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Arritmia Atrial

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Se você ou alguém que você conhece foi diagnosticado com arritmia atrial ou está procurando informações sobre a doença, aqui está uma visão geral desta condição, incluindo diagnósticos e tratamentos disponíveis.

O que é Arritmia Atrial?

O coração mantém um ritmo constante e sincronizado, promovido pelo sistema elétrico que possuímos no átrio direito. Percebemos mudanças nos intervalos entre as batidas quando realizamos esforços físicos (aceleração) ou quando estamos em repouso (batimentos cardíacos mais lentos).

Quando esse padrão foge do normal, temos uma arritmia cardíaca, com batimentos irregulares, instáveis e desordenados. Nas taquicardias, o coração bate rápido demais, enquanto nas bradicardias, os batimentos ficam muito lentos.

Em alguns casos, as arritmias são benignas e não colocam o paciente em risco. Porém, é preciso ficar atento, porque elas também podem ser assintomáticas e acarretar problemas sérios de saúde, como a morte súbita.

Quais são os quatro tipos de arritmia atrial e seus sintomas?

O ritmo de um coração normal é de 50 a 90 bpm (batimentos por minuto), portanto, um coração lento (bradicardia ou bradiarritmia), bate abaixo de 50 bpm e um coração acelerado bate acima de 100 bpm em repouso (taquicardia ou taquiarritmia).

Pessoas de qualquer idade e sem condição cardíaca prévia estão sujeitas a desenvolver uma arritmia. Entretanto, as arritmias são mais comuns em pessoas com mais de 65 anos que sofreram algum dano no coração após um ataque cardíaco, cirurgia cardíaca ou outras condições.

A taquicardia supraventricular (TSV) é um termo geral para qualquer ritmo cardíaco rápido vindo de um local acima dos ventrículos. As taquicardias supraventriculares incluem: fibrilação atrial https://saberdasaude.com.br/especialidade/coracao/fibrilacao-atrial flutter atrial, taquicardia atrioventricular por reentrada nodal (TRN) e Síndrome de Wolff-Parkinson-White (WPW).

Fibrilação atrial: neste tipo de arritmia, os batimentos dos átrios do coração se tornam rápidos e irregulares. A condição é mais prevalente entre os 75 e 80 anos de idade, atinge 2,5% da população mundial e é a segunda maior causa de mortes no mundo. Pessoas com fibrilação atrial têm risco aumentado de acidente vascular cerebral (AVC). Na maior parte dos casos, o paciente não apresenta sintomas. Porém, quando são sintomáticos, podem sentir palpitação, pulso irregular, desconforto no tórax, fraqueza, falta de ar e tontura, principalmente quando o coração bate acima de 140 bpm.

Flutter atrial ou flutter auricular: é o segundo tipo de arritmia atrial mais comum, atrás da fibrilação atrial e pode ser identificado pelo seu padrão típico no eletrocardiograma. Apesar do ritmo aumentado, o padrão de batimentos é mais regular do que na fibrilação atrial. O ecocardiograma de pessoas com flutter atrial apresenta um padrão irregular. Os sintomas incluem palpitações, fraqueza, tontura, cansaço, falta de ar, dor no peito e desmaios nos casos mais graves, porém, muitos pacientes são assintomáticos. Em casos extremos, podem levar a um AVC.

Taquicardia Atrioventricular por reentrada nodal (TRN): nesta condição, o impulso elétrico reentra na área do nó atrioventricular (NAV). As pessoas têm episódios súbitos de palpitação com início e término repentinos, além de, em alguns casos, sentir desconforto no tórax e falta de ar (dispneia). Em casos mais extremos e raros, podem ocorrer desmaios. Como os sintomas não são muito específicos e as crises são espaçadas e de curta duração, pode ser confundida com uma crise de ansiedade. É duas vezes mais frequente em mulheres do que em homens, porém, é geralmente benigna.

Síndrome de Wolff-Parkinson-White (WPW): Esta síndrome surge ainda durante a formação do feto (condição congênita) e é caracterizada por uma conexão elétrica adicional entre os átrios e os ventrículos, o que causa uma aceleração extrema dos batimentos cardíacos. Geralmente, surgem no período dos 20 aos 30 anos, mas também há casos que ocorreram no primeiro ano de vida ou após os 60 anos. Os sintomas incluem: palpitações, sensação de que o coração está batendo muito rápido, dor no peito, cansaço, fraqueza, falta de ar, dificuldades respiratórias, desmaios e dificuldade de fazer exercícios físicos.

Se sentir algum destes sintomas, entre em contato com o seu médico assim que possível.

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Conheça os benefícios dos anticoagulantes naturais

Por alguns motivos de saúde, muitas pessoas são forçadas a tomar Anticoagulantes Orais, como sofrer de arritmia cardíaca, como a Fibrilação Atrial. Anticoagulantes são medicamentos que impedem a formação de coágulos nas artérias ou veias. Mas também existem vários alimentos que agem como anticoagulantes naturais e que podem impedir sua formação.

No entanto, é importante esclarecer que esses anticoagulantes naturais não substituem o tratamento médico, mas ajudam no processo e são uma opção ideal para implementar hábitos de vida saudáveis e não apresentar problemas como diabetes e outras doenças no coração ou no cérebro.

Veja também:

Será que todos os pacientes com arritmia precisam de anticoagulantes?
Terapias alternativas para o tratamento de fibrilação atrial e a prevenção do risco de AVC

Alimentos que podem atuar como anticoagulantes naturais

  • Gengibre: Impede a acumulação de sangue, favorecendo sua diluição. A melhor maneira de consumi-lo é ferver a raiz. Você pode adicioná-lo a qualquer refeição ou tomá-lo como uma infusão.
  • Cebola: Recomendamos que você o consuma crua. É considerado como um anticoagulante natural por excelência.
  • Alho: Graças às suas propriedades que reduzem os riscos coronários, é muito benéfico para prevenir a formação de coágulos sanguíneos. Além disso, possui propriedades antioxidantes e ajuda a reduzir o colesterol no sangue. Recomendamos que você o consuma com frequência.
  • Ômega 3: Salmão, atum ou truta são alguns dos peixes mais ricos em Omega 3. Além de ajudar a circulação, são ideais para prevenir a coagulação do sangue.
  • Água: Consumir a quantidade certa de água por dia é necessário para a nossa saúde e ajuda a impedir o espessamento do sangue. Recomendamos que você beba pelo menos oito copos por dia.
  • Vinho Tinto: Uma taça de vinho tinto por dia ajuda a prevenir a coagulação prematura nas pessoas. Também pode ser substituído por uvas, pois tem os mesmos efeitos.
  • Vitamina E: A vitamina E está presente em alimentos como ovos, trigo, amêndoas, abacates e vegetais folhosos escuros. Consuma com frequência, é um anticoagulante muito eficaz.
  • Alimentos ricos em salicilados:como ameixas, cerejas, mirtilos, uvas, morangos, mel, cidra e nozes têm propriedades antibacterianas que bloqueiam as bactérias no intestino que produzem vitamina K.

Veja também: Lista de mercado para pacientes medicados com anticoagulantes orais

Lembre-se de verificar com seu médico antes de ingerir qualquer alimento que funcione como um anticoagulante natural.

Você tem Fibrilação Atrial e quer saber mais sobre a saúde do seu coração? Faça o teste e entenda o risco de sofrer um AVC.

Disfunção erétil pode indicar problemas cardíacos: entenda a relação

Coração

Setembro Vermelho: dificuldades com ereção podem indicar problemas cardiovasculares

Homens com disfunção erétil têm aproximadamente duas vezes mais chances de sofrer um ataque cardíaco

Setembro Vermelho é um movimento que chama a atenção para as doenças do coração. E o que pouca gente sabe é que a disfunção erétil, que atinge cerca de metade dos homens com mais de 40 anos no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, pode ser um indicativo de problemas cardiovasculares. A estimativa é que homens com problemas de ereção têm cerca de duas vezes mais chances de terem um ataque cardíaco, segundo a American Heart Association.

