Navegue pelo menu abaixo e encontre a sua condição clínica

Todas as áreas terapêuticas
  • Neurologia
  • Coração
  • Saúde Urológica
  • Cânceres e Tumores
  • Sistema Circulatório
  • Obesidade
  • Outras Condições
  • Acesso à Saúde
  • Destaques
  • Todas as áreas terapêuticas

Arritmia Ventricular

Ouvir texto - 7:44

Quando um ritmo cardíaco anormal vem das câmaras inferiores do coração (os ventrículos), ele é chamado de arritmia ventricular. Os ritmos desse tipo incluem a taquicardia ventricular (TV) e a fibrilação ventricular (FV). Ambas são arritmias que colocam a vida em risco e estão normalmente associadas a ataques cardíacos ou a cicatrizes do músculo cardíaco advindas de um ataque cardíaco prévio.

Taquicardia Ventricular

A taquicardia ventricular (TV) é um ritmo cardíaco rápido que ocorre em um dos ventrículos de seu coração. Ela parece um circuito elétrico pequeno que corre em círculo. Em uma taquicardia ventricular, o coração bate a cada volta no circuito em frequências de 150 a 250 bpm. Um tipo especial de taquicardia ventricular é denominado â taquicardia da via de saída do ventrículo direito ou taquicardia VSVD. Esse ritmo ocorre na parte do coração onde o sangue vai do ventrículo direito para os pulmões.À medida que o coração bate mais rápido, ele bombeia menos sangue, não havendo tempo suficiente para ele se encher com sangue entre os batimentos. Se esse batimento cardíaco rápido continuar, o cérebro e o corpo podem não receber sangue e oxigênio suficientes.

Fibrilação Ventricular

Outro tipo de arritmia ventricular é a fibrilação ventricular (FV). A fibrilação ventricular se origina de muitos locais diferentes nos ventrículos, cada um tentando sinalizar o coração para bater. Nesse caso, o coração bate muito mais rápido que o normal, às vezes acima de 300 batimentos por minuto. As câmaras inferiores tremem ao invés de se contraírem e pouquíssimo, ou nenhum sangue é bombeado do coração para o restante do corpo. Se seu coração estiver em fibrilação ventricular, você pode ficar inconsciente muito rapidamente. Você provavelmente não se lembrará de nada que aconteceu antes ou durante o episódio.

Se esses ritmos cardíacos rápidos e irregulares continuarem por algum tempo, o corpo não receberá suficiente sangue rico em oxigênio. Sem oxigênio, o cérebro e os tecidos do corpo não conseguem funcionar normalmente e morrem.

Artigos
Relacionados

Convivendo com o Parkinson:

Histórias

Convivendo com Parkinson: conheça a história de Henrique

Com a doença há 10 anos, Henrique Alexandre encontrou no trabalho voluntário um novo propósito de vida depois do diagnóstico

Por muito tempo, a Doença de Parkinson esteve diretamente associada à terceira idade, já que a maioria dos casos surge após os 60 anos. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1% da população mundial com mais de 65 anos é portadora da doença, indicando que mais de 4 milhões de pessoas vivem com o Parkinson no mundo.

Em cerca de 10% dos pacientes, o chamado Parkinson de início precoce se manifesta em pessoas com menos de 50 anos. E foi nesse espectro de baixas probabilidades que o economista Henrique Alexandre foi diagnosticado aos 49 anos.

Trabalhando como bancário, Alexandre começou a perceber um tremor insistente na mão direita. À época, procurou ajuda médica e teve um diagnóstico equivocado de tremor essencial. Logo, os novos sintomas que se manifestavam deram direção para que o Parkinson fosse identificado.

O tratamento medicamentoso foi iniciado, mas a doença veio de forma bastante severa. Alexandre perdeu completamente os movimentos e quase não conseguia desempenhar suas atividades e funções diárias. O médico que então o acompanhava recomendou o tratamento com o neurocirurgião funcional Dr. Erich Fonoff, especializado em Parkinson.

Veja também:

Será que é Parkinson: Conheça os primeiros sintomas
3 mitos que atrapalham o tratamento do Parkinson

Cirurgia: uma nova vida depois do neuroestimulador

Por se tratar de uma doença progressiva do sistema neurológico, o Parkinson afeta principalmente o cérebro. Com a evolução do quadro, alterações cognitivas e comportamentais tendem a impactar seriamente o dia a dia dos pacientes.

A cirurgia, que consiste no implante de eletrodos em pontos específicos do cérebro, conectados a um neuroestimulador, foi indicada para o tratamento de Alexandre, que já não respondia tão bem às medicações.

“Depois da cirurgia e de começar a utilizar o equipamento, continuo tomando a medicação normalmente, mas não foi fácil. Quando operei, o equipamento era o primeiro da América Latina. Tinha o pioneirismo do neuroestimulador e o meu: foi minha primeira cirurgia e logo na cabeça. Hoje, tenho a doença controlada, aprendi a lidar com o tempo, coisa que eu não tinha no banco. Fui aposentado por invalidez e descobri que ter tempo em excesso também não é tão bom assim, porque o homem nasceu para ser produtivo”, explica.

