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Infarto

Ouvir texto - 14:39

Se você ou alguém que você ama sofreu um infarto, você pode estar se sentindo nervoso, ansioso ou confuso. Durante esse momento, é importante fazer perguntas, reunir informações e aprender tudo o que puder para ajudá-lo na jornada a prosseguir. Explore esta seção para obter mais informações sobre o infarto.

O que é infarto?

Não é à toa que o infarto agudo do miocárdio (IAM) é popularmente conhecido como ataque do coração. O infarto é o resultado da falta de oxigenação do músculo cardíaco, provocada pela obstrução de uma de suas artérias e que leva à morte das células da região. Essa falta de oxigênio pode comprometer parcial ou totalmente o funcionamento do coração, e, em alguns casos, levar à morte. Por isso, um infarto agudo do miocárdio requer atenção emergencial..

O que provoca o infarto?

O coração é o músculo mais importante do nosso organismo. Isso porque é o responsável por bombear o sangue rico em oxigênio e nutrientes para todos os órgãos. Assim como o restante do corpo, ele também necessita do sangue oxigenado para trabalhar plenamente. São os movimentos de contração e dilatação do músculo cardíaco (os batimentos cardíacos) e as válvulas presentes na região (com a função de fazer com que o fluxo sanguíneo ocorra numa só direção) que garantem a circulação sanguínea eficaz. Enquanto o sangue rico em oxigênio sai pela aorta e chega a todas as células, ele retorna pelas veias já fraco em nutrientes e repleto de gás carbônico. Da aorta também surgem as artérias coronárias (direita e esquerda), vasos menores responsáveis pela irrigação do coração. O infarto acontece quando essa irrigação é interrompida e provoca a morte do tecido cardíaco.

O que pode prejudicar a circulação sanguínea no miocárdio?

A aterosclerose é a principal causadora da interrupção do fluxo sanguíneo das artérias. Ela ocorre ao longo dos anos, por causa de fatores genéticos ou de maus hábitos acumulados ao longo da vida. Placas de gordura, colesterol, células mortas e outras substâncias se acumulam internamente, formam o ateroma e enrijecem as artérias de médio e longo porte do corpo. Com o passar do tempo, essas placas aumentam e podem ganhar fissuras ou se romper, levando ao surgimento de um coágulo (trombo). Quando o coágulo alcança um dos vasos do coração e bloqueia a circulação do sangue na região acontece o infarto. Ou seja, há falta de oxigenação no órgão e o comprometimento do seu pleno funcionamento.

Quais são os fatores de risco para o infarto?

A Associação Americana de Cardiologia divide os fatores de risco para o infarto em três categorias: os que não podem ser mudados, os que podem ser modificados, tratados ou controlados e outros fatores que contribuem para aumentar os riscos.

Fatores que você não pode mudar

  • Aumento da idade - infartos são mais comuns em pessoas com mais de 65 anos e mulheres idosas têm risco aumentado de morrer
  • Gênero - homens estão mais propensos a sofrer ataques cardíacos e os casos podem ocorrer quando têm menos de 65 anos.
  • Hereditariedade - se seus pais tiveram doenças cardíacas, suas chances de sofrer um infarto são maiores.

Fatores que você pode mudar, tratar ou controlar

  • Fumar - quem fuma tem risco aumentado de sofrer um infarto, morte súbita cardíaca e doenças coronarianas. Fumantes passivos também ficam mais expostos do que pessoas que não fumam e não convivem com fumantes.
  • Colesterol alto - uma dieta rica em gordura trans e saturada aumenta o nível de colesterol "ruim" no seu sangue, o que o deixa mais exposto aos riscos de infarto e AVC (acidente vascular cerebral, popularmente conhecido como derrame).
  • Pressão alta - a pressão arterial alta, igual ou acima de 14/9, aumenta a carga do coração, o que endurece os vasos sanguíneos e, além de infarto, pode causar AVC, insuficiência renal e insuficiência cardíaca congestiva
  • Sedentarismo - atividades físicas, mesmo que em nível moderado, ajudam a reduzir os riscos de doenças cardiovasculares, controlar o colesterol, o diabetes e a obesidade, além de baixar a pressão arterial em algumas pessoas.
  • Obesidade e sobrepeso - pessoas com gordura acumulada, principalmente na cintura, podem sofrer infartos ou AVCs, mesmo que não tenham outros fatores de risco associados. Uma perda de 3% a 5% do peso pode prevenir doenças cardíacas e melhorar seus níveis de colesterol, pressão arterial e glicose.
  • Diabetes - de acordo com a American Heart Association (Sociedade Americana de Cardiologia), pelo menos 68% das pessoas com mais de 65 anos que têm diabetes morrem por causa de alguma doença cardíaca. Mantenha sua glicose sob controle, aposte em uma dieta equilibrada e em atividades físicas para manter-se saudável.

Outros fatores que contribuem para aumentar os riscos

  • Stress - Pessoas estressadas tendem a comer muito, começar a fumar ou aumentar o número de vezes que fumam e, por isso, ficam mais expostas ao risco de infarto. Busque momentos de autocuidado e um bom equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
  • Bebidas alcoólicas - beber demais aumenta a pressão arterial, os riscos de infarto, outras cardiomiopatias, AVC, câncer e outras doenças. O excesso de álcool também aumenta o triglicérides e altera o ritmo cardíaco, além de contribuir para a obesidade, alcoolismo, suicídio e acidentes.
  • Alimentação - A American Heart Asociation (Associação Americana de Cardiologia) recomenda as seguintes ações para manter um peso saudável e reduzir os riscos de doenças cardiovasculares: 1). escolha alimentos ricos em fibras, vitaminas e minerais, mas de baixas calorias; 2) aumente o consumo de frutas, vegetais, grãos integrais, proteínas magras e castanhas e nozes; e 3) reduza do cardápio os doces, bebidas açucaradas e carne vermelha.

Existe mais de um tipo de infarto?

Os especialistas classificam o infarto em cinco tipos:

  • Tipo 1: é o mais comum. Ocorre quando há uma ruptura de uma placa de ateroma em uma das artérias do coração, formando um coágulo que interrompe a circulação do sangue na região.
  • Tipo 2: acontece quando há uma demanda maior de oxigênio pelo coração. Hipertensão, hipotensão, arritmia ou cirurgias não cardíacas são alguns fatores que podem provocar esse tipo de infarto.
  • Tipo 3: associado à morte cardíaca súbita, chamado infarto fulminante.
  • Tipo 4: acontece após uma angioplastia coronariana ou por trombose do stent (prótese endovascular usada para manter a artéria aberta).
  • Tipo 5: ocorre após uma cirurgia para revascularização do coração, conhecida como cirurgia de ponte de safena.

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O que ingerimos interfere no funcionamento do nosso organismo. Para manter o metabolismo ativo e combater o excesso de peso, os alimentos saudáveis são fundamentais

Os especialistas são unânimes quando definem o que é obesidade. O sobrepeso é provocado pelo acúmulo de gordura corporal proveniente da alta ingestão de energia por meio da alimentação. Aqui, a matemática é simples: se ingerimos muitas calorias e não gastamos uma quantidade suficiente delas nas nossas atividades diárias (como tomar banho, trabalhar, dormir e praticar exercícios), esse estoque é armazenado como gordura que, com o passar do tempo, é transformada em quilos extras.

