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Infarto

Ouvir texto - 14:39

Se você ou alguém que você ama sofreu um infarto, você pode estar se sentindo nervoso, ansioso ou confuso. Durante esse momento, é importante fazer perguntas, reunir informações e aprender tudo o que puder para ajudá-lo na jornada a prosseguir. Explore esta seção para obter mais informações sobre o infarto.

O que é infarto?

Não é à toa que o infarto agudo do miocárdio (IAM) é popularmente conhecido como ataque do coração. O infarto é o resultado da falta de oxigenação do músculo cardíaco, provocada pela obstrução de uma de suas artérias e que leva à morte das células da região. Essa falta de oxigênio pode comprometer parcial ou totalmente o funcionamento do coração, e, em alguns casos, levar à morte. Por isso, um infarto agudo do miocárdio requer atenção emergencial..

O que provoca o infarto?

O coração é o músculo mais importante do nosso organismo. Isso porque é o responsável por bombear o sangue rico em oxigênio e nutrientes para todos os órgãos. Assim como o restante do corpo, ele também necessita do sangue oxigenado para trabalhar plenamente. São os movimentos de contração e dilatação do músculo cardíaco (os batimentos cardíacos) e as válvulas presentes na região (com a função de fazer com que o fluxo sanguíneo ocorra numa só direção) que garantem a circulação sanguínea eficaz. Enquanto o sangue rico em oxigênio sai pela aorta e chega a todas as células, ele retorna pelas veias já fraco em nutrientes e repleto de gás carbônico. Da aorta também surgem as artérias coronárias (direita e esquerda), vasos menores responsáveis pela irrigação do coração. O infarto acontece quando essa irrigação é interrompida e provoca a morte do tecido cardíaco.

O que pode prejudicar a circulação sanguínea no miocárdio?

A aterosclerose é a principal causadora da interrupção do fluxo sanguíneo das artérias. Ela ocorre ao longo dos anos, por causa de fatores genéticos ou de maus hábitos acumulados ao longo da vida. Placas de gordura, colesterol, células mortas e outras substâncias se acumulam internamente, formam o ateroma e enrijecem as artérias de médio e longo porte do corpo. Com o passar do tempo, essas placas aumentam e podem ganhar fissuras ou se romper, levando ao surgimento de um coágulo (trombo). Quando o coágulo alcança um dos vasos do coração e bloqueia a circulação do sangue na região acontece o infarto. Ou seja, há falta de oxigenação no órgão e o comprometimento do seu pleno funcionamento.

Quais são os fatores de risco para o infarto?

A Associação Americana de Cardiologia divide os fatores de risco para o infarto em três categorias: os que não podem ser mudados, os que podem ser modificados, tratados ou controlados e outros fatores que contribuem para aumentar os riscos.

Fatores que você não pode mudar

  • Aumento da idade - infartos são mais comuns em pessoas com mais de 65 anos e mulheres idosas têm risco aumentado de morrer
  • Gênero - homens estão mais propensos a sofrer ataques cardíacos e os casos podem ocorrer quando têm menos de 65 anos.
  • Hereditariedade - se seus pais tiveram doenças cardíacas, suas chances de sofrer um infarto são maiores.

Fatores que você pode mudar, tratar ou controlar

  • Fumar - quem fuma tem risco aumentado de sofrer um infarto, morte súbita cardíaca e doenças coronarianas. Fumantes passivos também ficam mais expostos do que pessoas que não fumam e não convivem com fumantes.
  • Colesterol alto - uma dieta rica em gordura trans e saturada aumenta o nível de colesterol "ruim" no seu sangue, o que o deixa mais exposto aos riscos de infarto e AVC (acidente vascular cerebral, popularmente conhecido como derrame).
  • Pressão alta - a pressão arterial alta, igual ou acima de 14/9, aumenta a carga do coração, o que endurece os vasos sanguíneos e, além de infarto, pode causar AVC, insuficiência renal e insuficiência cardíaca congestiva
  • Sedentarismo - atividades físicas, mesmo que em nível moderado, ajudam a reduzir os riscos de doenças cardiovasculares, controlar o colesterol, o diabetes e a obesidade, além de baixar a pressão arterial em algumas pessoas.
  • Obesidade e sobrepeso - pessoas com gordura acumulada, principalmente na cintura, podem sofrer infartos ou AVCs, mesmo que não tenham outros fatores de risco associados. Uma perda de 3% a 5% do peso pode prevenir doenças cardíacas e melhorar seus níveis de colesterol, pressão arterial e glicose.
  • Diabetes - de acordo com a American Heart Association (Sociedade Americana de Cardiologia), pelo menos 68% das pessoas com mais de 65 anos que têm diabetes morrem por causa de alguma doença cardíaca. Mantenha sua glicose sob controle, aposte em uma dieta equilibrada e em atividades físicas para manter-se saudável.

Outros fatores que contribuem para aumentar os riscos

  • Stress - Pessoas estressadas tendem a comer muito, começar a fumar ou aumentar o número de vezes que fumam e, por isso, ficam mais expostas ao risco de infarto. Busque momentos de autocuidado e um bom equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
  • Bebidas alcoólicas - beber demais aumenta a pressão arterial, os riscos de infarto, outras cardiomiopatias, AVC, câncer e outras doenças. O excesso de álcool também aumenta o triglicérides e altera o ritmo cardíaco, além de contribuir para a obesidade, alcoolismo, suicídio e acidentes.
  • Alimentação - A American Heart Asociation (Associação Americana de Cardiologia) recomenda as seguintes ações para manter um peso saudável e reduzir os riscos de doenças cardiovasculares: 1). escolha alimentos ricos em fibras, vitaminas e minerais, mas de baixas calorias; 2) aumente o consumo de frutas, vegetais, grãos integrais, proteínas magras e castanhas e nozes; e 3) reduza do cardápio os doces, bebidas açucaradas e carne vermelha.

Existe mais de um tipo de infarto?

Os especialistas classificam o infarto em cinco tipos:

  • Tipo 1: é o mais comum. Ocorre quando há uma ruptura de uma placa de ateroma em uma das artérias do coração, formando um coágulo que interrompe a circulação do sangue na região.
  • Tipo 2: acontece quando há uma demanda maior de oxigênio pelo coração. Hipertensão, hipotensão, arritmia ou cirurgias não cardíacas são alguns fatores que podem provocar esse tipo de infarto.
  • Tipo 3: associado à morte cardíaca súbita, chamado infarto fulminante.
  • Tipo 4: acontece após uma angioplastia coronariana ou por trombose do stent (prótese endovascular usada para manter a artéria aberta).
  • Tipo 5: ocorre após uma cirurgia para revascularização do coração, conhecida como cirurgia de ponte de safena.

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Nem sempre a obesidade foi vista como uma doença complexa e alarmante. Há quatro décadas, por exemplo, a estatística de obesos não era uma questão de saúde pública e a indústria farmacêutica apostava nas anfetaminas para driblar o sobrepeso.