Os homens precisam entender que, mais do que afetar a atividade sexual, a disfunção erétil pode ser um alerta para outras doenças. A partir do momento que o pênis não consegue sustentar uma ereção, significa que pode haver algum problema de circulação e isso pode desencadear algo mais grave”, alerta o Dr. Carlos Bautzer, urologista que atua no núcleo de Medicina Sexual do Hospital Sírio-Libanês e é médico-assistente da disciplina de Urologia da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC).

O médico reforça que isso aumenta ainda mais a importância do acompanhamento da saúde do homem. “É importante que, ao menor sinal da disfunção, o homem procure ajuda de um urologista para decidir qual o melhor tratamento a seguir, inclusive em conjunto com um cardiologista, garantindo com isso prevenção e tratamento no tempo certo, antes que algo mais grave aconteça”.

Caracterizada pela incapacidade permanente de se obter uma ereção peniana de qualidade suficiente para a prática sexual, a disfunção erétil pode ser desencadeada por diversos fatores: psicológicos, vasculares, farmacológicos, neurológicos, hormonais, anatômicos e até mesmo traumáticos, quando há uma lesão peniana.

E apesar de se manifestar em uma parcela tão significativa da população, ainda é tratada como um tabu. “Isso faz com que muitos pacientes acabem se automedicando e não buscando orientação profissional. O que é uma pena, pois a disfunção erétil afeta diversos aspectos da vida do homem e existem tratamentos bastante eficazes, que inclusive solucionam essa condição de maneira definitiva”, esclarece Bautzer.

O que é a doença de Parkinson e quais tratamentos disponíveis?

Sistema Nervoso

O que é a doença de Parkinson e quais tratamentos disponíveis?

A doença de Parkinson é um distúrbio do movimento que afeta mais de dez milhões de pessoas em todo o mundo. A doença é progressiva - o que significa que avança com o tempo - e degenerativa, porque é caracterizada por um declínio contínuo das células produtoras de dopamina na região motora do cérebro.

A dopamina é uma substância química importante que o cérebro usa para regular os movimentos. Seu declínio na doença de Parkinson reduz a capacidade do paciente de controlar ou iniciar o movimento, resultando em sintomas como tremor, movimento lento, rigidez e instabilidade postural.

O que causa a doença de Parkinson?

Embora a doença de Parkinson tenha sido descrita pela primeira vez há mais de 200 anos, sua causa exata ainda é desconhecida. Alguns estudos sugerem que pode ser genética, mas apenas cerca de 15% das pessoas com doença de Parkinson têm histórico familiar. A maioria dos cientistas acreditam que ela é causada por uma combinação complexa de fatores genéticos e ambientais.

Sintomas da doença de Parkinson

Sintomas motores Sintomas não motores
Os sintomas motores podem tornar as atividades da vida cotidiana desafiadoras. Mesmo que a doença de Parkinson seja um transtorno do movimento, os sintomas não motores podem ter um impacto muito grande na sua qualidade de vida.
Tremor Diminuição do olfato
Movimentos lentos Depressão ou problemas de humor
Rigidez Dor
Instabilidade postural Insônia
Passos aleatórios Disfunção da bexiga ou do intestino
Problemas de dicção Fadiga

Opções de tratamento para a doença de Parkinson

Medicamentos

Embora o plano de tratamento de cada paciente seja diferente, quase todos começarão com medicamentos, pois estes tendem a ser mais eficazes nos estágios iniciais da doença de Parkinson.

O plano de medicação ideal varia de pessoa para pessoa, e seu médico pode ajudá-lo a encontrar o medicamento - ou combinação de medicamentos - certo para lhe dar o máximo de alívio com o mínimo de efeitos colaterais. Com o tempo, à medida que os medicamentos se tornam menos eficazes, as doses podem ser aumentadas e novos medicamentos podem ser adicionados.

Existem vários medicamentos que são utilizados para tratar a doença de Parkinson, incluindo:

Levodopa (L-DOPA)

COMO FUNCIONA NOMES DE MARCAS COMUNS
"Precursor" químico que o cérebro irá converter em dopamina. Utilizado para substituir a dopamina que não está sendo produzida no cérebro de pacientes com doença de Parkinson Larodopa®

Carbidopa

COMO FUNCIONA

NOMES DE MARCAS COMUNS

Previne a degradação da Levodopa antes que ela atinja o cérebro.
Quase sempre administrado em conjunto com L-DOPA

Parcopa® 

Sinimet® 

Rytary™ 

Duopa™ (carbidopa/levodopa)

Agonistas da dopamina

COMO FUNCIONA

NOMES DE MARCAS COMUNS

Pode ser utilizado no lugar ou em combinação com a
levodopa

Neupro® Mirapex® 

Requip® Parlodel® 

Dostinex® Apokyn® 

Permax™

Inibidores de catecol O-metiltransferase (COMT)

COMO FUNCIONA

NOMES DE MARCAS COMUNS

Aumenta a concentração de dopamina no cérebro, dando
mais oportunidade para o medicamento funcionar

Comtan® 

Stalevo® 

Tasmar®

Anticolinérgicos

COMO FUNCIONA

NOMES DE MARCAS COMUNS

Reduz o tremor ou a rigidez

Akineton® 

Artane® 

Cogentin®

Exercício para pessoas com Parkinson

Embora o exercício não possa tratar a doença de Parkinson, demonstrou-se que ele diminui o declínio. Em um estudo clínico com 10.000 pacientes, pelo menos duas horas e meia de atividade física por semana - incluindo exercícios de força, flexibilidade e aeróbicos - demonstrou prolongar uma melhor qualidade de vida.

Progressão da doença de Parkinson

No momento em que as pessoas com doença de Parkinson geralmente começam a sentir os sintomas, a maioria de seus neurônios motores já foi perdida ou prejudicada. Lentamente, com o tempo, os sintomas pioram e se tornam mais difíceis de controlar com medicamentos. Além disso, os medicamentos para a doença Parkinson também podem começar a produzir efeitos colaterais indesejados, tais como movimentos descontrolados conhecidos como discinesia, bem como alucinações. A progressão da doença varia consideravelmente de pessoa para pessoa.

Os sinais de que seu medicamento está se tornando cada vez menos eficaz incluem:

  • Você tem menos horas por dia com bom controle de seus movimentos (menos "tempo ON").
  • Leva mais tempo para o seu medicamento fazer efeito após a administração de uma dose.
  • A sua medicação parece passar mais cedo do que antes.
  • Você tem que tomar seus medicamentos com mais frequência.
  • Você começa a sentir efeitos colaterais como movimentos indesejados (discinesia).

Doses de L-DOPA

Inicialmente, muitos pacientes alcançam um bom controle motor com a terapia com L-DOPA. Conforme a dose passa, os sintomas da doença de Parkinson retornam. 
À medida que a doença avança, os pacientes precisarão tomar doses adicionais em intervalos mais frequentes para atingir o controle.

Discinesia

Doses muito altas de levodopa podem causar efeitos colaterais indesejados, como discinesia, movimentos rápidos e descontrolados. As oscilações são frequentemente um catalisador para a mudança para outro medicamento.

O que fazer quando perceber uma mudança

À medida que você percebe que seu medicamento está começando a se tornar menos eficaz, é fundamental intervir imediatamente. Informe o seu médico como os seus sintomas estão mudando, para que ele possa fazer alterações no seu tratamento no momento certo. Esperar muito pode significar que você perderá uma oportunidade de tratamento que pode ser mais eficaz do que apenas a medicação.