Veja também:

Estimulação Cerebral Profunda (DBS): o que esperar do processo de adaptação?
DBS no Parkinson: quando é indicado?
Janela Terapêutica do Parkinson: será que a Estimulação Cerebral Profunda ainda é indicada para o meu caso?

O renascimento no trabalho voluntário

Com o tempo livre após a aposentadoria, estudou a possibilidade de iniciar um trabalho voluntário. Hoje, Alexandre ajuda a cuidar de crianças de 0 a 18 anos com má formação óssea e pessoas que sofreram queimaduras.

“A doença nunca é uma coisa boa, mas esse tratamento é. Por isso, decidi me dedicar ao próximo. Foi uma forma de devolver o que ganhei. Eu precisei ter o corpo doente para ter a alma curada. Se eu não fosse parkinsoniano, hoje, talvez minha vida estaria em outro rumo. Se eu estivesse saudável, estaria doente”.

Hoje, Alexandre vive com total autonomia e disposição. Além do trabalho voluntário, precisa manter sua rotina de boa alimentação, exercícios físicos e administração correta dos medicamentos.

"Ressignifiquei a minha vida, tive uma mudança completa de rumo. Fiquei assustado no primeiro momento, a doença mudou até o meu padrão financeiro. Foi como ter que aprender a encaixar o quadrado em um círculo. Não foi fácil e não está sendo fácil, mas o trabalho voluntário tem um salário intangível: a felicidade do outro, o que você propicia a um paciente. Costumo dizer que sou viciado na ocitocina propiciada por fazer o bem a outras pessoas”, conclui.

Quer saber mais sobre a doença de Parkinson e tratamentos? Acesse nossa página Viver com Parkinson.

Tipos de dor crônica: sintomas, causas e tratamentos

Sistema Nervoso

Tipos de dor crônica: neuropática, nociceptiva e nociplástica

É comum que a condição seja complexa e de difícil tratamento. Mas novas opções terapêuticas têm trazido resultados promissores para o alívio da dor

O tempo prolongado de duração é a primeira característica a se levar em conta para diferenciar uma dor aguda de uma dor crônica: quando o desconforto dura mais de três meses, estamos diante de uma dor crônica e, diante da confirmação diagnóstica, é preciso buscar ajuda médica o quanto antes.

Porém, nem toda dor crônica é igual. E suas características, que dependem do tipo de lesão dos tecidos ou de uma disfunção no sistema nervoso central ou periférico1, são importantes para a correta classificação, que levará ao tratamento adequado.

Conheça agora os três principais tipos de dor crônica.

Dor Neuropática

Segundo a mais recente definição da Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP), esse tipo de dor ocorre como uma consequência direta de uma doença ou lesão que afete o sistema somatosensorial, que faz parte do nosso sistema nervoso sensorial e reúne os neurônios que respondem ao toque, a temperatura, a posição do corpo e, claro, a dor.

Sendo assim, a dor neuropática é bem diferente de uma dor resultante de um processo inflamatório ou de uma dor secundária, proveniente de uma doença2. Normalmente ela provoca sensações de formigamento, queimadura ou hipersensibilidade ao frio ou ao calor e, via de regra, torna-se incapacitante.

Estima-se que 8% da população mundial tenha dor neuropática, porém esse número cai para 2% da população da América Latina3. No entanto, apenas 15 em cada 100 pacientes buscam auxílio médico.

Entre os tratamentos indicados, destacam-se o uso de medicamentos opioides e antidepressivos, e até de remédios tópicos, como lidocaína. O uso de radiofrequência ou neuromodulação medular, dois procedimentos minimamente invasivos, também tem sido cada vez mais indicado para o alívio da dor, especialmente quando os medicamentos não fazem efeito.

Dor Nociceptiva

Já esse tipo de dor crônica é provocada por uma lesão ou dano contínuo nos tecidos e pode ser do tipo somática ou visceral. A primeira delas ativa receptores localizados na pele, na fáscia e em outros tecidos conjuntivos, como as cápsulas articulares, por exemplo. E, cada vez que esses receptores são estimulados, ocorre uma sensação de queimação. Já a dor visceral é causada pela obstrução de um órgão e pode provocar espasmos4.

Dor Nociplástica

Por fim, esse tipo de dor resulta da ampliação da sensibilidade do sistema nervoso central, por meio de neurônios nociceptivos. Ou seja, ela acontece após uma lesão e que permanece sendo sentida mesmo após a cura desta lesão originária. Costuma ser mais comum em mulheres e tem pouca ou nenhuma resposta a tratamentos com anti- inflamatórios e corticoides5 

Quer saber mais sobre dor crônica? Aproveite para ler esse conteúdo: Tudo sobre Dor Crônica e suas soluções

 

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde NM = 1666301– AA – Saber da Saúde

Fibrilação atrial: conheça a oclusão do apêndice atrial como alternativa aos anticoagulantes

Coração

Conheça os tratamentos alternativos aos Anticoagulantes Orais

Você sabia que existe um tratamento alternativo aos anticoagulantes orais para tratar a Fibrilação Atrial não valvar? A Oclusão do Apêndice Atrial Esquerdo ou Implante OAAE é um deles. Descubra todos os seus benefícios neste blog.

Vamos começar pelo básico...

O que é a Oclusão do Apêndice Atrial Esquerdo?