“A primeira aprovação de um medicamento para obesidade aconteceu nos Estados Unidos, em 1933. Chamava-se dinitrofenol, que atualmente é proibido. Aliás, a maioria dos medicamentos aprovados nas décadas seguintes foram descontinuados em grande parte dos países do mundo, em geral por eventos adversos cardiovasculares. No Brasil, em 1997, começou a ser usada a anfepramona que, com o femproporex e o mazindol, tiveram seus registros cancelados na Anvisa em 2011”, comenta a endocrinologista Simone Van de Sande Lee, diretora do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

Naquela época, as indicações eram semelhantes às atuais: os medicamentos eram coadjuvantes da perda de peso, mas provocavam efeitos colaterais preocupantes, como taquicardia, insônia, irritabilidade e aumento do risco de infarto e AVC. “Os efeitos colaterais, entretanto, não foram o motivo de eles terem sido suspensos.

Para um medicamento ser aprovado para determinada indicação, os benefícios devem ser maiores do que os riscos naquele grupo de pessoas”, explica a médica. “No caso dos medicamentos que tiveram seus registros cancelados no Brasil, o motivo foi a ausência de estudos atualizados de eficácia e segurança. Atualmente, as exigências das agências regulatórias são mais rigorosas, e não havia estudos dos medicamentos mais antigos que alcançassem os padrões pedidos.”

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Pesquisas rigorosas

Atualmente, estudos realizados em um grande número de pessoas e por tempo prolongado provam que os medicamentos mais modernos para o tratamento da obesidade têm um melhor perfil de eficácia e segurança. “Na maioria das vezes, os efeitos colaterais são leves a moderados e não há necessidade de interromper o tratamento. São fármacos que não aumentam o risco de desenvolver doenças cardiovasculares e, para alguns pacientes, podem até diminuir o risco de elas surgirem”, explica Simone.

Outra questão que envolve o uso de medicamentos é a durabilidade do resultado. Os estudiosos são unânimes em afirmar que nenhum medicamento “cura” a obesidade. “Ela é uma doença crônica, que precisa de tratamento contínuo, assim como o diabetes e a hipertensão, por exemplo. Se o uso do medicamento for interrompido, a tendência é a recuperação do peso“, fala a médica, lembrando que a automedicação é perigosa e pode colocar a saúde do paciente em risco, ou seja, qualquer terapia para emagrecer deve ser acompanhada por um especialista.

As substâncias aprovadas no Brasil para o tratamento da obesidade são a sibutramina, o orlistate, a liraglutida, a associação naltrexona+bupropiona e a semaglutida. Mas, vale lembrar: sem uma mudança de estilo de vida, que envolva a adoção de uma dieta saudável e atividade física regular, os ponteiros da balança podem sempre ficar desequilibrados e faltar qualidade de vida.

Quer saber mais sobre obesidade e emagrecimento saudável? Veja esse artigo: Transtornos alimentares e obesidade

 

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ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFUBSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2024 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde.

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Será que o tempo do tratamento interfere diretamente na perda de peso? E mais: quando vale a pena prolongar o uso do balão? Veja as respostas

 

A prevalência da obesidade no mundo vem crescendo em uma escala alarmante: uma em cada oito pessoas já está com o índice de massa corporal (IMC) acima de 30 kg/m², o que fez com que a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) emitisse um alerta global para a necessidade de múltiplas possibilidades terapêuticas para o tratamento dessa doença que é crônica e complexa1.

E, entre os procedimentos endoscópicos, o uso de balão intragástrico, além de ser seguro, tem se mostrado bastante eficaz para a perda de peso consistente em pessoas com IMC acima de 27 kg/m². Dados do I Consenso Brasileiro de Balão Intragástrico2 mostram uma perda média de 18,4% do peso inicial, com uma taxa de eventos adversos de apenas 2,5%, sendo que o mais comum é o balão encher demais ou murchar dentro do estômago, perdendo sua eficiência.

Agora, novos estudos buscam avaliar o resultado do uso de balão intragástrico por um tempo prolongado, para além dos seis meses originalmente descritos na literatura. A pergunta que os especialistas querem responder é: com o tempo maior de uso do balão, a taxa de perda de peso será mais elevada?

Seis ou doze meses: o que é melhor?

Vitor Brunaldi, médico endoscopista com pós-doutorado pela Faculdade de Medicina da USP, fellow pela Gastroenterology and Hepatology Division, Mayo Clinic (EUA) e médico assistente do Centro de Endoscopia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HC-FMRP-USP), revela que tanto na sua experiência clínica como na literatura tem observado uma perda de peso igual entre os dois tempos de uso de balão: seis ou doze meses.

Segundo o médico, isso acontece porque a perda de peso é mais expressiva nos primeiros quatro meses após o procedimento. “Depois disso, ocorre uma estabilização do peso corporal, em que o paciente fica em um espécie de platô”, explica Brunaldi, que também é médico colaborador do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP) e research collaborator na Mayo Clinic (EUA).

“A vantagem no uso do balão por um período prolongado, portanto, está no tempo adicional que o paciente ganha para poder se adaptar a um novo estilo de vida, com uma dieta com menos calorias. Dessa forma, ele terá alguns meses a mais para que seu corpo se acostume com o novo peso”, resume o médico, que afirma aconselhar o balão de doze meses para aqueles pacientes que estão dispostos a criar novos hábitos contra a obesidade.

Os resultados de um estudo clínico publicados em dezembro de 2023 e realizado com 1.149 pacientes que usaram o balão de 12 meses - em sua maioria do sexo feminino (87,13%) - demonstraram uma perda de peso corporal total de 15,38% e perda de 53,99% do excesso de peso após a remoção do dispositivo na semana 52 [em tempo, doze meses possuem 54 semanas]. E tudo isso com alta segurança - houve apenas 60 casos adversos (5,22%) e, em sua maioria - 50 deles - de pessoas que escolheram retirar o balão antes dos doze meses3.

Como escolher o tempo ideal?

Se o balão de doze meses é eficiente como terapia primária da obesidade para uma perda de peso permanente, a versão de seis meses, por sua vez, é bastante indicada como uma espécie de ‘terapia-ponte’ para pacientes com IMC mais elevado e que ainda não estão seguros para realizar a cirurgia bariátrica. “É o caso de pessoas com IMC acima de 50 kg/m² e que precisam perder o máximo de peso em um tempo curto para, depois, seguirem para a bariátrica. É comum, nesse cenário, o médico acompanhar de perto a evolução do paciente e, quando ele chega no nadir, ou seja, no peso exato esperado, o balão é retirado para que ele possa ser encaminhado para a cirurgia”, exemplifica Brunaldi.

Outro grupo de pacientes que se beneficia do uso de balão intragástrico por seis meses são mulheres em tratamento para fertilidade que esteja conectado com a perda de peso, explica o médico. “A obesidade e o sobrepeso provocam uma inflamação sistêmica no corpo que pode prejudicar a gravidez. Nesses casos, a mulher pode usar o balão por seis meses e ter uma intensa perda de peso concomitante ao uso de anticoncepcionais para, depois desse tempo, e já sem o balão, estar liberada para a tentativa de concepção”, diz. “Em suma, sempre que há um motivo pontual para uma perda de peso rápida, o balão de seis meses é o mais indicado.”