Estudos recentes, como a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel)1, publicada pelo Ministério da Saúde, mostram que o nosso padrão alimentar tem contribuído bastante para esse desequilíbrio da balança. Estamos consumindo menos alimentos in natura e minimamente processados e preferindo cada vez mais os ultraprocessados. Na conta final, o que comemos, quanto comemos e o número de refeições que fazemos por dia pode impactar no bom funcionamento do metabolismo, processo químico responsável por transformar o que ingerimos em calorias.

A alimentação a favor do metabolismo

“Existem vários fatores que influenciam o metabolismo. A idade é um deles: quando envelhecemos, perdemos massa muscular, o que diminui o metabolismo. A desidratação também interfere nesse processo, assim como a temperatura, quanto mais quente, menor o ritmo do metabolismo”, explica Durval Ribas Filho, médico, nutrólogo e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). “A alimentação também atua aqui, pois quanto mais açúcares ingerimos, mais calorias estocamos”, continua o especialista.

A médica nutróloga Marcella Garcez, diretora da Abran, reforça a importância da alimentação para regular o metabolismo. “Diferentes padrões alimentares afetam o gasto energético e o modo como o corpo processa os alimentos. Se não estiverem equilibrados, podem resultar em quadros de sobrepeso e obesidade”. Cuidar do metabolismo a fim de mantê-lo ativo não significa apenas selecionar melhor os alimentos que vão para o prato, outras medidas também contribuem para que ele trabalhe bem:

  • o Fracionar as refeições ao longo do dia: comer em intervalos mais curtos ajuda a manter os níveis de glicose no sangue estáveis e contribui para a regulação da insulina, que afeta o armazenamento de gordura. “Se alimentar com mais frequência, preferindo alimentos saudáveis, mantém o metabolismo ativo, aumentando ligeiramente o gasto calórico total”, explica a médica.
  • o Preferir frutas, vegetais e alimentos ricos em fibras e proteínas magras: esses itens aumentam a termogênese induzida pela dieta e a produção de calor pelo corpo para valores acima dos níveis basais. Essa energia gasta é chamada de termogênese e ajuda a manter um equilíbrio calórico saudável. “Alimentos termogênicos podem auxiliar o trabalho do metabolismo, pois, para serem oxidados, consomem mais energia. As proteínas (carnes, ovos, leite), por exemplo, são desse grupo. Elas requerem mais energia para serem digeridas quando comparadas às gorduras e aos carboidratos”, comenta Ribas Filho.
  • o Evitar alimentos ultraprocessados e ricos em açúcares refinados, sal em excesso e gorduras saturadas: esse cuidado é importante para auxiliar a regulação dos níveis de insulina e reduzir o armazenamento de gordura.

É importante lembrar que a perda de peso está fundamentalmente ligada ao balanço calórico. Consumir mais calorias do que se gasta resultará em ganho de peso, independentemente da frequência das refeições ou dos tipos de alimentos escolhidos. Por isso, tratar da obesidade requer um olhar holístico e cuidadoso de um especialista: é ele quem vai analisar caso a caso, considerando as características genéticas, o estilo de vida e as condições de cada paciente, e indicar a melhor dieta combinada a hábitos saudáveis para combater o peso a mais.

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde CRM = 1718804 – AA – Saber da Saúde

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Pé diabético: conheça as opções de tratamento e quando buscar ajuda médica

Sistema Circulatório

Pé diabético: conheça os tratamentos disponíveis

Uma pequena úlcera aparente pode ser a ponta do iceberg de uma infecção maior, que já se formou. Por isso, busque o serviço de saúde ao notar algo diferente

 

Todas as modificações no pé da pessoa com diabetes, ou no formato, que pode ainda se agravar com o desenvolvimento de infecção local, recebem o nome de pé diabético1.

O quadro, que pode evoluir para diferentes graus de infecção, deve ser acompanhado de perto pela equipe médica, para evitar que evolua para uma complicação grave, que resulte na amputação do membro.

“Todo o paciente com pé diabético precisa estar atento à evolução de seu quadro e procurar o serviço de saúde sempre que notar sinais como dedos dos pés pretos (gangrena), úlcera com secreção amarela ou verde e/ou micoses entre os dedos dos pés”, enfatiza Roseanne Montargil Rocha, coordenadora do Departamento de Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

Veja também:

Pé diabético dá para prevenir
Por que o pé diabético fica dormente
Por que o pé diabético não cicatriza
Como identificar e diagnosticar o Pé Diabético

Entenda o tratamento para o Pé Diabético

No serviço de saúde, a equipe deve seguir o atendimento baseado em um modelo de atenção integral, que inclui educação, qualificação do risco, investigação adequada, tratamento apropriado das feridas, cirurgia especializada, aparelhamento correto e reabilitação global. O objetivo maior é sempre a prevenção de infecções e a restauração funcional do pé2.

“Também pode acontecer de a equipe prescrever antibióticos como uma primeira terapia. Mas, há casos mais graves, que podem necessitar até mesmo de intervenção cirúrgica”, conta a médica.

Entre as opções cirúrgicas, destaque para os seguintes procedimentos3:

  • Revascularização do membro: Quando acontece uma obstrução arterial, esse procedimento costuma ser feito. Ele pode ocorrer por meio de derivações arteriais (pontes) ou por cirurgia endovascular, através de angioplastia (dilatação da artéria com balão), associada ou não à colocação de um stent.
  • Remoção de tecido em decomposição
  • Estabilização cirúrgica das alterações ósseas, quando não estão infectadas.
  • Amputação: Essa cirurgia muitas vezes é necessária para o tratamento de osteomielite (infecção óssea), podendo ser de um único dedo, partes do pé ou até mesmo amputação da perna abaixo do joelho.

Lembre-se sempre de pedir para que o médico examine seus pés durante as consultas e, caso a doença já tenha se instalado, discuta com ele o melhor procedimento para o seu caso.

Quer saber mais sobre pé diabético? Clique aqui e confira tudo sobre essa condição clínica.

 

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ATENÇÃO III: Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

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Gastroplastia endoscópica: para quem o tratamento é mais indicado?

Obesidade

Benefícios da gastroplastia endoscópica

As Guias das Sociedades Médicas e publicações científicas preconizam IMC e condições clínicas como indicadores

 

A gastroplastia endoscópica é um procedimento minimamente invasivo planejado para a perda de peso sustentável de pessoas com sobrepeso ou obesidade, com índice de massa corporal (IMC) entre 27 e 35 kg/m². Para isso, é feita uma espécie de “costura” no estômago (sutura), que reduz seu volume de 1.500 ml para 300 ml e, assim, o paciente se sente mais saciado comendo menos. 

Os resultados mostram que é possível perder até 25% do peso inicial no primeiro ano.1 Mas a grande pergunta de quem se encaixa no perfil de IMC e está buscando um método eficiente de emagrecimento é: será que a gastroplastia é indicada para mim?

 Se a dúvida é em comparação a outros tratamentos reconhecidos para a perda de peso, Jimi Scarparo, médico endoscopista e cirurgião do aparelho digestivo, esclarece que a gastroplastia endoscópica não é um procedimento concorrente à cirurgia bariátrica. “Ela não promove os mesmos resultados nem é indicada para o mesmo perfil de paciente [lembrando que a bariátrica tem indicação para pessoas com IMC >35 kg/m²]”, explica o especialista, que é membro da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED), da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) e da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), além de atuar como diretor técnico da Clínica Scarparo - Tratamento da Obesidade.

Gastroplastia ou balão intragástrico?

Por ser um procedimento endoscópico, a gastroplastia pode, de alguma forma, ser encarada como uma alternativa ao balão intragástrico, já que as duas usam a mesma técnica de acesso ao estômago — por meio do endoscópio, um aparelho que entra na boca do paciente e acessa o estômago.