Cirurgias para Parkinson

Cirurgia ablativa

A palidotomia e a talamotomia são cirurgias irreversíveis que usam a aplicação direcionada de calor para destruir o tecido neural que causa os sintomas da doença de Parkinson.

Estimulação Cerebral Profunda

A Estimulação Cerebral Profunda é um procedimento cirúrgico desenvolvido para ajudar a controlar os sintomas motores, ao mesmo tempo que permite a redução dos medicamentos. Para que a Estimulação Cerebral Profunda seja eficaz, o dispositivo deve ser implantado quando os sintomas motores ainda respondem à levodopa; isto é, antes que os medicamentos para a doença de Parkinson comecem a perder o efeito.

Quando a medicação por si só não é mais suficiente, muitos pacientes recorrem à Estimulação Cerebral Profunda para tratar os sintomas da doença de Parkinson, como tremores, rigidez e dificuldade para andar. Com uma intervenção precoce, a Estimulação Cerebral Profunda pode reduzir os tremores, aumentar a mobilidade e pode até permitir que você reduza a quantidade de medicamento que precisa tomar - livrando-o dos efeitos colaterais desagradáveis.

Um sistema  de Estimulação Cerebral Profunda tem três partes - um estimulador que fornece pulsos elétricos suaves para fios ou eletrodos especializados colocados precisamente na região motora de seu cérebro e um fio isolado que conecta os dois, conhecido como extensão

A Estimulação Cerebral Profunda é segura?

Embora haja risco em todas as cirurgias, a Estimulação Cerebral Profunda não é uma terapia nova e, para muitos pacientes com doença de Parkinson, a terapia com Estimulação Cerebral Profunda é uma parte normal da jornada do tratamento.

Mais de um quarto de século de estudos clínicos e experiências de pacientes testaram a segurança e a eficácia do tratamento da doença de Parkinson com Estimulação Cerebral Profunda . Centenas de milhares de pacientes já estão vivenciando os benefícios. 

A jornada da Estimulação Cerebral Profunda

Ao obter a Estimulação Cerebral Profunda , você trabalhará com uma equipe de especialistas que o ajudará a entender o que esperar de cada etapa e como se preparar. Ao contrário de muitos procedimentos, a Estimulação Cerebral Profunda ocorre em diferentes etapas ou "fases"; aqui está uma visão geral das principais partes da jornada da Estimulação Cerebral Profunda para ajudá-lo a se preparar.

  1. Explore suas opções

O melhor momento para fazer isso é quando os sintomas ainda estão respondendo aos medicamentos. Comece encontrando um especialista em distúrbios do movimento — um neurologista com treinamento especial no tratamento de distúrbios do movimento, como a doença de Parkinson.

  1. Faça uma avaliação para cirurgia de Estimulação Cerebral Profunda

Neste estágio, você passará por uma série completa de triagens para garantir que é um bom candidato para Estimulação Cerebral Profunda . Isso pode incluir uma consulta neurológica, testes ON/OFF, uma avaliação neuropsicológica, uma triagem geral de saúde, geração de imagens do cérebro e trabalho laboratorial de rotina.

  1. Cirurgia de implante de eletrodos

A primeira etapa do processo cirúrgico é colocar os eletrodos no cérebro. Durante a cirurgia, o médico pode realizar testes para garantir que os eletrodos estejam posicionados corretamente, solicitando que você mova os braços e as pernas ou faça outros movimentos simples. Depois disso, espera-se que fique no hospital pelo menos uma noite para monitoramento.

  1. Implante do estimulador

Este é um procedimento cirúrgico ambulatorial que normalmente ocorre uma ou duas semanas após o implante dos eletrodos. Quando o estimulador for implantado, você estará sob anestesia geral e o estimulador será conectado aos seus eletrodos por meio da extensão.

  1. Programação e otimização

Após sua cirurgia e recuperação, seu sistema de Estimulação Cerebral Profunda será ligado e as configurações de estimulação serão personalizadas para você. Nos meses seguintes ao implante do seu dispositivo, você trabalhará em conjunto com sua equipe de tratamento para realizar ajustes nas configurações de estimulação e em seus medicamentos para ajudar a controlar melhor os sintomas.

Por que você não deve esperar?

A pesquisa mostra que o momento ideal para obter uma Estimulação Cerebral Profunda é quando seus medicamentos estão começando a se tornar menos eficazes, mas antes que eles deixem de funcionar. Você notará que suas doses de medicamentos não funcionam até o final da dose; ou você tem que começar a tomar a medicação com mais frequência, ou sua medicação começa a causar discinesia aumentada.

Quanto mais cedo você conversar com seu médico sobre isso, você estará pronto para ir quando for a hora certa e não perder a oportunidade de receber terapia de Estimulação Cerebral Profunda. Uma vez que seus movimentos não responderem mais à medicação, você não é mais um candidato à Estimulação Cerebral Profunda.

 

Principais dúvidas sobre Estimulação Cerebral Profunda:

1: A Estimulação Cerebral Profunda é segura?

Duas décadas de tratamento com Estimulação Cerebral Profunda  para mais de 100.001 pacientes mostraram a segurança em curto e longo prazo da Estimulação Cerebral Profunda . A cirurgia de Estimulação Cerebral Profunda deve ser realizada por um neurocirurgião experiente que trabalha como parte de uma equipe interdisciplinar. Como em qualquer procedimento cirúrgico, existem riscos e potenciais efeitos colaterais, que variam de acordo com o paciente. Embora a maioria seja temporária e possa ser revertida ou reduzida por meio de estimulação, você deve discutir esses riscos com seus médicos.

2: Eu poderia ser um candidato à Estimulação Cerebral Profunda?

O candidato ideal continua a responder positivamente ao tratamento com levodopa, mas é incapaz de controlar os sintomas motores de sua doença apenas com a medicação. A cirurgia de Estimulação Cerebral Profunda seria realizada por um neurocirurgião trabalhando em uma equipe interdisciplinar. Seu neurologista e outros médicos com quem você trabalha podem determinar se a Estimulação Cerebral Profunda é uma terapia adequada para você e seus sintomas.

3: Posso interromper minha medicação após a cirurgia de Estimulação Cerebral Profunda?

Às vezes, a cirurgia bem-sucedida de Estimulação Cerebral Profunda pode levar a uma redução na medicação e potencialmente reduzir seus efeitos colaterais, embora o tratamento não tenha como objetivo substituir a medicação.

4: Quanto tempo meu sistema de Estimulação Cerebral Profunda vai durar?

Os sistemas recarregáveis são concebidos para durar pelo menos 15 anos. O sistema não recarregável deve durar de 3 a 5 anos.

6: É possível fazer uma ressonância magnética com implante de Estimulação Cerebral Profunda?

Sempre consulte seu médico para saber qual modalidade de geração de imagens será sua melhor opção e compatível com o seu implante.

7: Posso ter um implante de Estimulação Cerebral Profunda se já tiver um marcapasso?

Normalmente, os implantes de Estimulação Cerebral Profunda  são colocados no mesmo local que os marca-passos. Entretanto, um implante de Estimulação Cerebral Profunda conectado a cabos de extensão pode ser inserido no lado direito do tórax ou sob a pele do abdômen.

8: Posso viajar com meu implante de Estimulação Cerebral Profunda?

Sim, você pode viajar com seu sistema de Estimulação Cerebral Profunda . Detectores de metal, máquinas de raio-X, scanners de segurança e outros dispositivos de segurança não danificarão o implante, mas podem causar estimulação não intencional. O implante também pode ativar alarmes de detectores de metal; portanto, é recomendável levar sempre consigo o cartão de identificação do paciente.

9: O que sentirei quando meu dispositivo de Estimulação Cerebral Profunda for ligado?

Durante a programação inicial, você pode sentir uma sensação de formigamento. Isso ajuda a identificar suas configurações ideais. Depois disso, a maioria dos pacientes quase não percebe o dispositivo. Embora alguns sintam um leve formigamento no braço ou na perna, ou uma leve tensão nos músculos faciais que geralmente diminui.

