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Câncer Colorretal

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Se você ou alguém que você conhece foi diagnosticado com câncer colorretal ou está procurando informações sobre prevenção, aqui está uma visão geral dos fatores de risco e diagnósticos disponíveis.

O que é Câncer Colorretal?

O câncer colorretal, também conhecido como câncer de intestino, ocorre no cólon, reto ou em ambos e, comumente, começa com a formação de um pólipo (crescimento anormal de células) na mucosa (camada mais interna). Na maioria dos casos, é um tumor maligno de crescimento lento, causado por pólipos adenomatosos (adenomas, também conhecidos como tumores), embora nem todo adenoma se transforme em câncer. Quando esses pólipos cancerígenos estão na parede do cólon ou do reto, podem crescer nos vasos sanguíneos ou vasos linfáticos, migrando para os linfonodos (gânglios linfáticos) próximos ou outros órgãos.

Os tumores são classificados em quatro tipos: carcinóides, que começam nas células do intestino grosso que produzem alguns hormônios específicos, como a serotonina; estromais gastrointestinais (GIST), que começam nas células Cajal, responsáveis pelas contrações do intestino; linfomas, que atacam os linfonodos, mas podem começar no cólon ou reto; e sarcomas, que têm início nos vasos sanguíneos, músculos ou tecido conjuntivo.

É o terceiro tipo de câncer mais incidente na população brasileira, responde por mais de 40 mil novos casos diagnosticados por ano e cerca de um terço ocorre por causa de má alimentação, tabagismo e sedentarismo. Em todo o mundo, mais de 2 milhões de novos casos são diagnosticados anualmente.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de cólon e reto em homens é o segundo mais incidente nas Regiões Sudeste (28,62/100 mil) e Centro-Oeste (15,40/100 mil). Na Região Sul (25,11/100 mil), é o terceiro tumor mais frequente e, nas Regiões Nordeste (8,91/100 mil) e Norte (5,43/100 mil), ocupa a quarta posição.

Para as mulheres, é o segundo mais frequente nas Regiões Sudeste (26,18/100 mil) e Sul (23,65/100 mil). Nas Regiões Centro-Oeste (15,24/100 mil), Nordeste (10,79/100 mil) e Norte (6,48/100 mil) é o terceiro mais incidente.

O Inca aponta também que, em 2030, apenas as despesas do Sistema Único de Saúde (SUS) com pacientes diagnosticados com câncer de intestino, que desenvolveram a doença devido à exposição a fatores de risco evitáveis, vai ser 88% maior do que o valor gasto em 2018, chegando a R$ 1 bilhão.

Além disso, o custo humano será expressivo. Se as tendências de aumento dos casos continuarem, até 2030, cerca de 6 milhões de anos potenciais de vida serão perdidos no Brasil somente por causa deste tipo de tumor. As perdas econômicas por óbito terão impacto na produtividade e somarão US$ 12,7 bilhões no mesmo período.

As chances de cura, porém, são altas. Com o diagnóstico precoce, por exames de imagem, chegam a 90%, enquanto que, quando o diagnóstico se baseia em sintomas clínicos, 30% dos pacientes já apresentam a doença disseminada e as chances de cura diminuem significativamente.

Intra-hepático: comete os ductos biliares dentro do fígado e muitas vezes é classificado como um tipo de câncer de fígado;

Perihilar: ocorre nos ductos fora do fígado. O tipo mais recorrente é o tumor de Klatskin, que acomete a região onde os ductos direito e esquerdo se encontram, originando o ducto hepático comum.

Distal: acomete a porção do ducto biliar que fica mais próxima do intestino delgado e também é chamado de colangiocarcinoma extra-hepático.

Quais são os sintomas do câncer dos ductos biliares?

Situado dentro dos ductos biliares, esse tumor obstrui a passagem da bile, provocando um acúmulo de bilirrubina (pigmento da bile) no corpo e, consequentemente, icterícia, a coloração amarelada da pele e das mucosas. Esse sintoma logo chama a atenção dos especialistas, mas não é o único.

