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Obtenha as informações que você precisa sobre as terapias de tratamento para dor crônica

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Estimulação Medular (SCS)

Sim. A terapia de estimulação medular provou ser segura e eficaz e milhares de pessoas em todo o mundo foram tratadas com SCS1,2. Além disso, todos os sistemas de estimulação medular da Boston Scientific são aprovados pelo FDA e ANVISA.

As pessoas têm respostas diferentes em relação ao alívio da dor que recebem com a terapia SCS. Antes de ser implantado, seu médico pode indicar fazer um “test drive” da terapia com um sistema de teste temporário. Isso irá ajudá-lo a entender a efetividade do tratamento pra você. O SCS é geralmente considerado eficaz se sua dor for reduzida em pelo menos 50%6.

Cada pessoa tem uma resposta diferente à terapia SCS. Para alguns pacientes, o tratamento pode funcionar bem o suficiente para que os medicamentos para a dor não sejam mais necessários. Para outros, o sucesso com a terapia pode significar usar menos medicação para a dor.

Nem todos os dispositivos são condicionais de Ressonância Magnética, mas os sistemas WaveWriter Alpha™ permitem o acesso a exames de RM de corpo inteiro sob condições específicas. Os pacientes com SCS também têm muitas outras opções de exames de imagem, incluindo raios-X, tomografia computadorizada, PET e ultrassom. Converse com seu médico sobre qual opção de imagem é ideal para você.

Em algumas situações, caso seja indicado pelo médico, os pacientes têm a oportunidade de testar o sistema de Estimulação da Medula Espinhal antes de ser implantado de forma definitiva. Usando um sistema temporário externo por aproximadamente uma semana, o paciente pode verificar se a terapia atende suas necessidades de alívio da dor e se ela se adapta a seu estilo de vida.

Mesmo que os eletrodos sejam cirurgicamente implantados, eles podem ser desconectados ou removidos por seu médico, se for necessário.

A Estimulação Medular pode ser utilizada em conjunto com remédios, se assim for necessário. Em alguns pacientes, o SCS tem um resultado tão bom que os medicamentos para dor não são mais necessários. Em outros, pode significar uma redução na quantidade de medicamentos para dor que são utilizados7.

Nossos sistemas SCS são projetados para cobrir várias áreas de dor ao mesmo tempo, se necessário. Com orientação do seu médico, caso seja indicado, você pode usar seu controle remoto sem fio para ajustar a quantidade de estimulação para cada área de dor.

Cabe a seu médico orientar quando usar a terapia SCS e quanto usar. Nossos sistemas SCS e a tecnologia de bateria recarregável são projetados para que você possa mantê-lo ligado 24 horas por dia. No entanto, você deve sempre consultar seu médico primeiro.

Nossos estimuladores SCS apresentam design anatômico e seu médico pode posicioná-lo no local mais confortável e conveniente para você. Alguns pacientes relatam que podem sentir a unidade pressionando a pele. Na maioria dos casos, não é visível para os outros.

Sim. Nosso sistema SCS possui um controle remoto sem fio que permite ligar e desligar a estimulação, aumentar e diminuir o nível de estimulação e direcionar diferentes áreas de dor usando configurações ou programas personalizados pelo seu médico especificamente para você.

A recarga do aparelho foi projetada para ser muito simples. O carregador é leve, sem fio e portátil para que você possa carregar em qualquer lugar. Um cinto de recarga (incluso no kit do carregador) pode ser utilizado para ajudar a colocar o carregador sobre o dispositivo durante as recargas.

Não. Você pode pensar no dispositivo como sendo semelhante a um marcapasso. Você NÃO irá acionar os detectores de segurança da loja. Além disso, sua localização não pode ser rastreada usando este dispositivo.

Não. Ao contrário de outras baterias recarregáveis, as baterias do estimulador Boston Scientific são projetadas para evitar danos caso fiquem descarregadas e podem retomar a função normal depois de serem carregadas novamente.

Sim. Ao contrário do implante definitivo, o sistema temporário possui componentes externos e, por isso, existem algumas precauções que você precisa tomar. Seu médico vai avaliar tudo isso com você, mas algumas orientações gerais que você deve saber são: Você não poderá molhar nenhum componente externo e deve evitar atividades e posições que possam puxar seus cabos para fora do lugar.

Ablação por Radiofrequência

Sim. A ablação por radiofrequência (RFA) é um tratamento bem estabelecido e clinicamente comprovado para fornecer alívio seguro, eficaz e duradouro de sua dor crônica3-5. Converse com seu médico para saber mais sobre a segurança e eficácia desse procedimento.

O procedimento é realizado geralmente em regime ambulatorial. A maioria dos pacientes pode voltar para casa com poucas restrições assim que os efeitos da anestesia local passarem.