A OAAE é um procedimento que fecha uma pequena parte do coração chamada Apêndice Atrial Esquerdo (AAE). O AAE é uma bolsa que fica na câmara superior esquerda do coração. Neste procedimento um especialista coloca um pequeno dispositivo no paciente que fecha a abertura do AAE.1

Como funciona o Implante OAAE?

O Implante OAAE se adapta perfeitamente ao seu AAE e está desenhado para fechá-lo permanentemente. Evitar que os coágulos de sangue escapem e possam cortar o fluxo de sangue para o cérebro provocando, assim, um derrame cerebral ou AVC. O Implante OAAE tem aproximadamente o tamanho de uma moeda e está feito de materiais muito leves e compactos que são usados comumente em outros implantes médicos.2


O OAAE é um procedimento feito uma única vez e reduz o risco de sofrer um AVC em 84% em pessoas diagnosticadas com Fibrilação Atrial não Valvar.3 

Como o Implante OAAE previne um AVC?

Durante a Oclusão do AAE, o especialista coloca um pequeno dispositivo no coração do paciente com um cateter. O dispositivo bloqueia a entrada da bolsa do AAE e evita que o sangue se acumule dentro. Quando o AAE está fechado, existe uma menor possibilidade de que um coágulo entre na corrente sanguínea, vá até o cérebro e provoque um AVC.4


Este procedimento é recomendado para os pacientes diagnosticados com Fibrilação Atrial e que estão em risco de sofrer um AVC, mas não podem tomar diluidores de sangue a longo prazo, pois 9 de cada 10 AVC são causados por coágulos de sangue formados no AAE e para cada 4 pacientes que tem um AVC nos Estados Unidos, pelo menos 1 é causado pela Fibrilação Atrial. Além disso, em cada 100 pacientes com Fibrilação Atrial e sem tratamento com a oclusão do AAE ou com medicamentos anticoagulantes, 5 são propensos a sofrer um AVC.5

Para quem é o Implante OAAE?

O Implante OAAE pode ser adequado para pessoas que cumprem com os seguintes critérios:

  • Tem Fibrilação Atrial não Valvar
  • O médico recomendou anticoagulantes
  • O paciente pode tomar Varfarina, mas precisa de uma alternativa

As pessoas que podem precisar de uma alternativa a Varfarina por qualquer destes motivos:

  • Têm antecedentes de hemorragias graves enquanto tomam Anticoagulantes Orais
  • Tem um estilo de vida, ocupação ou condição que os coloca em risco de um sangramento maior
  • Tomam Varfarina e têm problemas para ficar dentro dos limites de coagulação sanguínea recomendados ou para fazer as análises de sangue periódicas para confirmar seu INR e não podem tomar um tipo diferente de anticoagulante

Como é a preparação para o procedimento da OAAE?

O mais importante é informar ao médico sobre qualquer alergia e sobre os medicamentos que o paciente anticoagulado está tomando. Faça uma lista de todos os medicamentos, inclusive receitas, medicamentos de venda livre, ervas medicinais ou suplementos vitamínicos. O médico pode suspender ou mudar alguns deles antes do procedimento. O paciente não deve comer nem beber nada depois da meia noite, da noite anterior ao procedimento.6

A maioria dos pacientes permanecem no hospital na noite seguinte ao procedimento e logo depois podem ir para casa com certos cuidados especiais.7

O que acontece depois do procedimento?

Ao finalizar o procedimento, o paciente é enviado a uma unidade de recuperação ou um quarto no hospital. O especialista pode continuar fazendo pressão na incisão para evitar sangramento. Os enfermeiros continuarão vigiando o paciente durante a noite. Seu familiar pode apresentar uma certa dormência ou fraqueza temporária nas pernas.8

Por que escolher o Implante OAAE?

1. É um tratamento alternativo que substitui os Anticoagulantes Orais, assim que você não terá mais os efeitos colaterais, nem o risco de sangramento associado com o uso da Varfarina a longo prazo.9
2. É um procedimento que é feito uma única vez.
3. Reduz efetivamente o risco de um AVC em pessoas com Fibrilação Atrial não Valvar

Quer saber mais sobre cuidados e tratamentos para problemas do coração? Acesse a página Viver Sem Anticoagulantes e confira conteúdos exclusivos para entender melhor as opções disponíveis e como cuidar da sua saúde.

Saúde Digestiva: O que seu intestino tem a ver com a sua imunidade?

Outras Condições

Saúde Digestiva: O que seu intestino tem a ver com a sua imunidade?

Entender melhor essa relação pode ajudar a manter o organismo mais protegido contra doenças oportunistas.

O intestino (ainda) não é devidamente reconhecido por sua importância vital para o corpo humano. É que ao trabalhar incansavelmente realizando diversas ações metabólicas e absorvendo corretamente os nutrientes ingeridos na dieta, uma de suas funções principais tem ficado esquecida: a manutenção da imunidade no organismo.

Aliás, você sabia que esse órgão de 9 metros de comprimento e que soma uma área de cerca de 300 m2 1 reúne o maior conjunto de linfócitos do corpo humano2? E são justamente esses linfócitos as principais células de defesa do organismo, que agem junto com a microbiota intestinal, criando uma barreira de proteção para reagir sempre que algum agente invasor aparecer.