 Scarpari compara as suas soluções. “Eu diria que a gastroplastia promove uma perda de peso maior e mais sustentável a longo prazo [em torno de 20 a 25% do peso inicial nos primeiros seis meses], sem provocar sintomas incômodos após o procedimento e com uma recuperação muito mais rápida [em cerca de um dia o paciente já volta a sua rotina normal]. No entanto, o custo da gastroplastia é muito superior ao do balão”, diz o médico. “Por isso, na minha experiência, a gastroplastia é mais indicada para aqueles pacientes onde a restrição do volume do estômago, auxilie de fato na menor ingestão de alimentos, e que sejam aderentes as orientações nutricionais  recomendadas”, enfatiza.

Reganho de peso: uma  preocupação real 

A obesidade é uma doença crônica, progressiva e potencialmente fatal, para a qual ainda não existe uma cura definitiva. Portanto, o reganho de peso é uma realidade que sempre precisa ser considerada durante o tratamento. 

“O que se espera é que, enquanto ferramenta terapêutica, se bem usada, a gastroplastia endoscópica traga uma perda importante de peso. Mas, durante esse processo, o paciente precisa ressignificar o hábito alimentar e mudar o estilo de vida, para ganhar gosto pela perda de peso rumo a um processo integrativo de transformação”, acredita Scarparo. “A obesidade é uma doença complexa e multifatorial, que não possui soluções simples. Sabendo disso, a gastroplastia endoscópica tem sido eficiente no tratamento de um público que está acima de peso, mas ainda sem a indicação de  uma cirurgia bariátrica. É um procedimento de baixo risco, confiável e previsível, eficaz e pouco traumático e, por isso, deve ser uma solução adotada por cada vez mais pessoas. Apesar disso, o reganho de peso não tem data para acontecer, o que requer o acompanhamento contínuo do paciente”, conclui.

Quer saber mais sobre esse tratamento? Veja: Quando a gastroplastia endoscópica não deve ser indicada.

Dê o primeiro passo para uma vida mais saudável! Explore nossas soluções e descubra como superar a obesidade com confiança e cuidado. Acesse agora o Leve a Vida Mais Leve.

 

ATENÇÃO I: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2024 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

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Fibrilação atrial: causas, sintomas e principais opções de tratamento

Coração

Fibrilação atrial: conheça os tipos de tratamentos disponíveis

A Fibrilação Atrial é um tipo comum de batimentos cardíacos irregulares que afeta a capacidade do seu coração de bombear sangue normalmente, aumentando o risco de sofrer um acidente vascular cerebral ou outras doenças relacionadas com o coração.

 

aumentando o risco de sofrer um acidente vascular cerebral ou outras doenças relacionadas com o coração.

A Fibrilação Atrial é o tipo de arritmia mais frequente na cardiologia e existem diferentes tipos que você deve conhecer para receber um tratamento eficaz. Assista este vídeo e conheça os tipos de Fibrilação Atrial:

Quais os sintomas da Fibrilação Atrial?

Algumas pessoas com Fibrilação Atrial não sentirão nenhum sintoma. Aqueles que têm sintomas podem experimentar:

  • Pressão ou desconforto no peito
  • Palpitações cardíacas (uma súbita sensação de batimento cardíaco acelerado)
  • Falta de energia
  • Dificuldade em respirar durante atividades normais ou mesmo em repouso
  • Sensação de tontura ou desmaio

Se sentir algum destes sintomas, contate o seu médico assim que possível.

Quais as causas da -Fibrilação Atrial?

As causas mais comuns da Fibrilação Atrial incluem anormalidades ou danos ao coração e o risco também aumenta à medida que nosso corpo envelhece. No entanto, em alguns casos, a causa é desconhecida.

A seguir, apresentamos algumas das mais conhecidas:

  • Pressão alta: É uma doença comum na qual o sangue flui através dos vasos sanguíneos ou artérias a pressões acima do normal. A pressão alta, às vezes chamada de hipertensão, ocorre quando essa pressão nas paredes das artérias é muito alta;
  • Ataques cardíacos: A maioria dos ataques cardíacos é causada por um coágulo que bloqueia uma das artérias coronárias. As artérias coronárias transportam sangue e oxigênio para o coração. Se o fluxo sanguíneo é bloqueado, o coração sofre com a falta de oxigênio e as células cardíacas morrem;
  • Doença arterial coronária: Ocorre quando as artérias que fornecem o sangue ao músculo cardíaco tornam-se duras e estreitas. Isto é devido ao acúmulo de colesterol e outros materiais chamados placa na camada interna das paredes das artérias;
  • Problemas cardíacos hereditários: As anormalidades genéticas geralmente estão relacionadas a arritmias (batimentos irregulares) ou cardiomiopatias (doenças do músculo cardíaco);
  • Doença pulmonar crônica: É uma doença comum que causa dificuldade para respirar e a principal causa é o tabagismo. Quanto mais uma pessoa fuma, maior a probabilidade de desenvolver esta doença;
  • Hipertireoidismo ou outro desequilíbrio metabólico: O hipertireoidismo é a hiperatividade da glândula tireoide, que resulta em altas concentrações de hormônios da tireoide e na aceleração das funções vitais do corpo. Alguns de seus sintomas incluem perda inesperada de peso, batimentos cardíacos rápidos ou irregulares, irritabilidade e sudorese;
  • Apneia do sono: É um transtorno comum em que a respiração é interrompida ou se torna muito superficial. Essas interrupções podem durar de alguns segundos a minutos e podem ocorrer mais de 30 vezes por hora;
  • Estresse devido a cirurgia, pneumonia ou outras doenças;
  • Infecção viral;
  • Exposição a certos estimulantes, incluindo alguns medicamentos, cafeína, tabaco e álcool;
  • Cirurgia cardíaca prévia;
  • Mau funcionamento do marca-passo natural do coração.

Quais os Fatores de risco da Fibrilação Atrial?

Alguns fatores, além de aumentar o risco de desenvolver Fibrilação Atrial, também podem aumentar as probabilidades de sofrer um AVC ou qualquer outra complicação. Estes são:

  • Idade- Quanto mais anos tiver, maior será o risco de desenvolver Fibrilação Atrial.
  • Pressão arterial alta - Ter pressão alta, especialmente se não estiver bem controlada com mudanças no estilo de vida ou medicamentos, pode aumentar o risco de sofrer desta doença com algumas complicações
  • Obesidade - As pessoas obesas têm um risco maior de desenvolver a Fibrilação Atrial ou sofrer um AVC.
  • Fator hereditário - Se tiver um parente direto com fibrilação atrial, se tem um risco maior de desenvolvê-la. Isso significa que existem alguns genes que favorecem o aparecimento desta doença.

Como a Fibrilação Atrial aumenta o risco de acidente vascular cerebral (AVC)?

Como na Fibrilação Atrial seu coração não bombeia sangue normalmente, pode acontecer que as células do sangue se juntem e fiquem aderidas, formando coágulos em uma área do coração chamada apêndice auricular esquerdo (AAE).

Se um coágulo de sangue escapa e viaja para outra parte do corpo, ele pode bloquear o suprimento de sangue para o cérebro e causar um acidente vascular cerebral.

Em média, as pessoas com Fibrilação Atrial têm cinco vezes mais risco de acidente vascular cerebral do que as pessoas com ritmos cardíacos normais.

Um parente de primeiro grau de alguém que sofreu Morte súbita cardíaca tem mais do que o dobro do risco de morte primária.