Estudos mostram que mais de 70% dos pacientes com RF experimentam alívio com duração de 6 a 12 meses e, em alguns casos, por anos3,4,5.

Sua dor pode retornar se os nervos tratados se regenerarem. Se isso acontecer, o procedimento pode ser repetido. Converse sempre com seu médico para avaliar a melhor indicação pra seu caso8.

Se sua dor retornar devido à regeneração do nervo e seu médico optar por não realizar a RF novamente, ele pode avaliar outros métodos de controle da dor disponíveis para o seu caso.

Dor Crônica

A dor aguda é uma dor de curta duração, geralmente causada por trauma ou doença. A dor crônica é caracterizada por uma dor que dura seis meses ou mais9-11.

Há uma série de fatores que podem contribuir para a dor crônica. Pode ser decorrente de lesões ou traumas ou ocorrer mesmo quando não há lesões anteriores ou danos corporais9-11.

Você nunca deve iniciar ou interromper medicamentos prescritos sem o conhecimento e recomendação do seu médico. Se você escolher uma alternativa de controle da dor sem medicamentos, você deve discutir como isso afetará seu programa de controle da dor atual antes de fazer qualquer alteração nele.

Embora gostaríamos de ajudar todas as pessoas que procuram alívio da dor debilitante, nossas soluções não foram projetadas para ajudar a aliviar todas as dores. Seu médico especialista em dor o ajudará a encontrar a solução certa para sua dor específica.

Últimos artigos

Histórias

"Minha nova vida, após anos de dor"

Como a neuroestimulação mudou a vida de Joicy Guimarães Raimundo, 36, que sofria de dores intensas na coluna após um acidente de moto.

Hoje, 1 ano e 4 meses após implantar o neuroestimulador medular, Joicy teve suas medicações reduzidas e conseguiu o tão sonhado controle das dores para voltar a fazer as tarefas do dia a dia:
“Não imagino mais a minha vida sem esse tratamento. Provavelmente estaria de volta a uma cama, com dores extremas”


Um acidente de trabalho, em uma motocicleta, deu início às dores crônicas na coluna que Joicy Guimarães Raimundo, 36 anos, sente até hoje. Isso aconteceu em 2017 e de lá para cá foram muitas cirurgias realizadas, incluindo uma para colocação de placas e parafusos na coluna, somadas a terapias de infiltrações e diversas outras, sem que nada pudesse melhorar a sensação insuportável de dor que a impediam até mesmo de se levantar da cama para realizar tarefas corriqueiras do dia a dia, como dirigir ou realizar a limpeza da casa.

“Após meu acidente, eu tentei vários tipos de tratamento, como fisioterapia, quiropraxia, acupuntura e RPG, mas continuava a sentir dores que não me deixavam ficar nem muito tempo sentada, nem muito tempo em pé”, relata.

Esse incômodo intenso é típico de pacientes com dores crônicas refratárias, ou seja, que não melhoram mesmo depois de vários tipos de tratamentos diferentes, mesmo usando medicações em doses otimizadas ou com sessões de fisioterapia, acupuntura ou infiltrações.

Para casos assim, a neuroestimulação tem apresentado bons resultados no controle da dor e, principalmente, na melhora da qualidade de vida dos pacientes, como aconteceu com a própria Joicy.

Assista ao relato completo de Joicy aqui

“O tratamento com o sistema de neuroestimulação é indicado para pacientes com dores do padrão neuropático, que resultam muitas vezes de uma cirurgia anterior na coluna, nos pés ou nos ombros, por exemplo”, conta Dra. Catarina Couras Lins, neurocirurgiã especialista em Dor pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP).

Para que a neuromodulação aconteça, é preciso realizar um procedimento minimamente invasivo em que um eletrodo é fixado na coluna vertebral e conectado a um gerador, que é o neuroestimulador em si, como descreve Catarina. “É esse neuroestimulador que mandará um sinal elétrico até o eletrodo para que a comunicação entre a medula e o cérebro seja modulada, ou seja, modificada para que o processamento das informações que chegam até o cérebro não transmitam a sensação de dor”, completa a médica.

Graças a essa tecnologia, Joicy e outros pacientes conseguem sentir um alívio imediato da dor, com uma melhora no bem-estar geral do paciente em poucos minutos, sem mesmo que ele perceba o estímulo acontecendo.

“Uso o neuroestimulador há um ano e quatro meses e desde então eu consegui reduzir muito a dosagem das minhas medicações para a dor. Procuro seguir sempre todas as recomendações médicas”, conta Joicy.