É por isso que quando a microbiota intestinal se desequilibra ficamos mais suscetíveis a adoecer: “A disbiose, nome dado ao desequilíbrio da microbiota intestinal, faz com que alguns antígenos presentes nos alimentos, ao passar pelo trato gastrintestinal, sejam internalizados na células intestinais (enterócitos) e com isso podem começar a deflagrar vários processos alérgicos ou inflamatórios”, descreve o médico gastroenterologista e endoscopista Alexandre Carlos, que atua em diferentes hospitais de São Paulo, como Hospital das Clínicas (FMUSP), Sírio- Libanês, Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) e São Camilo - Pompeia.

Doenças infecciosas oportunistas e autoimunes também podem surgir a partir desse desequilíbrio. “E, para evitar que isso aconteça, a principal teoria defende que uma permeabilidade intestinal aumentada, a partir do aumento da ingestão de certos alimentos, além de melhorar a qualidade da microbiota, pode ajudar a combater os agressores que entram no organismo a partir da nossa dieta”, explica Carlos. A manipulação de componentes e nutrientes específicos, portanto, poderia ser vista como uma alternativa terapêutica para a manutenção da imunidade3.

Conheça agora 3 ações diretas da microbiota intestinal no sistema imunológico4:

1. Ativação. Sempre que algum patógeno (vírus, bactéria ou fungo) perturbar o equilíbrio da microbiota, um sinal é dado ao sistema imunológico, para que comece a agir.

2. Modulação. Graças às bifidobactérias presentes na microbiota, ocorre um estímulo do sistema imunológico.

3. Regulação. O contrário também pode acontecer, ou seja, a supressão da resposta imunológica em determinados casos, como nas doenças autoimunes, por exemplo.

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde.

ENDO = 1595105 – AA – Saber da Saúde

Sintomas

Se esses ritmos cardíacos rápidos e irregulares continuarem por algum tempo, o corpo não receberá suficiente sangue rico em oxigênio. Sem oxigênio, o cérebro e os tecidos do corpo não conseguem funcionar normalmente e morrem.

Causas e Fatores de Risco

As arritmias ventriculares surgem quando impulsos elétricos gerados nos ventrículos assumem o lugar do padrão normal gerado pelo nó sinoatrial (S-A) e pelo sistema de condução elétrico do coração. Estudos mostram que taquicardias ventriculares (TV) ocorrem com frequência em pacientes que sofreram algum dano no coração por ataque cardíaco, cirurgia cardíaca ou outras condições. Algumas pessoas com defeitos cardíacos congênitos também sofrem taquicardia ventricular. Algumas vezes, a taquicardia ventricular afeta pessoas sem nenhum histórico de condição cardíaca.

Nos casos de fibrilação ventricular (FV), os pacientes normalmente perdem a consciência muito rapidamente.

Se um ritmo ventricular rápido não for tratado, ele pode mudar para fibrilação ventricular, podendo levar a uma parada cardíaca súbita e, por fim, a morte cardíaca súbita. A parada cardíaca súbita afeta 350.000 pessoas a cada ano nos Estados Unidos (o que significa que a cada 1,5 minutos alguém morre de parada cardíaca súbita).1

Tratamentos

Para o tratamento de arritmias ventriculares, os médicos podem prescrever medicamentos, um cardioversor desfibrilador implantável ou ambos.

A taquicardia ventricular e a fibrilação ventricular são ritmos cardíacos que põem a vida em risco. Nas emergências, os paramédicos ou as equipes médicas conseguem tratar essas arritmias com desfibriladores externos, como um DEA. As opções de tratamento a longo prazo variam de acordo com o tipo de arritmia e as circunstâncias individuais de cada paciente.

Outro tipo de arritmia ventricular é a fibrilação ventricular (FV). A fibrilação ventricular se origina de muitos locais diferentes nos ventrículos, cada um tentando sinalizar o coração para bater. Nesse caso, o coração bate muito mais rápido que o normal, às vezes acima de 300 batimentos por minuto. As câmaras inferiores tremem ao invés de se contraírem e pouquíssimo, ou nenhum sangue é bombeado do coração para o restante do corpo. Se seu coração estiver em fibrilação ventricular, você pode ficar inconsciente muito rapidamente. Você provavelmente não se lembrará de nada que aconteceu antes ou durante o episódio.

Se esses ritmos cardíacos rápidos e irregulares continuarem por algum tempo, o corpo não receberá suficiente sangue rico em oxigênio. Sem oxigênio, o cérebro e os tecidos do corpo não conseguem funcionar normalmente e morrem.

Se esses ritmos cardíacos rápidos e irregulares continuarem por algum tempo, o corpo não receberá suficiente sangue rico em oxigênio. Sem oxigênio, o cérebro e os tecidos do corpo não conseguem funcionar normalmente e morrem.

As arritmias ventriculares surgem quando impulsos elétricos gerados nos ventrículos assumem o lugar do padrão normal gerado pelo nó sinoatrial (S-A) e pelo sistema de condução elétrico do coração. Estudos mostram que taquicardias ventriculares (TV) ocorrem com frequência em pacientes que sofreram algum dano no coração por ataque cardíaco, cirurgia cardíaca ou outras condições. Algumas pessoas com defeitos cardíacos congênitos também sofrem taquicardia ventricular. Algumas vezes, a taquicardia ventricular afeta pessoas sem nenhum histórico de condição cardíaca.