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ATENÇÃO I: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2024 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

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ATENÇÃO III: Somente para fins informativos. O conteúdo deste artigo/publicação é de responsabilidade exclusiva de seu autor/editor e não representa a opinião da BSC.

ENDO - 1982806 – AA – Saber da Saúde

Câncer colorretal: como prevenir a doença com hábitos saudáveis e rastreamento

Cânceres e Tumores

Câncer colorretal: a prevenção está nos seus hábitos de vida

A falta de atividade física associada a uma dieta pouco saudável tem relação com o desenvolvimento desse tipo de câncer. Por isso o rastreio é tão importante

Você sabia que o câncer colorretal (também chamado de câncer de intestino) é um tipo de tumor maligno potencialmente prevenível, já que é possível modificar a história de uma lesão pré-neoplásica [um pólipo], interrompendo o seu ciclo de crescimento? E isso é feito a partir de exames de imagem, como a colonoscopia ou a retossigmoidoscopia, que, além do diagnóstico também podem realizar uma ressecção deste pólipo, ou seja, retirá-lo totalmente do intestino ou do reto, e dessa forma evitar o surgimento do câncer.

Por isso, o rastreio do câncer colorretal é tão importante. No Brasil, a indicação é para que comece aos 50 anos na população em geral e a partir dos 40 anos em pessoas com casos na família. Há sociedades médicas internacionais, como a norte-americana, que indicam começar essa investigação aos 451. Depois, a partir do resultado, cada paciente recebe uma indicação de acompanhamento para os próximos anos.

Saiba mais:

O que é mito e o que é verdade sobre o câncer colorretal?
5 fatores que dificultam o diagnóstico e tratamento do câncer colorretal

Prevenção do Câncer colorretal

Só que ainda é possível adotar um passo anterior ao rastreio, que depende apenas do comportamento de cada indivíduo, como explica Mauro Donadio, oncologista especialista em tumores gastrointestinais e neuroendócrinos da Oncoclínicas São Paulo: “Estamos falando em atuar modificando os fatores de risco mais conhecidos, como dieta, sedentarismo e obesidade.”

No entanto, reconhece o médico, ainda é difícil convencer um paciente jovem a mudar hábitos ou a participar de um programa de rastreio para o câncer colorretal. “Eles acabam deixando para depois, especialmente porque muitas vezes não sentem nenhum sintoma importante”, resume.

Mas os estudos mais recentes sobre câncer colorretal têm enfatizado cada vez mais como o aumento do consumo de álcool e carnes processadas, associado ao tabagismo, sedentarismo e baixo consumo de fibras são importantes fatores de risco para o desenvolvimento desse tipo de tumor maligno em pacientes mais jovens.2

E se além de manter esses hábitos, o paciente tiver ainda histórico de pólipos de cólon (intestino grosso), doenças inflamatórias intestinais - como retocolite ulcerativa e doença de Crohn -, diabetes ou colecistectomia [remoção da vesícula biliar] o risco é ainda maior.

Para afastar esse risco, a chave é adotar medidas preventivas. Separamos as principais delas, de acordo com o especialista:

  • Coma mais frutas, verduras e legumes frescos
  • Diminua a ingestão de carboidratos refinados (açúcar e farinha branca), pois eles resultam em uma dieta hipercalórica
  • Reduza (ou evite de vez) a ingestão de bebidas alcoólicas
  • Evite o consumo de carne vermelha mal passada
  • Faça mais atividade física de impacto em seu metabolismo. Isso significa, por exemplo, caminhar por cerca de 30 minutos por dia, com intensidade moderada, aquela que faz suar.
  • Mantenha o peso adequado para o seu biotipo

Quer saber mais sobre câncer colorretal?

Clique aqui para acessar nossa página sobre Março Azul – Campanha de conscientização sobre o câncer colorretal – e confira informações importantes sobre a doença, formas de prevenção, tratamentos e apoio. Sua conscientização faz toda a diferença. Vamos lutar juntos contra o câncer colorretal!

1 American Cancer Society’s Advances in Oncology – 2023 Research Highlights

2 Sawicki T, Ruszkowska M, Danielewicz A, Niedźwiedzka E, Arłukowicz T, Przybyłowicz KE. A Review of Colorectal Cancer in Terms of Epidemiology, Risk Factors, Development, Symptoms and Diagnosis. Cancers (Basel). 2021 Apr 22;13(9):2025. doi: 10.3390/cancers13092025 PMID: 33922197; PMCID: PMC8122718.

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ENDO = 1822602 – AA – Saber da Saúde

Procedimentos médicos que podem afetar quem possui sistema de Estimulação da Medula Espinhal

Sistema Nervoso

Procedimentos médicos que afetam sistemas de estimulação medular

Determinados testes, terapias ou procedimentos podem ferir você, desligar a estimulação ou danificar permanentemente o seu estimulador. Aprenda sobre esses procedimentos abaixo e certifique-se de informar aos seus médicos que você possui um sistema de estimulação da medula espinhal antes de considerar algum desses procedimentos. 

Procedimentos que podem afetar o sistema de estimulação da medula espinhal

  • Diatermia:
    A diatermia emite uma corrente elétrica de alta frequência para estimular a geração de calor dentro do tecido corporal. A energia e o calor elevados podem ser transferidos por meio do seu sistema de estimulação, causando danos teciduais e, possivelmente, lesão grave ou mesmo morte.
  • Marcapassos cardíacos:
    O seu sistema de Estimulação da Medula Espinhal pode interferir com um marca-passo ou desfibrilador cardíaco implantável (ICD - implantable cardiac defibrillator)
  • Litotripsia:
    A litotripsia utiliza ondas de choque ou som de alta saída para tratar cálculos biliares e cálculos renais.
  • Eletrocautério:
    Este procedimento utiliza uma sonda elétrica aquecida para parar o sangramento durante a cirurgia.
  • Desfibrilação externa:
    Entrega um choque elétrico ao coração para restaurar uma frequência cardíaca normal. É geralmente utilizada em emergências médicas.
  • Terapia com radiação:
    A radiação é comumente utilizada para tratar câncer. Sua energia ionizante pode afetar o seu sistema de Estimulação da Medula Espinhal.
  • Varredura ultrassônica:
    Testes de varredura ultrassônica utilizam ondas de som de frequência muito alta para produzir imagens de órgãos ou tecidos internos.
  • Ultrassom de alta saída:
    Ondas de som de alta frequência podem ser utilizadas para fisioterapia para tratar determinadas lesões ósseas/musculares, para estimulação muscular ou para melhorar o fluxo sanguíneo.
  • Raio-X e Varreduras de tomografia computadorizada (TC):
    Esses testes podem danificar o estimulador se a estimulação estiver ligada. Mas é improvável que eles danifiquem o dispositivo se a estimulação estiver desligada.
  • Imagem de ressonância magnética (IRM):
    Este teste utiliza um campo eletromagnético forte para produzir imagens do corpo. Os sistemas de estimulação da medula espinhal diferem quando se trata de varreduras de IRM e segurança (vide abaixo).

