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Atividade física para um paciente com Fibrilação Atrial

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Confira as atividades físicas que são recomendadas e quais não são indicadas para pacientes com Fibrilação Atrial

Exercício é vida!

É uma parte importante de levar um estilo de vida saudável como um paciente diagnosticado com Fibrilação Atrial.¹

Todos sabemos que o exercício previne várias doenças e problemas de saúde, aumenta a força, a energia do coração e do cérebro e pode ajudar a reduzir o estresse, mas qual é a recomendação para pacientes anticoagulados?²

Em Viver sem anticoagulantes, apresentamos algumas dicas a serem levadas em consideração se você pensa em praticar algum esporte ou exercício físico com seu membro da família ou paciente e evitar problemas com sua pressão arterial.

  1. Como regra geral, os pacientes que tomam Anticoagulantes Orais geralmente são instruídos a praticar esportes aeróbicos, como caminhar e correr, é bom desde que seja de baixa intensidade e sem correr muito rápido, para evitar riscos de bradicardia ou taquicardia.³
  2. Qualquer tipo de exercício aeróbico que não induza aumentos da frequência cardíaca acima de 120-130 batimentos por minuto e que também não produza fadiga excessiva para o paciente seria o mais recomendado.4

Mas … Quais são os NÃO recomendados?

Esportes que podem causar impactos ou golpes são contraindicados, como rúgby, artes marciais, futebol, montanhismo, esqui. A realização dessas atividades pode causar ferimentos ou risco de ferimentos.5

Lembre-se de que todos temos condições cardiovasculares diferentes, por isso recomendamos que, antes de iniciar qualquer atividade, o paciente seja avaliado pelo médico assistente para uma receita adequada da atividade física.6

Visite nossa página exclusiva liberte-se dos Anticoagulantes Orais.

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Fibrilação Atrial: Protocolos que salvam vidas e evitam AVCs podem também reduzir custos nos hospitais

Coração

Fibrilação Atrial: Protocolos que salvam vidas e evitam AVCs podem também reduzir custos nos hospitais

Por dr. Marden Tebet, médico cardiologista intervencionista 


Como cardiologista, lido diariamente com as consequências preocupantes da fibrilação atrial (FA). Essa arritmia, que afeta, em média, de 2 a 4% da população¹, e alarmantes 10% dos idosos acima de 80 anos². A FA aumenta significativamente o risco de acidente vascular cerebral (AVC) devido à formação de coágulos no coração, que podem se deslocar para o cérebro e obstruir o fluxo sanguíneo. Estima-se que a FA aumente em até 5 vezes o risco de AVC, tornando-se um dos principais fatores de risco modificáveis para essa condição grave.  

A projeção indica que, somente nos Estados Unidos, serão mais de 12 milhões de pacientes com FA até 2050³, o que torna essa questão ainda mais urgente. A boa notícia é que temos ferramentas eficazes para prevenir o AVC em pacientes com FA. A má notícia é que, em muitos hospitais, essas ferramentas não estão sendo utilizadas em todo o seu potencial. 

A anticoagulação é, sem dúvida, a pedra angular da prevenção de AVC na FA. No entanto, nem todos os pacientes podem se beneficiar dessa terapia. Em muitos casos, pacientes com FA não podem ou não devem usar anticoagulantes devido a sangramentos, interações medicamentosas ou outras condições clínicas. Isso os deixa desprotegidos e vulneráveis ao AVC. É nesse cenário que a oclusão do apêndice atrial esquerdo (OAAE) se torna uma alternativa crucial. Estudos clínicos robustos demonstram que a OAAE é tão eficaz quanto os anticoagulantes na prevenção de AVC em pacientes com FA, com a vantagem adicional de eliminar o risco de sangramento associado ao uso contínuo de medicamentos anticoagulantes. 


Apesar de sua eficácia comprovada e de sua segurança, a oclusão do apêndice atrial esquerdo (OAAE) ainda é subutilizada em muitos hospitais brasileiros. Enquanto nos Estados Unidos realizam-se cerca de mil procedimentos por semana, no Brasil, em 2024, foram realizados apenas 400 mil. Essa discrepância alarmante revela uma lacuna crítica nos protocolos de tratamento da FA e uma falta de familiaridade com o procedimento por parte de muitos profissionais de saúde. A discussão ainda gira, principalmente, em torno dos anticoagulantes, negligenciando a OAAE como uma opção valiosa. 