Nos casos de fibrilação ventricular (FV), os pacientes normalmente perdem a consciência muito rapidamente.

Se um ritmo ventricular rápido não for tratado, ele pode mudar para fibrilação ventricular, podendo levar a uma parada cardíaca súbita e, por fim, a morte cardíaca súbita. A parada cardíaca súbita afeta 350.000 pessoas a cada ano nos Estados Unidos (o que significa que a cada 1,5 minutos alguém morre de parada cardíaca súbita). 1

Para o tratamento de arritmias ventriculares, os médicos podem prescrever medicamentos, um cardioversor desfibrilador implantável ou ambos.

A taquicardia ventricular e a fibrilação ventricular são ritmos cardíacos que põem a vida em risco. Nas emergências, os paramédicos ou as equipes médicas conseguem tratar essas arritmias com desfibriladores externos, como um DEA. As opções de tratamento a longo prazo variam de acordo com o tipo de arritmia e as circunstâncias individuais de cada paciente.

Algumas vezes, as taquiarritmias podem ser paradas ou tratadas com remédios, ou cirurgia ou ablação cardíaca. Esses tratamentos são utilizados em um esforço para controlar ou destruir a porção de tecido cardíaco que causa os ritmos anormais.

Em outros casos, um dispositivo eletrônico implantado pode ser usado para tratar a arritmia. Um cardioversor desfibrilador implantável (CDI) administra energia elétrica ao coração a fim de baixar seu ritmo para um ritmo mais normal, possibilitando ao nó sinoatrial retomar o controle. Um CDI pode usar um ou mais tipos de energia para ajudar seu coração a bater novamente de uma maneira normal. Essas energias incluem:

Estimulação antitaquicardia (ATP) - Se seu ritmo for regular, mas rápido, o sistema CDI pode administrar uma série de pulsos pequenos e rápidos de estimulação elétrica. Tais pulsos são utilizados para interromper a arritmia e retornar o coração a seu ritmo normal.

Cardioversão - Se sua arritmia for regular, mas muito rápida, o CDI pode administrar um choque de baixa energia. Tal choque consegue parar a arritmia e retornar o coração a seu ritmo normal.

Desfibrilação - Para arritmias muito rápidas e irregulares, como a fibrilação ventricular, choques de alta energia podem ser utilizados para parar a arritmia. Dessa maneira, o coração consegue retornar a seu ritmo normal.

Muitas pessoas têm arritmias perigosas e que podem ocorrer a qualquer momento. Você já pode ter tido um episódio de taquicardia ventricular ou fibrilação ventricular. Ele pode ocorrer mesmo se você estiver tomando remédios para tratar seu ritmo cardíaco anormal. Após analisar os resultados de seus exames, o médico pode chegar à conclusão que você poderá novamente ter ritmos cardíacos anormais e, talvez, uma parada cardíaca. Talvez ele recomende um CDI por uma ou mais das seguintes razões:

  • No mínimo, um evento de taquicardia ventricular ou fibrilação ventricular
  • Parada cardíaca ou ritmo cardíaco anormal, prévios, que fizeram você desmaiar
  • Um ritmo cardíaco rápido que se repete, podendo levar à morte
  • Um ritmo cardíaco rápido que não pode ser controlado com medicamentos
  • Efeitos colaterais severos da terapia medicamentosa
  • Um ritmo cardíaco rápido que não pode ser curado cirurgicamente
  • Ataque cardíaco prévio e uma fração de ejeção baixa

Algumas vezes, as taquiarritmias podem ser paradas ou tratadas com remédios, ou cirurgia ou ablação cardíaca. Esses tratamentos são utilizados em um esforço para controlar ou destruir a porção de tecido cardíaco que causa os ritmos anormais.

Em outros casos, um dispositivo eletrônico implantado pode ser usado para tratar a arritmia. Um cardioversor desfibrilador implantável (CDI) administra energia elétrica ao coração a fim de baixar seu ritmo para um ritmo mais normal, possibilitando ao nó sinoatrial retomar o controle. Um CDI pode usar um ou mais tipos de energia para ajudar seu coração a bater novamente de uma maneira normal. Essas energias incluem:

Estimulação antitaquicardia (ATP) - Se seu ritmo for regular, mas rápido, o sistema CDI pode administrar uma série de pulsos pequenos e rápidos de estimulação elétrica. Tais pulsos são utilizados para interromper a arritmia e retornar o coração a seu ritmo normal.

Cardioversão - Se sua arritmia for regular, mas muito rápida, o CDI pode administrar um choque de baixa energia. Tal choque consegue parar a arritmia e retornar o coração a seu ritmo normal.

Desfibrilação - Para arritmias muito rápidas e irregulares, como a fibrilação ventricular, choques de alta energia podem ser utilizados para parar a arritmia. Dessa maneira, o coração consegue retornar a seu ritmo normal.