Febre, urina com a cor acastanhada (colúria), vômito, perda de peso, fezes esbranquiçadas (acolia fecal), dor abdominal, coceira pelo corpo e perda de peso são sinais que precisam ser investigados. Algumas pessoas ainda têm sensação de cansaço e sentem uma massa desconfortável na região do abdômen.

Os sintomas demoram a aparecer e por isso o prognóstico é ruim: a sobrevida após 5 anos é de 7 a 20% e a recorrência dos tumores é alta.⁴

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O álcool pode mesmo causar um câncer no fígado?

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Veja como o consumo excessivo está relacionado a problemas hepáticos, o que pode incluir a formação de tumores

Embora seja legalizado e usado recreativamente há muitos séculos, o álcool é, sim, fator de risco para diversas doenças. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o consumo excessivo está ligado a mais de 200 problemas de saúde. Entre eles, transtornos mentais, doenças cardiovasculares, lesões resultantes de violência e acidentes de trânsito, cirrose hepática e, sim, alguns tipos de câncer, como o de fígado1

Quem explica é o cirurgião oncológico Felipe Fernández Coimbra: “O consumo excessivo e prolongado de álcool está diretamente relacionado ao aumento do risco de câncer de fígado. O mecanismo fundamental por trás dessa relação envolve os danos ao órgão causados pela metabolização do álcool, o que pode levar à cirrose e, eventualmente, a este tipo de câncer.”

Entenda o efeito do álcool no fígado e como isso é prejudicial à saúde

De acordo com Coimbra, o álcool não é apenas uma substância que afeta temporariamente o estado de uma pessoa, mas também pode ter efeitos a longo prazo no funcionamento do fígado e seu potencial dano à saúde é uma questão de extrema relevância.

Veja a seguir o que o cirurgião oncológico destaca como impactos significativos no seu corpo.

Metabolismo do álcool

Toda vez que você toma uma cerveja, um drinque ou uma taça de vinho, o fígado é acionado para metabolizar o álcool no organismo. Assim, o etanol, álcool mais comumente encontrado nas bebidas alcoólicas, é convertido em acetaldeído, uma substância química tóxica e carcinogênica. Este líquido transformado pode danificar o DNA das células do fígado e promover o crescimento de células cancerígenas.

Danos ao fígado e cirrose

Quando o consumo de álcool se torna frequente e excessivo, ou crônico, como os médicos preferem chamar, pode ocorrer um dano ou uma inflamação no fígado, levando a uma condição chamada esteatose hepática, ou "fígado gorduroso". Se o exagero na dose continuar, essa condição pode progredir para a chamada hepatite alcoólica e, eventualmente, uma cirrose hepática, que é o estágio final da doença hepática alcoólica. A cirrose, portanto, aumenta significativamente o risco de desenvolvimento do câncer de fígado.

Alterações imunológicas

Além de tudo o que já foi descrito, há outro problema importante no consumo em excesso de álcool: ele pode alterar a resposta imune do corpo, tornando mais difícil para o sistema imunológico detectar e destruir as células cancerígenas.

Coimbra complementa: “É importante observar que o risco de câncer de fígado relacionado ao álcool não é igual para todos os indivíduos, pois outros fatores como a quantidade consumida, a duração do consumo, a presença de outras doenças do fígado, e a genética podem influenciar o risco em si. Mas a relação entre beber em excesso e o desenvolvimento de um tumor nesse órgão existe, sim”.

Quer saber mais sobre o diagnóstico do câncer de fígado e como se prevenir? Acesse nossa página de especialidade e confira tudo que você precisa saber.

Se você já foi diagnosticado leia: Fui diagnosticado com câncer de fígado. E agora?

