A REVISTA DIGITAL DA SAÚDE

Fibrilação atrial: conheça a oclusão do apêndice atrial como alternativa aos anticoagulantes

Ouvir texto -
Compartilhe esse artigo

Você sabia que existe um tratamento alternativo aos anticoagulantes orais para tratar a Fibrilação Atrial não valvar? A Oclusão do Apêndice Atrial Esquerdo ou Implante OAAE é um deles. Descubra todos os seus benefícios neste blog.

Vamos começar pelo básico...

O que é a Oclusão do Apêndice Atrial Esquerdo?

A OAAE é um procedimento que fecha uma pequena parte do coração chamada Apêndice Atrial Esquerdo (AAE). O AAE é uma bolsa que fica na câmara superior esquerda do coração. Neste procedimento um especialista coloca um pequeno dispositivo no paciente que fecha a abertura do AAE.1

Como funciona o Implante OAAE?

O Implante OAAE se adapta perfeitamente ao seu AAE e está desenhado para fechá-lo permanentemente. Evitar que os coágulos de sangue escapem e possam cortar o fluxo de sangue para o cérebro provocando, assim, um derrame cerebral ou AVC. O Implante OAAE tem aproximadamente o tamanho de uma moeda e está feito de materiais muito leves e compactos que são usados comumente em outros implantes médicos.2


O OAAE é um procedimento feito uma única vez e reduz o risco de sofrer um AVC em 84% em pessoas diagnosticadas com Fibrilação Atrial não Valvar.3 

Como o Implante OAAE previne um AVC?

Durante a Oclusão do AAE, o especialista coloca um pequeno dispositivo no coração do paciente com um cateter. O dispositivo bloqueia a entrada da bolsa do AAE e evita que o sangue se acumule dentro. Quando o AAE está fechado, existe uma menor possibilidade de que um coágulo entre na corrente sanguínea, vá até o cérebro e provoque um AVC.4


Este procedimento é recomendado para os pacientes diagnosticados com Fibrilação Atrial e que estão em risco de sofrer um AVC, mas não podem tomar diluidores de sangue a longo prazo, pois 9 de cada 10 AVC são causados por coágulos de sangue formados no AAE e para cada 4 pacientes que tem um AVC nos Estados Unidos, pelo menos 1 é causado pela Fibrilação Atrial. Além disso, em cada 100 pacientes com Fibrilação Atrial e sem tratamento com a oclusão do AAE ou com medicamentos anticoagulantes, 5 são propensos a sofrer um AVC.5

Para quem é o Implante OAAE?

O Implante OAAE pode ser adequado para pessoas que cumprem com os seguintes critérios:

  • Tem Fibrilação Atrial não Valvar
  • O médico recomendou anticoagulantes
  • O paciente pode tomar Varfarina, mas precisa de uma alternativa

As pessoas que podem precisar de uma alternativa a Varfarina por qualquer destes motivos:

  • Têm antecedentes de hemorragias graves enquanto tomam Anticoagulantes Orais
  • Tem um estilo de vida, ocupação ou condição que os coloca em risco de um sangramento maior
  • Tomam Varfarina e têm problemas para ficar dentro dos limites de coagulação sanguínea recomendados ou para fazer as análises de sangue periódicas para confirmar seu INR e não podem tomar um tipo diferente de anticoagulante

Como é a preparação para o procedimento da OAAE?

O mais importante é informar ao médico sobre qualquer alergia e sobre os medicamentos que o paciente anticoagulado está tomando. Faça uma lista de todos os medicamentos, inclusive receitas, medicamentos de venda livre, ervas medicinais ou suplementos vitamínicos. O médico pode suspender ou mudar alguns deles antes do procedimento. O paciente não deve comer nem beber nada depois da meia noite, da noite anterior ao procedimento.6

A maioria dos pacientes permanecem no hospital na noite seguinte ao procedimento e logo depois podem ir para casa com certos cuidados especiais.7

O que acontece depois do procedimento?

Ao finalizar o procedimento, o paciente é enviado a uma unidade de recuperação ou um quarto no hospital. O especialista pode continuar fazendo pressão na incisão para evitar sangramento. Os enfermeiros continuarão vigiando o paciente durante a noite. Seu familiar pode apresentar uma certa dormência ou fraqueza temporária nas pernas.8

Por que escolher o Implante OAAE?

1. É um tratamento alternativo que substitui os Anticoagulantes Orais, assim que você não terá mais os efeitos colaterais, nem o risco de sangramento associado com o uso da Varfarina a longo prazo.9
2. É um procedimento que é feito uma única vez.
3. Reduz efetivamente o risco de um AVC em pessoas com Fibrilação Atrial não Valvar

Quer saber mais sobre cuidados e tratamentos para problemas do coração? Acesse a página Viver Sem Anticoagulantes e confira conteúdos exclusivos para entender melhor as opções disponíveis e como cuidar da sua saúde.