Sistema de Estimulação da Medula Espinhal Permitindo IRMs da Cabeça

Sistema de Estimulação da Medula Espinhal Spectra WaveWriter™: Este sistema condicional de IRM permite que você realize varreduras de IRM da cabeça em condições especificadas se você cumprir com as exigências de elegibilidade. 

Sistemas de estimulação da medula espinhal permitindo irms de corpo inteiro

Sistema de Estimulação da Medula Espinhal de IRM Precision Montage™: Este sistema proporciona acesso a varreduras de IRM de corpo inteiro em condições específicas se você cumprir com as exigências de elegibilidade. 

Sistemas de estimulação da medula espinhal não seguros para irm

Sistema de Estimulação da Medula Espinhal Precision™ Plus e Sistema de Estimulação da Medula Espinhal Precision Novi™: Se você possuir algum desses sistemas, você não deve fazer uma IRM. Isso pode fazer com que peças do implante se desloquem, aquecer o neuroestimulador ou danificar o implante, causando uma sensação desconfortável ou de “solavanco”. 

Converse com seu médico

Antes de fazer qualquer teste, procedimento ou terapia médico, certifique-se de informar à sua equipe de saúde que você possui um sistema de estimulação da medula espinhal.

Agora que você se informou sobre Procedimentos médicos que podem afetar quem possui sistema de Estimulação da Medula Espinhal, aproveite e acesse demais conteúdos sobre Sistema Nervosopara ver sobre Precauções de Segurança para quem possui Sistema de Estimulação da Medula Espinhal.

E, se quiser saber mais sobre dor crônica e os possíveis tratamentos, acesse nossa página Existe Vida Sem Dor.

Saiba mais sobre o Saber da Saúde

Saber da Saúde é uma iniciativa da Boston ScientificTM com o objetivo de disseminar conhecimento científico sobre saúde para o maior número de brasileiros possível.

A desinformação não pode ser um obstáculo para o acesso à saúde. Acreditamos que com informação confiável, pacientes e redes de apoio podem tomar decisões com mais agilidade, obtendo diagnósticos mais cedo e buscando tratamentos cada vez mais eficazes, oferecendo suporte mais adequado para as condições de cada paciente.

Quais são os sintomas do infarto?

O sintoma mais comum do infarto do miocárdio é uma dor intensa no peito, que pode se irradiar para as costas, o braço esquerdo, os ombros e até a mandíbula. Sudorese, náuseas, vômito, tontura e falta de ar também costumam acompanhar a dor profunda do infarto. Entretanto, 20% dos infartos são silenciosos, estes, mais comuns nos diabéticos. Como há apenas um desconforto, ele é interpretado como um mal-estar causado por indigestão.

Outro grupo que deve prestar atenção especial nos sintomas são as mulheres. Estudos recentes têm mostrado que nelas essa condição clínica pode estar associada ao estresse emocional e mental e surgem sintomas atípicos, como dor no pescoço e no rosto, ardência na pele, palpitações e fadiga incomum.

Como é o tratamento do infarto?

Um infarto pede atenção emergencial, já que é uma das doenças cardiovasculares que mais mata no Brasil. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, até o fim deste ano, cerca de 400 mil pessoas morrerão por causa de doenças cardíacas ou de circulação. Por isso, qualquer sinal de que o coração não anda em seu ritmo perfeito requer investigação.

Assim que ocorre um infarto, é fundamental realizar um eletrocardiograma (ECG) e exames laboratoriais para detectar os marcadores cardíacos. Com essas análises, o especialista pode identificar a região comprometida e a extensão da morte do tecido do coração, para decidir as melhores estratégias para o tratamento.

Como é um evento que exige cuidado imediato, o paciente também deve logo receber oxigênio, anticoagulantes, antiplaquetários e um tratamento para dor com nitratos.

Atualmente, o uso de fribrinolíticos, fármacos que auxiliam na redução do coágulo, tem sido uma medida importante para interromper a trombose e reverter a isquemia (diminuição da passagem de sangue pelas artérias). Outra alternativa é o Implante de Oclusão do Apêndice Atrial Esquerdo (OAAE). O procedimento é minimamente invasivo e feito uma única vez, inserindo um dispositivo do tamanho de uma moeda, que fecha o local responsável pela formação dos coágulos.

O implante reduz o risco de acidente vascular cerebral (AVC) em 84% para pessoas diagnosticadas com a Fibrilação Atrial não causada por um problema da válvula cardíaca e é especialmente indicado para quem não pode tomar anticoagulantes. Para saber mais, assista nosso vídeo:

O coração é o músculo mais importante do nosso organismo. Isso porque é o responsável por bombear o sangue rico em oxigênio e nutrientes para todos os órgãos. Assim como o restante do corpo, ele também necessita do sangue oxigenado para trabalhar plenamente. São os movimentos de contração e dilatação do músculo cardíaco (os batimentos cardíacos) e as válvulas presentes na região (com a função de fazer com que o fluxo sanguíneo ocorra numa só direção) que garantem a circulação sanguínea eficaz. Enquanto o sangue rico em oxigênio sai pela aorta e chega a todas as células, ele retorna pelas veias já fraco em nutrientes e repleto de gás carbônico. Da aorta também surgem as artérias coronárias (direita e esquerda), vasos menores responsáveis pela irrigação do coração. O infarto acontece quando essa irrigação é interrompida e provoca a morte do tecido cardíaco.

A aterosclerose é a principal causadora da interrupção do fluxo sanguíneo das artérias. Ela ocorre ao longo dos anos, por causa de fatores genéticos ou de maus hábitos acumulados ao longo da vida. Placas de gordura, colesterol, células mortas e outras substâncias se acumulam internamente, formam o ateroma e enrijecem as artérias de médio e longo porte do corpo. Com o passar do tempo, essas placas aumentam e podem ganhar fissuras ou se romper, levando ao surgimento de um coágulo (trombo). Quando o coágulo alcança um dos vasos do coração e bloqueia a circulação do sangue na região acontece o infarto. Ou seja, há falta de oxigenação no órgão e o comprometimento do seu pleno funcionamento.

A Associação Americana de Cardiologia divide os fatores de risco para o infarto em três categorias: os que não podem ser mudados, os que podem ser modificados, tratados ou controlados e outros fatores que contribuem para aumentar os riscos.

Fatores que você não pode mudar

  • Aumento da idade - infartos são mais comuns em pessoas com mais de 65 anos e mulheres idosas têm risco aumentado de morrer
  • Gênero - homens estão mais propensos a sofrer ataques cardíacos e os casos podem ocorrer quando têm menos de 65 anos.
  • Hereditariedade - se seus pais tiveram doenças cardíacas, suas chances de sofrer um infarto são maiores.