1 Organização Mundial de Saúde: https://www.paho.org/pt/topicos/alcool#:~:text=Est%C3%A1%20associado%20ao%20risco%20de,viol %C3%AAncia%20e%20acidentes%20de%20tr%C3%A2nsito

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU- BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos

relativos à sua saúde
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Câncer de pâncreas: como lidar com as consequências

Outras Condições

Câncer de pâncreas: como lidar com as consequências

A doença pode acarretar em diabetes, dor abdominal intensa e icterícia. Saiba agora como esses sintomas são manejados durante o tratamento

O fato de uma pessoa ter diabetes de longa data aparece na lista das prováveis causas para o desenvolvimento do câncer de pâncreas. Hoje, no entanto, o diabetes mellitus tem sido aventado mais como uma consequência desse tipo de neoplasia do que uma causa propriamente dita. “A visão mais recente indica que a resistência insulínica, a hiperinsulinemia (excesso de insulina no corpo) e o metabolismo disfuncional da glicose sejam efetivas causas do câncer pancreático1”, conta Vinicius Lorandi, médico oncologista clínico com ênfase em tumores de pulmão e gastrintestinais e experiência em tratamento com quimioterapia intra-arterial, com atuação no Hospital Mãe de Deus (RS) e no Grupo Oncoclínicas.

Sendo assim, o tratamento do diabetes com o uso de insulina se soma a outras ações terapêuticas que precisam ser tomadas para lidar com as consequências do DEVON CARTER. MD Anderson Cancer Center. Sep. 2021

crescimento de um tumor de pâncreas. Tudo para aumentar o conforto e a qualidade de vida deste paciente.

“Entre essas consequências está a icterícia causada pela obstrução das vias ou canais biliares, que pode ser manejada com drenagem, seja ela feita por meio de stents endoscópicos, por drenagens externas guiadas por imagem e até de forma cirúrgica, com derivação biliar”, cita o médico oncologista.

Já a dor abdominal, bastante comum em casos de neoplasia avançada, costuma ser causada por invasão nervosa do plexo celíaco (rede nervosa de parte do sistema digestório), que fica localizado muito próximo ao órgão, conta Lorandi. “Em casos selecionados, podemos lançar mão de procedimentos guiados por imagem, que "destroem" a capacidade desses nervos de transmitir dor”, finaliza.

1Diabetes and pancreatic cancer: What is the link?

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ATENÇÃO III: Somente para fins informativos. O conteúdo deste artigo/publicação é de responsabilidade exclusiva de seu autor/editor e não representa a opinião da BSC. ENDO = 1706602 – AA – Saber da Saúde

O que acontece em cada estágio do câncer colorretal?

Outras Condições

O que acontece em cada estágio do câncer colorretal?

A avaliação da disseminação da doença, chamada de estadiamento, vai de 1 a 4 e classifica tanto a extensão como o tipo de tumor. Saber disso é fundamental para o tratamento

Todo tumor que apresenta um crescimento anormal de células é denominado neoplasia. Daí, para que esse achado se transforme em um câncer e assuma seu potencial maligno, é preciso que essas novas células atinjam a capacidade de invadir o tecido onde surgiram e se espalhem pelo corpo, em um mecanismo denominado metástase1.

“Uma vez diagnosticado o câncer por meio da biópsia, também é possível analisar o grau de sua disseminação pelos vasos sanguíneos e linfáticos. O próximo passo, então, é realizar o estadiamento desse tumor maligno, por meio de uma avaliação completa do corpo do paciente para avaliar a real extensão do acometimento do câncer”, explica Mauro Donadio, oncologista especialista em tumores gastrointestinais e neuroendócrinos da Oncoclínicas São Paulo.

É importante esclarecer que cada tipo de câncer tem sua forma natural de estadiar, ou seja, de se disseminar, mas no caso específico do câncer colorretal (também chamado de câncer de intestino), esse processo se concentra nos linfonodos [as chamadas ínguas, que ficam próximas de onde surgiu o tumor] e órgãos como fígado e pulmão, principalmente. “Por essa razão, realizamos exames de imagem, como tomografias, com certa frequência, para avaliar o abdômen completo e a pelve, além do pulmão”, detalha o médico.