Veja também:

Coisas que um paciente com fibrilação atrial pode fazer
Atividade física para um paciente com fibrilação atrial

Quais os tratamentos para a Fibrilação Atrial?

Existem vários tratamentos para a Fibrilação Atrial que ajudam a controlar sua frequência cardíaca, restaurar o ritmo cardíaco normal e/ou controlar a atividade elétrica do coração, que incluem:

  • Cardioversão elétrica;
  • Procedimentos de ablação;
  • Marca-passo permanente;
  • Procedimentos pela técnica de Maze;
  • Anticoagulantes Orais.

Embora esses tratamentos possam aliviar alguns dos seus sintomas da Fibrilação Atrial, essa arritmia pode voltar sem que você perceba, ou gerar efeitos colaterais como hemorragias perigosas, principalmente pela medicação com anticoagulantes orais.

Por este motivo existem tratamentos alternativos como a Oclusão do Apêndice Atrial Esquerdo (OAAE) que te ajuda a levar uma vida ideal.

Implante do dispositivo OAAE

Uma alternativa aos anticoagulantes orais.

O Implante de Oclusão do Apêndice Atrial Esquerdo (OAAE) é um procedimento, feito uma única vez, que reduz o risco de acidente vascular cerebral (AVC) em 84% para pessoas diagnosticadas com a Fibrilação Atrial não causada por um problema da válvula cardíaca. É uma alternativa aos anticoagulantes orais.

O implante OAAE evita que as células do sangue se juntem e formem coágulos na região do coração chamada apêndice atrial esquerdo (AAE), reduzindo o risco de sofrer um AVC e libertando você dos efeitos colaterais dos anticoagulantes orais.

Assista a este vídeo e descubra como funciona, como é implantado e os benefícios que o OAAE oferece ao seu coração.

Como o Implante Oclusor do Apêndice Auricular Esquerdo (OAAE) ajuda a reduzir o risco de AVC?

Oferece uma redução efetiva do risco de acidente vascular cerebral (AVC) sem os riscos de sangramento prolongado dos anticoagulantes

Fornece o conforto de não ter que se lembrar de tomar uma pílula todos os dias.

Mostra uma redução de 84% dos casos de acidente vascular cerebral isquêmico em comparação aos pacientes que não passaram pelo procedimento.

É colocado em seu coração durante um procedimento sob anestesia geral.

Dispositivo permanente que não precisa ser trocado nunca

  • Tem o tamanho de uma moeda
  • Está feito de materiais muito leves e compactos comumente usados em muitos outros implantes médicos
  • Ideal para pessoas que não podem tomar anticoagulantes, sofreram hemorragias devido ao uso de anticoagulantes, têm dificuldade em manter o uso da Varfarina ou não são adequados ao tratamento com qualquer tipo de anticoagulante.
  • É um procedimento de aproximadamente 1 hora, onde os pacientes geralmente saem do hospital no dia seguinte.

O Implante Oclusor do Apêndice Auricular Esquerdo (OAAE) foi projetado para fechar permanentemente sua AAE e evitar a fuga desses coágulos de sangue.

Você tem Fibrilação Atrial e quer saber mais sobre a saúde do seu coração? Faça o teste e entenda o risco de sofrer um AVC.

Quais são os sintomas do infarto?

O sintoma mais comum do infarto do miocárdio é uma dor intensa no peito, que pode se irradiar para as costas, o braço esquerdo, os ombros e até a mandíbula. Sudorese, náuseas, vômito, tontura e falta de ar também costumam acompanhar a dor profunda do infarto. Entretanto, 20% dos infartos são silenciosos, estes, mais comuns nos diabéticos. Como há apenas um desconforto, ele é interpretado como um mal-estar causado por indigestão.

Outro grupo que deve prestar atenção especial nos sintomas são as mulheres. Estudos recentes têm mostrado que nelas essa condição clínica pode estar associada ao estresse emocional e mental e surgem sintomas atípicos, como dor no pescoço e no rosto, ardência na pele, palpitações e fadiga incomum.

Como é o tratamento do infarto?

Um infarto pede atenção emergencial, já que é uma das doenças cardiovasculares que mais mata no Brasil. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, até o fim deste ano, cerca de 400 mil pessoas morrerão por causa de doenças cardíacas ou de circulação. Por isso, qualquer sinal de que o coração não anda em seu ritmo perfeito requer investigação.

Assim que ocorre um infarto, é fundamental realizar um eletrocardiograma (ECG) e exames laboratoriais para detectar os marcadores cardíacos. Com essas análises, o especialista pode identificar a região comprometida e a extensão da morte do tecido do coração, para decidir as melhores estratégias para o tratamento.

Como é um evento que exige cuidado imediato, o paciente também deve logo receber oxigênio, anticoagulantes, antiplaquetários e um tratamento para dor com nitratos.

Atualmente, o uso de fribrinolíticos, fármacos que auxiliam na redução do coágulo, tem sido uma medida importante para interromper a trombose e reverter a isquemia (diminuição da passagem de sangue pelas artérias). Outra alternativa é o Implante de Oclusão do Apêndice Atrial Esquerdo (OAAE). O procedimento é minimamente invasivo e feito uma única vez, inserindo um dispositivo do tamanho de uma moeda, que fecha o local responsável pela formação dos coágulos.

O implante reduz o risco de acidente vascular cerebral (AVC) em 84% para pessoas diagnosticadas com a Fibrilação Atrial não causada por um problema da válvula cardíaca e é especialmente indicado para quem não pode tomar anticoagulantes. Para saber mais, assista nosso vídeo:

O coração é o músculo mais importante do nosso organismo. Isso porque é o responsável por bombear o sangue rico em oxigênio e nutrientes para todos os órgãos. Assim como o restante do corpo, ele também necessita do sangue oxigenado para trabalhar plenamente. São os movimentos de contração e dilatação do músculo cardíaco (os batimentos cardíacos) e as válvulas presentes na região (com a função de fazer com que o fluxo sanguíneo ocorra numa só direção) que garantem a circulação sanguínea eficaz. Enquanto o sangue rico em oxigênio sai pela aorta e chega a todas as células, ele retorna pelas veias já fraco em nutrientes e repleto de gás carbônico. Da aorta também surgem as artérias coronárias (direita e esquerda), vasos menores responsáveis pela irrigação do coração. O infarto acontece quando essa irrigação é interrompida e provoca a morte do tecido cardíaco.

A aterosclerose é a principal causadora da interrupção do fluxo sanguíneo das artérias. Ela ocorre ao longo dos anos, por causa de fatores genéticos ou de maus hábitos acumulados ao longo da vida. Placas de gordura, colesterol, células mortas e outras substâncias se acumulam internamente, formam o ateroma e enrijecem as artérias de médio e longo porte do corpo. Com o passar do tempo, essas placas aumentam e podem ganhar fissuras ou se romper, levando ao surgimento de um coágulo (trombo). Quando o coágulo alcança um dos vasos do coração e bloqueia a circulação do sangue na região acontece o infarto. Ou seja, há falta de oxigenação no órgão e o comprometimento do seu pleno funcionamento.

A Associação Americana de Cardiologia divide os fatores de risco para o infarto em três categorias: os que não podem ser mudados, os que podem ser modificados, tratados ou controlados e outros fatores que contribuem para aumentar os riscos.