Fatores que você pode mudar, tratar ou controlar

  • Fumar - quem fuma tem risco aumentado de sofrer um infarto, morte súbita cardíaca e doenças coronarianas. Fumantes passivos também ficam mais expostos do que pessoas que não fumam e não convivem com fumantes.
  • Colesterol alto - uma dieta rica em gordura trans e saturada aumenta o nível de colesterol "ruim" no seu sangue, o que o deixa mais exposto aos riscos de infarto e AVC (acidente vascular cerebral, popularmente conhecido como derrame).
  • Pressão alta - a pressão arterial alta, igual ou acima de 14/9, aumenta a carga do coração, o que endurece os vasos sanguíneos e, além de infarto, pode causar AVC, insuficiência renal e insuficiência cardíaca congestiva
  • Sedentarismo - atividades físicas, mesmo que em nível moderado, ajudam a reduzir os riscos de doenças cardiovasculares, controlar o colesterol, o diabetes e a obesidade, além de baixar a pressão arterial em algumas pessoas.
  • Obesidade e sobrepeso - pessoas com gordura acumulada, principalmente na cintura, podem sofrer infartos ou AVCs, mesmo que não tenham outros fatores de risco associados. Uma perda de 3% a 5% do peso pode prevenir doenças cardíacas e melhorar seus níveis de colesterol, pressão arterial e glicose.
  • Diabetes - de acordo com a American Heart Association (Sociedade Americana de Cardiologia), pelo menos 68% das pessoas com mais de 65 anos que têm diabetes morrem por causa de alguma doença cardíaca. Mantenha sua glicose sob controle, aposte em uma dieta equilibrada e em atividades físicas para manter-se saudável.

Outros fatores que contribuem para aumentar os riscos

  • Stress - Pessoas estressadas tendem a comer muito, começar a fumar ou aumentar o número de vezes que fumam e, por isso, ficam mais expostas ao risco de infarto. Busque momentos de autocuidado e um bom equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
  • Bebidas alcoólicas - beber demais aumenta a pressão arterial, os riscos de infarto, outras cardiomiopatias, AVC, câncer e outras doenças. O excesso de álcool também aumenta o triglicérides e altera o ritmo cardíaco, além de contribuir para a obesidade, alcoolismo, suicídio e acidentes.
  • Alimentação - A American Heart Asociation (Associação Americana de Cardiologia) recomenda as seguintes ações para manter um peso saudável e reduzir os riscos de doenças cardiovasculares: 1). escolha alimentos ricos em fibras, vitaminas e minerais, mas de baixas calorias; 2) aumente o consumo de frutas, vegetais, grãos integrais, proteínas magras e castanhas e nozes; e 3) reduza do cardápio os doces, bebidas açucaradas e carne vermelha.

Os especialistas classificam o infarto em cinco tipos:

  • Tipo 1: é o mais comum. Ocorre quando há uma ruptura de uma placa de ateroma em uma das artérias do coração, formando um coágulo que interrompe a circulação do sangue na região.
  • Tipo 2: acontece quando há uma demanda maior de oxigênio pelo coração. Hipertensão, hipotensão, arritmia ou cirurgias não cardíacas são alguns fatores que podem provocar esse tipo de infarto.
  • Tipo 3: associado à morte cardíaca súbita, chamado infarto fulminante.
  • Tipo 4: acontece após uma angioplastia coronariana ou por trombose do stent (prótese endovascular usada para manter a artéria aberta).
  • Tipo 5: ocorre após uma cirurgia para revascularização do coração, conhecida como cirurgia de ponte de safena.

O sintoma mais comum do infarto do miocárdio é uma dor intensa no peito, que pode se irradiar para as costas, o braço esquerdo, os ombros e até a mandíbula. Sudorese, náuseas, vômito, tontura e falta de ar também costumam acompanhar a dor profunda do infarto. Entretanto, 20% dos infartos são silenciosos, estes, mais comuns nos diabéticos. Como há apenas um desconforto, ele é interpretado como um mal-estar causado por indigestão.

Outro grupo que deve prestar atenção especial nos sintomas são as mulheres. Estudos recentes têm mostrado que nelas essa condição clínica pode estar associada ao estresse emocional e mental e surgem sintomas atípicos, como dor no pescoço e no rosto, ardência na pele, palpitações e fadiga incomum.

Um infarto pede atenção emergencial, já que é uma das doenças cardiovasculares que mais mata no Brasil. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, até o fim deste ano, cerca de 400 mil pessoas morrerão por causa de doenças cardíacas ou de circulação. Por isso, qualquer sinal de que o coração não anda em seu ritmo perfeito requer investigação.

Assim que ocorre um infarto, é fundamental realizar um eletrocardiograma (ECG) e exames laboratoriais para detectar os marcadores cardíacos. Com essas análises, o especialista pode identificar a região comprometida e a extensão da morte do tecido do coração, para decidir as melhores estratégias para o tratamento.

Como é um evento que exige cuidado imediato, o paciente também deve logo receber oxigênio, anticoagulantes, antiplaquetários e um tratamento para dor com nitratos.

Atualmente, o uso de fribrinolíticos, fármacos que auxiliam na redução do coágulo, tem sido uma medida importante para interromper a trombose e reverter a isquemia (diminuição da passagem de sangue pelas artérias). Outra alternativa é o Implante de Oclusão do Apêndice Atrial Esquerdo (OAAE). O procedimento é minimamente invasivo e feito uma única vez, inserindo um dispositivo do tamanho de uma moeda, que fecha o local responsável pela formação dos coágulos.

O implante reduz o risco de acidente vascular cerebral (AVC) em 84% para pessoas diagnosticadas com a Fibrilação Atrial não causada por um problema da válvula cardíaca e é especialmente indicado para quem não pode tomar anticoagulantes. Para saber mais, assista nosso vídeo:

São as informações mostradas no eletrocardiograma e se há sintomas persistentes, como arritmia ou hipotensão, que vão levar o especialista a indicar a revascularização do miocárdio (ponte de safena). Dependendo do caso, a intervenção deve ser imediata. Nessa cirurgia, com a ajuda de enxertos, são construídos novos caminhos para o sangue, desviando-o da lesão que provocou o infarto. Um dos enxertos que pode ser usado é a veia safena da perna, daí o nome ponte de safena. O tempo de internação e os cuidados pós-operatórios dependem do tamanho da cirurgia e das condições clínicas do paciente. Por isso, um acompanhamento médico com o cardiologista é imprescindível. Dados da Associação Americana de Cardiologia indicam que, depois de um infarto, os homens têm uma sobrevida de 8,2 anos e as mulheres de 5,5 anos.