Saiba mais:

O que é mito e o que é verdade sobre o câncer colorretal?
5 fatores que dificultam o diagnóstico e tratamento do câncer

Conheça cada estágio do câncer colorretal?

A partir dessas avaliações o câncer colorretal pode ser dividido em quatro estágios ou estádios2 . São eles:

  • Estágio 1 Essa primeira classificação é dada a uma lesão local e pequena, que não invadiu todas as camadas do cólon (intestino grosso) ou outro local onde ela surgiu.
  • Estágio 2: A lesão ainda é localizada, mas com maior profundidade de invasão na parede do intestino.
  • Estágio 3: A lesão saiu de seu local inicial e já acomete os linfonodos da região intestinal.
  • Estágio 4: Nessa fase, são localizadas lesões distantes do tumor original, normalmente atingindo fígado, pulmão ou peritônio, a membrana que envolve os órgãos.

Um ponto preocupante é que, embora os diagnósticos atualmente sejam feitos de forma mais precoce, a descoberta do câncer em estágios mais avançados ainda é predominante - especialmente em pacientes mais jovens. “O que estamos observando é pessoas entre 20 e 49 anos recebendo o diagnóstico com a doença mais avançada, em estágios 3 ou até 4, quando o risco de recidiva [de o câncer voltar] ou de óbito é maior. Daí a importância do rastreio e do exame de colonoscopia sempre que notar algo diferente”, alerta Donadio.

Quer saber mais sobre câncer colorretal?

Clique aqui para acessar nossa página sobre Março Azul – Campanha de conscientização sobre o câncer colorretal – e confira informações importantes sobre a doença, formas de prevenção, tratamentos e apoio. Sua conscientização faz toda a diferença. Vamos lutar juntos contra o câncer colorretal!

1 O que é câncer? Instituto Nacional de Câncer (INCA).

2 Prognóstico para câncer colorretal Tumores do trato gastrointestinal. Manual MSD Versão para profissionais de Saúde.

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Afinal, o câncer de pâncreas tem cura?

Outras Condições

Afinal, o câncer de pâncreas tem cura?

Frequentemente temido por sua alta agressividade, muita gente ainda tem dúvida se é possível falar em tratamento curativo para esse tipo de tumor

O câncer de pâncreas tem cura, sim. Mas, para isso, alguns pontos são importantes, como explica o médico oncologista clínico Vinicius Lorandi, que atua no Hospital Mãe de Deus (RS) e no Grupo Oncoclínicas: “Em primeiro lugar, é imprescindível que o paciente não tenha a doença fora do pâncreas e que passe por uma ressecção cirúrgica oncológica adequada. Após o procedimento, a quimioterapia adjuvante, ou seja, aquela que combate qualquer vestígio de células cancerígenas que possam ter ficado, deve ser utilizada para reduzir a chance de a doença recidivar (voltar), potencializando a chance de cura.”

No entanto, para os casos em que a doença já se instalou fora do órgão ou ocorreram metástases antes do diagnóstico, o prognóstico é bastante ruim. Nesses casos, o tratamento será paliativo com base em quimioterapia e menos de 2% das pessoas terão uma sobrevida superior a cinco anos após serem diagnosticadas1.

“Hoje, a cirurgia e a quimioterapia somam a maior parte do nosso arsenal terapêutico para o tratamento do câncer de pâncreas. Infelizmente não tivemos muitos avanços nos últimos anos que impactaram positivamente em ganho de tempo de vida quando se fala em adenocarcinoma de pâncreas”, comenta o oncologista clínico.

