagas.

A insuficiência cardíaca é classificada de acordo com a fração de ejeção (FEVE), ou seja, a porcentagem de sangue bombeada a cada batimento cardíaco:

  • Insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (sistólica): nesses casos, o coração não se contrai de forma adequada e bombeia menos sangue para o organismo. Com isso, uma maior quantidade de sangue permanece no órgão e pode acumular nos pulmões e nas veias.
  • Insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (diastólica): o coração enrijece e não consegue relaxar depois da contração, o que faz com que ele não se encha plenamente de sangue. Para compensar isso, bombeia uma quantidade de sangue maior do que a normal. E, como acontece na insuficiência cardíaca sistólica, o sangue também pode se acumular nos pulmões e nas veias.

Os especialistas classificam as causas que levam à insuficiência cardíaca em duas: doenças cardíacas e síndromes de outros órgãos que afetam o coração. No primeiro grupo, estão, entre outras causas, infarto do miocárdio, doença arterial coronariana, valvulopatias (doenças que afetam as válvulas cardíacas), miocardite (doenças do miocárdio, outra parte do coração) e alguns distúrbios genéticos.

Entre as causas não-cardíacas, fazem parte da lista a hipertensão arterial, o diabetes e o enrijecimento do coração relacionado ao envelhecimento, entre outras. E quando se fala desse grupo, é necessário ficar atento aos fatores de risco que levam a comorbidades e podem provocar a insuficência cardíaca, como taxas de colesterol alteradas, tabagismo, obesidade, sedentarismo e histórico familiar de doença cardiovascular.

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“Durante 19 anos senti dores incapacitantes diariamente até encontrar alívio”

Histórias

Conheça a história de Paulo e sua luta para aliviar a dor crônica

Paulo Sérgio Ribeiro, assim como boa parte dos pacientes com dores crônicas, aguardou muitos anos para dar início ao tratamento adequado.

A dor crônica, caracterizada por durar seis meses ou mais sem melhora nos sintomas, costuma ser sinônimo de sofrimento e estresse para os pacientes. Sem encontrar alívio para o incômodo, muitos relatam incapacidade de realizar tarefas diárias e percebem claramente que sua qualidade de vida diminui com o passar do tempo.

A estimativa mundial é que entre 20 e 40% da população seja afetada por uma dor crônica em algum momento da vida, o que faz do quadro um problema de Saúde Pública. No Brasil, uma revisão sistemática feita em 20211 indica que a prevalência média desse tipo de dor no país é de 45,59%, sendo que 14,5% possuem dores crônicas neuropáticas, cujos sintomas podem incluir queimação e sensação de choques que costumam ser difíceis de tratar.

Entre os brasileiros com dores crônicas, a da região lombar é mais comum: atinge 41,96% dos pacientes. Em segundo lugar vem a dor em membros inferiores2, que é exatamente o tipo que acomete Paulo Sérgio Ribeiro, de 52 anos.

História de Paulo Sérgio: por 19 anos ele conviveu com Dor Crônica e sem qualidade de vida

A história de Paulo começou logo após um acidente que sofreu dentro de casa, há 19 anos: “Eu me lembro de estar próximo a uma porta quando percebi que um vento forte ia fechá-la. Para impedir a batida, coloquei meu pé para trás e segurei. Só que com isso, o vidro da porta quebrou e parte dele caiu em cima do meu tendão de Aquiles e dos nervos surais”, descreve.

Esse longo período até um tratamento efetivo ocorre também pela demora no diagnóstico da dor crônica. Um recente estudo3 publicado em 2021 no Reino Unido mostrou que, em média, a espera por uma consulta com especialista em dor crônica era de seis meses ou mais para 77% dos pesquisados e 35% chegaram a aguardar até dois anos para o primeiro atendimento.

Paulo também precisou passar por várias cirurgias na tentativa de tratar os tendões prejudicados: “Somente quando descobriram que meus nervos estavam degenerados é que me encaminharam para o tratamento da dor. Antes disso, realizei 14 cirurgias até chegar o momento em que eu não suportava mais a dor”, relembra.

Nessa nova fase do tratamento, Paulo tentou inúmeras terapias, como acupuntura, uso de remédios controlados e fisioterapia, mas não teve resultados positivos. “Finalmente fui encaminhado para o tratamento com um médico neurologista, que tentou diversos caminhos: terapias nos nervos das minhas pernas além de remédios que me faziam mal, por causa dos efeitos colaterais, e ainda por cima não acabavam com a dor.”

Nessa etapa de sua jornada, Paulo conta ter ficado com sequelas sérias, como o “pé caído”, e precisou buscar ajuda de outros especialistas como ortopedistas especializados em tratamento de pés diabéticos. “Dentre tantos tratamentos que os médicos me indicaram, decidiram implantar uma bomba de morfina em mim e eu fiquei com ela por cinco anos, até que o medicamento vazou e se espalhou pelo meu corpo. Foi preciso ficar uma semana internado no hospital para eu me recuperar. E, claro, depois disso, essa solução já não era mais possível”, conta.

Estimulação da Medula Espinhal: o último recurso para tratar a dor crônica neuropática

A história de Paulo demorou a ter um final positivo de alívio para a dor. Foi apenas com a decisão pelo implante de eletrodo de estimulação medular que o desconforto melhorou e, hoje, é algo suportável.“Eu ainda sinto um pouco de dor, mas estou bem melhor. O uso do eletrodo é bem confortável e desde que comecei a usá-lo, há pouco mais de um ano, minha qualidade de vida melhorou em cerca de 80%. Não sinto mais crises como antes e só de vez em quando a dor aumenta um pouco, mas daí basta eu ajustar a intensidade da neuroestimulação e tudo volta ao normal.”

Para os milhares de brasileiros que se identificaram com o relato de Paulo e sentem dores crônicas incapacitantes, ele deixa um recado. “Tenha paciência, persistência e não desista de procurar ajuda e orientação médica. Para mim demorou 19 anos, mas talvez, ao ler minha história, esse período seja mais breve para você. O importante é que, agora, estou bem e sem dor.”

Quer saber mais sobre dor crônica e tratamentos? Acesse nossa página Existe Vida Sem Dor.

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde.

ATENÇÃO III: O conteúdo desse video é apenas para fins informativos e não para diagnósticos médicos. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde.

ATENÇÃO IV: Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos de resultados em outros casos.