10: O dispositivo de Estimulação Cerebral Profunda faz barulho?

Não, o dispositivo de Estimulação Cerebral Profunda é totalmente silencioso.

11: Outras pessoas poderão notar meu dispositivo de Estimulação Cerebral Profunda?

Como o estimulador de Estimulação Cerebral Profunda e os fios são colocados sob a pele, dificilmente são perceptíveis do lado de fora. Para pacientes magros, o local do estimulador estará ligeiramente elevado e o fio pode parecer uma veia ligeiramente maior, mas isso não deve ser perceptível através da roupa. A incisão geralmente deixa uma pequena cicatriz.

Vivendo com seu Sistema de Estimulação Cerebral Profunda

O sucesso da terapia começa com check-ups regulares

Em seus exames regulares com seu médico, discuta qualquer mudança em seus sintomas, para que ele possa ajustar seu dispositivo para trazer alívio.

Carregando seu sistema de Estimulação Cerebral Profunda  recarregável

A cada uma ou duas semanas, coloque o colar de carregamento leve e sem fio sobre os ombros e relaxe - você pode fazer isso na frente da TV ou enquanto lê um livro.

Usando seu controle remoto de Estimulação Cerebral Profunda

O controle remoto é utilizado para ligar, desligar, aumentar ou diminuir a estimulação ou para alterar seu programa de estimulação se o seu médico configurou programas diferentes para você. Também fornece o status da bateria para que você saiba se é hora de recarregar.

Seu sistema de Estimulação Cerebral Profunda em casa

A maioria dos eletrodomésticos e dispositivos eletrônicos (como computadores) que estão funcionando e aterrados adequadamente não interferem no sistema de Estimulação Cerebral Profunda .

Entretanto, alguns aparelhos podem ter ímãs que podem fazer com que seu aparelho ligue ou desligue.

E embora você possa usar um telefone celular, sugere-se que você não coloque o telefone diretamente em cima do dispositivo, no bolso de uma camisa ou casaco, por exemplo.

Viajando com seu sistema de Estimulação Cerebral Profunda

A passagem por alguns detectores de metal ou portões de segurança, como os de aeroportos e lojas de departamentos, pode aumentar a estimulação ou desligar o sistema de Estimulação Cerebral Profunda .

Antes de passar por um portão de segurança, mostre o cartão de identificação do seu dispositivo ao segurança e solicite uma revista manual. Se uma haste de segurança for utilizada, peça ao pessoal de segurança para evitar colocá-la sobre o seu dispositivo.

Atividades a serem evitadas

Você deve ser capaz de retornar à maioria de suas atividades diárias e exercícios favoritos assim que seu sistema de Estimulação Cerebral Profunda for implantado; entretanto, certos esportes ou exercícios podem aumentar o risco de danificar o hardware do sistema. Seu médico pode dizer se há certas atividades que você deve evitar.

Substituindo sua bateria

Cada vez que você for ao médico para fazer um check-up, o nível da bateria e o desempenho do dispositivo serão verificados.

Se você tiver um sistema recarregável, talvez nunca seja necessário substituir a bateria. A longevidade da bateria dependerá de quanta estimulação você está programado para receber por dia, mas a vida média da bateria é de cerca de 3 a 5 anos.

Suporte pós-implante

Estamos sempre aqui para ajudá-lo se precisar de nós e estamos à distância de um telefonema ou e-mail. Mas se algo não estiver certo, ligue para o seu médico. 

Quer saber mais?

Para entender a extensão da situação, assista a gravação da LIVE: Doença de Parkinson e Transtornos do Movimento e tire todas as suas dúvidas. https://youtu.be/kBlXt215Fss

Agora que você se informou sobre O que é a doença de Parkinson e quais tratamentos disponíveis, aproveite para ler este relato: Convivendo com o Parkinson.

Saiba mais sobre o Saber da Saúde

Saber da Saúde é uma iniciativa da Boston ScientificTM com o objetivo de disseminar conhecimento científico sobre saúde para o maior número de brasileiros possível.

A desinformação não pode ser um obstáculo para o acesso à saúde. Acreditamos que com informação confiável, pacientes e redes de apoio podem tomar decisões com mais agilidade, obtendo diagnósticos mais cedo e buscando tratamentos cada vez mais eficazes, oferecendo suporte mais adequado para as condições de cada paciente.

Câncer de pâncreas: sintomas, diagnóstico e desafios do tratamento

Cânceres e Tumores

Câncer de pâncreas: uma doença silenciosa

Esse tipo de tumor é de difícil detecção e costuma apresentar sintomas comuns a outros quadros menos graves. Veja como o diagnóstico acontece

O pâncreas é um órgão que fica na parte superior do abdome, "escondido" atrás do estômago e ao lado do fígado e da vesícula biliar. Está também muito próximo a estruturas nobres do organismo como artérias e veias que irrigam todo o intestino1. E essa dificuldade de acesso é um dos motivos que tornam a detecção precoce de câncer no órgão um enorme desafio médico.

A ausência de sintomas é outro ponto que dificulta o diagnóstico. O adenocarcinoma do corpo ou da cauda do pâncreas é geralmente assintomático até que o tumor cresça e se dissemine para fora do órgão. Em 90% dos casos os diagnósticos acontecem nessa fase, mais tardia. Porém, quando os sintomas aparecem, costumam ser comuns a outras condições de saúde menos graves, como dor abdominal, que costuma aparecer na parte superior do abdome ou no meio das costas e é aliviada quando a pessoa se inclina de frente ou fica em posição fetal2.

A perda de peso também é comum, e ainda podem aparecer sinais como icterícia e vômito, especialmente nos casos em que o tumor se aloja na cabeça do pâncreas, uma vez que essa localização pode interferir na drenagem da bile para o intestino delgado3.

“Quando existem sintomas como os descritos e/ou o paciente já tem um exame de imagem compatível com tumor no pâncreas, como uma tomografia computadorizada ou uma ultrassonografia endoscópica, o ideal é que ele procure um oncologista clínico e um cirurgião especialista em tumores abdominais. Nesse cenário, uma equipe multidisciplinar pode ser convocada para a discussão do caso e para analisar a possibilidade de uma cirurgia”, recomenda Vinicius Lorandi, médico oncologista clínico com ênfase em tumores de pulmão e gastrintestinais e experiência em tratamento com quimioterapia intra-arterial, com atuação no Hospital Mãe de Deus (RS) e no Grupo Oncoclínicas.

O médico deixa claro que, em casos de câncer de pâncreas não é necessário biópsia prévia. “O paciente diagnosticado pode ser levado direto à cirurgia. Ou, caso haja evidência durante a investigação de que a doença já se instalou fora do órgão ou ocorreram metástases, o tratamento será paliativo, com base em quimioterapia. Daí sim, a realização de uma biópsia confirmatória se faz necessária.”

Estar atento aos sinais que o corpo dá, ainda que pequenos, é importante sempre e mais ainda no caso de tumores. Isso porque todo tumor que é diagnosticado mais tardiamente apresenta menores taxas de sucesso com o tratamento cirúrgico. “Para traduzir isso em números, na minha experiência, apenas 20% dos pacientes que fazem diagnóstico de adenocarcinoma de pâncreas são candidatos a uma cirurgia de intenção curativa”, resume o oncologista.

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde

ATENÇÃO III: Somente para fins informativos. O conteúdo deste artigo/publicação é de responsabilidade exclusiva de seu autor/editor e não representa a opinião da BSC. ENDO = 1706602 – AA – Saber da Saúde

Quais são as causas e fatores de risco para as arritmias atriais?

