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O impacto da obesidade na saúde mental

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Tanto os pacientes obesos relatam sintomas de depressão e ansiedade, quanto os pacientes deprimidos ou ansiosos têm probabilidade maior de desenvolver obesidade Os médicos e a Organização Mundial de Saúde (OMS) alertam que a obesidade é um dos mais graves problemas de saúde dos tempos atuais. E os números comprovam que a preocupação não é exagerada:

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Reganho de peso: de que forma é possivel evitar?

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Falta de aderência ao tratamento e questões de saúde mental estão entre as causas que comprometem a manutenção do peso adequado. Além de recuperar os quilos perdidos, em muitos casos, o paciente engorda ainda mais Quem já driblou o excesso de peso sabe o quanto é difícil manter os ponteiros da balança em dia. Isso ocorre porque a

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Afinal, o câncer de pâncreas tem cura?

Outras Condições

Afinal, o câncer de pâncreas tem cura?

Frequentemente temido por sua alta agressividade, muita gente ainda tem dúvida se é possível falar em tratamento curativo para esse tipo de tumor

O câncer de pâncreas tem cura, sim. Mas, para isso, alguns pontos são importantes, como explica o médico oncologista clínico Vinicius Lorandi, que atua no Hospital Mãe de Deus (RS) e no Grupo Oncoclínicas: “Em primeiro lugar, é imprescindível que o paciente não tenha a doença fora do pâncreas e que passe por uma ressecção cirúrgica oncológica adequada. Após o procedimento, a quimioterapia adjuvante, ou seja, aquela que combate qualquer vestígio de células cancerígenas que possam ter ficado, deve ser utilizada para reduzir a chance de a doença recidivar (voltar), potencializando a chance de cura.”

No entanto, para os casos em que a doença já se instalou fora do órgão ou ocorreram metástases antes do diagnóstico, o prognóstico é bastante ruim. Nesses casos, o tratamento será paliativo com base em quimioterapia e menos de 2% das pessoas terão uma sobrevida superior a cinco anos após serem diagnosticadas1.

“Hoje, a cirurgia e a quimioterapia somam a maior parte do nosso arsenal terapêutico para o tratamento do câncer de pâncreas. Infelizmente não tivemos muitos avanços nos últimos anos que impactaram positivamente em ganho de tempo de vida quando se fala em adenocarcinoma de pâncreas”, comenta o oncologista clínico.

Em tempo, o stent biliar tem sido usado para o tratamento de complicações da doença, trazendo mais qualidade de vida ao paciente, como explica o médico. “Como a maior parte dos tumores de pâncreas são da "cabeça" do órgão, quando existe um crescimento nessa topografia é frequente que ocorra uma compressão extrínseca (exterior) da via de drenagem da bile, produzida no fígado e levada até o intestino por meio de canais. Dessa forma, um stent biliar pode ser passado dentro desses canais, por via endoscópica, como forma de ancoragem para que permita um fluxo adequado da bile do fígado até o intestino delgado”, conclui.

1Câncer de pâncreas, Manual MSD. Acesso em setembro de 2023.

ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde

ATENÇÃO III: Somente para fins informativos. O conteúdo deste artigo/publicação é de responsabilidade exclusiva de seu autor/editor e não representa a opinião da BSC. ENDO = 1706602 – AA – Saber da Saúde

O metabolismo na obesidade

Outras Condições

O metabolismo na obesidade

Quando há sobrepeso, as reações químicas que promovem a queima de energia no nosso corpo acontecem de modo mais lento e driblar o acúmulo de gordura se torna um desafio

A obesidade é uma doença que vem preocupando estudiosos e médicos do mundo todo e, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS)1, já pode ser considerada uma epidemia. O padrão alimentar da população é o grande vilão desse quadro e, quando se discute alimentação e perda de peso, o metabolismo também entra em questão. Afinal, é esse processo químico, que ocorre no nosso corpo, o responsável por transformar os nutrientes dos alimentos que ingerimos em fonte de energia2.

A química do metabolismo

“O metabolismo é composto por dois processos químicos, o anabolismo e o catabolismo. O anabolismo está relacionado ao crescimento, ao desenvolvimento, à manutenção do nosso organismo e à contribuição para o estoque de energia. Já no catabolismo ocorre a quebra das moléculas complexas presentes nos alimentos, que são transformadas em partículas mais simples, liberando energia”, explica Durval Ribas Filho, médico nutrólogo e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). Mais: o desempenho do metabolismo está diretamente ligado à necessidade de energia. Por exemplo, uma pessoa com o metabolismo lento precisa de menos calorias para fazer as tarefas do dia a dia e, assim, terá que comer menos para evitar o excesso de peso.

Química x quilos

O metabolismo afeta o ganho ou a perda de peso? A médica nutróloga Marcella Garcez, docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran, explica que, em adultos com o Índice de Massa Corpórea normal (IMC entre 18,5 e 24,93), o metabolismo basal (quantidade de calorias que o corpo queima em repouso para manter as funções vitais, como a respiração, a circulação sanguínea, a temperatura corporal e o funcionamento de órgãos), tende a funcionar de maneira eficiente. “Esses indivíduos também são mais ativos e costumam manter um equilíbrio entre a ingestão de calorias e o gasto de energia”, complementa a especialista.