Para quem sente dores crônicas e está em dúvida sobre o procedimento, Joicy deixa um recado. “Minha vida melhorou depois da neuroestimulação. As dores terríveis que eu sentia diminuíram muito e digo que só não voltei 100% ao que era antes porque, claro, temos as nossas limitações. Não posso ter nenhum tipo de impacto na coluna, pois o acidente também atingiu a medula, mas recuperei 98% da minha qualidade de vida e quero mantê-la assim por muitos e muitos anos", finaliza.

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ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde

ATENÇÃO III: O conteúdo desse video é apenas para fins informativos e não para diagnósticos médicos. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde.

ATENÇÃO IV: Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos de resultados em outros casos. Os resultados de outros casos podem variar.

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Histórias

Conheça a história de Paulo e sua luta para aliviar a dor crônica

Paulo Sérgio Ribeiro, assim como boa parte dos pacientes com dores crônicas, aguardou muitos anos para dar início ao tratamento adequado.

A dor crônica, caracterizada por durar seis meses ou mais sem melhora nos sintomas, costuma ser sinônimo de sofrimento e estresse para os pacientes. Sem encontrar alívio para o incômodo, muitos relatam incapacidade de realizar tarefas diárias e percebem claramente que sua qualidade de vida diminui com o passar do tempo.

A estimativa mundial é que entre 20 e 40% da população seja afetada por uma dor crônica em algum momento da vida, o que faz do quadro um problema de Saúde Pública. No Brasil, uma revisão sistemática feita em 20211 indica que a prevalência média desse tipo de dor no país é de 45,59%, sendo que 14,5% possuem dores crônicas neuropáticas, cujos sintomas podem incluir queimação e sensação de choques que costumam ser difíceis de tratar.

Entre os brasileiros com dores crônicas, a da região lombar é mais comum: atinge 41,96% dos pacientes. Em segundo lugar vem a dor em membros inferiores2, que é exatamente o tipo que acomete Paulo Sérgio Ribeiro, de 52 anos.

História de Paulo Sérgio: por 19 anos ele conviveu com Dor Crônica e sem qualidade de vida

A história de Paulo começou logo após um acidente que sofreu dentro de casa, há 19 anos: “Eu me lembro de estar próximo a uma porta quando percebi que um vento forte ia fechá-la. Para impedir a batida, coloquei meu pé para trás e segurei. Só que com isso, o vidro da porta quebrou e parte dele caiu em cima do meu tendão de Aquiles e dos nervos surais”, descreve.

Esse longo período até um tratamento efetivo ocorre também pela demora no diagnóstico da dor crônica. Um recente estudo3 publicado em 2021 no Reino Unido mostrou que, em média, a espera por uma consulta com especialista em dor crônica era de seis meses ou mais para 77% dos pesquisados e 35% chegaram a aguardar até dois anos para o primeiro atendimento.

Paulo também precisou passar por várias cirurgias na tentativa de tratar os tendões prejudicados: “Somente quando descobriram que meus nervos estavam degenerados é que me encaminharam para o tratamento da dor. Antes disso, realizei 14 cirurgias até chegar o momento em que eu não suportava mais a dor”, relembra.

Nessa nova fase do tratamento, Paulo tentou inúmeras terapias, como acupuntura, uso de remédios controlados e fisioterapia, mas não teve resultados positivos. “Finalmente fui encaminhado para o tratamento com um médico neurologista, que tentou diversos caminhos: terapias nos nervos das minhas pernas além de remédios que me faziam mal, por causa dos efeitos colaterais, e ainda por cima não acabavam com a dor.”

Nessa etapa de sua jornada, Paulo conta ter ficado com sequelas sérias, como o “pé caído”, e precisou buscar ajuda de outros especialistas como ortopedistas especializados em tratamento de pés diabéticos. “Dentre tantos tratamentos que os médicos me indicaram, decidiram implantar uma bomba de morfina em mim e eu fiquei com ela por cinco anos, até que o medicamento vazou e se espalhou pelo meu corpo. Foi preciso ficar uma semana internado no hospital para eu me recuperar. E, claro, depois disso, essa solução já não era mais possível”, conta.

Estimulação da Medula Espinhal: o último recurso para tratar a dor crônica neuropática

A história de Paulo demorou a ter um final positivo de alívio para a dor. Foi apenas com a decisão pelo implante de eletrodo de estimulação medular que o desconforto melhorou e, hoje, é algo suportável.“Eu ainda sinto um pouco de dor, mas estou bem melhor. O uso do eletrodo é bem confortável e desde que comecei a usá-lo, há pouco mais de um ano, minha qualidade de vida melhorou em cerca de 80%. Não sinto mais crises como antes e só de vez em quando a dor aumenta um pouco, mas daí basta eu ajustar a intensidade da neuroestimulação e tudo volta ao normal.”