Os resultados de outros casos podem variar.
NM = 1595207 – AA – Saber da Saúde

Coisas que um paciente com Fibrilação Atrial pode fazer

Coração

Coisas que um paciente com Fibrilação Atrial pode fazer

Responderemos as perguntas mais frequentes para pacientes que possuem Fibrilação Atrial com dicas importantes para uma vida saúdavel e feliz 

Com certeza, neste momento, você deve estar se perguntando se seu estilo de vida mudará de acordo com seu diagnóstico de Fibrilação Atrial. Mas a verdade é que a arritmia é uma doença controlável e tratável que não te impede de ter uma vida saudável.¹

Em Viver Sem Anticoagulantes responderemos algumas perguntas sobre o estilo de vida que você deveria levar.

Tenho que seguir alguma dieta específica?

Recomendamos seguir uma dieta saudável e equilibrada, que te ajude a controlar seu peso e sua pressão arterial. Siga uma alimentação com pouca gordura saturada, alimentos com pouco sódio e modere o consumo de bebidas com cafeína. Assim você conseguirá manter um bom nível de colesterol e ao mesmo tempo diminuirá o risco de anemia.²

Se você está fazendo tratamento com Anticoagulantes Orais, a alimentação é fundamental, por esse motivo, evite alimentos que tenham grandes quantidades de vitamina K, como alface, acelga e espinafre, porque estes afetam o funcionamento correto destes medicamentos.³

Posso viajar?

Você pode viajar tranquilamente e para qualquer lugar que quiser, agora, o mais aconselhável é que você visite o seu médico antes de começar a viagem e comente quais os tipos de atividades que você vai realizar. Para que ele te dê os conselhos necessários.

Posso fazer exercício tendo fibrilação atrial?

Com certeza, você poderá praticar exercícios de uma maneira moderada e segura. Recomendamos que em primeiro lugar e antes de começar qualquer tipo de atividade física você consulte um médico para que te de assessoria corretamente. Atualmente existem práticas como Yoga ou Pilates que permitem que você continue desfrutando os esportes e mantendo seu coração em forma sem causar nenhum desgaste excessivo. Lembre-se que uma vida ativa te ajudará a reduzir várias doenças, principalmente do coração.⁴

 O estresse me afeta?

Sim, é importante que você saiba controlar o estresse para benefício da sua saúde em geral. A pratica de exercícios diariamente e de forma moderada é recomendada para manter os níveis de estresse ótimos. Outras técnicas como a meditação são práticas que beneficiam sua saúde.⁵

Tenho que parar de consumir álcool?

De maneira permanente, NÃO, mas recomendamos que você consuma moderadamente, porque o álcool é considerado como um dos fatores de risco que podem provocar a Fibrilação Atrial. O consumo moderado de álcool para adultos saudáveis quer dizer uma vez ao dia para mulheres de todas as idades e para homens com mais de 65 anos, e até duas vezes ao dia para homens com 65 anos ou menos.⁶

Se você está em tratamento com anticoagulantes orais, especialmente com os antagonistas da vitamina K (como Warfarina, Acenocumarol, etc.), o consumo de álcool em excesso pode provocar graves problemas de saúde, como um AVC ou um infarto.⁷

Como o tabaco me afeta?

Fumar tabaco produz dano adicional em pacientes com Fibrilação Atrial, porque aumenta a frequência cardíaca e reduz o nível de oxigênio no sangue. Além disso, obstrui e endurece as artérias produzindo um aumento da pressão arterial, sendo grave, sob essa condição. Leve em consideração que fumar não é bom de nenhuma maneira para sua saúde geral.⁸

Aconselhamos que você converse com seu médico e comente todas as perguntas que você possa ter. A situação de cada paciente é diferente e deve ser tratada de forma independente.

Poderei ter um seguro de viagem?

Sim. A maioria dos pacientes com Fibrilação Atrial podem conseguir um seguro de viagem. No entanto, recomendamos que você peça conselhors sobre  as asseguradoras e escolha a melhor.⁹

Conheça o Implante OAAR  ou Oclusão do Apêndice Auricular Esquerdo, o tratamento que te ajudará a melhorar sua qualidade de vida como paciente anticoagulado com Fibrilação Atrial e que te permitirá levar uma vida sem os efeitos colaterais dos anticoagulantes orais.

Quer saber mais sobre fibrilação atrial e tratamentos? Acesse a página Viver Sem Anticoagulantes e confira conteúdos exclusivos para entender melhor as opções disponíveis e como cuidar da sua saúde cardíaca.

Informação de qualidade para tomar a melhor decisão em saúde

Acesso à Saúde

Melhore seu cuidado em saúde com informação de qualidade

Ampliação do acesso e letramento do paciente ajudam a melhorar o cuidado e os resultados dos tratamentos

 

A produção acelerada e em grande volume de conhecimento científico e de tecnologias em saúde pode deixar os médicos sobrecarregados em meio a novos diagnósticos e opções de tratamento. Por isso, a chamada democratização da informação em saúde tem o potencial de melhorar o cuidado, já que pode colocar o paciente como um sujeito participativo de todo o processo. 

Denominada tomada de decisão compartilhada (TDC), a estratégia é uma das que surte os melhores efeitos no engajamento do paciente. No entanto, para que funcione de fato, há a necessidade de estabelecer confiança mútua e respeito entre o paciente e o profissional de saúde, tornando os vínculos mais fortes e duradouros entre os envolvidos1. E isso só acontece com acesso à informação em Saúde.

Como encontrar informação confiável

Para Aline Albuquerque, professora da Pós-Graduação em Bioética da Universidade de Brasília (UnB), diretora do Instituto Brasileiro de Direito do Paciente e coordenadora do Observatório Direitos do Paciente, a busca pela informação de qualidade pode começar pela internet mesmo. Em meio a tantos dados disponíveis hoje em dia, é preciso saber os caminhos para encontrar a melhor informação em Saúde possível”, resume. Veja dicas para começar:

1. Faça uma busca por artigos técnicos e científicos.

Ferramentas e portais na internet, como o Google Acadêmico, Scielo, Lilacs, ou os relatórios para a sociedade do Comitê Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) são uma boa forma de começar pesquisar sobre a sua condição de Saúde e as últimas pesquisas sobre o tema. Os artigos científicos são resultados de anos de pesquisa por especialistas, seguem padrões rigorosos de produção e revisão por pares. 

Segundo a professora, a busca nestas fontes não significa que o artigo não possa ter viés, mas elas são mais confiáveis que as não-científicas. 
De preferência, leia sempre mais de um conteúdo e de fontes diferentes para ter uma visão mais ampla sobre o assunto procurado.

