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Doenças cardíacas: como melhorar a qualidade de vida com hábitos saudáveis

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Viver com uma condição cardíaca é mais do que só ter um marcapassomarca-passo e possivelmente tomar medicação. Se você tem uma doença cardíaca, fazer algumas mudanças simples no estilo de vida pode ajudá-lo a assumir a responsabilidade pela saúde do seu coração e viver uma vida mais ativa. 

Mantenha um peso saudável

Uma maneira de ajudar a reduzir seu risco de doença cardíaca é manter um peso saudável. Você pode calcular seu índice de massa corporal (IMC) para descobrir se está em um peso saudável. Clique aqui e calcule agora!

Você também pode medir a sua cintura para ajudar a ver se você está em um peso saudável. Você pode estar acima do peso se for uma mulher cuja cintura tenha mais de 35 polegadas ou um homem cuja cintura tenha mais de 40 polegadas.

Como medir sua cintura

  • Fique de pé e enrole uma fita métrica em volta do estômago, entre os ossos do quadril e a parte inferior das costelas.
  • Mantenha a fita bem ajustada à cintura, sem comprimir a pele.
  • Faça a medição após expirar.

 O seu IMC e a circunferência da cintura possam ser úteis para determinar onde você está, mas somente um profissional de saúde treinado pode avaliar seu estado de saúde e riscos individuais. Portanto, pergunte ao seu médico o que é um peso saudável para você.

Faça uma dieta saudável para o coração

Mesmo pequenas mudanças em sua dieta podem fazer uma grande diferença na saúde do seu coração. Você pode começar com essas etapas simples, mas certifique-se de falar com seu médico antes de fazer qualquer alteração para que possa desenvolver um plano que seja melhor para você.

  • Coma mais alimentos que contenham grãos integrais.
  • Adicione uma variedade de frutas e vegetais.
  • Reduza o açúcar e o sal (sódio).
  • Limite alimentos com alto teor de gordura, como carne vermelha, queijos e assados.
  • Reduza a quantidade de gorduras ruins na sua dieta, como gorduras saturadas e trans. Elas têm mais probabilidade de serem sólidas em temperatura ambiente, como manteiga ou margarina.
  • Substitua gorduras ruins por gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas. Essas têm mais probabilidade de serem líquidas em temperatura ambiente.

Veja também: Lista de mercado para pacientes medicados com anticoagulantes orais

Seja mais ativo

Mesmo que você não consiga fazer exercícios regulares, tente fazer da atividade uma parte de sua vida diária. Começando aos poucos, você aumentará lentamente o seu nível de atividade, o que pode ajudar a afinar sua cintura e melhorar a saúde do coração.

Dicas para adicionar mais atividades ao seu dia

  • Faça várias pausas ao longo do dia para alongar-se e caminhar.
  • Faça suas tarefas domésticas regulares em um ritmo mais rápido.
  • Estacione mais longe da porta ao fazer tarefas ou desça do ônibus um ponto antes para andar mais.
  • Utilize as escadas em vez da escada rolante ou elevador.
  • Planeje um entretenimento mais ativo. Por exemplo, vá jogar boliche ou andar de bicicleta em vez de ver um filme.
  • Utilize as escadas.
  • Planeje um entretenimento mais ativo. Por exemplo, vá jogar boliche ou andar de bicicleta em vez de ver um filme.
  • Faça uma caminhada com amigos ou família após o jantar.

Certifique-se de falar com seu médico antes de iniciar ou retomar qualquer tipo de exercício.

Veja também: Atividade física para um paciente com Fibrilação Atrial

Abandone seu hábito de fumar

O tabagismo danifica o coração e os vasos sanguíneos. Fumar aumenta o risco de doença cardíaca e de acidente vascular cerebral.1 Também diminui o colesterol HDL (bom), aumenta a tendência de coagulação do sangue e reduz a sua capacidade de praticar exercícios. A boa notícia é que os danos são reparados rapidamente para a maioria dos fumantes que param de fumar, mesmo se você fumou por um longo tempo. 

Reduza o estresse

Sentir o estresse de vez em quando é uma parte normal da vida. No entanto, o estresse não tratado pode afetar sua saúde geral e ter um impacto negativo em seu coração ao:2

  • Aumentar sua frequência cardíaca
  • Elevar sua pressão arterial
  • Causar ritmos cardíacos irregulares
  • Elevar seus níveis de colesterol
  • Danificar suas artérias
  • Causar doença de artéria coronária (aterosclerose)
  • Enfraquecer seu sistema imunológico

Além disso, muitas pessoas adotam hábitos prejudiciais à saúde para lidar com o estresse, como fumar, beber muito álcool e comer demais. Tudo isso pode colocá-lo em maior risco de acidente vascular cerebral e doença cardíaca.