Para os milhares de brasileiros que se identificaram com o relato de Paulo e sentem dores crônicas incapacitantes, ele deixa um recado. “Tenha paciência, persistência e não desista de procurar ajuda e orientação médica. Para mim demorou 19 anos, mas talvez, ao ler minha história, esse período seja mais breve para você. O importante é que, agora, estou bem e sem dor.”

Quer saber mais sobre dor crônica e tratamentos? Acesse nossa página Existe Vida Sem Dor.

¹ Prevalência de dor crônica no Brasil: revisão sistemática. Aguiar, SP et al. BrJP. São Paulo, 2021 jul-set;4(3):257- 67

² Prevalência de dor crônica no Brasil: revisão sistemática. Aguiar, SP et al. BrJP. São Paulo, 2021 jul-set;4(3):257- 67

³ The burden of waiting to access pain clinic services: perceptions and experiences of patients with rheumatic conditions. Simon Deslauriers, BMC Health Serv Res v.21; 2021

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde.

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Os resultados de outros casos podem variar.
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Síndrome da dor regional complexa: tratamento multimodal é a chave

Sistema Nervoso

Síndrome da dor regional complexa: tratamento multimodal é a chave

O uso de fármacos associado a fisioterapias, neuromodulação e tratamentos psicológicos, entre outras terapias, têm surtido os melhores resultados

A dor aparece logo após um trauma, que pode ser desde uma pancada no local até mesmo uma queimadura. Mas o que difere a síndrome da dor regional complexa (SDRC) de um evento isolado é a intensidade do desconforto: bem maior do que o esperado e até mesmo desproporcional para o trauma em questão. E, pior, o incômodo costuma durar muito mais tempo do que seria o esperado, sem nenhum alívio na dor¹ .

A síndrome da dor regional complexa acomete mais os adultos jovens e é de 2 a 3 vezes mais comum em mulheres²

Quem desenvolve a SDRC costuma descrever a dor usando termos como dor espontânea, queimação intensa, dor lancinante, aguda, com pontadas ou tipo choque elétrico³ . Como não existe nenhum exame laboratorial ou de imagem capaz de comprovar a condição, o diagnóstico é sempre clínico, sendo que alguns testes podem ser solicitados apenas para descartar outras patologias, como radiografias e eletromiografia, para registro de atividade muscular.

A SDRC, em geral, possui sintomas unilaterais, ou seja, apenas um membro é afetado, seja ele mão, pé, braço ou perna. Mas o quadro se divide em dois tipos distintos⁴ :

  • Tipo I: Ocorre após uma lesão de tecido mole ou ósseo e já foi chamada de distrofia simpático-reflexa. É comum que apareça após uma colisão, afetando um membro inferior, mas também pode ser resultado de um infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral (AVC) ou até em casos de câncer, como os que acometem mamas, pulmão, ovários ou tumores do sistema nervoso central. Outro fator recorrente é a dor aparecer após a imobilização do membro com gesso.
  • Tipo II: As causas costumam ser parecidas com a SDRC do tipo I, com a diferença crucial de que a lesão acontece em um nervo periférico, antes chamada de causalgia.

Tratamento multimodal

É difícil calcular o prognóstico de evolução da dor: pacientes com SDRC podem ficar anos estáveis até terem uma nova crise que progride e se dissemina para outras áreas do corpo5. Por isso, o objetivo maior do tratamento é aumentar a mobilidade e o uso do membro afetado. E, para tanto, muitas terapias se fazem necessárias.

Dentre as terapias utilizadas, tem surtido bons resultados o uso de fármacos, de fisioterapia, do bloqueio simpático por meio de infusão de anestésicos, de tratamentos psicológicos e da terapia do espelho.

A terapia com estimulação dos nervos pode também ser indicada como tratamento e tem trazido bons resultados: “A neuromodulação, que é a modificação das conexões neurais, permite gerar uma terapia efetiva de alívio da dor nesses pacientes”, finaliza a neurocirurgiã Catarina Couras Lins, especialista em Dor pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP).

¹ Síndrome da Dor Regional Complexa. BMJ Best Practice. Última revisão Março 2023.
² Síndrome da Dor Regional Complexa (SDRC). Manual MSD Profissional de Saúde. Acesso em Abril 2023.
³ Síndrome da Dor Regional Complexa. BMJ Best Practice. Última revisão Março 2023.
Síndrome da Dor Regional Complexa (SDRC). Manual MSD Profissional de Saúde. Acesso em Abril 2023.
5 Síndrome da Dor Regional Complexa (SDRC). Manual MSD Profissional de Saúde. Acesso em Abril 2023.

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

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