2. Procure as sociedades médicas.

Outro local que reúne o conhecimento científico para cada área de atuação em saúde são os portais das sociedades médicas. Em muitas delas há área destinada aos pacientes, com uma linguagem mais acessível. inglês também pode acessar sites como o Food and Drug Administration (FDA), a agência 

3. Acesse as fontes governamentais.

Agências reguladoras como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), além do Ministério da Saúde do Brasil possuem redes sociais e sites para se comunicarem diretamente com a população. Quem puder ler em reguladora de medicamentos e alimentos nos EUA, além da Organização Mundial da Saúde (OMS), Organização Panamericana de Saúde (OPAS) – que também publica alguns artigos em português em seu site – e o National Institute for Health and Care Excellence (NICE), do Reino Unido.

Identificar informações de qualidade e se preparar para tomar decisões melhores sobre saúde é de suma importância para o paciente, mas essa responsabilidade também deve ser compartilhada por outros produtores de conhecimento, como as sociedades médicas, instituições acadêmicas e órgãos governamentais. As chamadas fake news são um problema na área da saúde e as sociedades médicas podem se organizar para combatê-las. Cabe ao paciente denunciar sempre que perceber algo falso”, explica Aline. Conheça outras dicas para identificar uma fake news.

Dicas práticas para evitar fake news em saúde

Busque sempre a origem da informação.

Sempre que receber uma notícia ou uma mensagem compartilhada em rede social, procure saber quem é a fonte. Questione se a informação que recebeu vem de um estudo, da observação de alguns casos clínicos ou de um relatório da OMS, por exemplo. Ser crítico em relação à informação recebida é importante”, afirma Aline.

Não compartilhe informaçõ es que não sejam confiáveis.

As fake news costumam se espalhar com facilidade por meio do compartilhamento das informações, seja por rede social ou por aplicativos de mensagens. Portanto, se não tiver certeza sobre os dados que recebeu, nem conseguiu comprová-los em outros veículos oficiais, não repasse para os seus contatos.

Denuncie informações incorretas nas redes sociais.

Facebook, Instagram e outras plataformas de redes sociais têm seus próprios mecanismos de denúncia, que costumam ser bem intuitivos. Ao usá-los, você evita que outras pessoas recebam uma informação falsa e/ou incorreta.

Se puder, avise as sociedades médicas sobre a informaçã o falsa.

Pacientes que se sintam mais engajados no tema podem até mesmo avisar as sociedades médicas sobre uma informação inverídica circulante. Os sites costumam ter e-mail de contato para isso e, recebendo a denúncia, podem se organizar para buscar o Ministério Público e tomar as medidas cabíveis.

Mais paciente, menos passivo

Toda pessoa tem o direito básico de participar das decisões que afetam a sua vida.2 Mas, para que esse direito se torne efetivo, o paciente deve estar informado e apoiado para que se envolva, adquira informações sobre testes, opções de tratamento, benefícios e os riscos inerentes a cada opção3. A isso, chamamos engajamento do paciente. 

Ninguém nasce sabendo ser um paciente nem um participante ativo do seu próprio cuidado. É preciso aprender essas habilidades e os sistemas de saúde podem prover informações e educar essas pessoas para tal”, enfatiza a especialista.

Para saber mais sobre seus direitos, consulte a Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde 4 e a Lei dos Planos de Saúde 5

Check-list para a sua próxima consulta6

  • Crie o hábito de fazer uma lista de pontos importantes para conversar durante a consulta;
  • Comunique ao seu profissional de saúde qualquer mudança no seu estado de saúde e nas medicações em uso;
  • Tenha certeza de que, de fato, compreendeu todas as orientações. Na dúvida, pergunte novamente;
  • Anote o que for mais importante ao final da conversa. Assim, se você esquecer, pode consultar sua anotação,
  • Lembre-se de que o profissional de saúde que o/a acompanha é seu parceiro nas decisões que você irá tomar em relação à sua saúde.

Estar bem-informado é fundamental para receber um atendimento de qualidade. Leia nosso artigo Paciente, conheça melhor seus direitos e assegure que um cuidado realmente focado em você.

Para outras informações confiáveis sobre cuidados com a saúde, visite o blog do Saber da Saúde e encontre conteúdos relevantes para manter seu bem-estar em alta. 

 

ATENÇÃO: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde

A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2024 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

CORP – 1861304 – AA – Saber da Saúde

Hiperplasia Prostática Benigna (HPB): sintomas, causas e tratamentos

Saúde Urológica

Hiperplasia Prostática Benigna: o que é, sintomas e como tratar

O QUE É, SINTOMAS, CAUSAS E TRATAMENTOS

A hiperplasia prostática benigna pode ser solucionada.

Um dos sinais mais comuns do envelhecimento em homens. Uma doença que tem muitas soluções e tratamentos e que não deve assustar.

Ouse dar um passo pela sua saúde e enfrente a hiperplasia prostática benigna.

O que é Hiperplasia Prostática Benigna?

A hiperplasia prostática benigna (HPB) é uma consequência natural do envelhecimento. A próstata dobra de tamanho durante a adolescência e continua a crescer ao longo da vida.

Com o tempo, uma próstata aumentada pode comprimir o pequeno tubo que leva a urina da bexiga ao pênis e restringir o fluxo de urina.

Uma próstata aumentada pode interferir nos processos urinários normais, como enchimento e esvaziamento. Se não for tratada, pode causar problemas na bexiga ou nos rins.

Embora as causas da HPB ainda não sejam claras, é uma doença muito comum, pois 90% dos homens entre 50 e 80 anos de idade possivelmente a sofrerão.

A HPB afeta 90% dos homens aos 85 anos de idade.

Idade, histórico familiar de problemas de próstata, obesidade e doenças crônicas, como diabetes e doenças cardíacas, podem aumentar o risco de aumento da próstata. Ignorar esses fatores e sintomas relacionados pode levar a complicações graves.

Como prevenir a Hiperplasia Prostática Benigna?

  • Dieta Rica Em Frutas E Verduras
  • Limitar a cafeína e o Álcool
  • Fazer exercícios regularmente
  • Fazer exercícios regularmente

Quais os sintomas da Hiperplasia Prostática Benigna?

  • Levantar-se várias vezes para urinar durante a noite
  • Jato de urina fraco e interrompido
  • Dificuldade em iniciar ou parar de urinar
  • Necessidade repentina e urgente de urinar
  • Não ter certeza de que a bexiga está vazia
  • Gotejamento pós-micção
  • Dor ou ardência ao urinar
  • Incapacidade de ir ao banheiro quando sente necessidade.
  • Falta de controle da micção

Métodos de Diagnóstico

Estes são os métodos de diagnóstico pelo urologista:

  • Um gráfico de frequência e volume urinário: Isso fornecerá um registro de quanta água você bebe normalmente, quanta urina produz, com que frequência você esvazia a bexiga diariamente e se há vazamentos.
  • Exame de toque retal: O urologista insere um dedo no reto para ver se a próstata está aumentada.
  • Análise de urina: Testar uma amostra de urina pode ajudar a descartar infecções ou outras condições que podem causar sintomas similares.
  • Análise de sangue: Os resultados podem indicar problemas renais.
  • Exame de sangue para antígeno específico da próstata (PSA): O PSA é uma substância produzida pela próstata. Os níveis de PSA aumentam quando a próstata aumenta de tamanho. Entretanto, os níveis elevados de PSA também podem ser devido a intervenções recentes, infecção, cirurgia ou câncer de próstata.