Em tempo, o stent biliar tem sido usado para o tratamento de complicações da doença, trazendo mais qualidade de vida ao paciente, como explica o médico. “Como a maior parte dos tumores de pâncreas são da "cabeça" do órgão, quando existe um crescimento nessa topografia é frequente que ocorra uma compressão extrínseca (exterior) da via de drenagem da bile, produzida no fígado e levada até o intestino por meio de canais. Dessa forma, um stent biliar pode ser passado dentro desses canais, por via endoscópica, como forma de ancoragem para que permita um fluxo adequado da bile do fígado até o intestino delgado”, conclui.

1Câncer de pâncreas, Manual MSD. Acesso em setembro de 2023.

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde

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Fatores de Risco

Pessoas com mais de 50 anos têm risco aumentado de desenvolver câncer colorretal, especialmente as que têm antecedentes familiares, doenças inflamatórias do intestino ou história pessoal de câncer de intestino, ovário, útero ou mama. Profissionais de radiologia expostos à radiação ionizante com raios X e gama também devem ficar atentos.

Outras condições que aumentam os riscos de tumores malignos são retocolite ulcerativa crônica e doença de Crohn, além das hereditárias, como polipose adenomatosa familiar (FAP) e câncer colorretal hereditário sem polipose (HNPCC).

Pacientes com essas doenças devem ter acompanhamento individualizado. Além disso, maus hábitos de vida respondem por 30% dos casos e incluem: sedentarismo, tabagismo, alcoolismo, excesso de peso, alimentação pobre em frutas, vegetais e fibras, consumo de carnes processadas (salsicha, mortadela, bacon, etc.), uma dieta rica em carne vermelha (mais de 500 gramas por semana).

Diagnóstico

O teste clínico que pesquisa sangue oculto nas fezes e as endoscopias (colonoscopia ou retossigmoidoscopia) são os principais exames para o diagnóstico precoce de câncer colorretal. São recomendados para pessoas com sintomas como: hemorragia digestiva baixa, massa abdominal, dor abdominal, perda de peso e anemia ou mudança do hábito intestinal. Além disso, pessoas sem sintomas, mas que pertençam aos grupos de alto risco, ou que tenham mais de 50 anos e pertençam ao grupo de médio risco devem também realizar os exames, segundo a Organização Mundial de Saúde.

O exame de sangue oculto nas fezes funciona como uma triagem e, em casos positivos, é complementado pelos exames endoscópicos. Neste caso, a colonoscopia é considerada o exame de diagnóstico mais abrangente, pois permite que os médicos identifiquem e removam pólipos pré-cancerosos durante o procedimento. Durante o exame, o médico observa o cólon e o reto com um colonoscópio, um tubo fino e flexível com uma pequena câmera de vídeo na extremidade. Por meio do instrumento, o médico pode realizar a biópsia, em que uma pequena amostra de tecido é coletada e, se necessário, remover quaisquer tecidos de aparência suspeita. O exame é feito com o paciente sedado e dura de 20 a 30 minutos.

Pessoas com mais de 50 anos têm risco aumentado de desenvolver câncer colorretal, especialmente as que têm antecedentes familiares, doenças inflamatórias do intestino ou história pessoal de câncer de intestino, ovário, útero ou mama. Profissionais de radiologia expostos à radiação ionizante com raios X e gama também devem ficar atentos.

Outras condições que aumentam os riscos de tumores malignos são retocolite ulcerativa crônica e doença de Crohn, além das hereditárias, como polipose adenomatosa familiar (FAP) e câncer colorretal hereditário sem polipose (HNPCC).

Pacientes com essas doenças devem ter acompanhamento individualizado. Além disso, maus hábitos de vida respondem por 30% dos casos e incluem: sedentarismo, tabagismo, alcoolismo, excesso de peso, alimentação pobre em frutas, vegetais e fibras, consumo de carnes processadas (salsicha, mortadela, bacon, etc.), uma dieta rica em carne vermelha (mais de 500 gramas por semana).