Relacionados

Fibrilação Atrial: Protocolos que salvam vidas e evitam AVCs podem também reduzir custos nos hospitais

Coração

Fibrilação Atrial: Protocolos que salvam vidas e evitam AVCs podem também reduzir custos nos hospitais

Por dr. Marden Tebet, médico cardiologista intervencionista 


Como cardiologista, lido diariamente com as consequências preocupantes da fibrilação atrial (FA). Essa arritmia, que afeta, em média, de 2 a 4% da população¹, e alarmantes 10% dos idosos acima de 80 anos². A FA aumenta significativamente o risco de acidente vascular cerebral (AVC) devido à formação de coágulos no coração, que podem se deslocar para o cérebro e obstruir o fluxo sanguíneo. Estima-se que a FA aumente em até 5 vezes o risco de AVC, tornando-se um dos principais fatores de risco modificáveis para essa condição grave.  

A projeção indica que, somente nos Estados Unidos, serão mais de 12 milhões de pacientes com FA até 2050³, o que torna essa questão ainda mais urgente. A boa notícia é que temos ferramentas eficazes para prevenir o AVC em pacientes com FA. A má notícia é que, em muitos hospitais, essas ferramentas não estão sendo utilizadas em todo o seu potencial. 

A anticoagulação é, sem dúvida, a pedra angular da prevenção de AVC na FA. No entanto, nem todos os pacientes podem se beneficiar dessa terapia. Em muitos casos, pacientes com FA não podem ou não devem usar anticoagulantes devido a sangramentos, interações medicamentosas ou outras condições clínicas. Isso os deixa desprotegidos e vulneráveis ao AVC. É nesse cenário que a oclusão do apêndice atrial esquerdo (OAAE) se torna uma alternativa crucial. Estudos clínicos robustos demonstram que a OAAE é tão eficaz quanto os anticoagulantes na prevenção de AVC em pacientes com FA, com a vantagem adicional de eliminar o risco de sangramento associado ao uso contínuo de medicamentos anticoagulantes. 


Apesar de sua eficácia comprovada e de sua segurança, a oclusão do apêndice atrial esquerdo (OAAE) ainda é subutilizada em muitos hospitais brasileiros. Enquanto nos Estados Unidos realizam-se cerca de mil procedimentos por semana, no Brasil, em 2024, foram realizados apenas 400 mil. Essa discrepância alarmante revela uma lacuna crítica nos protocolos de tratamento da FA e uma falta de familiaridade com o procedimento por parte de muitos profissionais de saúde. A discussão ainda gira, principalmente, em torno dos anticoagulantes, negligenciando a OAAE como uma opção valiosa. 


A anticoagulação é, sem dúvida, a pedra angular da prevenção de AVC na FA. No entanto, nem todos os pacientes podem se beneficiar dessa terapia. Em muitos casos, pacientes com FA não podem ou não devem usar anticoagulantes devido a sangramentos, interações medicamentosas ou outras condições clínicas. Isso os deixa desprotegidos e vulneráveis ao AVC. É nesse cenário que a oclusão do OAAE se torna uma alternativa crucial. 


A OAAE é um procedimento minimamente invasivo que consiste em fechar o apêndice atrial esquerdo, uma pequena bolsa no coração onde a maioria dos coágulos sanguíneos se forma em pacientes com FA. Ao ocluir essa estrutura, eliminamos a principal fonte de trombos e reduzimos drasticamente o risco de AVC, oferecendo uma proteção comparável à anticoagulação para pacientes que não podem utilizá-la. 


Como médico, vejo de perto o impacto dessa negligência. Pacientes que poderiam se beneficiar da OAAE acabam sofrendo AVCs incapacitantes, com consequências para suas vidas e para suas famílias. Além do sofrimento, a falta de protocolos adequados para a FA também tem um impacto significativo nos custos do sistema de saúde. O tratamento de um acidente vascular cerebral é caro e complexo, e muitas vezes exige internações prolongadas e reabilitação intensiva. A prevenção, nesse caso, é não apenas mais humana, mas também mais econômica. 


É hora de mudar essa realidade. Os hospitais precisam implementar protocolos abrangentes de FA que incluam a OAAE como uma opção terapêutica a ser considerada em pacientes com contraindicações à anticoagulação. Esses protocolos devem ser baseados em evidências científicas sólidas e devem ser adaptados às necessidades específicas de cada paciente, considerando a estratificação de risco com o escore CHA₂DS₂-VASc. 