A hiperplasia prostática benigna é o tumor benigno mais comum em homens.

Ela tem uma prevalência que varia entre 8% em homens de 40 anos, 50% em homens entre 51 e 60 anos, e 90% a partir dos 80 anos.

Tipos de tratamentos para Hiperplasia Prostática Benigna

Medicamentos

Os medicamentos são o tratamento mais comum para os sintomas leves a moderados de hiperplasia prostática. Algumas das opções são:

  • Bloqueadores alfa
  • Inibidores de 5-alfa redutase
  • Incisão transuretral da próstata
  • Terapia transuretral por micro-ondas
  • Ablação por agulha transuretral

Terapia a laser verde

Um laser de alta energia vaporiza o excesso de tecido protético. A terapia a laser geralmente alivia os sintomas imediatamente e tem menos risco de efeitos colaterais do que a cirurgia sem laser. A terapia a laser pode ser utilizada em homens que não sejam candidatos a outros procedimentos.

Veja também: Pacientes com HPB experimentam o melhor alívio de sintomas da categoria com a terapia rezūm, mostra o estudo mais recente

Ressecção transuretral

Consiste na extração de uma parte da glândula pelo canal uretral do pênis. É uma técnica cirúrgica conservadora e não obtém os mesmos resultados em longo prazo da prostatectomia radical.

Prostatectomia aberta ou assistida por robô

O cirurgião faz uma incisão na parte inferior do abdômen para alcançar a próstata e remover o tecido. A prostatectomia aberta geralmente é feita se você tiver uma próstata muito grande, lesões na bexiga ou outras complicações. A cirurgia geralmente requer uma curta internação no hospital e está associada a um maior risco de exigir uma transfusão de sangue.

Quer saber mais?

Para entender a extensão da situação, assista a gravação da LIVE: Próstata Aumentada e tire todas as suas dúvidas.

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Quer entender os sintomas e causas da HPB? Navegue pelo nosso site e descubra como identificar os sinais e compreender melhor a hiperplasia prostática benigna. 

Saiba mais sobre o Saber da Saúde

O Saber da Saúde é uma iniciativa da Boston ScientificTM com o objetivo de disseminar conhecimento científico sobre saúde para o maior número de brasileiros possível.

A desinformação não pode ser um obstáculo para o acesso à saúde. Acreditamos que com informação confiável, pacientes e redes de apoio podem tomar decisões com mais agilidade, obtendo diagnósticos mais cedo e buscando tratamentos cada vez mais eficazes, oferecendo suporte mais adequado para as condições de cada paciente.

Diagnóstico

Os sintomas de insuficiência cardíaca podem surgir de repente, principalmente quando ela é decorrente de ataque cardíaco. Fadiga, falta de ar, inchaço nos braços e pernas, grande cansaço ao fazer exercícios, irritabilidade e tontura são sinais que precisam ser considerados no diagnóstico.

Os especialistas devem fazer uma investigação atenta da saúde do paciente para saber se ele apresenta insuficiência cardíaca. Além de conhecer sua história clínica, é necessário realizar uma boa avaliação física, na qual o médico vai checar a pulsação, a pressão arterial e o ritmo e a intensidade dos batimentos cardíacos.

Entre os exames recomendados estão os de imagem, como radiografia de tórax, eletrocardiograma e ecocardiograma, e de sangue, principalmente os indicadores de peptídeos natriuréticos (PNs), que se acumulam no sangue quando há insuficiência cardíaca.

Quais são os tipos de tratamentos para a insuficiência cardíaca?

Saber o que causa a insuficiência cardíaca é fundamental para tratá-la adequadamente. Normalmente, são necessárias mudanças no estilo de vida: os obesos devem fazer dieta restritiva a fim de perder os quilos a mais. Para quem está acostumado a uma alimentação desregrada, a linha é optar por uma dieta saudável, com menos ingestão de sal e muita hidratação. Além disso, é proibido fumar e as atividades físicas devem ser na medida que o coração aguentar, por isso, devem ser indicadas pelo médico.

Muitas vezes, também é necessário tomar medicamentos específicos para a síndrome e, em casos indicados pelo especialista, a cirurgia para a implantação de um marcapasso, ressincronizador ou cardioversor-desfibrilador implantável (CDI) é uma opção de tratamento. O procedimento não é considerado complexo: um pequeno corte é feito na pele, abaixo da clavícula, para passar os eletrodos pelas veias e fixá-los ao coração. Depois, o gerador é implantado entre o músculo e a pele e o corte é fechado.

Os sintomas de insuficiência cardíaca podem surgir de repente, principalmente quando ela é decorrente de ataque cardíaco. Fadiga, falta de ar, inchaço nos braços e pernas, grande cansaço ao fazer exercícios, irritabilidade e tontura são sinais que precisam ser considerados no diagnóstico.

Os especialistas devem fazer uma investigação atenta da saúde do paciente para saber se ele apresenta insuficiência cardíaca. Além de conhecer sua história clínica, é necessário realizar uma boa avaliação física, na qual o médico vai checar a pulsação, a pressão arterial e o ritmo e a intensidade dos batimentos cardíacos.

Entre os exames recomendados estão os de imagem, como radiografia de tórax, eletrocardiograma e ecocardiograma, e de sangue, principalmente os indicadores de peptídeos natriuréticos (PNs), que se acumulam no sangue quando há insuficiência cardíaca.

Saber o que causa a insuficiência cardíaca é fundamental para tratá-la adequadamente. Normalmente, são necessárias mudanças no estilo de vida: os obesos devem fazer dieta restritiva a fim de perder os quilos a mais. Para quem está acostumado a uma alimentação desregrada, a linha é optar por uma dieta saudável, com menos ingestão de sal e muita hidratação. Além disso, é proibido fumar e as atividades físicas devem ser na medida que o coração aguentar, por isso, devem ser indicadas pelo médico.

Muitas vezes, também é necessário tomar medicamentos específicos para a síndrome e, em casos indicados pelo especialista, a cirurgia para a implantação de um marcapasso, ressincronizador ou cardioversor-desfibrilador implantável (CDI) é uma opção de tratamento. O procedimento não é considerado complexo: um pequeno corte é feito na pele, abaixo da clavícula, para passar os eletrodos pelas veias e fixá-los ao coração. Depois, o gerador é implantado entre o músculo e a pele e o corte é fechado.