Menos invasiva, a angioplastia também pode ser indicada. O cirurgião cardíaco ou hemodinamicista introduz um tubo pequeno (denominado cateter) pelo punho ou pela virilha, o qual passa, então, por meio de uma artéria até o local do bloqueio. Um pequeno balão localizado na ponta do cateter é lentamente insuflado para abrir o bloqueio. Esse procedimento pode ser realizado com um cateter com balão sozinho ou pode também envolver a colocação de um stent coronário. Os stents são parecidos com a mola da ponta de uma caneta, que se expande para se acomodar ao tamanho da artéria. O dispositivo permanece na artéria, ajudando a manter um fluxo sanguíneo livre e desobstruído. Com o tempo, a parede da artéria se cicatriza ao redor do stent. Durante o período de cicatrização é necessário que o paciente tome medicamentos para impedir que o sangue se coagule dentro do stent.

Quando o dano no coração é extenso, com bloqueios atrioventriculares de 2ºe 3º graus, na avaliação do médico, e quando há bradicardia (ritmo cardíaco de menos de 60 batimentos por minuto, a implantação de um marca-passo temporário ou definitivo também é indicada. O dispositivo é implantado por baixo da pele, próximo ao ombro, e é composto por um gerador de pulsos, com circuito eletrônico e bateria, e eletrodos, os fios que levam os impulsos elétricos para o coração. Após o implante, o paciente deve se consultar regularmente com o cardiologista, para que o marca-passo seja avaliado e programado periodicamente.

Associações médicas, hospitais de referência, cardiologistas e órgãos de governos podem ajudar você e sua família a entender melhor o que é o infarto e os tratamentos disponíveis.

Em quais casos a cirurgia é indicada?

São as informações mostradas no eletrocardiograma e se há sintomas persistentes, como arritmia ou hipotensão, que vão levar o especialista a indicar a revascularização do miocárdio (ponte de safena). Dependendo do caso, a intervenção deve ser imediata. Nessa cirurgia, com a ajuda de enxertos, são construídos novos caminhos para o sangue, desviando-o da lesão que provocou o infarto. Um dos enxertos que pode ser usado é a veia safena da perna, daí o nome ponte de safena. O tempo de internação e os cuidados pós-operatórios dependem do tamanho da cirurgia e das condições clínicas do paciente. Por isso, um acompanhamento médico com o cardiologista é imprescindível. Dados da Associação Americana de Cardiologia indicam que, depois de um infarto, os homens têm uma sobrevida de 8,2 anos e as mulheres de 5,5 anos.

Menos invasiva, a angioplastia também pode ser indicada. O cirurgião cardíaco ou hemodinamicista introduz um tubo pequeno (denominado cateter) pelo punho ou pela virilha, o qual passa, então, por meio de uma artéria até o local do bloqueio. Um pequeno balão localizado na ponta do cateter é lentamente insuflado para abrir o bloqueio. Esse procedimento pode ser realizado com um cateter com balão sozinho ou pode também envolver a colocação de um stent coronário. Os stents são parecidos com a mola da ponta de uma caneta, que se expande para se acomodar ao tamanho da artéria. O dispositivo permanece na artéria, ajudando a manter um fluxo sanguíneo livre e desobstruído. Com o tempo, a parede da artéria se cicatriza ao redor do stent. Durante o período de cicatrização é necessário que o paciente tome medicamentos para impedir que o sangue se coagule dentro do stent.

Quando o dano no coração é extenso, com bloqueios atrioventriculares de 2ºe 3º graus, na avaliação do médico, e quando há bradicardia (ritmo cardíaco de menos de 60 batimentos por minuto, a implantação de um marca-passo temporário ou definitivo também é indicada. O dispositivo é implantado por baixo da pele, próximo ao ombro, e é composto por um gerador de pulsos, com circuito eletrônico e bateria, e eletrodos, os fios que levam os impulsos elétricos para o coração. Após o implante, o paciente deve se consultar regularmente com o cardiologista, para que o marca-passo seja avaliado e programado periodicamente.

Onde posso saber mais sobre infarto?

Associações médicas, hospitais de referência, cardiologistas e órgãos de governos podem ajudar você e sua família a entender melhor o que é o infarto e os tratamentos disponíveis.

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Do fim do século passado para as décadas atuais, a ciência investiu muito em estudos de substâncias para combater o excesso de peso. Cada vez mais tecnológicas, elas agem no corpo com eficácia e segurança

Nem sempre a obesidade foi vista como uma doença complexa e alarmante. Há quatro décadas, por exemplo, a estatística de obesos não era uma questão de saúde pública e a indústria farmacêutica apostava nas anfetaminas para driblar o sobrepeso.

“A primeira aprovação de um medicamento para obesidade aconteceu nos Estados Unidos, em 1933. Chamava-se dinitrofenol, que atualmente é proibido. Aliás, a maioria dos medicamentos aprovados nas décadas seguintes foram descontinuados em grande parte dos países do mundo, em geral por eventos adversos cardiovasculares. No Brasil, em 1997, começou a ser usada a anfepramona que, com o femproporex e o mazindol, tiveram seus registros cancelados na Anvisa em 2011”, comenta a endocrinologista Simone Van de Sande Lee, diretora do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

Naquela época, as indicações eram semelhantes às atuais: os medicamentos eram coadjuvantes da perda de peso, mas provocavam efeitos colaterais preocupantes, como taquicardia, insônia, irritabilidade e aumento do risco de infarto e AVC. “Os efeitos colaterais, entretanto, não foram o motivo de eles terem sido suspensos.

Para um medicamento ser aprovado para determinada indicação, os benefícios devem ser maiores do que os riscos naquele grupo de pessoas”, explica a médica. “No caso dos medicamentos que tiveram seus registros cancelados no Brasil, o motivo foi a ausência de estudos atualizados de eficácia e segurança. Atualmente, as exigências das agências regulatórias são mais rigorosas, e não havia estudos dos medicamentos mais antigos que alcançassem os padrões pedidos.”

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Pesquisas rigorosas

Atualmente, estudos realizados em um grande número de pessoas e por tempo prolongado provam que os medicamentos mais modernos para o tratamento da obesidade têm um melhor perfil de eficácia e segurança. “Na maioria das vezes, os efeitos colaterais são leves a moderados e não há necessidade de interromper o tratamento. São fármacos que não aumentam o risco de desenvolver doenças cardiovasculares e, para alguns pacientes, podem até diminuir o risco de elas surgirem”, explica Simone.

Outra questão que envolve o uso de medicamentos é a durabilidade do resultado. Os estudiosos são unânimes em afirmar que nenhum medicamento “cura” a obesidade. “Ela é uma doença crônica, que precisa de tratamento contínuo, assim como o diabetes e a hipertensão, por exemplo. Se o uso do medicamento for interrompido, a tendência é a recuperação do peso“, fala a médica, lembrando que a automedicação é perigosa e pode colocar a saúde do paciente em risco, ou seja, qualquer terapia para emagrecer deve ser acompanhada por um especialista.