Muitas pessoas têm arritmias perigosas e que podem ocorrer a qualquer momento. Você já pode ter tido um episódio de taquicardia ventricular ou fibrilação ventricular. Ele pode ocorrer mesmo se você estiver tomando remédios para tratar seu ritmo cardíaco anormal. Após analisar os resultados de seus exames, o médico pode chegar à conclusão que você poderá novamente ter ritmos cardíacos anormais e, talvez, uma parada cardíaca. Talvez ele recomende um CDI por uma ou mais das seguintes razões:

  • No mínimo, um evento de taquicardia ventricular ou fibrilação ventricular
  • Parada cardíaca ou ritmo cardíaco anormal, prévios, que fizeram você desmaiar
  • Um ritmo cardíaco rápido que se repete, podendo levar à morte
  • Um ritmo cardíaco rápido que não pode ser controlado com medicamentos
  • Efeitos colaterais severos da terapia medicamentosa
  • Um ritmo cardíaco rápido que não pode ser curado cirurgicamente
  • Ataque cardíaco prévio e uma fração de ejeção baixa

Artigos Relacionados

Convivendo com o Parkinson:

Histórias

Convivendo com Parkinson: conheça a história de Henrique

Com a doença há 10 anos, Henrique Alexandre encontrou no trabalho voluntário um novo propósito de vida depois do diagnóstico

Por muito tempo, a Doença de Parkinson esteve diretamente associada à terceira idade, já que a maioria dos casos surge após os 60 anos. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1% da população mundial com mais de 65 anos é portadora da doença, indicando que mais de 4 milhões de pessoas vivem com o Parkinson no mundo.

Em cerca de 10% dos pacientes, o chamado Parkinson de início precoce se manifesta em pessoas com menos de 50 anos. E foi nesse espectro de baixas probabilidades que o economista Henrique Alexandre foi diagnosticado aos 49 anos.

Trabalhando como bancário, Alexandre começou a perceber um tremor insistente na mão direita. À época, procurou ajuda médica e teve um diagnóstico equivocado de tremor essencial. Logo, os novos sintomas que se manifestavam deram direção para que o Parkinson fosse identificado.

O tratamento medicamentoso foi iniciado, mas a doença veio de forma bastante severa. Alexandre perdeu completamente os movimentos e quase não conseguia desempenhar suas atividades e funções diárias. O médico que então o acompanhava recomendou o tratamento com o neurocirurgião funcional Dr. Erich Fonoff, especializado em Parkinson.

Veja também:

Será que é Parkinson: Conheça os primeiros sintomas
3 mitos que atrapalham o tratamento do Parkinson

Cirurgia: uma nova vida depois do neuroestimulador

Por se tratar de uma doença progressiva do sistema neurológico, o Parkinson afeta principalmente o cérebro. Com a evolução do quadro, alterações cognitivas e comportamentais tendem a impactar seriamente o dia a dia dos pacientes.

A cirurgia, que consiste no implante de eletrodos em pontos específicos do cérebro, conectados a um neuroestimulador, foi indicada para o tratamento de Alexandre, que já não respondia tão bem às medicações.

“Depois da cirurgia e de começar a utilizar o equipamento, continuo tomando a medicação normalmente, mas não foi fácil. Quando operei, o equipamento era o primeiro da América Latina. Tinha o pioneirismo do neuroestimulador e o meu: foi minha primeira cirurgia e logo na cabeça. Hoje, tenho a doença controlada, aprendi a lidar com o tempo, coisa que eu não tinha no banco. Fui aposentado por invalidez e descobri que ter tempo em excesso também não é tão bom assim, porque o homem nasceu para ser produtivo”, explica.

Veja também:

Estimulação Cerebral Profunda (DBS): o que esperar do processo de adaptação?
DBS no Parkinson: quando é indicado?
Janela Terapêutica do Parkinson: será que a Estimulação Cerebral Profunda ainda é indicada para o meu caso?

O renascimento no trabalho voluntário

Com o tempo livre após a aposentadoria, estudou a possibilidade de iniciar um trabalho voluntário. Hoje, Alexandre ajuda a cuidar de crianças de 0 a 18 anos com má formação óssea e pessoas que sofreram queimaduras.

“A doença nunca é uma coisa boa, mas esse tratamento é. Por isso, decidi me dedicar ao próximo. Foi uma forma de devolver o que ganhei. Eu precisei ter o corpo doente para ter a alma curada. Se eu não fosse parkinsoniano, hoje, talvez minha vida estaria em outro rumo. Se eu estivesse saudável, estaria doente”.

Hoje, Alexandre vive com total autonomia e disposição. Além do trabalho voluntário, precisa manter sua rotina de boa alimentação, exercícios físicos e administração correta dos medicamentos.

"Ressignifiquei a minha vida, tive uma mudança completa de rumo. Fiquei assustado no primeiro momento, a doença mudou até o meu padrão financeiro. Foi como ter que aprender a encaixar o quadrado em um círculo. Não foi fácil e não está sendo fácil, mas o trabalho voluntário tem um salário intangível: a felicidade do outro, o que você propicia a um paciente. Costumo dizer que sou viciado na ocitocina propiciada por fazer o bem a outras pessoas”, conclui.

Quer saber mais sobre a doença de Parkinson e tratamentos? Acesse nossa página Viver com Parkinson.