Conforme vamos envelhecendo, o risco de arritmias atriais parece aumentar, especialmente depois dos 60 anos. Pressão arterial alta e doença arterial coronariana estão associadas com arritmias atriais, assim como outras condições cardíacas e pulmonares, tais como doença pulmonar crônica, doença das válvulas cardíacas e insuficiência cardíaca.

Apesar disso, pessoas sem doença cardíaca podem desenvolver uma arritmia por causas desconhecidas. Os fatores de risco podem incluir: estresse emocional, consumo de álcool, cafeína, remédios para emagrecimento, tabaco, alguns medicamentos para gripe, tosse, alergia e antidepressivos.

Como tratar as arritmias atriais?

O cardiologista poderá indicar o melhor tratamento para o seu caso, considerando três objetivos terapêuticos: controle da frequência, manutenção do ritmo sinusal e prevenção de tromboembolia.

  • Controle da Frequência Ventricular: para atingir esse objetivo, em geral, os médicos prescrevem bloqueadores do canal de cálcio (BCCs) ou beta-bloqueadores. Porém, nem todos respondem bem a este tratamento e, então, a cirurgia de ablação por cateter é recomendada.
  • Restauração e Manutenção do Ritmo Sinusal: Vários medicamentos podem restaurar e manter com eficácia o ritmo sinusal em pacientes com arritmias atriais. Cirurgias para estimulação atrial e ablação por cateter podem ser indicadas, dependendo do perfil do paciente.
  • Redução do Risco Tromboembólico: Quando há risco de trombose, embolia ou AVC, o cardiologista pode receitar anticoagulantes. Em alguns casos, é indicada a cirurgia de oclusão do apêndice atrial esquerdo. O procedimento consiste em fechar esta parte do coração, também conhecida como auriculeta esquerda, já que mais de 90% dos coágulos sanguíneos formados dentro do coração surgem ali.

Vários fatores são considerados na determinação do método de tratamento apropriado, como idade, condição geral de saúde, histórico médico pessoal e familiar, interação com outros medicamentos que você já use, doenças ou outras condições que contribuam com a arritmia e a gravidade dos seus sintomas. Converse com seu médico sobre o melhor plano de cuidados para o seu caso.

Conforme vamos envelhecendo, o risco de arritmias atriais parece aumentar, especialmente depois dos 60 anos. Pressão arterial alta e doença arterial coronariana estão associadas com arritmias atriais, assim como outras condições cardíacas e pulmonares, tais como doença pulmonar crônica, doença das válvulas cardíacas e insuficiência cardíaca.

Apesar disso, pessoas sem doença cardíaca podem desenvolver uma arritmia por causas desconhecidas. Os fatores de risco podem incluir: estresse emocional, consumo de álcool, cafeína, remédios para emagrecimento, tabaco, alguns medicamentos para gripe, tosse, alergia e antidepressivos.

O cardiologista poderá indicar o melhor tratamento para o seu caso, considerando três objetivos terapêuticos: controle da frequência, manutenção do ritmo sinusal e prevenção de tromboembolia.

  • Controle da Frequência Ventricular: para atingir esse objetivo, em geral, os médicos prescrevem bloqueadores do canal de cálcio (BCCs) ou beta-bloqueadores. Porém, nem todos respondem bem a este tratamento e, então, a cirurgia de ablação por cateter é recomendada.
  • Restauração e Manutenção do Ritmo Sinusal: Vários medicamentos podem restaurar e manter com eficácia o ritmo sinusal em pacientes com arritmias atriais. Cirurgias para estimulação atrial e ablação por cateter podem ser indicadas, dependendo do perfil do paciente.
  • Redução do Risco Tromboembólico: Quando há risco de trombose, embolia ou AVC, o cardiologista pode receitar anticoagulantes. Em alguns casos, é indicada a cirurgia de oclusão do apêndice atrial esquerdo. O procedimento consiste em fechar esta parte do coração, também conhecida como auriculeta esquerda, já que mais de 90% dos coágulos sanguíneos formados dentro do coração surgem ali.

Vários fatores são considerados na determinação do método de tratamento apropriado, como idade, condição geral de saúde, histórico médico pessoal e familiar, interação com outros medicamentos que você já use, doenças ou outras condições que contribuam com a arritmia e a gravidade dos seus sintomas. Converse com seu médico sobre o melhor plano de cuidados para o seu caso.

Mudanças no estilo de vida podem ajudar a melhorar ou a reduzir a ocorrência de uma arritmia. Eles podem incluir uma dieta alimentar mais saudável, limitar ou eliminar a quantidade de cafeína ingerida, exercícios regulares e parar de fumar. Monitore a saúde do coração regularmente com seu cardiologista.

Associações médicas, hospitais de referência, cardiologistas e órgãos de governos podem ajudar você, seu familiar ou seu cuidador a entender e controlar a arritmia atrial. Conte com elas para saber mais, trocar experiências e obter apoio.

Como posso conviver melhor com a arritmia atrial?

Mudanças no estilo de vida podem ajudar a melhorar ou a reduzir a ocorrência de uma arritmia. Eles podem incluir uma dieta alimentar mais saudável, limitar ou eliminar a quantidade de cafeína ingerida, exercícios regulares e parar de fumar. Monitore a saúde do coração regularmente com seu cardiologista.

Como saber mais sobre arritmia atrial?

Associações médicas, hospitais de referência, cardiologistas e órgãos de governos podem ajudar você, seu familiar ou seu cuidador a entender e controlar a arritmia atrial. Conte com elas para saber mais, trocar experiências e obter apoio.

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Por alguns motivos de saúde, muitas pessoas são forçadas a tomar Anticoagulantes Orais, como sofrer de arritmia cardíaca, como a Fibrilação Atrial. Anticoagulantes são medicamentos que impedem a formação de coágulos nas artérias ou veias. Mas também existem vários alimentos que agem como anticoagulantes naturais e que podem impedir sua formação.

No entanto, é importante esclarecer que esses anticoagulantes naturais não substituem o tratamento médico, mas ajudam no processo e são uma opção ideal para implementar hábitos de vida saudáveis e não apresentar problemas como diabetes e outras doenças no coração ou no cérebro.

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Alimentos que podem atuar como anticoagulantes naturais

  • Gengibre: Impede a acumulação de sangue, favorecendo sua diluição. A melhor maneira de consumi-lo é ferver a raiz. Você pode adicioná-lo a qualquer refeição ou tomá-lo como uma infusão.
  • Cebola: Recomendamos que você o consuma crua. É considerado como um anticoagulante natural por excelência.
  • Alho: Graças às suas propriedades que reduzem os riscos coronários, é muito benéfico para prevenir a formação de coágulos sanguíneos. Além disso, possui propriedades antioxidantes e ajuda a reduzir o colesterol no sangue. Recomendamos que você o consuma com frequência.
  • Ômega 3: Salmão, atum ou truta são alguns dos peixes mais ricos em Omega 3. Além de ajudar a circulação, são ideais para prevenir a coagulação do sangue.
  • Água: Consumir a quantidade certa de água por dia é necessário para a nossa saúde e ajuda a impedir o espessamento do sangue. Recomendamos que você beba pelo menos oito copos por dia.
  • Vinho Tinto: Uma taça de vinho tinto por dia ajuda a prevenir a coagulação prematura nas pessoas. Também pode ser substituído por uvas, pois tem os mesmos efeitos.
  • Vitamina E: A vitamina E está presente em alimentos como ovos, trigo, amêndoas, abacates e vegetais folhosos escuros. Consuma com frequência, é um anticoagulante muito eficaz.
  • Alimentos ricos em salicilados:como ameixas, cerejas, mirtilos, uvas, morangos, mel, cidra e nozes têm propriedades antibacterianas que bloqueiam as bactérias no intestino que produzem vitamina K.

Veja também: Lista de mercado para pacientes medicados com anticoagulantes orais

Lembre-se de verificar com seu médico antes de ingerir qualquer alimento que funcione como um anticoagulante natural.