O teste clínico que pesquisa sangue oculto nas fezes e as endoscopias (colonoscopia ou retossigmoidoscopia) são os principais exames para o diagnóstico precoce de câncer colorretal. São recomendados para pessoas com sintomas como: hemorragia digestiva baixa, massa abdominal, dor abdominal, perda de peso e anemia ou mudança do hábito intestinal. Além disso, pessoas sem sintomas, mas que pertençam aos grupos de alto risco, ou que tenham mais de 50 anos e pertençam ao grupo de médio risco devem também realizar os exames, segundo a Organização Mundial de Saúde.

O exame de sangue oculto nas fezes funciona como uma triagem e, em casos positivos, é complementado pelos exames endoscópicos. Neste caso, a colonoscopia é considerada o exame de diagnóstico mais abrangente, pois permite que os médicos identifiquem e removam pólipos pré-cancerosos durante o procedimento. Durante o exame, o médico observa o cólon e o reto com um colonoscópio, um tubo fino e flexível com uma pequena câmera de vídeo na extremidade. Por meio do instrumento, o médico pode realizar a biópsia, em que uma pequena amostra de tecido é coletada e, se necessário, remover quaisquer tecidos de aparência suspeita. O exame é feito com o paciente sedado e dura de 20 a 30 minutos.

Se você foi diagnosticado com câncer colorretal, seus médicos discutirão as opções de tratamento disponíveis para você. A boa notícia é que, se detectado precocemente, este tumor tem 90% de chances de cura.

A cirurgia costuma ser a primeira etapa do tratamento, mas, como explica o cirurgião do aparelho digestivo Marcelo Averbach, que é também membro do Corpo Docente da Residência Médica em Endoscopia do Hospital Sírio Libanês, a colostomia (abertura cirúrgica do cólon, com a colocação de uma bolsa para a eliminação das fezes) tornou-se uma exceção e, quando necessária, costuma ser temporária.

A radioterapia, com radiação, a quimioterapia, com medicamentos que afetam o funcionamento das células em rápido crescimento, e a imunoterapia, que ensina o corpo a atacar as células cancerosas, também podem ser empregadas para diminuir a possibilidade de recidiva (retorno) do tumor.

Tratamento

Se você foi diagnosticado com câncer colorretal, seus médicos discutirão as opções de tratamento disponíveis para você. A boa notícia é que, se detectado precocemente, este tumor tem 90% de chances de cura.

A cirurgia costuma ser a primeira etapa do tratamento, mas, como explica o cirurgião do aparelho digestivo Marcelo Averbach, que é também membro do Corpo Docente da Residência Médica em Endoscopia do Hospital Sírio Libanês, a colostomia (abertura cirúrgica do cólon, com a colocação de uma bolsa para a eliminação das fezes) tornou-se uma exceção e, quando necessária, costuma ser temporária.

A radioterapia, com radiação, a quimioterapia, com medicamentos que afetam o funcionamento das células em rápido crescimento, e a imunoterapia, que ensina o corpo a atacar as células cancerosas, também podem ser empregadas para diminuir a possibilidade de recidiva (retorno) do tumor.

FONTES

¹ Associação Brasileira de Prevenção do Câncer de Intestino (Abrapreci):https://www.abrapreci.org.br/

² Instituto Nacional do Câncer (Inca):https://www.inca.gov.br

³ Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica: https://sbco.org.br/mitos-e-verdades-do-cancer-colorretal/

⁴ Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva: https://www.sobed.org.br/marcoazul/

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Quando o consumo de álcool se torna frequente e excessivo, ou crônico, como os médicos preferem chamar, pode ocorrer um dano ou uma inflamação no fígado, levando a uma condição chamada esteatose hepática, ou "fígado gorduroso". Se o exagero na dose continuar, essa condição pode progredir para a chamada hepatite alcoólica e, eventualmente, uma cirrose hepática, que é o estágio final da doença hepática alcoólica. A cirrose, portanto, aumenta significativamente o risco de desenvolvimento do câncer de fígado.