As substâncias aprovadas no Brasil para o tratamento da obesidade são a sibutramina, o orlistate, a liraglutida, a associação naltrexona+bupropiona e a semaglutida. Mas, vale lembrar: sem uma mudança de estilo de vida, que envolva a adoção de uma dieta saudável e atividade física regular, os ponteiros da balança podem sempre ficar desequilibrados e faltar qualidade de vida.

Quer saber mais sobre obesidade e emagrecimento saudável? Veja esse artigo: Transtornos alimentares e obesidade

 

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ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFUBSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2024 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde.

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Balão intragástrico: 6 ou 12 meses? Quando o tratamento é mais eficaz

Será que o tempo do tratamento interfere diretamente na perda de peso? E mais: quando vale a pena prolongar o uso do balão? Veja as respostas

 

A prevalência da obesidade no mundo vem crescendo em uma escala alarmante: uma em cada oito pessoas já está com o índice de massa corporal (IMC) acima de 30 kg/m², o que fez com que a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) emitisse um alerta global para a necessidade de múltiplas possibilidades terapêuticas para o tratamento dessa doença que é crônica e complexa1.

E, entre os procedimentos endoscópicos, o uso de balão intragástrico, além de ser seguro, tem se mostrado bastante eficaz para a perda de peso consistente em pessoas com IMC acima de 27 kg/m². Dados do I Consenso Brasileiro de Balão Intragástrico2 mostram uma perda média de 18,4% do peso inicial, com uma taxa de eventos adversos de apenas 2,5%, sendo que o mais comum é o balão encher demais ou murchar dentro do estômago, perdendo sua eficiência.

Agora, novos estudos buscam avaliar o resultado do uso de balão intragástrico por um tempo prolongado, para além dos seis meses originalmente descritos na literatura. A pergunta que os especialistas querem responder é: com o tempo maior de uso do balão, a taxa de perda de peso será mais elevada?

Seis ou doze meses: o que é melhor?

Vitor Brunaldi, médico endoscopista com pós-doutorado pela Faculdade de Medicina da USP, fellow pela Gastroenterology and Hepatology Division, Mayo Clinic (EUA) e médico assistente do Centro de Endoscopia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HC-FMRP-USP), revela que tanto na sua experiência clínica como na literatura tem observado uma perda de peso igual entre os dois tempos de uso de balão: seis ou doze meses.

Segundo o médico, isso acontece porque a perda de peso é mais expressiva nos primeiros quatro meses após o procedimento. “Depois disso, ocorre uma estabilização do peso corporal, em que o paciente fica em um espécie de platô”, explica Brunaldi, que também é médico colaborador do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP) e research collaborator na Mayo Clinic (EUA).

“A vantagem no uso do balão por um período prolongado, portanto, está no tempo adicional que o paciente ganha para poder se adaptar a um novo estilo de vida, com uma dieta com menos calorias. Dessa forma, ele terá alguns meses a mais para que seu corpo se acostume com o novo peso”, resume o médico, que afirma aconselhar o balão de doze meses para aqueles pacientes que estão dispostos a criar novos hábitos contra a obesidade.

Os resultados de um estudo clínico publicados em dezembro de 2023 e realizado com 1.149 pacientes que usaram o balão de 12 meses - em sua maioria do sexo feminino (87,13%) - demonstraram uma perda de peso corporal total de 15,38% e perda de 53,99% do excesso de peso após a remoção do dispositivo na semana 52 [em tempo, doze meses possuem 54 semanas]. E tudo isso com alta segurança - houve apenas 60 casos adversos (5,22%) e, em sua maioria - 50 deles - de pessoas que escolheram retirar o balão antes dos doze meses3.

Como escolher o tempo ideal?

Se o balão de doze meses é eficiente como terapia primária da obesidade para uma perda de peso permanente, a versão de seis meses, por sua vez, é bastante indicada como uma espécie de ‘terapia-ponte’ para pacientes com IMC mais elevado e que ainda não estão seguros para realizar a cirurgia bariátrica. “É o caso de pessoas com IMC acima de 50 kg/m² e que precisam perder o máximo de peso em um tempo curto para, depois, seguirem para a bariátrica. É comum, nesse cenário, o médico acompanhar de perto a evolução do paciente e, quando ele chega no nadir, ou seja, no peso exato esperado, o balão é retirado para que ele possa ser encaminhado para a cirurgia”, exemplifica Brunaldi.

Outro grupo de pacientes que se beneficia do uso de balão intragástrico por seis meses são mulheres em tratamento para fertilidade que esteja conectado com a perda de peso, explica o médico. “A obesidade e o sobrepeso provocam uma inflamação sistêmica no corpo que pode prejudicar a gravidez. Nesses casos, a mulher pode usar o balão por seis meses e ter uma intensa perda de peso concomitante ao uso de anticoncepcionais para, depois desse tempo, e já sem o balão, estar liberada para a tentativa de concepção”, diz. “Em suma, sempre que há um motivo pontual para uma perda de peso rápida, o balão de seis meses é o mais indicado.”

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ATENÇÃO I: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2024 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

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ATENÇÃO III: Somente para fins informativos. O conteúdo deste artigo/publicação é de responsabilidade exclusiva de seu autor/editor e não representa a opinião da BSC.

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Câncer colorretal: como prevenir a doença com hábitos saudáveis e rastreamento

Cânceres e Tumores

Câncer colorretal: a prevenção está nos seus hábitos de vida

A falta de atividade física associada a uma dieta pouco saudável tem relação com o desenvolvimento desse tipo de câncer. Por isso o rastreio é tão importante

Você sabia que o câncer colorretal (também chamado de câncer de intestino) é um tipo de tumor maligno potencialmente prevenível, já que é possível modificar a história de uma lesão pré-neoplásica [um pólipo], interrompendo o seu ciclo de crescimento? E isso é feito a partir de exames de imagem, como a colonoscopia ou a retossigmoidoscopia, que, além do diagnóstico também podem realizar uma ressecção deste pólipo, ou seja, retirá-lo totalmente do intestino ou do reto, e dessa forma evitar o surgimento do câncer.

Por isso, o rastreio do câncer colorretal é tão importante. No Brasil, a indicação é para que comece aos 50 anos na população em geral e a partir dos 40 anos em pessoas com casos na família. Há sociedades médicas internacionais, como a norte-americana, que indicam começar essa investigação aos 451. Depois, a partir do resultado, cada paciente recebe uma indicação de acompanhamento para os próximos anos.

Saiba mais:

O que é mito e o que é verdade sobre o câncer colorretal?
5 fatores que dificultam o diagnóstico e tratamento do câncer colorretal

Prevenção do Câncer colorretal

Só que ainda é possível adotar um passo anterior ao rastreio, que depende apenas do comportamento de cada indivíduo, como explica Mauro Donadio, oncologista especialista em tumores gastrointestinais e neuroendócrinos da Oncoclínicas São Paulo: “Estamos falando em atuar modificando os fatores de risco mais conhecidos, como dieta, sedentarismo e obesidade.”