Fatores que você não pode mudar

  • Aumento da idade - infartos são mais comuns em pessoas com mais de 65 anos e mulheres idosas têm risco aumentado de morrer
  • Gênero - homens estão mais propensos a sofrer ataques cardíacos e os casos podem ocorrer quando têm menos de 65 anos.
  • Hereditariedade - se seus pais tiveram doenças cardíacas, suas chances de sofrer um infarto são maiores.

Fatores que você pode mudar, tratar ou controlar

  • Fumar - quem fuma tem risco aumentado de sofrer um infarto, morte súbita cardíaca e doenças coronarianas. Fumantes passivos também ficam mais expostos do que pessoas que não fumam e não convivem com fumantes.
  • Colesterol alto - uma dieta rica em gordura trans e saturada aumenta o nível de colesterol "ruim" no seu sangue, o que o deixa mais exposto aos riscos de infarto e AVC (acidente vascular cerebral, popularmente conhecido como derrame).
  • Pressão alta - a pressão arterial alta, igual ou acima de 14/9, aumenta a carga do coração, o que endurece os vasos sanguíneos e, além de infarto, pode causar AVC, insuficiência renal e insuficiência cardíaca congestiva
  • Sedentarismo - atividades físicas, mesmo que em nível moderado, ajudam a reduzir os riscos de doenças cardiovasculares, controlar o colesterol, o diabetes e a obesidade, além de baixar a pressão arterial em algumas pessoas.
  • Obesidade e sobrepeso - pessoas com gordura acumulada, principalmente na cintura, podem sofrer infartos ou AVCs, mesmo que não tenham outros fatores de risco associados. Uma perda de 3% a 5% do peso pode prevenir doenças cardíacas e melhorar seus níveis de colesterol, pressão arterial e glicose.
  • Diabetes - de acordo com a American Heart Association (Sociedade Americana de Cardiologia), pelo menos 68% das pessoas com mais de 65 anos que têm diabetes morrem por causa de alguma doença cardíaca. Mantenha sua glicose sob controle, aposte em uma dieta equilibrada e em atividades físicas para manter-se saudável.

Outros fatores que contribuem para aumentar os riscos

  • Stress - Pessoas estressadas tendem a comer muito, começar a fumar ou aumentar o número de vezes que fumam e, por isso, ficam mais expostas ao risco de infarto. Busque momentos de autocuidado e um bom equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
  • Bebidas alcoólicas - beber demais aumenta a pressão arterial, os riscos de infarto, outras cardiomiopatias, AVC, câncer e outras doenças. O excesso de álcool também aumenta o triglicérides e altera o ritmo cardíaco, além de contribuir para a obesidade, alcoolismo, suicídio e acidentes.
  • Alimentação - A American Heart Asociation (Associação Americana de Cardiologia) recomenda as seguintes ações para manter um peso saudável e reduzir os riscos de doenças cardiovasculares: 1). escolha alimentos ricos em fibras, vitaminas e minerais, mas de baixas calorias; 2) aumente o consumo de frutas, vegetais, grãos integrais, proteínas magras e castanhas e nozes; e 3) reduza do cardápio os doces, bebidas açucaradas e carne vermelha.

Os especialistas classificam o infarto em cinco tipos:

  • Tipo 1: é o mais comum. Ocorre quando há uma ruptura de uma placa de ateroma em uma das artérias do coração, formando um coágulo que interrompe a circulação do sangue na região.
  • Tipo 2: acontece quando há uma demanda maior de oxigênio pelo coração. Hipertensão, hipotensão, arritmia ou cirurgias não cardíacas são alguns fatores que podem provocar esse tipo de infarto.
  • Tipo 3: associado à morte cardíaca súbita, chamado infarto fulminante.
  • Tipo 4: acontece após uma angioplastia coronariana ou por trombose do stent (prótese endovascular usada para manter a artéria aberta).
  • Tipo 5: ocorre após uma cirurgia para revascularização do coração, conhecida como cirurgia de ponte de safena.

O sintoma mais comum do infarto do miocárdio é uma dor intensa no peito, que pode se irradiar para as costas, o braço esquerdo, os ombros e até a mandíbula. Sudorese, náuseas, vômito, tontura e falta de ar também costumam acompanhar a dor profunda do infarto. Entretanto, 20% dos infartos são silenciosos, estes, mais comuns nos diabéticos. Como há apenas um desconforto, ele é interpretado como um mal-estar causado por indigestão.

Outro grupo que deve prestar atenção especial nos sintomas são as mulheres. Estudos recentes têm mostrado que nelas essa condição clínica pode estar associada ao estresse emocional e mental e surgem sintomas atípicos, como dor no pescoço e no rosto, ardência na pele, palpitações e fadiga incomum.

Um infarto pede atenção emergencial, já que é uma das doenças cardiovasculares que mais mata no Brasil. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, até o fim deste ano, cerca de 400 mil pessoas morrerão por causa de doenças cardíacas ou de circulação. Por isso, qualquer sinal de que o coração não anda em seu ritmo perfeito requer investigação.

Assim que ocorre um infarto, é fundamental realizar um eletrocardiograma (ECG) e exames laboratoriais para detectar os marcadores cardíacos. Com essas análises, o especialista pode identificar a região comprometida e a extensão da morte do tecido do coração, para decidir as melhores estratégias para o tratamento.

Como é um evento que exige cuidado imediato, o paciente também deve logo receber oxigênio, anticoagulantes, antiplaquetários e um tratamento para dor com nitratos.

Atualmente, o uso de fribrinolíticos, fármacos que auxiliam na redução do coágulo, tem sido uma medida importante para interromper a trombose e reverter a isquemia (diminuição da passagem de sangue pelas artérias). Outra alternativa é o Implante de Oclusão do Apêndice Atrial Esquerdo (OAAE). O procedimento é minimamente invasivo e feito uma única vez, inserindo um dispositivo do tamanho de uma moeda, que fecha o local responsável pela formação dos coágulos.

O implante reduz o risco de acidente vascular cerebral (AVC) em 84% para pessoas diagnosticadas com a Fibrilação Atrial não causada por um problema da válvula cardíaca e é especialmente indicado para quem não pode tomar anticoagulantes. Para saber mais, assista nosso vídeo:

São as informações mostradas no eletrocardiograma e se há sintomas persistentes, como arritmia ou hipotensão, que vão levar o especialista a indicar a revascularização do miocárdio (ponte de safena). Dependendo do caso, a intervenção deve ser imediata. Nessa cirurgia, com a ajuda de enxertos, são construídos novos caminhos para o sangue, desviando-o da lesão que provocou o infarto. Um dos enxertos que pode ser usado é a veia safena da perna, daí o nome ponte de safena. O tempo de internação e os cuidados pós-operatórios dependem do tamanho da cirurgia e das condições clínicas do paciente. Por isso, um acompanhamento médico com o cardiologista é imprescindível. Dados da Associação Americana de Cardiologia indicam que, depois de um infarto, os homens têm uma sobrevida de 8,2 anos e as mulheres de 5,5 anos.

Menos invasiva, a angioplastia também pode ser indicada. O cirurgião cardíaco ou hemodinamicista introduz um tubo pequeno (denominado cateter) pelo punho ou pela virilha, o qual passa, então, por meio de uma artéria até o local do bloqueio. Um pequeno balão localizado na ponta do cateter é lentamente insuflado para abrir o bloqueio. Esse procedimento pode ser realizado com um cateter com balão sozinho ou pode também envolver a colocação de um stent coronário. Os stents são parecidos com a mola da ponta de uma caneta, que se expande para se acomodar ao tamanho da artéria. O dispositivo permanece na artéria, ajudando a manter um fluxo sanguíneo livre e desobstruído. Com o tempo, a parede da artéria se cicatriza ao redor do stent. Durante o período de cicatrização é necessário que o paciente tome medicamentos para impedir que o sangue se coagule dentro do stent.