Maneiras simples de reduzir o estresse

  • Ria um pouco: Pesquisas mostram que rir pode ajudar a reduzir o estresse, diminuir a pressão arterial, aumentar o relaxamento muscular e estimular o seu sistema imunológico.Portanto, faça questão de adicionar risadas ao seu dia — seja ao reunir-se com seu amigo engraçado para almoçar, assistir a vídeos bobos de animais ou fazer qualquer outra coisa que agrade a você.
  • Reserve um tempo para relaxar: Desde meditação até exercícios de respiração profunda, há uma série de técnicas para ajudar a relaxar a mente. Encontre o que funciona melhor para você e persista nela.
  • Mantenha um Diário do Estresse: Anote as coisas que lhe causam estresse pode ajudá-lo a identificar os fatores de estresse - e encontrar maneiras de evitá-los no futuro.

Quer mais informações sobre cuidados e tratamentos para problemas do coração? Acesse a página Viver Sem Anticoagulantes e confira conteúdos exclusivos para entender melhor as opções disponíveis e como cuidar da sua saúde.

 

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Fibrilação Atrial: Protocolos que salvam vidas e evitam AVCs podem também reduzir custos nos hospitais

Coração

Fibrilação Atrial: Protocolos que salvam vidas e evitam AVCs podem também reduzir custos nos hospitais

Por dr. Marden Tebet, médico cardiologista intervencionista 


Como cardiologista, lido diariamente com as consequências preocupantes da fibrilação atrial (FA). Essa arritmia, que afeta, em média, de 2 a 4% da população¹, e alarmantes 10% dos idosos acima de 80 anos². A FA aumenta significativamente o risco de acidente vascular cerebral (AVC) devido à formação de coágulos no coração, que podem se deslocar para o cérebro e obstruir o fluxo sanguíneo. Estima-se que a FA aumente em até 5 vezes o risco de AVC, tornando-se um dos principais fatores de risco modificáveis para essa condição grave.  

A projeção indica que, somente nos Estados Unidos, serão mais de 12 milhões de pacientes com FA até 2050³, o que torna essa questão ainda mais urgente. A boa notícia é que temos ferramentas eficazes para prevenir o AVC em pacientes com FA. A má notícia é que, em muitos hospitais, essas ferramentas não estão sendo utilizadas em todo o seu potencial. 

A anticoagulação é, sem dúvida, a pedra angular da prevenção de AVC na FA. No entanto, nem todos os pacientes podem se beneficiar dessa terapia. Em muitos casos, pacientes com FA não podem ou não devem usar anticoagulantes devido a sangramentos, interações medicamentosas ou outras condições clínicas. Isso os deixa desprotegidos e vulneráveis ao AVC. É nesse cenário que a oclusão do apêndice atrial esquerdo (OAAE) se torna uma alternativa crucial. Estudos clínicos robustos demonstram que a OAAE é tão eficaz quanto os anticoagulantes na prevenção de AVC em pacientes com FA, com a vantagem adicional de eliminar o risco de sangramento associado ao uso contínuo de medicamentos anticoagulantes. 


Apesar de sua eficácia comprovada e de sua segurança, a oclusão do apêndice atrial esquerdo (OAAE) ainda é subutilizada em muitos hospitais brasileiros. Enquanto nos Estados Unidos realizam-se cerca de mil procedimentos por semana, no Brasil, em 2024, foram realizados apenas 400 mil. Essa discrepância alarmante revela uma lacuna crítica nos protocolos de tratamento da FA e uma falta de familiaridade com o procedimento por parte de muitos profissionais de saúde. A discussão ainda gira, principalmente, em torno dos anticoagulantes, negligenciando a OAAE como uma opção valiosa. 


A anticoagulação é, sem dúvida, a pedra angular da prevenção de AVC na FA. No entanto, nem todos os pacientes podem se beneficiar dessa terapia. Em muitos casos, pacientes com FA não podem ou não devem usar anticoagulantes devido a sangramentos, interações medicamentosas ou outras condições clínicas. Isso os deixa desprotegidos e vulneráveis ao AVC. É nesse cenário que a oclusão do OAAE se torna uma alternativa crucial. 