Nos obesos, nem sempre há esse equilíbrio. A maior quantidade de massa corporal aumenta o metabolismo basal, o que, consequentemente, provoca uma maior queima de calorias, mas não é o suficiente para que haja perda de peso. Eles também são menos ativos por causa da dificuldade de mobilidade e do desconforto causado pelos quilos extras, fatores que reduzem o gasto calórico relacionado à atividade física. “Ainda pode ocorrer resistência à insulina. Ou seja, as células têm dificuldade para responder à ação desse hormônio, que regula o metabolismo da glicose, fazendo com que o corpo armazene mais gordura e tenha dificuldade para usar a glicose como fonte de energia”, aponta Marcella Garcez. É importante entender que o ganho de peso tem influência de vários fatores, como a genética, a epigenética, os hábitos alimentares e o sedentarismo e, independentemente do metabolismo, armazenamos o excesso de energia como gordura. E aqui está a equação para combater a obesidade e manter o metabolismo ativo: “Alimentação balanceada, prática de atividade física diária, ingestão de água suficiente e sono restaurador (que vai amenizar, inclusive, o estresse) faz com que o metabolismo seja saudável e trabalhe melhor”, ensina Durval Ribas Filho.

1 WHO Consultation on Obesity (‎1999: Geneva, Switzerland)‎ & World Health Organization. (‎2000)‎. Obesity: preventing and managing the global epidemic: report of a WHO consultation. World Health Organization. https://iris.who.int/handle/10665/42330. Acesso em: 20 set. 2023.

2 BRINQUES, Graziela Brusch (org.). Bioquímica humana aplicada à nutrição São Paulo: Pearson, 2014. E-book. Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br. Acesso em: 27 set. 2023.

3 WHO Consultation on Obesity (‎1999: Geneva, Switzerland)‎ & World Health Organization. (‎2000)‎. Obesity: preventing and managing the global epidemic: report of a WHO consultation. World Health Organization. https://iris.who.int/handle/10665/42330. Acesso em: 20 set. 2023.

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ENDO = 1709505 – AA – Saber da Saúde

Fui diagnosticado com câncer de fígado. E agora?

Outras Condições

Se você já recebeu um diagnóstico, descubra formas de tratamento para enfrentar o câncer de fígado com confiança.

Embora assustador, receber o diagnóstico da doença significa que você tem pela frente um caminho de tratamento. E esse trajeto está cada dia mais seguro

Receber o diagnóstico de câncer de fígado pode ser extremamente assustador e, certamente, vai gerar várias perguntas que precisam ser respondidas por um médico especialista. A mais importante delas talvez seja saber que essa doença tem tratamento e, muitas vezes, a chance de cura.

Tratamento minimamente invasivo para câncer de fígado ganha força

“Os tumores de fígado são os que mais tiveram tratamentos eficazes desenvolvidos nos últimos anos. Entre eles a cirurgia, o transplante hepático, as ablações tumorais, o bloqueio de sua vascularização, a imunoterapia, o cateterismo das artérias do fígado e a aplicação de drogas ou substâncias radioativas diretamente nos tumores, dentre outros. Todos esses tratamentos, algumas vezes combinados, trazem resultados animadores para todos nós”, garante o médico Felipe José Fernández Coimbra, cirurgião oncológico, professor High Continuum Education e Head do Núcleo de tumores gastrointestinais do AC Camargo Cancer Center.

Entre as novidades terapêuticas, os tratamentos minimamente invasivos para o câncer de fígado vêm ganhando espaço na linha de cuidado, especialmente por causa da alta precisão da tecnologia empregada. É o caso da radioembolização TheraSphere, da Boston Scientific do Brasil, que consegue administrar a radiação feita com Ítrio-90 diretamente no tumor, reduzindo assim os efeitos colaterais indesejados da radioterapia convencional.

No Brasil, o TheraSphere está indicado no tratamento da neoplasia hepática para utilização como adjuvante à quimioterapia ou uma opção quando a quimioterapia não pode ser utilizada ou não é eficaz.

Diante de tantas possibilidades terapêuticas, o mais importante após o diagnóstico é organizar os próximos passos. “Comece procurando ajuda especializada, ou seja, um médico oncologista, e confirme o diagnóstico. Depois disso, é preciso entender mais sobre o tipo específico de câncer de fígado que o paciente tem e o seu grau de avanço, chamado de estadiamento pelo especialista. É isso o que vai ajudar no plano terapêutico da doença e manter a saúde geral do paciente, e esses fatores, juntos, guiarão todo o tratamento pela frente”, finaliza Coimbra.

Quer saber mais sobre o diagnóstico do câncer de fígado? Acesse nossa página de especialidade e confira tudo que você precisa para cuidar da sua saúde.