Tipos de dor crônica: sintomas, causas e tratamentos

Sistema Nervoso

Tipos de dor crônica: neuropática, nociceptiva e nociplástica

É comum que a condição seja complexa e de difícil tratamento. Mas novas opções terapêuticas têm trazido resultados promissores para o alívio da dor

O tempo prolongado de duração é a primeira característica a se levar em conta para diferenciar uma dor aguda de uma dor crônica: quando o desconforto dura mais de três meses, estamos diante de uma dor crônica e, diante da confirmação diagnóstica, é preciso buscar ajuda médica o quanto antes.

Porém, nem toda dor crônica é igual. E suas características, que dependem do tipo de lesão dos tecidos ou de uma disfunção no sistema nervoso central ou periférico1, são importantes para a correta classificação, que levará ao tratamento adequado.

Conheça agora os três principais tipos de dor crônica.

Dor Neuropática

Segundo a mais recente definição da Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP), esse tipo de dor ocorre como uma consequência direta de uma doença ou lesão que afete o sistema somatosensorial, que faz parte do nosso sistema nervoso sensorial e reúne os neurônios que respondem ao toque, a temperatura, a posição do corpo e, claro, a dor.

Sendo assim, a dor neuropática é bem diferente de uma dor resultante de um processo inflamatório ou de uma dor secundária, proveniente de uma doença2. Normalmente ela provoca sensações de formigamento, queimadura ou hipersensibilidade ao frio ou ao calor e, via de regra, torna-se incapacitante.

Estima-se que 8% da população mundial tenha dor neuropática, porém esse número cai para 2% da população da América Latina3. No entanto, apenas 15 em cada 100 pacientes buscam auxílio médico.

Entre os tratamentos indicados, destacam-se o uso de medicamentos opioides e antidepressivos, e até de remédios tópicos, como lidocaína. O uso de radiofrequência ou neuromodulação medular, dois procedimentos minimamente invasivos, também tem sido cada vez mais indicado para o alívio da dor, especialmente quando os medicamentos não fazem efeito.

Dor Nociceptiva

Já esse tipo de dor crônica é provocada por uma lesão ou dano contínuo nos tecidos e pode ser do tipo somática ou visceral. A primeira delas ativa receptores localizados na pele, na fáscia e em outros tecidos conjuntivos, como as cápsulas articulares, por exemplo. E, cada vez que esses receptores são estimulados, ocorre uma sensação de queimação. Já a dor visceral é causada pela obstrução de um órgão e pode provocar espasmos4.

Dor Nociplástica

Por fim, esse tipo de dor resulta da ampliação da sensibilidade do sistema nervoso central, por meio de neurônios nociceptivos. Ou seja, ela acontece após uma lesão e que permanece sendo sentida mesmo após a cura desta lesão originária. Costuma ser mais comum em mulheres e tem pouca ou nenhuma resposta a tratamentos com anti- inflamatórios e corticoides5 

Quer saber mais sobre dor crônica? Aproveite para ler esse conteúdo: Tudo sobre Dor Crônica e suas soluções

 

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde NM = 1666301– AA – Saber da Saúde

Fibrilação atrial: conheça a oclusão do apêndice atrial como alternativa aos anticoagulantes

Coração

Conheça os tratamentos alternativos aos Anticoagulantes Orais

Você sabia que existe um tratamento alternativo aos anticoagulantes orais para tratar a Fibrilação Atrial não valvar? A Oclusão do Apêndice Atrial Esquerdo ou Implante OAAE é um deles. Descubra todos os seus benefícios neste blog.

Vamos começar pelo básico...

O que é a Oclusão do Apêndice Atrial Esquerdo?

A OAAE é um procedimento que fecha uma pequena parte do coração chamada Apêndice Atrial Esquerdo (AAE). O AAE é uma bolsa que fica na câmara superior esquerda do coração. Neste procedimento um especialista coloca um pequeno dispositivo no paciente que fecha a abertura do AAE.1

Como funciona o Implante OAAE?

O Implante OAAE se adapta perfeitamente ao seu AAE e está desenhado para fechá-lo permanentemente. Evitar que os coágulos de sangue escapem e possam cortar o fluxo de sangue para o cérebro provocando, assim, um derrame cerebral ou AVC. O Implante OAAE tem aproximadamente o tamanho de uma moeda e está feito de materiais muito leves e compactos que são usados comumente em outros implantes médicos.2


O OAAE é um procedimento feito uma única vez e reduz o risco de sofrer um AVC em 84% em pessoas diagnosticadas com Fibrilação Atrial não Valvar.3 

Como o Implante OAAE previne um AVC?

Durante a Oclusão do AAE, o especialista coloca um pequeno dispositivo no coração do paciente com um cateter. O dispositivo bloqueia a entrada da bolsa do AAE e evita que o sangue se acumule dentro. Quando o AAE está fechado, existe uma menor possibilidade de que um coágulo entre na corrente sanguínea, vá até o cérebro e provoque um AVC.4


Este procedimento é recomendado para os pacientes diagnosticados com Fibrilação Atrial e que estão em risco de sofrer um AVC, mas não podem tomar diluidores de sangue a longo prazo, pois 9 de cada 10 AVC são causados por coágulos de sangue formados no AAE e para cada 4 pacientes que tem um AVC nos Estados Unidos, pelo menos 1 é causado pela Fibrilação Atrial. Além disso, em cada 100 pacientes com Fibrilação Atrial e sem tratamento com a oclusão do AAE ou com medicamentos anticoagulantes, 5 são propensos a sofrer um AVC.5

Para quem é o Implante OAAE?