A anticoagulação é, sem dúvida, a pedra angular da prevenção de AVC na FA. No entanto, nem todos os pacientes podem se beneficiar dessa terapia. Em muitos casos, pacientes com FA não podem ou não devem usar anticoagulantes devido a sangramentos, interações medicamentosas ou outras condições clínicas. Isso os deixa desprotegidos e vulneráveis ao AVC. É nesse cenário que a oclusão do OAAE se torna uma alternativa crucial. 


A OAAE é um procedimento minimamente invasivo que consiste em fechar o apêndice atrial esquerdo, uma pequena bolsa no coração onde a maioria dos coágulos sanguíneos se forma em pacientes com FA. Ao ocluir essa estrutura, eliminamos a principal fonte de trombos e reduzimos drasticamente o risco de AVC, oferecendo uma proteção comparável à anticoagulação para pacientes que não podem utilizá-la. 


Como médico, vejo de perto o impacto dessa negligência. Pacientes que poderiam se beneficiar da OAAE acabam sofrendo AVCs incapacitantes, com consequências para suas vidas e para suas famílias. Além do sofrimento, a falta de protocolos adequados para a FA também tem um impacto significativo nos custos do sistema de saúde. O tratamento de um acidente vascular cerebral é caro e complexo, e muitas vezes exige internações prolongadas e reabilitação intensiva. A prevenção, nesse caso, é não apenas mais humana, mas também mais econômica. 


É hora de mudar essa realidade. Os hospitais precisam implementar protocolos abrangentes de FA que incluam a OAAE como uma opção terapêutica a ser considerada em pacientes com contraindicações à anticoagulação. Esses protocolos devem ser baseados em evidências científicas sólidas e devem ser adaptados às necessidades específicas de cada paciente, considerando a estratificação de risco com o escore CHA₂DS₂-VASc. 


Além disso, é fundamental investir em educação médica continuada para capacitar os profissionais de saúde sobre os benefícios e as indicações da iniciativa. Muitos pacientes com FA estão dentro do hospital, e não no consultório, e é crucial que os médicos generalistas, cardiologistas hospitalares e plantonistas estejam cientes dessa opção. A criação de um sistema de alerta, um “red flag”, para pessoas com sangramentos ou eventos adversos relacionados à anticoagulação, pode auxiliar na identificação de candidatos à OAAE. 


A implementação de protocolos abrangentes não é apenas uma questão de boa prática médica, mas também uma questão de responsabilidade social. Ao proteger nossos pacientes do AVC, estamos não apenas salvando vidas, mas também reduzindo custos e melhorando a qualidade de vida de toda a população.

 
Portanto, apelo aos gestores hospitalares, aos cardiologistas e a todos os profissionais de saúde: vamos unir forças para implementar protocolos de FA que realmente façam a diferença. A vida de nossos pacientes pode depender disso. 

Sobrevivi à morte súbita. Como será minha vida daqui para a frente?

Coração

Sobrevivi à morte súbita. Como será minha vida daqui para a frente?

O evento pode atingir até quem parece ter uma saúde boa. Por isso, os sobreviventes precisam tomar certas medidas para evitar um novo episódio

A maioria das pessoas que sofre uma morte súbita cardíaca não sobrevive a ela. De acordo com a American Heart Association, cerca de 90% dos casos são fatais1. Se você conseguiu sobreviver a esse evento, seguir à risca o tratamento médico é fundamental para uma sobrevida com mais qualidade.

“A vida dos pacientes sobreviventes de morte súbita dependerá principalmente da doença de base causadora do evento”, deixa claro o médico cardiologista Guilherme Bertão, especialista em Arritmia Clínica pela SOBRAC e responsável pelo setor de arritmia da clínica Duocor e Hospital Proncor (MS).

Um exemplo prático de como pode ser a vida de um paciente com sobrevida livre de sequelas pôde ser visto na última Copa do Mundo de Futebol Masculino em 2022. Dois atletas participaram usando este dispositivo: Christian Eriksen, da Dinamarca, e Daley Blind, da Holanda2. Ambos jogaram com o implante CDI, que dava choques para recuperar o ritmo do coração em casos de arritmias.

“A evolução da medicina e do tratamento das doenças do coração proporcionam terapias para prevenir a morte súbita de forma eficaz, preservando, em muitos casos, a qualidade de vida”, comenta Bertão.

Veja também: Qual é a minha chance de sobreviver à morte súbita cardíaca?

Conheça agora o S-ICD

Confira aqui mais informações sobre o produto e a evolução do implante CDI:

O que é o implante CDI?

Uma evolução dos dispositivos CDI, implantado por baixo da pele, que preserva os vasos sanguíneos e analisa o ritmo cardíaco a partir de um eletrodo subcutâneo.