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Crescem casos de câncer colorretal entre os mais jovens

Outras Condições

Crescem casos de câncer colorretal entre os mais jovens

O tumor maligno do intestino costumava ser diagnosticado em pessoas acima dos 65 anos. Mas isso está mudando nos últimos anos - entenda o porquê

Os dados comprovam: a incidência de câncer colorretal (também chamdo de câncer de intestino), que afeta o intestino e o reto, está mesmo crescendo entre as pessoas mais jovens. E, pior: está também se tornando uma doença ainda mais grave do que em pacientes que já passaram dos 65 anos, porque os casos costumam ser diagnosticados em fase mais tardia.

“Antigamente, ter mais de 65 anos era considerado fator de risco para o câncer colorretal. Tanto é que o rastreio para a detecção precoce era feito apenas em pacientes mais velhos. Mas, nos últimos cinco anos, a incidência, embora predominante em pessoas mais velhas (56%) tem crescido entre os mais jovens: 30% dos pacientes hoje têm entre 50 e 65 anos e cerca de 10% são pessoas entre 20 e 49 anos de idade, ou seja, bastante jovens para desenvolver esse tipo de tumor”, conta Mauro Donadio, oncologista especialista em tumores gastrointestinais e neuroendócrino da Oncoclínicas São Paulo, citando dados norte-americanos publicados pela American Cancer Society em dezembro de 20231.

Hoje, o câncer colorretal ocupa o terceiro lugar entre os mais frequentes no Brasil, atrás apenas de câncer de mama, segundo entre as mulheres, câncer de próstata, segundo entre os homens, e câncer de pulmão, que ocupa o primeiro lugar.

A estimativa do Instituto Brasileiro de Câncer (INCA) é que entre os anos 2023 e 2025, 45.630 novos casos sejam detectados a cada ano no país . E mais: enquanto outros tipos de tumor estão regredindo em probabilidade de óbito prematuro entre pessoas de 30 a 69 anos, o câncer que acomete o intestino pode aumentar em até 10% a incidência de morte prematura até o ano de 2030, segundo dados de uma pesquisa realizada pelo próprio INCA3 .

“É verdade que graças a exames de rastreio, como a colonoscopia, está ocorrendo uma queda na incidência de câncer colorretal em pacientes de todas as idades, na ordem de 3 a 4% por ano. Mas, se analisarmos a faixa etária entre 20 e 49 anos, essa incidência está aumentando cerca de 2% ao ano", enfatiza o oncologista.

Veja mais:
Descubra a relação entre câncer colorretal e outras condições de saúde Câncer colorretal: a prevenção está nos seus hábitos de vida O que acontece em cada estágio do câncer colorretal?

Mas por que o câncer colorretal está sendo diagnosticado em pacientes cada vez mais jovens?

Para essa questão não existe uma resposta única, mas um conjunto de fatores, como explica Donadio: “Entre os mais importantes estão a mudança nos padrões de dieta, que se torna muito rica em carboidratos , carne vermelha mal passada e pobre em frutas e vegetais frescos; a epidemia de obesidade e, finalmente, a alteração de populações de bactérias que colonizam o intestino, o chamado microbioma, especialmente pelo uso indiscriminado de antibióticos.”

Veja mais: Saúde digestiva: 4 coisas que você (ainda) não sabia sobre o intestino e a microbiota intestinal Intestino saudável, sistema imune eficiente

Além disso, é possível incluir nessa lista de fatores de risco para os pacientes mais jovens o tabagismo, o uso excessivo de álcool e o sedentarismo.

Atualmente, o chamado rastreio para o câncer colorretal só é indicado em pacientes jovens com histórico familiar de pólipo (adenoma) ou do próprio câncer de intestino. “Nesses casos, ao invés da indicação geral da colonoscopia aos 50 anos, o exame deve ser antecipado para os 40 anos de idade. Se o resultado for totalmente normal, a indicação é repetir a cada cinco anos. Já nos casos em que pólipos são encontrados, é comum que o acompanhamento seja a cada dois anos”, explica Donadio, lembrando que a American Cancer Society já indica o rastreio da população geral aos 45 anos de idade, algo que deve ser replicado no Brasil em breve, segundo o oncologista.4

Quer saber mais sobre câncer colorretal?

Clique aqui para acessar nossa página sobre Março Azul – Campanha de conscientização sobre o câncer colorretal – e confira informações importantes sobre a doença, formas de prevenção, tratamentos e apoio. Sua conscientização faz toda a diferença. Vamos lutar juntos contra o câncer colorretal!

1 American Cancer Society’s Advances in Oncology – 2023 Research Highlights

2 Estimativa de 2023 - Incidência de Câncer no Brasil. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer.

3 CANCELA, Marianna de Camargo; SOUZA, Dyego Leandro Bezerra de; MARTINS, Luís Felipe Leite; BORGES, Leonardo; SCHILITHZ, Arthur Orlando; HANLY, Paul; SHARP, Linda; PEARCE, Alison; SOEJOMATARAM, Isabelle. Can the sustainable development goals for cancer be met in Brazil? A population-based study. Frontiers In Oncology, [S.L.], v. 12, jan. 2023. DOI:. http://dx.doi.org/10.3389/fonc.2022.1060608

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