O Implante OAAE pode ser adequado para pessoas que cumprem com os seguintes critérios:

  • Tem Fibrilação Atrial não Valvar
  • O médico recomendou anticoagulantes
  • O paciente pode tomar Varfarina, mas precisa de uma alternativa

As pessoas que podem precisar de uma alternativa a Varfarina por qualquer destes motivos:

  • Têm antecedentes de hemorragias graves enquanto tomam Anticoagulantes Orais
  • Tem um estilo de vida, ocupação ou condição que os coloca em risco de um sangramento maior
  • Tomam Varfarina e têm problemas para ficar dentro dos limites de coagulação sanguínea recomendados ou para fazer as análises de sangue periódicas para confirmar seu INR e não podem tomar um tipo diferente de anticoagulante

Como é a preparação para o procedimento da OAAE?

O mais importante é informar ao médico sobre qualquer alergia e sobre os medicamentos que o paciente anticoagulado está tomando. Faça uma lista de todos os medicamentos, inclusive receitas, medicamentos de venda livre, ervas medicinais ou suplementos vitamínicos. O médico pode suspender ou mudar alguns deles antes do procedimento. O paciente não deve comer nem beber nada depois da meia noite, da noite anterior ao procedimento.6

A maioria dos pacientes permanecem no hospital na noite seguinte ao procedimento e logo depois podem ir para casa com certos cuidados especiais.7

O que acontece depois do procedimento?

Ao finalizar o procedimento, o paciente é enviado a uma unidade de recuperação ou um quarto no hospital. O especialista pode continuar fazendo pressão na incisão para evitar sangramento. Os enfermeiros continuarão vigiando o paciente durante a noite. Seu familiar pode apresentar uma certa dormência ou fraqueza temporária nas pernas.8

Por que escolher o Implante OAAE?

1. É um tratamento alternativo que substitui os Anticoagulantes Orais, assim que você não terá mais os efeitos colaterais, nem o risco de sangramento associado com o uso da Varfarina a longo prazo.9
2. É um procedimento que é feito uma única vez.
3. Reduz efetivamente o risco de um AVC em pessoas com Fibrilação Atrial não Valvar

Quer saber mais sobre cuidados e tratamentos para problemas do coração? Acesse a página Viver Sem Anticoagulantes e confira conteúdos exclusivos para entender melhor as opções disponíveis e como cuidar da sua saúde.

Saúde Digestiva: O que seu intestino tem a ver com a sua imunidade?

Outras Condições

Saúde Digestiva: O que seu intestino tem a ver com a sua imunidade?

Entender melhor essa relação pode ajudar a manter o organismo mais protegido contra doenças oportunistas.

O intestino (ainda) não é devidamente reconhecido por sua importância vital para o corpo humano. É que ao trabalhar incansavelmente realizando diversas ações metabólicas e absorvendo corretamente os nutrientes ingeridos na dieta, uma de suas funções principais tem ficado esquecida: a manutenção da imunidade no organismo.

Aliás, você sabia que esse órgão de 9 metros de comprimento e que soma uma área de cerca de 300 m2 1 reúne o maior conjunto de linfócitos do corpo humano2? E são justamente esses linfócitos as principais células de defesa do organismo, que agem junto com a microbiota intestinal, criando uma barreira de proteção para reagir sempre que algum agente invasor aparecer.

É por isso que quando a microbiota intestinal se desequilibra ficamos mais suscetíveis a adoecer: “A disbiose, nome dado ao desequilíbrio da microbiota intestinal, faz com que alguns antígenos presentes nos alimentos, ao passar pelo trato gastrintestinal, sejam internalizados na células intestinais (enterócitos) e com isso podem começar a deflagrar vários processos alérgicos ou inflamatórios”, descreve o médico gastroenterologista e endoscopista Alexandre Carlos, que atua em diferentes hospitais de São Paulo, como Hospital das Clínicas (FMUSP), Sírio- Libanês, Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) e São Camilo - Pompeia.

Doenças infecciosas oportunistas e autoimunes também podem surgir a partir desse desequilíbrio. “E, para evitar que isso aconteça, a principal teoria defende que uma permeabilidade intestinal aumentada, a partir do aumento da ingestão de certos alimentos, além de melhorar a qualidade da microbiota, pode ajudar a combater os agressores que entram no organismo a partir da nossa dieta”, explica Carlos. A manipulação de componentes e nutrientes específicos, portanto, poderia ser vista como uma alternativa terapêutica para a manutenção da imunidade3.

Conheça agora 3 ações diretas da microbiota intestinal no sistema imunológico4:

1. Ativação. Sempre que algum patógeno (vírus, bactéria ou fungo) perturbar o equilíbrio da microbiota, um sinal é dado ao sistema imunológico, para que comece a agir.

2. Modulação. Graças às bifidobactérias presentes na microbiota, ocorre um estímulo do sistema imunológico.

3. Regulação. O contrário também pode acontecer, ou seja, a supressão da resposta imunológica em determinados casos, como nas doenças autoimunes, por exemplo.

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde.

ENDO = 1595105 – AA – Saber da Saúde

Cadastre-se e receba mais informações

*Campos obrigatórios