Quando o dano no coração é extenso, com bloqueios atrioventriculares de 2ºe 3º graus, na avaliação do médico, e quando há bradicardia (ritmo cardíaco de menos de 60 batimentos por minuto, a implantação de um marca-passo temporário ou definitivo também é indicada. O dispositivo é implantado por baixo da pele, próximo ao ombro, e é composto por um gerador de pulsos, com circuito eletrônico e bateria, e eletrodos, os fios que levam os impulsos elétricos para o coração. Após o implante, o paciente deve se consultar regularmente com o cardiologista, para que o marca-passo seja avaliado e programado periodicamente.

Associações médicas, hospitais de referência, cardiologistas e órgãos de governos podem ajudar você e sua família a entender melhor o que é o infarto e os tratamentos disponíveis.

Em quais casos a cirurgia é indicada?

São as informações mostradas no eletrocardiograma e se há sintomas persistentes, como arritmia ou hipotensão, que vão levar o especialista a indicar a revascularização do miocárdio (ponte de safena). Dependendo do caso, a intervenção deve ser imediata. Nessa cirurgia, com a ajuda de enxertos, são construídos novos caminhos para o sangue, desviando-o da lesão que provocou o infarto. Um dos enxertos que pode ser usado é a veia safena da perna, daí o nome ponte de safena. O tempo de internação e os cuidados pós-operatórios dependem do tamanho da cirurgia e das condições clínicas do paciente. Por isso, um acompanhamento médico com o cardiologista é imprescindível. Dados da Associação Americana de Cardiologia indicam que, depois de um infarto, os homens têm uma sobrevida de 8,2 anos e as mulheres de 5,5 anos.

Menos invasiva, a angioplastia também pode ser indicada. O cirurgião cardíaco ou hemodinamicista introduz um tubo pequeno (denominado cateter) pelo punho ou pela virilha, o qual passa, então, por meio de uma artéria até o local do bloqueio. Um pequeno balão localizado na ponta do cateter é lentamente insuflado para abrir o bloqueio. Esse procedimento pode ser realizado com um cateter com balão sozinho ou pode também envolver a colocação de um stent coronário. Os stents são parecidos com a mola da ponta de uma caneta, que se expande para se acomodar ao tamanho da artéria. O dispositivo permanece na artéria, ajudando a manter um fluxo sanguíneo livre e desobstruído. Com o tempo, a parede da artéria se cicatriza ao redor do stent. Durante o período de cicatrização é necessário que o paciente tome medicamentos para impedir que o sangue se coagule dentro do stent.

Quando o dano no coração é extenso, com bloqueios atrioventriculares de 2ºe 3º graus, na avaliação do médico, e quando há bradicardia (ritmo cardíaco de menos de 60 batimentos por minuto, a implantação de um marca-passo temporário ou definitivo também é indicada. O dispositivo é implantado por baixo da pele, próximo ao ombro, e é composto por um gerador de pulsos, com circuito eletrônico e bateria, e eletrodos, os fios que levam os impulsos elétricos para o coração. Após o implante, o paciente deve se consultar regularmente com o cardiologista, para que o marca-passo seja avaliado e programado periodicamente.

Onde posso saber mais sobre infarto?

Associações médicas, hospitais de referência, cardiologistas e órgãos de governos podem ajudar você e sua família a entender melhor o que é o infarto e os tratamentos disponíveis.

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Alimentação saudável e metabolismo ativo, uma dupla imbatível para driblar a obesidade

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Alimentação saudável e metabolismo ativo, uma dupla imbatível para driblar a obesidade

O que ingerimos interfere no funcionamento do nosso organismo. Para manter o metabolismo ativo e combater o excesso de peso, os alimentos saudáveis são fundamentais

Os especialistas são unânimes quando definem o que é obesidade. O sobrepeso é provocado pelo acúmulo de gordura corporal proveniente da alta ingestão de energia por meio da alimentação. Aqui, a matemática é simples: se ingerimos muitas calorias e não gastamos uma quantidade suficiente delas nas nossas atividades diárias (como tomar banho, trabalhar, dormir e praticar exercícios), esse estoque é armazenado como gordura que, com o passar do tempo, é transformada em quilos extras.

Estudos recentes, como a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel)1, publicada pelo Ministério da Saúde, mostram que o nosso padrão alimentar tem contribuído bastante para esse desequilíbrio da balança. Estamos consumindo menos alimentos in natura e minimamente processados e preferindo cada vez mais os ultraprocessados. Na conta final, o que comemos, quanto comemos e o número de refeições que fazemos por dia pode impactar no bom funcionamento do metabolismo, processo químico responsável por transformar o que ingerimos em calorias.

A alimentação a favor do metabolismo

“Existem vários fatores que influenciam o metabolismo. A idade é um deles: quando envelhecemos, perdemos massa muscular, o que diminui o metabolismo. A desidratação também interfere nesse processo, assim como a temperatura, quanto mais quente, menor o ritmo do metabolismo”, explica Durval Ribas Filho, médico, nutrólogo e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). “A alimentação também atua aqui, pois quanto mais açúcares ingerimos, mais calorias estocamos”, continua o especialista.

A médica nutróloga Marcella Garcez, diretora da Abran, reforça a importância da alimentação para regular o metabolismo. “Diferentes padrões alimentares afetam o gasto energético e o modo como o corpo processa os alimentos. Se não estiverem equilibrados, podem resultar em quadros de sobrepeso e obesidade”. Cuidar do metabolismo a fim de mantê-lo ativo não significa apenas selecionar melhor os alimentos que vão para o prato, outras medidas também contribuem para que ele trabalhe bem:

  • o Fracionar as refeições ao longo do dia: comer em intervalos mais curtos ajuda a manter os níveis de glicose no sangue estáveis e contribui para a regulação da insulina, que afeta o armazenamento de gordura. “Se alimentar com mais frequência, preferindo alimentos saudáveis, mantém o metabolismo ativo, aumentando ligeiramente o gasto calórico total”, explica a médica.
  • o Preferir frutas, vegetais e alimentos ricos em fibras e proteínas magras: esses itens aumentam a termogênese induzida pela dieta e a produção de calor pelo corpo para valores acima dos níveis basais. Essa energia gasta é chamada de termogênese e ajuda a manter um equilíbrio calórico saudável. “Alimentos termogênicos podem auxiliar o trabalho do metabolismo, pois, para serem oxidados, consomem mais energia. As proteínas (carnes, ovos, leite), por exemplo, são desse grupo. Elas requerem mais energia para serem digeridas quando comparadas às gorduras e aos carboidratos”, comenta Ribas Filho.
  • o Evitar alimentos ultraprocessados e ricos em açúcares refinados, sal em excesso e gorduras saturadas: esse cuidado é importante para auxiliar a regulação dos níveis de insulina e reduzir o armazenamento de gordura.

É importante lembrar que a perda de peso está fundamentalmente ligada ao balanço calórico. Consumir mais calorias do que se gasta resultará em ganho de peso, independentemente da frequência das refeições ou dos tipos de alimentos escolhidos. Por isso, tratar da obesidade requer um olhar holístico e cuidadoso de um especialista: é ele quem vai analisar caso a caso, considerando as características genéticas, o estilo de vida e as condições de cada paciente, e indicar a melhor dieta combinada a hábitos saudáveis para combater o peso a mais.