A OAAE é um procedimento minimamente invasivo que consiste em fechar o apêndice atrial esquerdo, uma pequena bolsa no coração onde a maioria dos coágulos sanguíneos se forma em pacientes com FA. Ao ocluir essa estrutura, eliminamos a principal fonte de trombos e reduzimos drasticamente o risco de AVC, oferecendo uma proteção comparável à anticoagulação para pacientes que não podem utilizá-la. 


Como médico, vejo de perto o impacto dessa negligência. Pacientes que poderiam se beneficiar da OAAE acabam sofrendo AVCs incapacitantes, com consequências para suas vidas e para suas famílias. Além do sofrimento, a falta de protocolos adequados para a FA também tem um impacto significativo nos custos do sistema de saúde. O tratamento de um acidente vascular cerebral é caro e complexo, e muitas vezes exige internações prolongadas e reabilitação intensiva. A prevenção, nesse caso, é não apenas mais humana, mas também mais econômica. 


É hora de mudar essa realidade. Os hospitais precisam implementar protocolos abrangentes de FA que incluam a OAAE como uma opção terapêutica a ser considerada em pacientes com contraindicações à anticoagulação. Esses protocolos devem ser baseados em evidências científicas sólidas e devem ser adaptados às necessidades específicas de cada paciente, considerando a estratificação de risco com o escore CHA₂DS₂-VASc. 


Além disso, é fundamental investir em educação médica continuada para capacitar os profissionais de saúde sobre os benefícios e as indicações da iniciativa. Muitos pacientes com FA estão dentro do hospital, e não no consultório, e é crucial que os médicos generalistas, cardiologistas hospitalares e plantonistas estejam cientes dessa opção. A criação de um sistema de alerta, um “red flag”, para pessoas com sangramentos ou eventos adversos relacionados à anticoagulação, pode auxiliar na identificação de candidatos à OAAE. 


A implementação de protocolos abrangentes não é apenas uma questão de boa prática médica, mas também uma questão de responsabilidade social. Ao proteger nossos pacientes do AVC, estamos não apenas salvando vidas, mas também reduzindo custos e melhorando a qualidade de vida de toda a população.

 
Portanto, apelo aos gestores hospitalares, aos cardiologistas e a todos os profissionais de saúde: vamos unir forças para implementar protocolos de FA que realmente façam a diferença. A vida de nossos pacientes pode depender disso. 

Sobrevivi à morte súbita. Como será minha vida daqui para a frente?

Coração

Sobrevivi à morte súbita. Como será minha vida daqui para a frente?

O evento pode atingir até quem parece ter uma saúde boa. Por isso, os sobreviventes precisam tomar certas medidas para evitar um novo episódio

A maioria das pessoas que sofre uma morte súbita cardíaca não sobrevive a ela. De acordo com a American Heart Association, cerca de 90% dos casos são fatais1. Se você conseguiu sobreviver a esse evento, seguir à risca o tratamento médico é fundamental para uma sobrevida com mais qualidade.

“A vida dos pacientes sobreviventes de morte súbita dependerá principalmente da doença de base causadora do evento”, deixa claro o médico cardiologista Guilherme Bertão, especialista em Arritmia Clínica pela SOBRAC e responsável pelo setor de arritmia da clínica Duocor e Hospital Proncor (MS).

Um exemplo prático de como pode ser a vida de um paciente com sobrevida livre de sequelas pôde ser visto na última Copa do Mundo de Futebol Masculino em 2022. Dois atletas participaram usando este dispositivo: Christian Eriksen, da Dinamarca, e Daley Blind, da Holanda2. Ambos jogaram com o implante CDI, que dava choques para recuperar o ritmo do coração em casos de arritmias.

“A evolução da medicina e do tratamento das doenças do coração proporcionam terapias para prevenir a morte súbita de forma eficaz, preservando, em muitos casos, a qualidade de vida”, comenta Bertão.

Veja também: Qual é a minha chance de sobreviver à morte súbita cardíaca?

Conheça agora o S-ICD

Confira aqui mais informações sobre o produto e a evolução do implante CDI:

O que é o implante CDI?

Uma evolução dos dispositivos CDI, implantado por baixo da pele, que preserva os vasos sanguíneos e analisa o ritmo cardíaco a partir de um eletrodo subcutâneo.