Além disso, é fundamental investir em educação médica continuada para capacitar os profissionais de saúde sobre os benefícios e as indicações da iniciativa. Muitos pacientes com FA estão dentro do hospital, e não no consultório, e é crucial que os médicos generalistas, cardiologistas hospitalares e plantonistas estejam cientes dessa opção. A criação de um sistema de alerta, um “red flag”, para pessoas com sangramentos ou eventos adversos relacionados à anticoagulação, pode auxiliar na identificação de candidatos à OAAE. 


A implementação de protocolos abrangentes não é apenas uma questão de boa prática médica, mas também uma questão de responsabilidade social. Ao proteger nossos pacientes do AVC, estamos não apenas salvando vidas, mas também reduzindo custos e melhorando a qualidade de vida de toda a população.

 
Portanto, apelo aos gestores hospitalares, aos cardiologistas e a todos os profissionais de saúde: vamos unir forças para implementar protocolos de FA que realmente façam a diferença. A vida de nossos pacientes pode depender disso. 

Sobrevivi à morte súbita. Como será minha vida daqui para a frente?

Coração

Sobrevivi à morte súbita. Como será minha vida daqui para a frente?

O evento pode atingir até quem parece ter uma saúde boa. Por isso, os sobreviventes precisam tomar certas medidas para evitar um novo episódio

A maioria das pessoas que sofre uma morte súbita cardíaca não sobrevive a ela. De acordo com a American Heart Association, cerca de 90% dos casos são fatais1. Se você conseguiu sobreviver a esse evento, seguir à risca o tratamento médico é fundamental para uma sobrevida com mais qualidade.

“A vida dos pacientes sobreviventes de morte súbita dependerá principalmente da doença de base causadora do evento”, deixa claro o médico cardiologista Guilherme Bertão, especialista em Arritmia Clínica pela SOBRAC e responsável pelo setor de arritmia da clínica Duocor e Hospital Proncor (MS).

Um exemplo prático de como pode ser a vida de um paciente com sobrevida livre de sequelas pôde ser visto na última Copa do Mundo de Futebol Masculino em 2022. Dois atletas participaram usando este dispositivo: Christian Eriksen, da Dinamarca, e Daley Blind, da Holanda2. Ambos jogaram com o implante CDI, que dava choques para recuperar o ritmo do coração em casos de arritmias.

“A evolução da medicina e do tratamento das doenças do coração proporcionam terapias para prevenir a morte súbita de forma eficaz, preservando, em muitos casos, a qualidade de vida”, comenta Bertão.

Veja também: Qual é a minha chance de sobreviver à morte súbita cardíaca?

Conheça agora o S-ICD

Confira aqui mais informações sobre o produto e a evolução do implante CDI:

O que é o implante CDI?

Uma evolução dos dispositivos CDI, implantado por baixo da pele, que preserva os vasos sanguíneos e analisa o ritmo cardíaco a partir de um eletrodo subcutâneo.

Veja também:

Melhor Saúde do Coração para Pacientes com desfibriladores ICD e S-ICD

Recuperando-se de um procedimento com desfibriladores

Quem pode usar?

Indicado para uma ampla gama de pacientes e, em especial, para quem tem alto risco de complicações por infecções e histórico de endocardite. Também é recomendado para pessoas até 70 anos de idade e que possuem um estilo de vida ativo, como os atletas.

Principais benefícios do implante CDI

O estudo The Atlas Trial3 mostra que o S-ICD causa 92% mesmo complicações graves relacionadas ao eletrodo, tem 99% de eficácia de conversão e baixas taxas de choques inapropriados, quando comparado ao Cardio-Desfibrilador Transvenoso Implantável (TV-ICD).

Agora que você já sabe como é a vida de um paciente que sobrevive à morte súbita, aproveite e acesse demais conteúdos sobre Coração.

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde CRM = 1700602 – AA – Saber da Saúde

Morte súbita cardíaca: etapas do tratamento e importância do desfibrilador

Coração

Morte súbita cardíaca: conheça cada etapa do tratamento

O desfibrilador Efortless, da Boston Scientific, teve uma taxa de sucesso de 65% na prevenção primária da morte súbita cardíaca e um índice de eficácia de 99,5% nos testes realizados1.

Quando o funcionamento do coração é interrompido de forma brusca e repentina, fazendo a pessoa perder a consciência imediatamente, estamos diante de um evento de morte súbita2.