Veja também:

Melhor Saúde do Coração para Pacientes com desfibriladores ICD e S-ICD

Recuperando-se de um procedimento com desfibriladores

Quem pode usar?

Indicado para uma ampla gama de pacientes e, em especial, para quem tem alto risco de complicações por infecções e histórico de endocardite. Também é recomendado para pessoas até 70 anos de idade e que possuem um estilo de vida ativo, como os atletas.

Principais benefícios do implante CDI

O estudo The Atlas Trial3 mostra que o S-ICD causa 92% mesmo complicações graves relacionadas ao eletrodo, tem 99% de eficácia de conversão e baixas taxas de choques inapropriados, quando comparado ao Cardio-Desfibrilador Transvenoso Implantável (TV-ICD).

Agora que você já sabe como é a vida de um paciente que sobrevive à morte súbita, aproveite e acesse demais conteúdos sobre Coração.

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde CRM = 1700602 – AA – Saber da Saúde

Morte súbita cardíaca: etapas do tratamento e importância do desfibrilador

Coração

Morte súbita cardíaca: conheça cada etapa do tratamento

O desfibrilador Efortless, da Boston Scientific, teve uma taxa de sucesso de 65% na prevenção primária da morte súbita cardíaca e um índice de eficácia de 99,5% nos testes realizados1.

Quando o funcionamento do coração é interrompido de forma brusca e repentina, fazendo a pessoa perder a consciência imediatamente, estamos diante de um evento de morte súbita2.

Nesses casos, além de chamar ajuda médica o mais rápido possível, o início das manobras de reanimação deve ser imediato e eficiente para aumentar as chances de sobrevida do paciente. A cada minuto que uma pessoa vítima de parada cardíaca fica sem atendimento, sua chance de sobrevida sem sequelas se reduz em 10%, afirma a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC).

“Tais manobras de reanimação consistem basicamente na realização de compressões torácicas efetivas e suporte ventilatório feitas no paciente, ainda no local do evento”, explica o médico cardiologista Guilherme Bertão, especialista em Arritmia Clínica pela SOBRAC e responsável pelo setor de arritmia da clínica Duocor e Hospital Proncor (MS). No entanto, caso se consiga um desfibrilador externo antes da chegada da equipe médica de resgate, seu uso não deve ser atrasado.

Veja também: Como identificar e ajudar alguém que está tendo morte súbita cardíaca

Conheça agora as três principais etapas do tratamento da morte súbita

1. Uso do desfibrilador externo, para atendimento imediato

Como a morte súbita é causada por uma arritmia, o desfibrilador externo é indicado para uso imediato. “Por meio de uma leitura automática do ritmo, o aparelho indicará a necessidade de choque e sua aplicação pode ser suficiente para o retorno da circulação espontânea, mudando a condição para morte súbita abortada, com a sobrevivência da vítima”, explica Bertão.

2. Terapias antiarrítmicas

Após o evento e a reanimação do paciente, a equipe médica realiza uma ampla investigação sobre as prováveis causas e indica a terapia a seguir, seja com medicamentos ou procedimentos cardíacos. “É comum, por exemplo, a indicação de ablação, procedimento no qual um cateter é introduzido pela artéria do fêmur até o coração para a aplicação de radioenergia no local, com o objetivo de modificar caminhos que predisponham a novas arritmias”, detalha.

3. Implante de CDI

Essa é a sigla para Cardioversor Desfibrilador Implantável (CDI), um dispositivo cardíaco que tem se mostrado essencial para a sobrevida dos pacientes. “O CDI possui, visualmente, um aspecto semelhante ao marcapasso, sendo um pouco maior e representado pelo gerador e eletrodos que fazem a conexão com o coração, monitorando o ritmo cardíaco do paciente continuamente”, conta Bertão.

“Em caso de recorrência da arritmia, o CDI realizará terapias para sua interrupção, sendo a ferramenta mais eficaz para os pacientes sobreviventes de morte súbita cardíaca de causa arrítmica”, conclui. Com um dispositivo CDI, 19 de 20 pessoas sobrevivem a uma parada cardíaca súbita. Além disso, a terapia com CDI tem-se mostrado eficaz para parar 95% ou mais dos ritmos cardíacos ameaçadoramente rápidos3.

Agora que você já sabe o que é morte súbita e as diferentes etapas de tratamento, aproveite e acesse demais conteúdos sobre Coração.

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde CRM = 1700602 – AA – Saber da Saúde

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