Os marcapassos são dispositivos que garantem a frequência cardíaca mínima. São programados pelo cardiologista e exigem avaliação periódica, para regulá-los de acordo com as condições clínicas do paciente. O ritmo é ajustado de acordo com as informações do eletrocardiograma e o médico também acompanha a vida útil da bateria, que dura de seis a 12 anos.

Tm o tamanho de um relógio de pulso e funciona automaticamente, com uma bateria de longa duração. Como um pequeno computador, reconhecem alterações no ritmo cardíaco e emitem impulsos elétricos para que o coração reverta esse problema. Atuam tanto regulando a frequência cardíaca mínima quanto a máxima e requerem avaliações mais constantes, para antecipar possível piora no quadro clínico.

É o aparelho usado na terapia de ressincronização cardíaca, que visa aumentar a força do coração em caso de insuficiência grave. É composto por uma bateria, um eletrodo atrial, instalado nos átrios (câmaras que recebem o sangue) e dois eletrodos ventriculares (direito e esquerdo), implantados nos ventrículos (câmaras que bombeiam o sangue). O dispositivo aumenta a força do coração para bombear o sangue, melhorando seu funcionamento.

O cardiologista saberá indicar o melhor dispositivo para o seu caso. É importante ficar sempre atento, para saber se os sintomas estão sob controle ou dando alertas de que algo não vai bem. Quando isso acontecer, é fundamental procurar um especialista. Nos casos mais graves, o transplante de coração é recomendado

Diversas organizações no Brasil podem ajudar você, seu familiar ou seu cuidador a entender e conviver com a insuficiência cardíaca. Conte com elas para saber mais, trocar experiências e obter suporte, seja para o paciente ou para a família.

Como funciona o marcapasso?

Os marcapassos são dispositivos que garantem a frequência cardíaca mínima. São programados pelo cardiologista e exigem avaliação periódica, para regulá-los de acordo com as condições clínicas do paciente. O ritmo é ajustado de acordo com as informações do eletrocardiograma e o médico também acompanha a vida útil da bateria, que dura de seis a 12 anos.

Como funciona o cardioversor-desfibrilador implantável (CDI)?

Tm o tamanho de um relógio de pulso e funciona automaticamente, com uma bateria de longa duração. Como um pequeno computador, reconhecem alterações no ritmo cardíaco e emitem impulsos elétricos para que o coração reverta esse problema. Atuam tanto regulando a frequência cardíaca mínima quanto a máxima e requerem avaliações mais constantes, para antecipar possível piora no quadro clínico.

O que é um ressincronizador?

É o aparelho usado na terapia de ressincronização cardíaca, que visa aumentar a força do coração em caso de insuficiência grave. É composto por uma bateria, um eletrodo atrial, instalado nos átrios (câmaras que recebem o sangue) e dois eletrodos ventriculares (direito e esquerdo), implantados nos ventrículos (câmaras que bombeiam o sangue). O dispositivo aumenta a força do coração para bombear o sangue, melhorando seu funcionamento.

O cardiologista saberá indicar o melhor dispositivo para o seu caso. É importante ficar sempre atento, para saber se os sintomas estão sob controle ou dando alertas de que algo não vai bem. Quando isso acontecer, é fundamental procurar um especialista. Nos casos mais graves, o transplante de coração é recomendado

Recursos

Diversas organizações no Brasil podem ajudar você, seu familiar ou seu cuidador a entender e conviver com a insuficiência cardíaca. Conte com elas para saber mais, trocar experiências e obter suporte, seja para o paciente ou para a família.

FONTES

Sociedade Brasileira de Cardiologia https://www.portal.cardiol.br/

Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas https://sobrac.org/home/

Heart Failure Matters https://www.heartfailurematters.org/pt-pt

Associação Brasileira de Apoio à Família com Hipertensão Pulmonar e Doenças Correlatas (Abraf) https://abraf.ong/saiba-mais-sobre-a-insuficiencia-cardiaca/
https://bms.ifmsabrazil.org/index.php/bms/article/view/224

MANUAL MSD. Versão para Família. Insuficiência Cardíaca. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-do-cora%C3%A7%C3%A3o-e-dos-vasos-sangu%C3%ADneos/insufici%C3%AAncia-card%C3%ADaca/insufici%C3%AAncia-card%C3%ADaca-ic

SBC: Insuficiência cardíaca: sinais e sintomas. Orientações para a atenção primária. YouTube, jul. 2022. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=vt9BLxlF9o4

SBC e Conasems discorrem sobre insuficiência cardíaca no projeto “Cuidando do Coração”. Sociedade Brasileira de Cardiologia. Disponível em: https://www.portal.cardiol.br/post/sbc-e-conasems-discorrem-sobre-insufici%C3%AAncia-card%C3%ADaca-no-projeto-cuidando-do-cora%C3%A7%C3%A3o

WEBINAR reforça prevenção e cuidado da insuficiência cardíaca. Sociedade Brasileira de Cardiologia. Disponível em: https://www.portal.cardiol.br/post/webinar-refor%C3%A7a-preven%C3%A7%C3%A3o-e-cuidado-da-insufici%C3%AAncia-card%C3%ADaca.

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“Durante 19 anos senti dores incapacitantes diariamente até encontrar alívio”

Histórias

Conheça a história de Paulo e sua luta para aliviar a dor crônica

Paulo Sérgio Ribeiro, assim como boa parte dos pacientes com dores crônicas, aguardou muitos anos para dar início ao tratamento adequado.

A dor crônica, caracterizada por durar seis meses ou mais sem melhora nos sintomas, costuma ser sinônimo de sofrimento e estresse para os pacientes. Sem encontrar alívio para o incômodo, muitos relatam incapacidade de realizar tarefas diárias e percebem claramente que sua qualidade de vida diminui com o passar do tempo.

A estimativa mundial é que entre 20 e 40% da população seja afetada por uma dor crônica em algum momento da vida, o que faz do quadro um problema de Saúde Pública. No Brasil, uma revisão sistemática feita em 20211 indica que a prevalência média desse tipo de dor no país é de 45,59%, sendo que 14,5% possuem dores crônicas neuropáticas, cujos sintomas podem incluir queimação e sensação de choques que costumam ser difíceis de tratar.

Entre os brasileiros com dores crônicas, a da região lombar é mais comum: atinge 41,96% dos pacientes. Em segundo lugar vem a dor em membros inferiores2, que é exatamente o tipo que acomete Paulo Sérgio Ribeiro, de 52 anos.