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Setembro Vermelho: dificuldades com ereção podem indicar problemas cardiovasculares

Homens com disfunção erétil têm aproximadamente duas vezes mais chances de sofrer um ataque cardíaco

Setembro Vermelho é um movimento que chama a atenção para as doenças do coração. E o que pouca gente sabe é que a disfunção erétil, que atinge cerca de metade dos homens com mais de 40 anos no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, pode ser um indicativo de problemas cardiovasculares. A estimativa é que homens com problemas de ereção têm cerca de duas vezes mais chances de terem um ataque cardíaco, segundo a American Heart Association.

Os homens precisam entender que, mais do que afetar a atividade sexual, a disfunção erétil pode ser um alerta para outras doenças. A partir do momento que o pênis não consegue sustentar uma ereção, significa que pode haver algum problema de circulação e isso pode desencadear algo mais grave”, alerta o Dr. Carlos Bautzer, urologista que atua no núcleo de Medicina Sexual do Hospital Sírio-Libanês e é médico-assistente da disciplina de Urologia da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC).

O médico reforça que isso aumenta ainda mais a importância do acompanhamento da saúde do homem. “É importante que, ao menor sinal da disfunção, o homem procure ajuda de um urologista para decidir qual o melhor tratamento a seguir, inclusive em conjunto com um cardiologista, garantindo com isso prevenção e tratamento no tempo certo, antes que algo mais grave aconteça”.

Caracterizada pela incapacidade permanente de se obter uma ereção peniana de qualidade suficiente para a prática sexual, a disfunção erétil pode ser desencadeada por diversos fatores: psicológicos, vasculares, farmacológicos, neurológicos, hormonais, anatômicos e até mesmo traumáticos, quando há uma lesão peniana.

E apesar de se manifestar em uma parcela tão significativa da população, ainda é tratada como um tabu. “Isso faz com que muitos pacientes acabem se automedicando e não buscando orientação profissional. O que é uma pena, pois a disfunção erétil afeta diversos aspectos da vida do homem e existem tratamentos bastante eficazes, que inclusive solucionam essa condição de maneira definitiva”, esclarece Bautzer.

O que é a doença de Parkinson e quais tratamentos disponíveis?

Sistema Nervoso

O que é a doença de Parkinson e quais tratamentos disponíveis?

A doença de Parkinson é um distúrbio do movimento que afeta mais de dez milhões de pessoas em todo o mundo. A doença é progressiva - o que significa que avança com o tempo - e degenerativa, porque é caracterizada por um declínio contínuo das células produtoras de dopamina na região motora do cérebro.

A dopamina é uma substância química importante que o cérebro usa para regular os movimentos. Seu declínio na doença de Parkinson reduz a capacidade do paciente de controlar ou iniciar o movimento, resultando em sintomas como tremor, movimento lento, rigidez e instabilidade postural.

O que causa a doença de Parkinson?

Embora a doença de Parkinson tenha sido descrita pela primeira vez há mais de 200 anos, sua causa exata ainda é desconhecida. Alguns estudos sugerem que pode ser genética, mas apenas cerca de 15% das pessoas com doença de Parkinson têm histórico familiar. A maioria dos cientistas acreditam que ela é causada por uma combinação complexa de fatores genéticos e ambientais.

Sintomas da doença de Parkinson

Sintomas motores Sintomas não motores
Os sintomas motores podem tornar as atividades da vida cotidiana desafiadoras. Mesmo que a doença de Parkinson seja um transtorno do movimento, os sintomas não motores podem ter um impacto muito grande na sua qualidade de vida.
Tremor Diminuição do olfato
Movimentos lentos Depressão ou problemas de humor
Rigidez Dor
Instabilidade postural Insônia
Passos aleatórios Disfunção da bexiga ou do intestino
Problemas de dicção Fadiga

Opções de tratamento para a doença de Parkinson

Medicamentos

Embora o plano de tratamento de cada paciente seja diferente, quase todos começarão com medicamentos, pois estes tendem a ser mais eficazes nos estágios iniciais da doença de Parkinson.

O plano de medicação ideal varia de pessoa para pessoa, e seu médico pode ajudá-lo a encontrar o medicamento - ou combinação de medicamentos - certo para lhe dar o máximo de alívio com o mínimo de efeitos colaterais. Com o tempo, à medida que os medicamentos se tornam menos eficazes, as doses podem ser aumentadas e novos medicamentos podem ser adicionados.

Existem vários medicamentos que são utilizados para tratar a doença de Parkinson, incluindo:

Levodopa (L-DOPA)

COMO FUNCIONA NOMES DE MARCAS COMUNS
"Precursor" químico que o cérebro irá converter em dopamina. Utilizado para substituir a dopamina que não está sendo produzida no cérebro de pacientes com doença de Parkinson Larodopa®

Carbidopa

COMO FUNCIONA

NOMES DE MARCAS COMUNS

Previne a degradação da Levodopa antes que ela atinja o cérebro.
Quase sempre administrado em conjunto com L-DOPA

Parcopa® 

Sinimet® 

Rytary™ 

Duopa™ (carbidopa/levodopa)

Agonistas da dopamina

COMO FUNCIONA

NOMES DE MARCAS COMUNS

Pode ser utilizado no lugar ou em combinação com a
levodopa

Neupro® Mirapex® 

Requip® Parlodel® 

Dostinex® Apokyn® 

Permax™

Inibidores de catecol O-metiltransferase (COMT)

COMO FUNCIONA

NOMES DE MARCAS COMUNS

Aumenta a concentração de dopamina no cérebro, dando
mais oportunidade para o medicamento funcionar

Comtan® 

Stalevo® 

Tasmar®

Anticolinérgicos

COMO FUNCIONA

NOMES DE MARCAS COMUNS

Reduz o tremor ou a rigidez

Akineton® 

Artane® 

Cogentin®

Exercício para pessoas com Parkinson

Embora o exercício não possa tratar a doença de Parkinson, demonstrou-se que ele diminui o declínio. Em um estudo clínico com 10.000 pacientes, pelo menos duas horas e meia de atividade física por semana - incluindo exercícios de força, flexibilidade e aeróbicos - demonstrou prolongar uma melhor qualidade de vida.

Progressão da doença de Parkinson

No momento em que as pessoas com doença de Parkinson geralmente começam a sentir os sintomas, a maioria de seus neurônios motores já foi perdida ou prejudicada. Lentamente, com o tempo, os sintomas pioram e se tornam mais difíceis de controlar com medicamentos. Além disso, os medicamentos para a doença Parkinson também podem começar a produzir efeitos colaterais indesejados, tais como movimentos descontrolados conhecidos como discinesia, bem como alucinações. A progressão da doença varia consideravelmente de pessoa para pessoa.

Os sinais de que seu medicamento está se tornando cada vez menos eficaz incluem:

  • Você tem menos horas por dia com bom controle de seus movimentos (menos "tempo ON").
  • Leva mais tempo para o seu medicamento fazer efeito após a administração de uma dose.
  • A sua medicação parece passar mais cedo do que antes.
  • Você tem que tomar seus medicamentos com mais frequência.
  • Você começa a sentir efeitos colaterais como movimentos indesejados (discinesia).

Doses de L-DOPA

Inicialmente, muitos pacientes alcançam um bom controle motor com a terapia com L-DOPA. Conforme a dose passa, os sintomas da doença de Parkinson retornam. 
À medida que a doença avança, os pacientes precisarão tomar doses adicionais em intervalos mais frequentes para atingir o controle.

Discinesia

Doses muito altas de levodopa podem causar efeitos colaterais indesejados, como discinesia, movimentos rápidos e descontrolados. As oscilações são frequentemente um catalisador para a mudança para outro medicamento.