Nesses casos, além de chamar ajuda médica o mais rápido possível, o início das manobras de reanimação deve ser imediato e eficiente para aumentar as chances de sobrevida do paciente. A cada minuto que uma pessoa vítima de parada cardíaca fica sem atendimento, sua chance de sobrevida sem sequelas se reduz em 10%, afirma a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC).

“Tais manobras de reanimação consistem basicamente na realização de compressões torácicas efetivas e suporte ventilatório feitas no paciente, ainda no local do evento”, explica o médico cardiologista Guilherme Bertão, especialista em Arritmia Clínica pela SOBRAC e responsável pelo setor de arritmia da clínica Duocor e Hospital Proncor (MS). No entanto, caso se consiga um desfibrilador externo antes da chegada da equipe médica de resgate, seu uso não deve ser atrasado.

Veja também: Como identificar e ajudar alguém que está tendo morte súbita cardíaca

Conheça agora as três principais etapas do tratamento da morte súbita

1. Uso do desfibrilador externo, para atendimento imediato

Como a morte súbita é causada por uma arritmia, o desfibrilador externo é indicado para uso imediato. “Por meio de uma leitura automática do ritmo, o aparelho indicará a necessidade de choque e sua aplicação pode ser suficiente para o retorno da circulação espontânea, mudando a condição para morte súbita abortada, com a sobrevivência da vítima”, explica Bertão.

2. Terapias antiarrítmicas

Após o evento e a reanimação do paciente, a equipe médica realiza uma ampla investigação sobre as prováveis causas e indica a terapia a seguir, seja com medicamentos ou procedimentos cardíacos. “É comum, por exemplo, a indicação de ablação, procedimento no qual um cateter é introduzido pela artéria do fêmur até o coração para a aplicação de radioenergia no local, com o objetivo de modificar caminhos que predisponham a novas arritmias”, detalha.

3. Implante de CDI

Essa é a sigla para Cardioversor Desfibrilador Implantável (CDI), um dispositivo cardíaco que tem se mostrado essencial para a sobrevida dos pacientes. “O CDI possui, visualmente, um aspecto semelhante ao marcapasso, sendo um pouco maior e representado pelo gerador e eletrodos que fazem a conexão com o coração, monitorando o ritmo cardíaco do paciente continuamente”, conta Bertão.

“Em caso de recorrência da arritmia, o CDI realizará terapias para sua interrupção, sendo a ferramenta mais eficaz para os pacientes sobreviventes de morte súbita cardíaca de causa arrítmica”, conclui. Com um dispositivo CDI, 19 de 20 pessoas sobrevivem a uma parada cardíaca súbita. Além disso, a terapia com CDI tem-se mostrado eficaz para parar 95% ou mais dos ritmos cardíacos ameaçadoramente rápidos3.

Agora que você já sabe o que é morte súbita e as diferentes etapas de tratamento, aproveite e acesse demais conteúdos sobre Coração.

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde CRM = 1700602 – AA – Saber da Saúde

Use o menu abaixo e explore artigos sobre cada condição clínica

Todas as áreas terapêuticas
  • Neurologia
  • Coração
  • Saúde Urológica
  • Cânceres e Tumores
  • Sistema Circulatório
  • Obesidade
  • Outras Condições
  • Acesso à Saúde
  • Histórias
  • Todas as áreas terapêuticas
Incontinência urinária após o câncer de próstata: o tabu masculino que ainda precisa de solução

Sistema Urinário

Incontinência urinária após o câncer de próstata: o tabu masculino que ainda precisa de solução

Incontinência urinária após o câncer de próstata pode afetar autoestima e qualidade de vida. Conheça as causas, tratamentos e soluções disponíveis.
Saúde Digestiva: O que seu intestino tem a ver com a sua imunidade?

Outras Condições

Saúde Digestiva: O que seu intestino tem a ver com a sua imunidade?

Entenda a relação entre saúde digestiva e sistema imunológico. Descubra como o seu intestino desempenha um papel crucial na proteção da sua imunidade.
Síndrome da dor regional complexa: tratamento multimodal é a chave

Sistema Nervoso

Síndrome da dor regional complexa: tratamento multimodal é a chave

O uso de fármacos associado a fisioterapias, neuromodulação e tratamentos psicológicos, entre outras terapias, têm surtido os melhores resultados
5 mitos e tabus sobre o diagnóstico e tratamento do câncer colorretal

Cânceres e Tumores

5 mitos e tabus sobre o diagnóstico e tratamento do câncer colorretal

Terceiro tipo mais incidente na população brasileira, o câncer colorretal responde por mais de 40 mil novos casos diagnosticados por ano. Saiba mais

Artigos relacionados

Cadastre-se e receba mais informações

*Campos obrigatórios