História de Paulo Sérgio: por 19 anos ele conviveu com Dor Crônica e sem qualidade de vida

A história de Paulo começou logo após um acidente que sofreu dentro de casa, há 19 anos: “Eu me lembro de estar próximo a uma porta quando percebi que um vento forte ia fechá-la. Para impedir a batida, coloquei meu pé para trás e segurei. Só que com isso, o vidro da porta quebrou e parte dele caiu em cima do meu tendão de Aquiles e dos nervos surais”, descreve.

Esse longo período até um tratamento efetivo ocorre também pela demora no diagnóstico da dor crônica. Um recente estudo3 publicado em 2021 no Reino Unido mostrou que, em média, a espera por uma consulta com especialista em dor crônica era de seis meses ou mais para 77% dos pesquisados e 35% chegaram a aguardar até dois anos para o primeiro atendimento.

Paulo também precisou passar por várias cirurgias na tentativa de tratar os tendões prejudicados: “Somente quando descobriram que meus nervos estavam degenerados é que me encaminharam para o tratamento da dor. Antes disso, realizei 14 cirurgias até chegar o momento em que eu não suportava mais a dor”, relembra.

Nessa nova fase do tratamento, Paulo tentou inúmeras terapias, como acupuntura, uso de remédios controlados e fisioterapia, mas não teve resultados positivos. “Finalmente fui encaminhado para o tratamento com um médico neurologista, que tentou diversos caminhos: terapias nos nervos das minhas pernas além de remédios que me faziam mal, por causa dos efeitos colaterais, e ainda por cima não acabavam com a dor.”

Nessa etapa de sua jornada, Paulo conta ter ficado com sequelas sérias, como o “pé caído”, e precisou buscar ajuda de outros especialistas como ortopedistas especializados em tratamento de pés diabéticos. “Dentre tantos tratamentos que os médicos me indicaram, decidiram implantar uma bomba de morfina em mim e eu fiquei com ela por cinco anos, até que o medicamento vazou e se espalhou pelo meu corpo. Foi preciso ficar uma semana internado no hospital para eu me recuperar. E, claro, depois disso, essa solução já não era mais possível”, conta.

Estimulação da Medula Espinhal: o último recurso para tratar a dor crônica neuropática

A história de Paulo demorou a ter um final positivo de alívio para a dor. Foi apenas com a decisão pelo implante de eletrodo de estimulação medular que o desconforto melhorou e, hoje, é algo suportável.“Eu ainda sinto um pouco de dor, mas estou bem melhor. O uso do eletrodo é bem confortável e desde que comecei a usá-lo, há pouco mais de um ano, minha qualidade de vida melhorou em cerca de 80%. Não sinto mais crises como antes e só de vez em quando a dor aumenta um pouco, mas daí basta eu ajustar a intensidade da neuroestimulação e tudo volta ao normal.”

Para os milhares de brasileiros que se identificaram com o relato de Paulo e sentem dores crônicas incapacitantes, ele deixa um recado. “Tenha paciência, persistência e não desista de procurar ajuda e orientação médica. Para mim demorou 19 anos, mas talvez, ao ler minha história, esse período seja mais breve para você. O importante é que, agora, estou bem e sem dor.”

Quer saber mais sobre dor crônica e tratamentos? Acesse nossa página Existe Vida Sem Dor.

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ATENÇÃO IV: Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos de resultados em outros casos.

Os resultados de outros casos podem variar.
NM = 1595207 – AA – Saber da Saúde

Coisas que um paciente com Fibrilação Atrial pode fazer

Coração

Coisas que um paciente com Fibrilação Atrial pode fazer

Responderemos as perguntas mais frequentes para pacientes que possuem Fibrilação Atrial com dicas importantes para uma vida saúdavel e feliz 

Com certeza, neste momento, você deve estar se perguntando se seu estilo de vida mudará de acordo com seu diagnóstico de Fibrilação Atrial. Mas a verdade é que a arritmia é uma doença controlável e tratável que não te impede de ter uma vida saudável.¹

Em Viver Sem Anticoagulantes responderemos algumas perguntas sobre o estilo de vida que você deveria levar.

Tenho que seguir alguma dieta específica?

Recomendamos seguir uma dieta saudável e equilibrada, que te ajude a controlar seu peso e sua pressão arterial. Siga uma alimentação com pouca gordura saturada, alimentos com pouco sódio e modere o consumo de bebidas com cafeína. Assim você conseguirá manter um bom nível de colesterol e ao mesmo tempo diminuirá o risco de anemia.²

Se você está fazendo tratamento com Anticoagulantes Orais, a alimentação é fundamental, por esse motivo, evite alimentos que tenham grandes quantidades de vitamina K, como alface, acelga e espinafre, porque estes afetam o funcionamento correto destes medicamentos.³

Posso viajar?

Você pode viajar tranquilamente e para qualquer lugar que quiser, agora, o mais aconselhável é que você visite o seu médico antes de começar a viagem e comente quais os tipos de atividades que você vai realizar. Para que ele te dê os conselhos necessários.

Posso fazer exercício tendo fibrilação atrial?

Com certeza, você poderá praticar exercícios de uma maneira moderada e segura. Recomendamos que em primeiro lugar e antes de começar qualquer tipo de atividade física você consulte um médico para que te de assessoria corretamente. Atualmente existem práticas como Yoga ou Pilates que permitem que você continue desfrutando os esportes e mantendo seu coração em forma sem causar nenhum desgaste excessivo. Lembre-se que uma vida ativa te ajudará a reduzir várias doenças, principalmente do coração.⁴

 O estresse me afeta?

Sim, é importante que você saiba controlar o estresse para benefício da sua saúde em geral. A pratica de exercícios diariamente e de forma moderada é recomendada para manter os níveis de estresse ótimos. Outras técnicas como a meditação são práticas que beneficiam sua saúde.⁵

Tenho que parar de consumir álcool?

De maneira permanente, NÃO, mas recomendamos que você consuma moderadamente, porque o álcool é considerado como um dos fatores de risco que podem provocar a Fibrilação Atrial. O consumo moderado de álcool para adultos saudáveis quer dizer uma vez ao dia para mulheres de todas as idades e para homens com mais de 65 anos, e até duas vezes ao dia para homens com 65 anos ou menos.⁶

Se você está em tratamento com anticoagulantes orais, especialmente com os antagonistas da vitamina K (como Warfarina, Acenocumarol, etc.), o consumo de álcool em excesso pode provocar graves problemas de saúde, como um AVC ou um infarto.⁷

Como o tabaco me afeta?