O que fazer quando perceber uma mudança

À medida que você percebe que seu medicamento está começando a se tornar menos eficaz, é fundamental intervir imediatamente. Informe o seu médico como os seus sintomas estão mudando, para que ele possa fazer alterações no seu tratamento no momento certo. Esperar muito pode significar que você perderá uma oportunidade de tratamento que pode ser mais eficaz do que apenas a medicação.

Cirurgias para Parkinson

Cirurgia ablativa

A palidotomia e a talamotomia são cirurgias irreversíveis que usam a aplicação direcionada de calor para destruir o tecido neural que causa os sintomas da doença de Parkinson.

Estimulação Cerebral Profunda

A Estimulação Cerebral Profunda é um procedimento cirúrgico desenvolvido para ajudar a controlar os sintomas motores, ao mesmo tempo que permite a redução dos medicamentos. Para que a Estimulação Cerebral Profunda seja eficaz, o dispositivo deve ser implantado quando os sintomas motores ainda respondem à levodopa; isto é, antes que os medicamentos para a doença de Parkinson comecem a perder o efeito.

Quando a medicação por si só não é mais suficiente, muitos pacientes recorrem à Estimulação Cerebral Profunda para tratar os sintomas da doença de Parkinson, como tremores, rigidez e dificuldade para andar. Com uma intervenção precoce, a Estimulação Cerebral Profunda pode reduzir os tremores, aumentar a mobilidade e pode até permitir que você reduza a quantidade de medicamento que precisa tomar - livrando-o dos efeitos colaterais desagradáveis.

Um sistema  de Estimulação Cerebral Profunda tem três partes - um estimulador que fornece pulsos elétricos suaves para fios ou eletrodos especializados colocados precisamente na região motora de seu cérebro e um fio isolado que conecta os dois, conhecido como extensão

A Estimulação Cerebral Profunda é segura?

Embora haja risco em todas as cirurgias, a Estimulação Cerebral Profunda não é uma terapia nova e, para muitos pacientes com doença de Parkinson, a terapia com Estimulação Cerebral Profunda é uma parte normal da jornada do tratamento.

Mais de um quarto de século de estudos clínicos e experiências de pacientes testaram a segurança e a eficácia do tratamento da doença de Parkinson com Estimulação Cerebral Profunda . Centenas de milhares de pacientes já estão vivenciando os benefícios. 

A jornada da Estimulação Cerebral Profunda

Ao obter a Estimulação Cerebral Profunda , você trabalhará com uma equipe de especialistas que o ajudará a entender o que esperar de cada etapa e como se preparar. Ao contrário de muitos procedimentos, a Estimulação Cerebral Profunda ocorre em diferentes etapas ou "fases"; aqui está uma visão geral das principais partes da jornada da Estimulação Cerebral Profunda para ajudá-lo a se preparar.

  1. Explore suas opções

O melhor momento para fazer isso é quando os sintomas ainda estão respondendo aos medicamentos. Comece encontrando um especialista em distúrbios do movimento — um neurologista com treinamento especial no tratamento de distúrbios do movimento, como a doença de Parkinson.

  1. Faça uma avaliação para cirurgia de Estimulação Cerebral Profunda

Neste estágio, você passará por uma série completa de triagens para garantir que é um bom candidato para Estimulação Cerebral Profunda . Isso pode incluir uma consulta neurológica, testes ON/OFF, uma avaliação neuropsicológica, uma triagem geral de saúde, geração de imagens do cérebro e trabalho laboratorial de rotina.

  1. Cirurgia de implante de eletrodos

A primeira etapa do processo cirúrgico é colocar os eletrodos no cérebro. Durante a cirurgia, o médico pode realizar testes para garantir que os eletrodos estejam posicionados corretamente, solicitando que você mova os braços e as pernas ou faça outros movimentos simples. Depois disso, espera-se que fique no hospital pelo menos uma noite para monitoramento.

  1. Implante do estimulador

Este é um procedimento cirúrgico ambulatorial que normalmente ocorre uma ou duas semanas após o implante dos eletrodos. Quando o estimulador for implantado, você estará sob anestesia geral e o estimulador será conectado aos seus eletrodos por meio da extensão.

  1. Programação e otimização

Após sua cirurgia e recuperação, seu sistema de Estimulação Cerebral Profunda será ligado e as configurações de estimulação serão personalizadas para você. Nos meses seguintes ao implante do seu dispositivo, você trabalhará em conjunto com sua equipe de tratamento para realizar ajustes nas configurações de estimulação e em seus medicamentos para ajudar a controlar melhor os sintomas.

Por que você não deve esperar?

A pesquisa mostra que o momento ideal para obter uma Estimulação Cerebral Profunda é quando seus medicamentos estão começando a se tornar menos eficazes, mas antes que eles deixem de funcionar. Você notará que suas doses de medicamentos não funcionam até o final da dose; ou você tem que começar a tomar a medicação com mais frequência, ou sua medicação começa a causar discinesia aumentada.

Quanto mais cedo você conversar com seu médico sobre isso, você estará pronto para ir quando for a hora certa e não perder a oportunidade de receber terapia de Estimulação Cerebral Profunda. Uma vez que seus movimentos não responderem mais à medicação, você não é mais um candidato à Estimulação Cerebral Profunda.

 

Principais dúvidas sobre Estimulação Cerebral Profunda:

1: A Estimulação Cerebral Profunda é segura?

Duas décadas de tratamento com Estimulação Cerebral Profunda  para mais de 100.001 pacientes mostraram a segurança em curto e longo prazo da Estimulação Cerebral Profunda . A cirurgia de Estimulação Cerebral Profunda deve ser realizada por um neurocirurgião experiente que trabalha como parte de uma equipe interdisciplinar. Como em qualquer procedimento cirúrgico, existem riscos e potenciais efeitos colaterais, que variam de acordo com o paciente. Embora a maioria seja temporária e possa ser revertida ou reduzida por meio de estimulação, você deve discutir esses riscos com seus médicos.

2: Eu poderia ser um candidato à Estimulação Cerebral Profunda?

O candidato ideal continua a responder positivamente ao tratamento com levodopa, mas é incapaz de controlar os sintomas motores de sua doença apenas com a medicação. A cirurgia de Estimulação Cerebral Profunda seria realizada por um neurocirurgião trabalhando em uma equipe interdisciplinar. Seu neurologista e outros médicos com quem você trabalha podem determinar se a Estimulação Cerebral Profunda é uma terapia adequada para você e seus sintomas.

3: Posso interromper minha medicação após a cirurgia de Estimulação Cerebral Profunda?

Às vezes, a cirurgia bem-sucedida de Estimulação Cerebral Profunda pode levar a uma redução na medicação e potencialmente reduzir seus efeitos colaterais, embora o tratamento não tenha como objetivo substituir a medicação.

4: Quanto tempo meu sistema de Estimulação Cerebral Profunda vai durar?

Os sistemas recarregáveis são concebidos para durar pelo menos 15 anos. O sistema não recarregável deve durar de 3 a 5 anos.

6: É possível fazer uma ressonância magnética com implante de Estimulação Cerebral Profunda?

Sempre consulte seu médico para saber qual modalidade de geração de imagens será sua melhor opção e compatível com o seu implante.

7: Posso ter um implante de Estimulação Cerebral Profunda se já tiver um marcapasso?

Normalmente, os implantes de Estimulação Cerebral Profunda  são colocados no mesmo local que os marca-passos. Entretanto, um implante de Estimulação Cerebral Profunda conectado a cabos de extensão pode ser inserido no lado direito do tórax ou sob a pele do abdômen.

8: Posso viajar com meu implante de Estimulação Cerebral Profunda?

Sim, você pode viajar com seu sistema de Estimulação Cerebral Profunda . Detectores de metal, máquinas de raio-X, scanners de segurança e outros dispositivos de segurança não danificarão o implante, mas podem causar estimulação não intencional. O implante também pode ativar alarmes de detectores de metal; portanto, é recomendável levar sempre consigo o cartão de identificação do paciente.