No entanto, reconhece o médico, ainda é difícil convencer um paciente jovem a mudar hábitos ou a participar de um programa de rastreio para o câncer colorretal. “Eles acabam deixando para depois, especialmente porque muitas vezes não sentem nenhum sintoma importante”, resume.

Mas os estudos mais recentes sobre câncer colorretal têm enfatizado cada vez mais como o aumento do consumo de álcool e carnes processadas, associado ao tabagismo, sedentarismo e baixo consumo de fibras são importantes fatores de risco para o desenvolvimento desse tipo de tumor maligno em pacientes mais jovens.2

E se além de manter esses hábitos, o paciente tiver ainda histórico de pólipos de cólon (intestino grosso), doenças inflamatórias intestinais - como retocolite ulcerativa e doença de Crohn -, diabetes ou colecistectomia [remoção da vesícula biliar] o risco é ainda maior.

Para afastar esse risco, a chave é adotar medidas preventivas. Separamos as principais delas, de acordo com o especialista:

  • Coma mais frutas, verduras e legumes frescos
  • Diminua a ingestão de carboidratos refinados (açúcar e farinha branca), pois eles resultam em uma dieta hipercalórica
  • Reduza (ou evite de vez) a ingestão de bebidas alcoólicas
  • Evite o consumo de carne vermelha mal passada
  • Faça mais atividade física de impacto em seu metabolismo. Isso significa, por exemplo, caminhar por cerca de 30 minutos por dia, com intensidade moderada, aquela que faz suar.
  • Mantenha o peso adequado para o seu biotipo

Quer saber mais sobre câncer colorretal?

Clique aqui para acessar nossa página sobre Março Azul – Campanha de conscientização sobre o câncer colorretal – e confira informações importantes sobre a doença, formas de prevenção, tratamentos e apoio. Sua conscientização faz toda a diferença. Vamos lutar juntos contra o câncer colorretal!

1 American Cancer Society’s Advances in Oncology – 2023 Research Highlights

2 Sawicki T, Ruszkowska M, Danielewicz A, Niedźwiedzka E, Arłukowicz T, Przybyłowicz KE. A Review of Colorectal Cancer in Terms of Epidemiology, Risk Factors, Development, Symptoms and Diagnosis. Cancers (Basel). 2021 Apr 22;13(9):2025. doi: 10.3390/cancers13092025 PMID: 33922197; PMCID: PMC8122718.

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Procedimentos médicos que podem afetar quem possui sistema de Estimulação da Medula Espinhal

Sistema Nervoso

Procedimentos médicos que afetam sistemas de estimulação medular

Determinados testes, terapias ou procedimentos podem ferir você, desligar a estimulação ou danificar permanentemente o seu estimulador. Aprenda sobre esses procedimentos abaixo e certifique-se de informar aos seus médicos que você possui um sistema de estimulação da medula espinhal antes de considerar algum desses procedimentos. 

Procedimentos que podem afetar o sistema de estimulação da medula espinhal

  • Diatermia:
    A diatermia emite uma corrente elétrica de alta frequência para estimular a geração de calor dentro do tecido corporal. A energia e o calor elevados podem ser transferidos por meio do seu sistema de estimulação, causando danos teciduais e, possivelmente, lesão grave ou mesmo morte.
  • Marcapassos cardíacos:
    O seu sistema de Estimulação da Medula Espinhal pode interferir com um marca-passo ou desfibrilador cardíaco implantável (ICD - implantable cardiac defibrillator)
  • Litotripsia:
    A litotripsia utiliza ondas de choque ou som de alta saída para tratar cálculos biliares e cálculos renais.
  • Eletrocautério:
    Este procedimento utiliza uma sonda elétrica aquecida para parar o sangramento durante a cirurgia.
  • Desfibrilação externa:
    Entrega um choque elétrico ao coração para restaurar uma frequência cardíaca normal. É geralmente utilizada em emergências médicas.
  • Terapia com radiação:
    A radiação é comumente utilizada para tratar câncer. Sua energia ionizante pode afetar o seu sistema de Estimulação da Medula Espinhal.
  • Varredura ultrassônica:
    Testes de varredura ultrassônica utilizam ondas de som de frequência muito alta para produzir imagens de órgãos ou tecidos internos.
  • Ultrassom de alta saída:
    Ondas de som de alta frequência podem ser utilizadas para fisioterapia para tratar determinadas lesões ósseas/musculares, para estimulação muscular ou para melhorar o fluxo sanguíneo.
  • Raio-X e Varreduras de tomografia computadorizada (TC):
    Esses testes podem danificar o estimulador se a estimulação estiver ligada. Mas é improvável que eles danifiquem o dispositivo se a estimulação estiver desligada.
  • Imagem de ressonância magnética (IRM):
    Este teste utiliza um campo eletromagnético forte para produzir imagens do corpo. Os sistemas de estimulação da medula espinhal diferem quando se trata de varreduras de IRM e segurança (vide abaixo).

Sistema de Estimulação da Medula Espinhal Permitindo IRMs da Cabeça

Sistema de Estimulação da Medula Espinhal Spectra WaveWriter™: Este sistema condicional de IRM permite que você realize varreduras de IRM da cabeça em condições especificadas se você cumprir com as exigências de elegibilidade. 

Sistemas de estimulação da medula espinhal permitindo irms de corpo inteiro

Sistema de Estimulação da Medula Espinhal de IRM Precision Montage™: Este sistema proporciona acesso a varreduras de IRM de corpo inteiro em condições específicas se você cumprir com as exigências de elegibilidade. 

Sistemas de estimulação da medula espinhal não seguros para irm

Sistema de Estimulação da Medula Espinhal Precision™ Plus e Sistema de Estimulação da Medula Espinhal Precision Novi™: Se você possuir algum desses sistemas, você não deve fazer uma IRM. Isso pode fazer com que peças do implante se desloquem, aquecer o neuroestimulador ou danificar o implante, causando uma sensação desconfortável ou de “solavanco”. 

Converse com seu médico

Antes de fazer qualquer teste, procedimento ou terapia médico, certifique-se de informar à sua equipe de saúde que você possui um sistema de estimulação da medula espinhal.

Agora que você se informou sobre Procedimentos médicos que podem afetar quem possui sistema de Estimulação da Medula Espinhal, aproveite e acesse demais conteúdos sobre Sistema Nervosopara ver sobre Precauções de Segurança para quem possui Sistema de Estimulação da Medula Espinhal.

E, se quiser saber mais sobre dor crônica e os possíveis tratamentos, acesse nossa página Existe Vida Sem Dor.

Saiba mais sobre o Saber da Saúde

Saber da Saúde é uma iniciativa da Boston ScientificTM com o objetivo de disseminar conhecimento científico sobre saúde para o maior número de brasileiros possível.

A desinformação não pode ser um obstáculo para o acesso à saúde. Acreditamos que com informação confiável, pacientes e redes de apoio podem tomar decisões com mais agilidade, obtendo diagnósticos mais cedo e buscando tratamentos cada vez mais eficazes, oferecendo suporte mais adequado para as condições de cada paciente.

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