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Pé diabético: conheça as opções de tratamento e quando buscar ajuda médica

Sistema Circulatório

Pé diabético: conheça os tratamentos disponíveis

Uma pequena úlcera aparente pode ser a ponta do iceberg de uma infecção maior, que já se formou. Por isso, busque o serviço de saúde ao notar algo diferente

 

Todas as modificações no pé da pessoa com diabetes, ou no formato, que pode ainda se agravar com o desenvolvimento de infecção local, recebem o nome de pé diabético1.

O quadro, que pode evoluir para diferentes graus de infecção, deve ser acompanhado de perto pela equipe médica, para evitar que evolua para uma complicação grave, que resulte na amputação do membro.

“Todo o paciente com pé diabético precisa estar atento à evolução de seu quadro e procurar o serviço de saúde sempre que notar sinais como dedos dos pés pretos (gangrena), úlcera com secreção amarela ou verde e/ou micoses entre os dedos dos pés”, enfatiza Roseanne Montargil Rocha, coordenadora do Departamento de Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

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Pé diabético dá para prevenir
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Como identificar e diagnosticar o Pé Diabético

Entenda o tratamento para o Pé Diabético

No serviço de saúde, a equipe deve seguir o atendimento baseado em um modelo de atenção integral, que inclui educação, qualificação do risco, investigação adequada, tratamento apropriado das feridas, cirurgia especializada, aparelhamento correto e reabilitação global. O objetivo maior é sempre a prevenção de infecções e a restauração funcional do pé2.

“Também pode acontecer de a equipe prescrever antibióticos como uma primeira terapia. Mas, há casos mais graves, que podem necessitar até mesmo de intervenção cirúrgica”, conta a médica.

Entre as opções cirúrgicas, destaque para os seguintes procedimentos3:

  • Revascularização do membro: Quando acontece uma obstrução arterial, esse procedimento costuma ser feito. Ele pode ocorrer por meio de derivações arteriais (pontes) ou por cirurgia endovascular, através de angioplastia (dilatação da artéria com balão), associada ou não à colocação de um stent.
  • Remoção de tecido em decomposição
  • Estabilização cirúrgica das alterações ósseas, quando não estão infectadas.
  • Amputação: Essa cirurgia muitas vezes é necessária para o tratamento de osteomielite (infecção óssea), podendo ser de um único dedo, partes do pé ou até mesmo amputação da perna abaixo do joelho.

Lembre-se sempre de pedir para que o médico examine seus pés durante as consultas e, caso a doença já tenha se instalado, discuta com ele o melhor procedimento para o seu caso.

Quer saber mais sobre pé diabético? Clique aqui e confira tudo sobre essa condição clínica.

 

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Gastroplastia endoscópica: para quem o tratamento é mais indicado?

Obesidade

Benefícios da gastroplastia endoscópica

As Guias das Sociedades Médicas e publicações científicas preconizam IMC e condições clínicas como indicadores

 

A gastroplastia endoscópica é um procedimento minimamente invasivo planejado para a perda de peso sustentável de pessoas com sobrepeso ou obesidade, com índice de massa corporal (IMC) entre 27 e 35 kg/m². Para isso, é feita uma espécie de “costura” no estômago (sutura), que reduz seu volume de 1.500 ml para 300 ml e, assim, o paciente se sente mais saciado comendo menos. 

Os resultados mostram que é possível perder até 25% do peso inicial no primeiro ano.1 Mas a grande pergunta de quem se encaixa no perfil de IMC e está buscando um método eficiente de emagrecimento é: será que a gastroplastia é indicada para mim?

 Se a dúvida é em comparação a outros tratamentos reconhecidos para a perda de peso, Jimi Scarparo, médico endoscopista e cirurgião do aparelho digestivo, esclarece que a gastroplastia endoscópica não é um procedimento concorrente à cirurgia bariátrica. “Ela não promove os mesmos resultados nem é indicada para o mesmo perfil de paciente [lembrando que a bariátrica tem indicação para pessoas com IMC >35 kg/m²]”, explica o especialista, que é membro da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED), da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) e da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), além de atuar como diretor técnico da Clínica Scarparo - Tratamento da Obesidade.

Gastroplastia ou balão intragástrico?

Por ser um procedimento endoscópico, a gastroplastia pode, de alguma forma, ser encarada como uma alternativa ao balão intragástrico, já que as duas usam a mesma técnica de acesso ao estômago — por meio do endoscópio, um aparelho que entra na boca do paciente e acessa o estômago.

 Scarpari compara as suas soluções. “Eu diria que a gastroplastia promove uma perda de peso maior e mais sustentável a longo prazo [em torno de 20 a 25% do peso inicial nos primeiros seis meses], sem provocar sintomas incômodos após o procedimento e com uma recuperação muito mais rápida [em cerca de um dia o paciente já volta a sua rotina normal]. No entanto, o custo da gastroplastia é muito superior ao do balão”, diz o médico. “Por isso, na minha experiência, a gastroplastia é mais indicada para aqueles pacientes onde a restrição do volume do estômago, auxilie de fato na menor ingestão de alimentos, e que sejam aderentes as orientações nutricionais  recomendadas”, enfatiza.

Reganho de peso: uma  preocupação real 

A obesidade é uma doença crônica, progressiva e potencialmente fatal, para a qual ainda não existe uma cura definitiva. Portanto, o reganho de peso é uma realidade que sempre precisa ser considerada durante o tratamento. 

“O que se espera é que, enquanto ferramenta terapêutica, se bem usada, a gastroplastia endoscópica traga uma perda importante de peso. Mas, durante esse processo, o paciente precisa ressignificar o hábito alimentar e mudar o estilo de vida, para ganhar gosto pela perda de peso rumo a um processo integrativo de transformação”, acredita Scarparo. “A obesidade é uma doença complexa e multifatorial, que não possui soluções simples. Sabendo disso, a gastroplastia endoscópica tem sido eficiente no tratamento de um público que está acima de peso, mas ainda sem a indicação de  uma cirurgia bariátrica. É um procedimento de baixo risco, confiável e previsível, eficaz e pouco traumático e, por isso, deve ser uma solução adotada por cada vez mais pessoas. Apesar disso, o reganho de peso não tem data para acontecer, o que requer o acompanhamento contínuo do paciente”, conclui.

Quer saber mais sobre esse tratamento? Veja: Quando a gastroplastia endoscópica não deve ser indicada.

Dê o primeiro passo para uma vida mais saudável! Explore nossas soluções e descubra como superar a obesidade com confiança e cuidado. Acesse agora o Leve a Vida Mais Leve.

 

ATENÇÃO I: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2024 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

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Fibrilação atrial: causas, sintomas e principais opções de tratamento

Coração

Fibrilação atrial: conheça os tipos de tratamentos disponíveis

A Fibrilação Atrial é um tipo comum de batimentos cardíacos irregulares que afeta a capacidade do seu coração de bombear sangue normalmente, aumentando o risco de sofrer um acidente vascular cerebral ou outras doenças relacionadas com o coração.

 

aumentando o risco de sofrer um acidente vascular cerebral ou outras doenças relacionadas com o coração.

A Fibrilação Atrial é o tipo de arritmia mais frequente na cardiologia e existem diferentes tipos que você deve conhecer para receber um tratamento eficaz. Assista este vídeo e conheça os tipos de Fibrilação Atrial:

Quais os sintomas da Fibrilação Atrial?