9: O que sentirei quando meu dispositivo de Estimulação Cerebral Profunda for ligado?

Durante a programação inicial, você pode sentir uma sensação de formigamento. Isso ajuda a identificar suas configurações ideais. Depois disso, a maioria dos pacientes quase não percebe o dispositivo. Embora alguns sintam um leve formigamento no braço ou na perna, ou uma leve tensão nos músculos faciais que geralmente diminui.

10: O dispositivo de Estimulação Cerebral Profunda faz barulho?

Não, o dispositivo de Estimulação Cerebral Profunda é totalmente silencioso.

11: Outras pessoas poderão notar meu dispositivo de Estimulação Cerebral Profunda?

Como o estimulador de Estimulação Cerebral Profunda e os fios são colocados sob a pele, dificilmente são perceptíveis do lado de fora. Para pacientes magros, o local do estimulador estará ligeiramente elevado e o fio pode parecer uma veia ligeiramente maior, mas isso não deve ser perceptível através da roupa. A incisão geralmente deixa uma pequena cicatriz.

Vivendo com seu Sistema de Estimulação Cerebral Profunda

O sucesso da terapia começa com check-ups regulares

Em seus exames regulares com seu médico, discuta qualquer mudança em seus sintomas, para que ele possa ajustar seu dispositivo para trazer alívio.

Carregando seu sistema de Estimulação Cerebral Profunda  recarregável

A cada uma ou duas semanas, coloque o colar de carregamento leve e sem fio sobre os ombros e relaxe - você pode fazer isso na frente da TV ou enquanto lê um livro.

Usando seu controle remoto de Estimulação Cerebral Profunda

O controle remoto é utilizado para ligar, desligar, aumentar ou diminuir a estimulação ou para alterar seu programa de estimulação se o seu médico configurou programas diferentes para você. Também fornece o status da bateria para que você saiba se é hora de recarregar.

Seu sistema de Estimulação Cerebral Profunda em casa

A maioria dos eletrodomésticos e dispositivos eletrônicos (como computadores) que estão funcionando e aterrados adequadamente não interferem no sistema de Estimulação Cerebral Profunda .

Entretanto, alguns aparelhos podem ter ímãs que podem fazer com que seu aparelho ligue ou desligue.

E embora você possa usar um telefone celular, sugere-se que você não coloque o telefone diretamente em cima do dispositivo, no bolso de uma camisa ou casaco, por exemplo.

Viajando com seu sistema de Estimulação Cerebral Profunda

A passagem por alguns detectores de metal ou portões de segurança, como os de aeroportos e lojas de departamentos, pode aumentar a estimulação ou desligar o sistema de Estimulação Cerebral Profunda .

Antes de passar por um portão de segurança, mostre o cartão de identificação do seu dispositivo ao segurança e solicite uma revista manual. Se uma haste de segurança for utilizada, peça ao pessoal de segurança para evitar colocá-la sobre o seu dispositivo.

Atividades a serem evitadas

Você deve ser capaz de retornar à maioria de suas atividades diárias e exercícios favoritos assim que seu sistema de Estimulação Cerebral Profunda for implantado; entretanto, certos esportes ou exercícios podem aumentar o risco de danificar o hardware do sistema. Seu médico pode dizer se há certas atividades que você deve evitar.

Substituindo sua bateria

Cada vez que você for ao médico para fazer um check-up, o nível da bateria e o desempenho do dispositivo serão verificados.

Se você tiver um sistema recarregável, talvez nunca seja necessário substituir a bateria. A longevidade da bateria dependerá de quanta estimulação você está programado para receber por dia, mas a vida média da bateria é de cerca de 3 a 5 anos.

Suporte pós-implante

Estamos sempre aqui para ajudá-lo se precisar de nós e estamos à distância de um telefonema ou e-mail. Mas se algo não estiver certo, ligue para o seu médico. 

Quer saber mais?

Para entender a extensão da situação, assista a gravação da LIVE: Doença de Parkinson e Transtornos do Movimento e tire todas as suas dúvidas. https://youtu.be/kBlXt215Fss

Agora que você se informou sobre O que é a doença de Parkinson e quais tratamentos disponíveis, aproveite para ler este relato: Convivendo com o Parkinson.

Saiba mais sobre o Saber da Saúde

Saber da Saúde é uma iniciativa da Boston ScientificTM com o objetivo de disseminar conhecimento científico sobre saúde para o maior número de brasileiros possível.

A desinformação não pode ser um obstáculo para o acesso à saúde. Acreditamos que com informação confiável, pacientes e redes de apoio podem tomar decisões com mais agilidade, obtendo diagnósticos mais cedo e buscando tratamentos cada vez mais eficazes, oferecendo suporte mais adequado para as condições de cada paciente.

Câncer de pâncreas: sintomas, diagnóstico e desafios do tratamento

Cânceres e Tumores

Câncer de pâncreas: uma doença silenciosa

Esse tipo de tumor é de difícil detecção e costuma apresentar sintomas comuns a outros quadros menos graves. Veja como o diagnóstico acontece

O pâncreas é um órgão que fica na parte superior do abdome, "escondido" atrás do estômago e ao lado do fígado e da vesícula biliar. Está também muito próximo a estruturas nobres do organismo como artérias e veias que irrigam todo o intestino1. E essa dificuldade de acesso é um dos motivos que tornam a detecção precoce de câncer no órgão um enorme desafio médico.

A ausência de sintomas é outro ponto que dificulta o diagnóstico. O adenocarcinoma do corpo ou da cauda do pâncreas é geralmente assintomático até que o tumor cresça e se dissemine para fora do órgão. Em 90% dos casos os diagnósticos acontecem nessa fase, mais tardia. Porém, quando os sintomas aparecem, costumam ser comuns a outras condições de saúde menos graves, como dor abdominal, que costuma aparecer na parte superior do abdome ou no meio das costas e é aliviada quando a pessoa se inclina de frente ou fica em posição fetal2.

A perda de peso também é comum, e ainda podem aparecer sinais como icterícia e vômito, especialmente nos casos em que o tumor se aloja na cabeça do pâncreas, uma vez que essa localização pode interferir na drenagem da bile para o intestino delgado3.

“Quando existem sintomas como os descritos e/ou o paciente já tem um exame de imagem compatível com tumor no pâncreas, como uma tomografia computadorizada ou uma ultrassonografia endoscópica, o ideal é que ele procure um oncologista clínico e um cirurgião especialista em tumores abdominais. Nesse cenário, uma equipe multidisciplinar pode ser convocada para a discussão do caso e para analisar a possibilidade de uma cirurgia”, recomenda Vinicius Lorandi, médico oncologista clínico com ênfase em tumores de pulmão e gastrintestinais e experiência em tratamento com quimioterapia intra-arterial, com atuação no Hospital Mãe de Deus (RS) e no Grupo Oncoclínicas.

O médico deixa claro que, em casos de câncer de pâncreas não é necessário biópsia prévia. “O paciente diagnosticado pode ser levado direto à cirurgia. Ou, caso haja evidência durante a investigação de que a doença já se instalou fora do órgão ou ocorreram metástases, o tratamento será paliativo, com base em quimioterapia. Daí sim, a realização de uma biópsia confirmatória se faz necessária.”

Estar atento aos sinais que o corpo dá, ainda que pequenos, é importante sempre e mais ainda no caso de tumores. Isso porque todo tumor que é diagnosticado mais tardiamente apresenta menores taxas de sucesso com o tratamento cirúrgico. “Para traduzir isso em números, na minha experiência, apenas 20% dos pacientes que fazem diagnóstico de adenocarcinoma de pâncreas são candidatos a uma cirurgia de intenção curativa”, resume o oncologista.

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

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