Fumar tabaco produz dano adicional em pacientes com Fibrilação Atrial, porque aumenta a frequência cardíaca e reduz o nível de oxigênio no sangue. Além disso, obstrui e endurece as artérias produzindo um aumento da pressão arterial, sendo grave, sob essa condição. Leve em consideração que fumar não é bom de nenhuma maneira para sua saúde geral.⁸

Aconselhamos que você converse com seu médico e comente todas as perguntas que você possa ter. A situação de cada paciente é diferente e deve ser tratada de forma independente.

Poderei ter um seguro de viagem?

Sim. A maioria dos pacientes com Fibrilação Atrial podem conseguir um seguro de viagem. No entanto, recomendamos que você peça conselhors sobre  as asseguradoras e escolha a melhor.⁹

Conheça o Implante OAAR  ou Oclusão do Apêndice Auricular Esquerdo, o tratamento que te ajudará a melhorar sua qualidade de vida como paciente anticoagulado com Fibrilação Atrial e que te permitirá levar uma vida sem os efeitos colaterais dos anticoagulantes orais.

Quer saber mais sobre fibrilação atrial e tratamentos? Acesse a página Viver Sem Anticoagulantes e confira conteúdos exclusivos para entender melhor as opções disponíveis e como cuidar da sua saúde cardíaca.

Informação de qualidade para tomar a melhor decisão em saúde

Acesso à Saúde

Melhore seu cuidado em saúde com informação de qualidade

Ampliação do acesso e letramento do paciente ajudam a melhorar o cuidado e os resultados dos tratamentos

 

A produção acelerada e em grande volume de conhecimento científico e de tecnologias em saúde pode deixar os médicos sobrecarregados em meio a novos diagnósticos e opções de tratamento. Por isso, a chamada democratização da informação em saúde tem o potencial de melhorar o cuidado, já que pode colocar o paciente como um sujeito participativo de todo o processo. 

Denominada tomada de decisão compartilhada (TDC), a estratégia é uma das que surte os melhores efeitos no engajamento do paciente. No entanto, para que funcione de fato, há a necessidade de estabelecer confiança mútua e respeito entre o paciente e o profissional de saúde, tornando os vínculos mais fortes e duradouros entre os envolvidos1. E isso só acontece com acesso à informação em Saúde.

Como encontrar informação confiável

Para Aline Albuquerque, professora da Pós-Graduação em Bioética da Universidade de Brasília (UnB), diretora do Instituto Brasileiro de Direito do Paciente e coordenadora do Observatório Direitos do Paciente, a busca pela informação de qualidade pode começar pela internet mesmo. Em meio a tantos dados disponíveis hoje em dia, é preciso saber os caminhos para encontrar a melhor informação em Saúde possível”, resume. Veja dicas para começar:

1. Faça uma busca por artigos técnicos e científicos.

Ferramentas e portais na internet, como o Google Acadêmico, Scielo, Lilacs, ou os relatórios para a sociedade do Comitê Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) são uma boa forma de começar pesquisar sobre a sua condição de Saúde e as últimas pesquisas sobre o tema. Os artigos científicos são resultados de anos de pesquisa por especialistas, seguem padrões rigorosos de produção e revisão por pares. 

Segundo a professora, a busca nestas fontes não significa que o artigo não possa ter viés, mas elas são mais confiáveis que as não-científicas. 
De preferência, leia sempre mais de um conteúdo e de fontes diferentes para ter uma visão mais ampla sobre o assunto procurado.

2. Procure as sociedades médicas.

Outro local que reúne o conhecimento científico para cada área de atuação em saúde são os portais das sociedades médicas. Em muitas delas há área destinada aos pacientes, com uma linguagem mais acessível. inglês também pode acessar sites como o Food and Drug Administration (FDA), a agência 

3. Acesse as fontes governamentais.

Agências reguladoras como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), além do Ministério da Saúde do Brasil possuem redes sociais e sites para se comunicarem diretamente com a população. Quem puder ler em reguladora de medicamentos e alimentos nos EUA, além da Organização Mundial da Saúde (OMS), Organização Panamericana de Saúde (OPAS) – que também publica alguns artigos em português em seu site – e o National Institute for Health and Care Excellence (NICE), do Reino Unido.

Identificar informações de qualidade e se preparar para tomar decisões melhores sobre saúde é de suma importância para o paciente, mas essa responsabilidade também deve ser compartilhada por outros produtores de conhecimento, como as sociedades médicas, instituições acadêmicas e órgãos governamentais. As chamadas fake news são um problema na área da saúde e as sociedades médicas podem se organizar para combatê-las. Cabe ao paciente denunciar sempre que perceber algo falso”, explica Aline. Conheça outras dicas para identificar uma fake news.

Dicas práticas para evitar fake news em saúde

Busque sempre a origem da informação.

Sempre que receber uma notícia ou uma mensagem compartilhada em rede social, procure saber quem é a fonte. Questione se a informação que recebeu vem de um estudo, da observação de alguns casos clínicos ou de um relatório da OMS, por exemplo. Ser crítico em relação à informação recebida é importante”, afirma Aline.

Não compartilhe informaçõ es que não sejam confiáveis.

As fake news costumam se espalhar com facilidade por meio do compartilhamento das informações, seja por rede social ou por aplicativos de mensagens. Portanto, se não tiver certeza sobre os dados que recebeu, nem conseguiu comprová-los em outros veículos oficiais, não repasse para os seus contatos.

Denuncie informações incorretas nas redes sociais.

Facebook, Instagram e outras plataformas de redes sociais têm seus próprios mecanismos de denúncia, que costumam ser bem intuitivos. Ao usá-los, você evita que outras pessoas recebam uma informação falsa e/ou incorreta.

Se puder, avise as sociedades médicas sobre a informaçã o falsa.

Pacientes que se sintam mais engajados no tema podem até mesmo avisar as sociedades médicas sobre uma informação inverídica circulante. Os sites costumam ter e-mail de contato para isso e, recebendo a denúncia, podem se organizar para buscar o Ministério Público e tomar as medidas cabíveis.

Mais paciente, menos passivo

Toda pessoa tem o direito básico de participar das decisões que afetam a sua vida.2 Mas, para que esse direito se torne efetivo, o paciente deve estar informado e apoiado para que se envolva, adquira informações sobre testes, opções de tratamento, benefícios e os riscos inerentes a cada opção3. A isso, chamamos engajamento do paciente. 

Ninguém nasce sabendo ser um paciente nem um participante ativo do seu próprio cuidado. É preciso aprender essas habilidades e os sistemas de saúde podem prover informações e educar essas pessoas para tal”, enfatiza a especialista.