Algumas pessoas com Fibrilação Atrial não sentirão nenhum sintoma. Aqueles que têm sintomas podem experimentar:

  • Pressão ou desconforto no peito
  • Palpitações cardíacas (uma súbita sensação de batimento cardíaco acelerado)
  • Falta de energia
  • Dificuldade em respirar durante atividades normais ou mesmo em repouso
  • Sensação de tontura ou desmaio

Se sentir algum destes sintomas, contate o seu médico assim que possível.

Quais as causas da -Fibrilação Atrial?

As causas mais comuns da Fibrilação Atrial incluem anormalidades ou danos ao coração e o risco também aumenta à medida que nosso corpo envelhece. No entanto, em alguns casos, a causa é desconhecida.

A seguir, apresentamos algumas das mais conhecidas:

  • Pressão alta: É uma doença comum na qual o sangue flui através dos vasos sanguíneos ou artérias a pressões acima do normal. A pressão alta, às vezes chamada de hipertensão, ocorre quando essa pressão nas paredes das artérias é muito alta;
  • Ataques cardíacos: A maioria dos ataques cardíacos é causada por um coágulo que bloqueia uma das artérias coronárias. As artérias coronárias transportam sangue e oxigênio para o coração. Se o fluxo sanguíneo é bloqueado, o coração sofre com a falta de oxigênio e as células cardíacas morrem;
  • Doença arterial coronária: Ocorre quando as artérias que fornecem o sangue ao músculo cardíaco tornam-se duras e estreitas. Isto é devido ao acúmulo de colesterol e outros materiais chamados placa na camada interna das paredes das artérias;
  • Problemas cardíacos hereditários: As anormalidades genéticas geralmente estão relacionadas a arritmias (batimentos irregulares) ou cardiomiopatias (doenças do músculo cardíaco);
  • Doença pulmonar crônica: É uma doença comum que causa dificuldade para respirar e a principal causa é o tabagismo. Quanto mais uma pessoa fuma, maior a probabilidade de desenvolver esta doença;
  • Hipertireoidismo ou outro desequilíbrio metabólico: O hipertireoidismo é a hiperatividade da glândula tireoide, que resulta em altas concentrações de hormônios da tireoide e na aceleração das funções vitais do corpo. Alguns de seus sintomas incluem perda inesperada de peso, batimentos cardíacos rápidos ou irregulares, irritabilidade e sudorese;
  • Apneia do sono: É um transtorno comum em que a respiração é interrompida ou se torna muito superficial. Essas interrupções podem durar de alguns segundos a minutos e podem ocorrer mais de 30 vezes por hora;
  • Estresse devido a cirurgia, pneumonia ou outras doenças;
  • Infecção viral;
  • Exposição a certos estimulantes, incluindo alguns medicamentos, cafeína, tabaco e álcool;
  • Cirurgia cardíaca prévia;
  • Mau funcionamento do marca-passo natural do coração.

Quais os Fatores de risco da Fibrilação Atrial?

Alguns fatores, além de aumentar o risco de desenvolver Fibrilação Atrial, também podem aumentar as probabilidades de sofrer um AVC ou qualquer outra complicação. Estes são:

  • Idade- Quanto mais anos tiver, maior será o risco de desenvolver Fibrilação Atrial.
  • Pressão arterial alta - Ter pressão alta, especialmente se não estiver bem controlada com mudanças no estilo de vida ou medicamentos, pode aumentar o risco de sofrer desta doença com algumas complicações
  • Obesidade - As pessoas obesas têm um risco maior de desenvolver a Fibrilação Atrial ou sofrer um AVC.
  • Fator hereditário - Se tiver um parente direto com fibrilação atrial, se tem um risco maior de desenvolvê-la. Isso significa que existem alguns genes que favorecem o aparecimento desta doença.

Como a Fibrilação Atrial aumenta o risco de acidente vascular cerebral (AVC)?

Como na Fibrilação Atrial seu coração não bombeia sangue normalmente, pode acontecer que as células do sangue se juntem e fiquem aderidas, formando coágulos em uma área do coração chamada apêndice auricular esquerdo (AAE).

Se um coágulo de sangue escapa e viaja para outra parte do corpo, ele pode bloquear o suprimento de sangue para o cérebro e causar um acidente vascular cerebral.

Em média, as pessoas com Fibrilação Atrial têm cinco vezes mais risco de acidente vascular cerebral do que as pessoas com ritmos cardíacos normais.

Um parente de primeiro grau de alguém que sofreu Morte súbita cardíaca tem mais do que o dobro do risco de morte primária.

Veja também:

Coisas que um paciente com fibrilação atrial pode fazer
Atividade física para um paciente com fibrilação atrial

Quais os tratamentos para a Fibrilação Atrial?

Existem vários tratamentos para a Fibrilação Atrial que ajudam a controlar sua frequência cardíaca, restaurar o ritmo cardíaco normal e/ou controlar a atividade elétrica do coração, que incluem:

  • Cardioversão elétrica;
  • Procedimentos de ablação;
  • Marca-passo permanente;
  • Procedimentos pela técnica de Maze;
  • Anticoagulantes Orais.

Embora esses tratamentos possam aliviar alguns dos seus sintomas da Fibrilação Atrial, essa arritmia pode voltar sem que você perceba, ou gerar efeitos colaterais como hemorragias perigosas, principalmente pela medicação com anticoagulantes orais.

Por este motivo existem tratamentos alternativos como a Oclusão do Apêndice Atrial Esquerdo (OAAE) que te ajuda a levar uma vida ideal.

Implante do dispositivo OAAE

Uma alternativa aos anticoagulantes orais.

O Implante de Oclusão do Apêndice Atrial Esquerdo (OAAE) é um procedimento, feito uma única vez, que reduz o risco de acidente vascular cerebral (AVC) em 84% para pessoas diagnosticadas com a Fibrilação Atrial não causada por um problema da válvula cardíaca. É uma alternativa aos anticoagulantes orais.

O implante OAAE evita que as células do sangue se juntem e formem coágulos na região do coração chamada apêndice atrial esquerdo (AAE), reduzindo o risco de sofrer um AVC e libertando você dos efeitos colaterais dos anticoagulantes orais.

Assista a este vídeo e descubra como funciona, como é implantado e os benefícios que o OAAE oferece ao seu coração.

Como o Implante Oclusor do Apêndice Auricular Esquerdo (OAAE) ajuda a reduzir o risco de AVC?

Oferece uma redução efetiva do risco de acidente vascular cerebral (AVC) sem os riscos de sangramento prolongado dos anticoagulantes

Fornece o conforto de não ter que se lembrar de tomar uma pílula todos os dias.

Mostra uma redução de 84% dos casos de acidente vascular cerebral isquêmico em comparação aos pacientes que não passaram pelo procedimento.

É colocado em seu coração durante um procedimento sob anestesia geral.

Dispositivo permanente que não precisa ser trocado nunca

  • Tem o tamanho de uma moeda
  • Está feito de materiais muito leves e compactos comumente usados em muitos outros implantes médicos
  • Ideal para pessoas que não podem tomar anticoagulantes, sofreram hemorragias devido ao uso de anticoagulantes, têm dificuldade em manter o uso da Varfarina ou não são adequados ao tratamento com qualquer tipo de anticoagulante.
  • É um procedimento de aproximadamente 1 hora, onde os pacientes geralmente saem do hospital no dia seguinte.

O Implante Oclusor do Apêndice Auricular Esquerdo (OAAE) foi projetado para fechar permanentemente sua AAE e evitar a fuga desses coágulos de sangue.

Você tem Fibrilação Atrial e quer saber mais sobre a saúde do seu coração? Faça o teste e entenda o risco de sofrer um AVC.

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