Alterações imunológicas

Além de tudo o que já foi descrito, há outro problema importante no consumo em excesso de álcool: ele pode alterar a resposta imune do corpo, tornando mais difícil para o sistema imunológico detectar e destruir as células cancerígenas.

Coimbra complementa: “É importante observar que o risco de câncer de fígado relacionado ao álcool não é igual para todos os indivíduos, pois outros fatores como a quantidade consumida, a duração do consumo, a presença de outras doenças do fígado, e a genética podem influenciar o risco em si. Mas a relação entre beber em excesso e o desenvolvimento de um tumor nesse órgão existe, sim”.

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Se você já foi diagnosticado leia: Fui diagnosticado com câncer de fígado. E agora?

1 Organização Mundial de Saúde: https://www.paho.org/pt/topicos/alcool#:~:text=Est%C3%A1%20associado%20ao%20risco%20de,viol %C3%AAncia%20e%20acidentes%20de%20tr%C3%A2nsito

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU- BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos

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Câncer de pâncreas: como lidar com as consequências

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Sendo assim, o tratamento do diabetes com o uso de insulina se soma a outras ações terapêuticas que precisam ser tomadas para lidar com as consequências do DEVON CARTER. MD Anderson Cancer Center. Sep. 2021

crescimento de um tumor de pâncreas. Tudo para aumentar o conforto e a qualidade de vida deste paciente.

“Entre essas consequências está a icterícia causada pela obstrução das vias ou canais biliares, que pode ser manejada com drenagem, seja ela feita por meio de stents endoscópicos, por drenagens externas guiadas por imagem e até de forma cirúrgica, com derivação biliar”, cita o médico oncologista.

Já a dor abdominal, bastante comum em casos de neoplasia avançada, costuma ser causada por invasão nervosa do plexo celíaco (rede nervosa de parte do sistema digestório), que fica localizado muito próximo ao órgão, conta Lorandi. “Em casos selecionados, podemos lançar mão de procedimentos guiados por imagem, que "destroem" a capacidade desses nervos de transmitir dor”, finaliza.

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ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde

ATENÇÃO III: Somente para fins informativos. O conteúdo deste artigo/publicação é de responsabilidade exclusiva de seu autor/editor e não representa a opinião da BSC. ENDO = 1706602 – AA – Saber da Saúde

O que acontece em cada estágio do câncer colorretal?

Outras Condições

O que acontece em cada estágio do câncer colorretal?

A avaliação da disseminação da doença, chamada de estadiamento, vai de 1 a 4 e classifica tanto a extensão como o tipo de tumor. Saber disso é fundamental para o tratamento

Todo tumor que apresenta um crescimento anormal de células é denominado neoplasia. Daí, para que esse achado se transforme em um câncer e assuma seu potencial maligno, é preciso que essas novas células atinjam a capacidade de invadir o tecido onde surgiram e se espalhem pelo corpo, em um mecanismo denominado metástase1.

“Uma vez diagnosticado o câncer por meio da biópsia, também é possível analisar o grau de sua disseminação pelos vasos sanguíneos e linfáticos. O próximo passo, então, é realizar o estadiamento desse tumor maligno, por meio de uma avaliação completa do corpo do paciente para avaliar a real extensão do acometimento do câncer”, explica Mauro Donadio, oncologista especialista em tumores gastrointestinais e neuroendócrinos da Oncoclínicas São Paulo.

É importante esclarecer que cada tipo de câncer tem sua forma natural de estadiar, ou seja, de se disseminar, mas no caso específico do câncer colorretal (também chamado de câncer de intestino), esse processo se concentra nos linfonodos [as chamadas ínguas, que ficam próximas de onde surgiu o tumor] e órgãos como fígado e pulmão, principalmente. “Por essa razão, realizamos exames de imagem, como tomografias, com certa frequência, para avaliar o abdômen completo e a pelve, além do pulmão”, detalha o médico.

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Conheça cada estágio do câncer colorretal?