Para saber mais sobre seus direitos, consulte a Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde 4 e a Lei dos Planos de Saúde 5

Check-list para a sua próxima consulta6

  • Crie o hábito de fazer uma lista de pontos importantes para conversar durante a consulta;
  • Comunique ao seu profissional de saúde qualquer mudança no seu estado de saúde e nas medicações em uso;
  • Tenha certeza de que, de fato, compreendeu todas as orientações. Na dúvida, pergunte novamente;
  • Anote o que for mais importante ao final da conversa. Assim, se você esquecer, pode consultar sua anotação,
  • Lembre-se de que o profissional de saúde que o/a acompanha é seu parceiro nas decisões que você irá tomar em relação à sua saúde.

Estar bem-informado é fundamental para receber um atendimento de qualidade. Leia nosso artigo Paciente, conheça melhor seus direitos e assegure que um cuidado realmente focado em você.

Para outras informações confiáveis sobre cuidados com a saúde, visite o blog do Saber da Saúde e encontre conteúdos relevantes para manter seu bem-estar em alta. 

 

ATENÇÃO: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde

A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2024 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

CORP – 1861304 – AA – Saber da Saúde

Hiperplasia Prostática Benigna (HPB): sintomas, causas e tratamentos

Saúde Urológica

Hiperplasia Prostática Benigna: o que é, sintomas e como tratar

O QUE É, SINTOMAS, CAUSAS E TRATAMENTOS

A hiperplasia prostática benigna pode ser solucionada.

Um dos sinais mais comuns do envelhecimento em homens. Uma doença que tem muitas soluções e tratamentos e que não deve assustar.

Ouse dar um passo pela sua saúde e enfrente a hiperplasia prostática benigna.

O que é Hiperplasia Prostática Benigna?

A hiperplasia prostática benigna (HPB) é uma consequência natural do envelhecimento. A próstata dobra de tamanho durante a adolescência e continua a crescer ao longo da vida.

Com o tempo, uma próstata aumentada pode comprimir o pequeno tubo que leva a urina da bexiga ao pênis e restringir o fluxo de urina.

Uma próstata aumentada pode interferir nos processos urinários normais, como enchimento e esvaziamento. Se não for tratada, pode causar problemas na bexiga ou nos rins.

Embora as causas da HPB ainda não sejam claras, é uma doença muito comum, pois 90% dos homens entre 50 e 80 anos de idade possivelmente a sofrerão.

A HPB afeta 90% dos homens aos 85 anos de idade.

Idade, histórico familiar de problemas de próstata, obesidade e doenças crônicas, como diabetes e doenças cardíacas, podem aumentar o risco de aumento da próstata. Ignorar esses fatores e sintomas relacionados pode levar a complicações graves.

Como prevenir a Hiperplasia Prostática Benigna?

  • Dieta Rica Em Frutas E Verduras
  • Limitar a cafeína e o Álcool
  • Fazer exercícios regularmente
  • Fazer exercícios regularmente

Quais os sintomas da Hiperplasia Prostática Benigna?

  • Levantar-se várias vezes para urinar durante a noite
  • Jato de urina fraco e interrompido
  • Dificuldade em iniciar ou parar de urinar
  • Necessidade repentina e urgente de urinar
  • Não ter certeza de que a bexiga está vazia
  • Gotejamento pós-micção
  • Dor ou ardência ao urinar
  • Incapacidade de ir ao banheiro quando sente necessidade.
  • Falta de controle da micção

Métodos de Diagnóstico

Estes são os métodos de diagnóstico pelo urologista:

  • Um gráfico de frequência e volume urinário: Isso fornecerá um registro de quanta água você bebe normalmente, quanta urina produz, com que frequência você esvazia a bexiga diariamente e se há vazamentos.
  • Exame de toque retal: O urologista insere um dedo no reto para ver se a próstata está aumentada.
  • Análise de urina: Testar uma amostra de urina pode ajudar a descartar infecções ou outras condições que podem causar sintomas similares.
  • Análise de sangue: Os resultados podem indicar problemas renais.
  • Exame de sangue para antígeno específico da próstata (PSA): O PSA é uma substância produzida pela próstata. Os níveis de PSA aumentam quando a próstata aumenta de tamanho. Entretanto, os níveis elevados de PSA também podem ser devido a intervenções recentes, infecção, cirurgia ou câncer de próstata.

A hiperplasia prostática benigna é o tumor benigno mais comum em homens.

Ela tem uma prevalência que varia entre 8% em homens de 40 anos, 50% em homens entre 51 e 60 anos, e 90% a partir dos 80 anos.

Tipos de tratamentos para Hiperplasia Prostática Benigna

Medicamentos

Os medicamentos são o tratamento mais comum para os sintomas leves a moderados de hiperplasia prostática. Algumas das opções são:

  • Bloqueadores alfa
  • Inibidores de 5-alfa redutase
  • Incisão transuretral da próstata
  • Terapia transuretral por micro-ondas
  • Ablação por agulha transuretral

Terapia a laser verde

Um laser de alta energia vaporiza o excesso de tecido protético. A terapia a laser geralmente alivia os sintomas imediatamente e tem menos risco de efeitos colaterais do que a cirurgia sem laser. A terapia a laser pode ser utilizada em homens que não sejam candidatos a outros procedimentos.

Veja também: Pacientes com HPB experimentam o melhor alívio de sintomas da categoria com a terapia rezūm, mostra o estudo mais recente

Ressecção transuretral

Consiste na extração de uma parte da glândula pelo canal uretral do pênis. É uma técnica cirúrgica conservadora e não obtém os mesmos resultados em longo prazo da prostatectomia radical.

Prostatectomia aberta ou assistida por robô

O cirurgião faz uma incisão na parte inferior do abdômen para alcançar a próstata e remover o tecido. A prostatectomia aberta geralmente é feita se você tiver uma próstata muito grande, lesões na bexiga ou outras complicações. A cirurgia geralmente requer uma curta internação no hospital e está associada a um maior risco de exigir uma transfusão de sangue.

Quer saber mais?

Para entender a extensão da situação, assista a gravação da LIVE: Próstata Aumentada e tire todas as suas dúvidas.

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Quer entender os sintomas e causas da HPB? Navegue pelo nosso site e descubra como identificar os sinais e compreender melhor a hiperplasia prostática benigna. 

Saiba mais sobre o Saber da Saúde

O Saber da Saúde é uma iniciativa da Boston ScientificTM com o objetivo de disseminar conhecimento científico sobre saúde para o maior número de brasileiros possível.

A desinformação não pode ser um obstáculo para o acesso à saúde. Acreditamos que com informação confiável, pacientes e redes de apoio podem tomar decisões com mais agilidade, obtendo diagnósticos mais cedo e buscando tratamentos cada vez mais eficazes, oferecendo suporte mais adequado para as condições de cada paciente.

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