Veja também:

Melhor Saúde do Coração para Pacientes com desfibriladores ICD e S-ICD

Recuperando-se de um procedimento com desfibriladores

Quem pode usar?

Indicado para uma ampla gama de pacientes e, em especial, para quem tem alto risco de complicações por infecções e histórico de endocardite. Também é recomendado para pessoas até 70 anos de idade e que possuem um estilo de vida ativo, como os atletas.

Principais benefícios do implante CDI

O estudo The Atlas Trial3 mostra que o S-ICD causa 92% mesmo complicações graves relacionadas ao eletrodo, tem 99% de eficácia de conversão e baixas taxas de choques inapropriados, quando comparado ao Cardio-Desfibrilador Transvenoso Implantável (TV-ICD).

Agora que você já sabe como é a vida de um paciente que sobrevive à morte súbita, aproveite e acesse demais conteúdos sobre Coração.

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde CRM = 1700602 – AA – Saber da Saúde

Morte súbita cardíaca: etapas do tratamento e importância do desfibrilador

Coração

Morte súbita cardíaca: conheça cada etapa do tratamento

O desfibrilador Efortless, da Boston Scientific, teve uma taxa de sucesso de 65% na prevenção primária da morte súbita cardíaca e um índice de eficácia de 99,5% nos testes realizados1.

Quando o funcionamento do coração é interrompido de forma brusca e repentina, fazendo a pessoa perder a consciência imediatamente, estamos diante de um evento de morte súbita2.

Nesses casos, além de chamar ajuda médica o mais rápido possível, o início das manobras de reanimação deve ser imediato e eficiente para aumentar as chances de sobrevida do paciente. A cada minuto que uma pessoa vítima de parada cardíaca fica sem atendimento, sua chance de sobrevida sem sequelas se reduz em 10%, afirma a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC).

“Tais manobras de reanimação consistem basicamente na realização de compressões torácicas efetivas e suporte ventilatório feitas no paciente, ainda no local do evento”, explica o médico cardiologista Guilherme Bertão, especialista em Arritmia Clínica pela SOBRAC e responsável pelo setor de arritmia da clínica Duocor e Hospital Proncor (MS). No entanto, caso se consiga um desfibrilador externo antes da chegada da equipe médica de resgate, seu uso não deve ser atrasado.

Veja também: Como identificar e ajudar alguém que está tendo morte súbita cardíaca

Conheça agora as três principais etapas do tratamento da morte súbita

1. Uso do desfibrilador externo, para atendimento imediato

Como a morte súbita é causada por uma arritmia, o desfibrilador externo é indicado para uso imediato. “Por meio de uma leitura automática do ritmo, o aparelho indicará a necessidade de choque e sua aplicação pode ser suficiente para o retorno da circulação espontânea, mudando a condição para morte súbita abortada, com a sobrevivência da vítima”, explica Bertão.

2. Terapias antiarrítmicas

Após o evento e a reanimação do paciente, a equipe médica realiza uma ampla investigação sobre as prováveis causas e indica a terapia a seguir, seja com medicamentos ou procedimentos cardíacos. “É comum, por exemplo, a indicação de ablação, procedimento no qual um cateter é introduzido pela artéria do fêmur até o coração para a aplicação de radioenergia no local, com o objetivo de modificar caminhos que predisponham a novas arritmias”, detalha.

3. Implante de CDI

Essa é a sigla para Cardioversor Desfibrilador Implantável (CDI), um dispositivo cardíaco que tem se mostrado essencial para a sobrevida dos pacientes. “O CDI possui, visualmente, um aspecto semelhante ao marcapasso, sendo um pouco maior e representado pelo gerador e eletrodos que fazem a conexão com o coração, monitorando o ritmo cardíaco do paciente continuamente”, conta Bertão.

“Em caso de recorrência da arritmia, o CDI realizará terapias para sua interrupção, sendo a ferramenta mais eficaz para os pacientes sobreviventes de morte súbita cardíaca de causa arrítmica”, conclui. Com um dispositivo CDI, 19 de 20 pessoas sobrevivem a uma parada cardíaca súbita. Além disso, a terapia com CDI tem-se mostrado eficaz para parar 95% ou mais dos ritmos cardíacos ameaçadoramente rápidos3.

Agora que você já sabe o que é morte súbita e as diferentes etapas de tratamento, aproveite e acesse demais conteúdos sobre Coração.

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde CRM = 1700602 – AA – Saber da Saúde

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