A partir dessas avaliações o câncer colorretal pode ser dividido em quatro estágios ou estádios2 . São eles:

  • Estágio 1 Essa primeira classificação é dada a uma lesão local e pequena, que não invadiu todas as camadas do cólon (intestino grosso) ou outro local onde ela surgiu.
  • Estágio 2: A lesão ainda é localizada, mas com maior profundidade de invasão na parede do intestino.
  • Estágio 3: A lesão saiu de seu local inicial e já acomete os linfonodos da região intestinal.
  • Estágio 4: Nessa fase, são localizadas lesões distantes do tumor original, normalmente atingindo fígado, pulmão ou peritônio, a membrana que envolve os órgãos.

Um ponto preocupante é que, embora os diagnósticos atualmente sejam feitos de forma mais precoce, a descoberta do câncer em estágios mais avançados ainda é predominante - especialmente em pacientes mais jovens. “O que estamos observando é pessoas entre 20 e 49 anos recebendo o diagnóstico com a doença mais avançada, em estágios 3 ou até 4, quando o risco de recidiva [de o câncer voltar] ou de óbito é maior. Daí a importância do rastreio e do exame de colonoscopia sempre que notar algo diferente”, alerta Donadio.

Quer saber mais sobre câncer colorretal?

Clique aqui para acessar nossa página sobre Março Azul – Campanha de conscientização sobre o câncer colorretal – e confira informações importantes sobre a doença, formas de prevenção, tratamentos e apoio. Sua conscientização faz toda a diferença. Vamos lutar juntos contra o câncer colorretal!

1 O que é câncer? Instituto Nacional de Câncer (INCA).

2 Prognóstico para câncer colorretal Tumores do trato gastrointestinal. Manual MSD Versão para profissionais de Saúde.

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Afinal, o câncer de pâncreas tem cura?

Outras Condições

Afinal, o câncer de pâncreas tem cura?

Frequentemente temido por sua alta agressividade, muita gente ainda tem dúvida se é possível falar em tratamento curativo para esse tipo de tumor

O câncer de pâncreas tem cura, sim. Mas, para isso, alguns pontos são importantes, como explica o médico oncologista clínico Vinicius Lorandi, que atua no Hospital Mãe de Deus (RS) e no Grupo Oncoclínicas: “Em primeiro lugar, é imprescindível que o paciente não tenha a doença fora do pâncreas e que passe por uma ressecção cirúrgica oncológica adequada. Após o procedimento, a quimioterapia adjuvante, ou seja, aquela que combate qualquer vestígio de células cancerígenas que possam ter ficado, deve ser utilizada para reduzir a chance de a doença recidivar (voltar), potencializando a chance de cura.”

No entanto, para os casos em que a doença já se instalou fora do órgão ou ocorreram metástases antes do diagnóstico, o prognóstico é bastante ruim. Nesses casos, o tratamento será paliativo com base em quimioterapia e menos de 2% das pessoas terão uma sobrevida superior a cinco anos após serem diagnosticadas1.

“Hoje, a cirurgia e a quimioterapia somam a maior parte do nosso arsenal terapêutico para o tratamento do câncer de pâncreas. Infelizmente não tivemos muitos avanços nos últimos anos que impactaram positivamente em ganho de tempo de vida quando se fala em adenocarcinoma de pâncreas”, comenta o oncologista clínico.

Em tempo, o stent biliar tem sido usado para o tratamento de complicações da doença, trazendo mais qualidade de vida ao paciente, como explica o médico. “Como a maior parte dos tumores de pâncreas são da "cabeça" do órgão, quando existe um crescimento nessa topografia é frequente que ocorra uma compressão extrínseca (exterior) da via de drenagem da bile, produzida no fígado e levada até o intestino por meio de canais. Dessa forma, um stent biliar pode ser passado dentro desses canais, por via endoscópica, como forma de ancoragem para que permita um fluxo adequado da bile do fígado até o intestino delgado”, conclui.

1Câncer de pâncreas, Manual MSD. Acesso em setembro de 2023.

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